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morte de lider do hamas
O Irã informou que vai atacar Israel como resposta à morte de Ismail Haniyeh, líder político do Hamas assassinado em Teerã nesta quarta-feira (31).
O líder do grupo terrorista foi morto durante um atentado aéreo ocorrido nas primeiras horas desta quarta. Haniyeh estava no Irã para participar da posse do novo presidente do país, Masoud Pezeshkian. As informações são do Metrópoles, parceiro do Bahia Notícias.
De acordo com a missão permanente do Irã na Organização das Nações Unidas (ONU), a resposta busca causar um “profundo arrependimento” em Israel.
“A resposta a um assassinato será, de fato, operações especiais – mais difíceis e destinadas a incutir profundo arrependimento no perpetrador [Israel]”, ressaltou a missão diplomática em um comunicado no X, sem dar maiores detalhes.
Anteriormente, o governo iraniano, liderado pelo aiatolá Ali Khamenei, prometeu vingança contra Israel, mas não citou quais seriam as ações que o regime islâmico pretende tomar.
O novo episódio envolvendo Irã e Israel aumenta ainda mais a tensão entre os dois países, que, em abril, trocaram ataques com drones e mísseis.
No começo do mês, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, chegou a acusar o Irã de estar por trás de grupos rebeldes no Oriente Médio, como o Hamas, Hezbollah e os Houthis.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Hilton Coelho
"O Guilherme Boulos está precisando de apoio dentro do PSOL. Ele defendeu que o PSOL participasse da federação com o PT e simplesmente 76% do PSOL disse não. Então, se tem alguém que está deslocado dentro do PSOL, não é o companheiro Ronaldo Mansur, é o companheiro Guilherme Boulos".
Disse o deputado estadual Hilton Coelho (PSol) afirmou nesta quinta-feira (24), durante a convenção da federação PSol-Rede, em Salvador, que o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos (PSol), está "deslocado" dentro do partido após a maioria dos filiados rejeitar a proposta de federação com o Partido dos Trabalhadores (PT).