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morte de maguila
Na tarde desta quinta-feira (23), o mundo do boxe perdeu uma lenda, pois José Adilson Rodrigues dos Santos, o Maguila, morreu aos 66 anos. Antes de falecer, o ex-pugilista estava internado desde 2017, porque lutava contra uma encefalopatia traumática crônica (ETC), uma doença incurável, consequência dos golpes sofridos na cabeça durante seus 17 anos de carreira.
Em homenagem ao icônico ex-lutador, o medalhista olímpico Robson Conceição ressaltou que Maguila foi uma referência para o esporte e enalteceu a importância dos seus feitos para a influência do boxe.
“Hoje o Brasil perde mais que um ídolo, perde um gigante. Maguila foi uma inspiração para todos nós, um verdadeiro guerreiro, dentro e fora dos ringues. Ele mostrou ao mundo o que é nunca desistir, lutar até o fim. Suas vitórias e sua trajetória são exemplo para todos que sonham com um futuro melhor", disse Robson.
Vencedor do ouro olímpico de boxe em Rio 2016, Robson Conceição destacou que Maguila foi o percursor da modalidade no Brasil.
"Maguila, você abriu caminhos para o boxe brasileiro e nos ensinou que a força não está apenas nos punhos, mas no coração. Que seu legado continue nos inspirando a sermos fortes, perseverantes, e a nunca abaixar a guarda diante dos desafios da vida. Descanse em paz, campeão", concluiu Robson Conceição.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Ricardo Alban
"A entrada de importações de até 50 dólares sem tributação é o mesmo que financiar a indústria de países como a China, principal exportador de produtos de baixo valor para o Brasil, especialmente no setor têxtil. O prejuízo é direto a quem fabrica e comercializa em território brasileiro".
Disse o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban ao comentar a aprovação da medida provisória 1357/2026, que revogou a chamada “taxa das blusinhas”. Segundo Alban, a medida representa um retrocesso econômico, cria uma condição de desigualdade para o setor produtivo brasileiro e pode colocar em risco mais de 100 mil empregos.