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Artigos

Fatima Suarez
A dança como território de liberdade e transformação social
Foto: Ives Padilha/ Divulgação

A dança como território de liberdade e transformação social

Muitas vezes a dança é vista apenas como expressão artística, mas a verdade é que ela é, antes de tudo, um poderoso instrumento de transformação social.  O corpo que dança é um corpo que conquista sua própria voz. O movimento fortalece a disciplina, desenvolve a autoconfiança, cuida da saúde mental, promove a inclusão e resgata a cidadania em comunidades vulneráveis. 

Multimídia

Angelo Coronel rejeita ideia de Senado como “puxadinho” do Planalto e diz que não será “chapa-branca” de presidentes

Angelo Coronel rejeita ideia de Senado como “puxadinho” do Planalto e diz que não será “chapa-branca” de presidentes
Durante entrevista ao podcast Projeto Prisma, do projeto Vota BN, nesta segunda-feira (24), o senador Angelo Coronel (Republicanos) afirmou que o Senado Federal não pode atuar como um "puxadinho" do Poder Executivo e declarou que não pretende exercer um mandato "chapa-branca" para o governo de plantão.

Entrevistas

Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra

Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra
Nesta segunda-feira (10), a ministra da Igualdade Racial, Rachel Barros, esteve em Salvador para participar do Colóquio Internacional Cultura, Relações Exteriores, Desenvolvimento e Reparação. O evento, que acontece nas cidades de Salvador e Cachoeira, integra as celebrações pelos 25 anos de fundação do FENEBA e desdobra as discussões iniciadas no 9º Congresso Panafricano, sediado em Lomé, no Togo.

monique

No banco dos réus, Monique diz pela primeira vez que acredita que Jairinho matou Henry Borel
Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil

Monique Medeiros afirmou nesta terça-feira (2), pela primeira vez em juízo, acreditar que o ex-vereador Jairo de Souza, o Jairinho, foi o responsável pela morte do filho Henry Borel, morto aos 4 anos em 2021. "Creio que foi Jairo", declarou ao ser questionada pela juíza. Anteriormente, ela havia dito apenas que "somente Deus para saber".

 

Monique depõe no banco dos réus desde as 10h30 desta terça (2). Ao longo do depoimento, descreveu um relacionamento marcado por controle, drogas e violência.

 

Segundo ela, Jairinho a proibia de fazer aulas com homens e de malhar de shorts, além de monitorar sua localização em tempo real pelo celular e mandar uma pessoa à academia para fotografá-la. Ela também relatou que ele, por ser médico, a obrigava a ingerir remédios macerados no vinho para, segundo ele, "evitar que ela conversasse com outro homem enquanto ele dormia", e que chegou a flagrá-lo colocando o medicamento sem seu conhecimento.

 

Na madrugada da morte de Henry, Monique disse que adormeceu rapidamente após Jairinho lhe dar remédios. "Ele também dizia que tomava remédios para dormir, mas hoje sei que não tomava e passava a noite conversando com outras mulheres", afirmou.

 

Monique relatou ainda dois episódios de agressão ao filho. No primeiro, Henry lhe contou que havia levado uma "banda" e uma "moca" de Jairinho enquanto ela cozinhava, e que ele chamou a criança de "viadinho". No segundo, ocorrido em 12 de fevereiro, a babá avisou por mensagem que Jairinho havia chegado fora do horário e levado Henry para o quarto. Após cerca de cinco minutos, a criança saiu dizendo que havia apanhado novamente e que "o tio sempre fazia isso". Na saída do salão onde estava, Monique comprou uma câmera para monitorar o filho, mas não chegou a instalá-la.

 

Sobre a noite da morte, disse que foi acordada por Jairinho, que informou que o menino estava caído no chão com "os olhos abertos, olhando para nada". Ela afirmou que não desconfiou dele naquele momento, pois não havia marcas visíveis no corpo do filho, e entrou em luto profundo.

 

A mudança de versão, segundo Monique, veio após reportagens sobre o caso. Ela disse ter dado um tapa em Jairinho e o acusado diretamente. Em resposta, ele teria colocado a mão sobre uma Bíblia e jurado pelos filhos mortos que nunca tocou na criança, o que a fez permanecer ao lado dele. Disse ainda que foi Jairinho quem jogou os celulares pela janela no momento em que ambos foram presos.

 

A defesa de Jairinho tem sustentado a inocência do cliente e contestado os depoimentos ao longo do júri.

PGR defende no STF retorno da prisão preventiva de Monique Medeiros no caso Henry Borel
Foto: Brunno Dantas/TJRJ/Divulgação

A Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifestou ao Supremo Tribunal Federal (STF) a favor do restabelecimento da prisão preventiva de Monique Medeiros, acusada pela morte do filho, Henry Borel.

 

O parecer, encaminhado ao ministro Gilmar Mendes, foi apresentado na quarta-feira (16) e reforça a reclamação feita por Leniel Borel, pai do menino e assistente de acusação no caso.

 

Segundo a PGR, a decisão da 2ª Vara Criminal do Rio de Janeiro, que relaxou a prisão de Monique em março sob o argumento de excesso de prazo, contraria entendimentos já firmados pelo próprio STF no processo.

