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morte de homem pela guarda municipal
O prefeito de Santaluz, na região sisaleira, Arismário Barbosa (Avante), usou as redes sociais para responder ao caso que resultou na morte de um morador após agressões de membros da guarda civil da cidade. Ao chamar a ação de "trágica", Barbosa reafirmou o afastamento dos agentes e da instauração de um procedimento administrativo contra os suspeitos.
VÍDEO: Prefeito de Santaluz se pronuncia após morte de homem por membros da guarda municipal; gestor disse que dará resposta a familiares de vítima
— Bahia Notícias (@BahiaNoticias) July 25, 2025
CONFIRA??????? pic.twitter.com/JidhD4H0zr
Arismário disse ainda que buscará justiça como forma de dar uma resposta aos familiares de Marcelo Silva Santos, de 33 anos. As agressões ocorreram no último domingo (20) durante uma festa de rua. Um vídeo mostrou o momento da ação.
Segundo informações, o homem foi levado para o hospital ainda no domingo. Na segunda-feira (21), ele recebeu alta, mas voltou à unidade de saúde onde ficou internado até esta quinta-feira (24) quando veio a falecer. No vídeo, o prometeu "não acobertar" o caso e lamentou o ocorrido, afirmando a relação de amizade que tem com os familiares do morador.
??Homem morre após ser agredido por guardas civis em festa de Santaluz
— Bahia Notícias (@BahiaNoticias) July 24, 2025
?? Confira: pic.twitter.com/2gkdTWftpf
"Deixo muito claro que nós da gestão e em especial o prefeito não pactuam em nenhum momento com a agressão e muito menos iremos acobertar qualquer tipo de ação dessa natureza. Iremos agir de forma enérgica com o rigor da lei", disse em um trecho do vídeo. O caso também deve ser apurado pela delegacia de Santaluz.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.