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mortalidade de peixes
A mortalidade de peixes tem chamado a atenção em uma lagoa de Feira de Santana. Em dois dias, mais de uma tonelada apareceu morta na Lagoa Grande. O fato ocorreu após as recentes chuvas que caíram no município.
Ao Acorda Cidade, parceiro do Bahia Notícias, o ambientalista João Dias afirmou que devido ao aumento de volume de água, o reservatório teve as condições alteradas, com a diminuição de oxigênio e aumento de temperatura no espaço. Um aspecto visível na lagoa dos últimos dias foi que a ficou água turva.

Foto: Ney Silva / Acorda Cidade
“Toda vez que a água fica turva, com a turbidez maior, o peixe tem dificuldade de filtrar essa água através das brânquias para respirar. Isso foi um dos fatores que matou o peixe. O outro foi que essas mudanças bruscas que diminuem o oxigênio da água. Como o peixe precisa retirar o oxigênio da água, não tendo oxigênio suficiente, os peixes morrem”, disse ao site feirense.
O ambientalista advertiu as pessoas a não recolher os peixes mortos, uma vez que podem estar contaminados. As espécies que já foram encontradas mortas são nativas, como o Mussum, o Cambotar, a Traíra e o Acari.
Segundo João, algumas espécies introduzidas na lagoa, tipos exóticos de peixes, como Tilápia e Tucunaré, ainda não foram prejudicadas, mas podem vir a óbito devido às mudanças na água.
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"Para eles, pesquisa certa só é a que traz boas notícias".
Disse o pré-candidato ao governo ACM Neto ao avaliar o cenário político da Bahia e defendeu cautela na interpretação de pesquisas de opinião. A declaração aconteceu no lançamento do programa “Sua voz é a nossa voz”, em que o ex-prefeito pretende dialogar com municípios baianos.