 

O órgão destaca que a Corte já havia considerado a prisão preventiva necessária para garantir a ordem pública, a instrução criminal e a aplicação da lei penal. Assim, a revogação da medida em primeira instância teria desrespeitado decisões anteriores do Supremo.

 

A PGR também rejeitou a alegação de demora excessiva. De acordo com o parecer, o adiamento do julgamento não foi causado pelo Judiciário, mas por fatores como a complexidade do caso e ações da defesa, incluindo o abandono do plenário por advogados do corréu Jairo Souza Santos Júnior, o Dr. Jairinho.

 

O documento ainda ressalta que a análise sobre o tempo de prisão deve considerar critérios como razoabilidade, número de envolvidos e a conduta das partes ao longo do processo, e não apenas a contagem de dias.

 

Diante disso, a Procuradoria conclui que houve violação à autoridade do STF e defende que a prisão preventiva de Monique Medeiros seja restabelecida.

Com estreia marcada para junho, "A Fazenda 5" já começou a ser divulgada Record, que resolveu atacar o Big Brother Brasil mencionando no comercial o caso de polícia que envolveu o modelo Daniel e a universitária Monique. No vídeo, enquanto animais típicos de uma fazendo caminham tranquilamente, uma viatura de polícia persegue uma paródia do robô mascote do BBB. Confira o comercial:


 

Ex-BBB Daniel fala pela primeira vez sobre acusações de estupro
Após a saída de Monique do BBB e a afirmação de que apesar de não lembrar o que aconteceu na noite da festa, as carícias com o modelo Daniel foram de “comum acordo”, o ex-BBB Daniel comentou, pela primeira vez, sua participação no reality show durante o café da manhã do “Mais Você” desta quarta-feira (21). Ana Maria Braga deixou claro que já havia tentado entrevistar o ex-BBB, mas que ele havia recusado os convites. “Eu queria trazer você antes, mas eu entendi os seus motivos”, disse a apresentadora. Daniel esteve acompanhado do irmão durante toda a conversa e conversou com sua mãe ao vivo, por telefone.

Daniel, que recebeu a notícia na última terça-feira (20) de que as acusações deveriam ser retiradas, contou que ficou quatro dias sem dormir, mas esperando a notícia bastante confiante. O modelo contou que ainda não falou com Monique, eliminada no domigo. "Foi um nocaute", afirmou. "Você se sente um lixo e não sabe como as pessoas vão reagir. Um caso de estupro é sério, não é só apontar o dedo".  Ao comentar sobre as acusações, desabafou sobre quem o julgou. "É mais fácil jogar pedra no telhado dos outros do que arrumar o seu próprio", disse. Sobre a acusação, o ex-BBB afirmou que sempre esteve tranquilo e que, por isso, os amigos diziam que ele parecia não estar passando pelo que passou. "Não tenho nenhuma raiva", admitiu. Aparecida, a mãe de Daniel, também gravou depoimento em vídeo, no qual elogiou o filho e agradeceu pela resolução do caso. "Eu agora estou acordando de um pesadelo", disse Aparecida. Após o depoimento, Daniel chorou e lembrou a infância difícil e a perda precoce do pai. 

Nesta terça-feira (20), o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ), concedeu uma ordem para encerrar o inquérito policial que investigava Daniel, acusado de ter estuprado Monique após uma festa dentro do "BBB12". Também foram encerradas as medidas restritivas, que incluíam o recolhimento do passaporte e permanência do modelo no Estado do Rio de Janeiro. Com a devolução do passaporte, Daniel deve retornar para São Paulo, onde residia antes de ser selecionado para o reality show. Desde que foi expulso do programa,  sob alegação de  "comportamento inadequado", Daniel vivia no Rio de Janeiro em um hotel custeado pela Globo, localizado em um endereço não divulgado. A medida visava a preservação da integridade física do participante.

 

Curtas do Poder

Ilustração de uma cobra verde vestindo um elegante terno azul, gravata escura e língua para fora
Fico me perguntando onde o povo tá ganhando voto no shopping, ou em corrida de rua. Porque ir pro interior atravessando os buracos da BR ou pegando fila no ferry ninguém quer. Aí depois é culpa do mundo. Mas pior mesmo é Tente Outra Vez, que gasta sola de sapato e ainda leva bola nas costas da própria equipe. Enquanto isso, AlôPrates busca convites pra caruru. Alguém se habilita? Saiba mais!

Pérolas do Dia

Otto Alencar

Otto Alencar
Foto: Agência Senado

"Às vezes viajo com ele, de Salvador para Brasília, pessoa que tenho uma boa relação". 

 

Disse o senador Otto Alencar, citado em um áudio do advogado baiano Ciro Soares ao confirmar a relação com o jurista e negar que tenha sido abordado sobre a possibilidade de se encontrar com o banqueiro Daniel Vorcaro. 
 

Podcast

Vota BN: Projeto Prisma entrevista o pré-candidato ao Senado Federal Angelo Coronel (Republicanos) nesta segunda

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A sabatina faz parte da série especial "Vota BN", dedicada a entrevistar os principais candidatos ao Senado e ao Governo do Estado.

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