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A jurista baiana Manuellita Hermes Rosa Oliveira Filha, procuradora federal da Advocacia Geral da União (AGU), foi indicada pelo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, para compor o Grupo de Estudos sobre Modernização do Sistema de Justiça, criado nesta semana.
O Grupo de Estudos, criado pelo presidente do STF e que atuará no âmbito do Centro de Estudos Constitucionais (CESTF) da Corte, é formado por 19 integrantes. Além da procuradora, professora e pesquisadora Manuella Hermes, fazem parte do Grupo outros 18 integrantes, entre ministros de tribunais superiores, magistrados, professores de Direito e juristas de diferentes órgãos do sistema de Justiça.
“Fiquei muito honrada por ter sido chamada a compor este grupo. Expresso aqui toda minha gratidão ao presidente do STF, ministro Edson Fachin, pelo convite e pela confiança. No Grupo, estarei acompanhada de brilhantes professores e professoras, juristas e magistrados”, disse Manuellita Hermes ao Bahia Notícias.
Procuradora federal da AGU, professora do IDP, doutora em direito e pesquisadora em áreas do direito constitucional, comparado, tecnologia e políticas políticas, a baiana Manuellita Hermes esteve cotada para ser indicada às vagas de ministro do STF abertas recentemente com as aposentadorias de Rosa Weber e Luís Roberto Barroso. Grupos de juristas e coletivos de mulheres advogadas defenderam a oportunidade histórica de uma mulher negra assumir o mais alto posto do sistema judicial brasileiro.
Nascida em Salvador, Manuellita Hermes ostenta um notável histórico em sua carreira jurídica, atuando como Docente colaboradora da FD-Unb, Doutora summa cum laude em Direito e Tutela: experiência contemporânea, comparação, sistema jurídico romanístico pela Università degli Studi di Roma Tor Vergata, na Itália, e em Direito, Estado e Constituição pela Universidade de Brasília (cotutela), com estudos como pesquisadora visitante no Max Planck Institute for Comparative Public Law and International Law, em Heidelberg, Alemanha, e no Institut de recherche en droit international et européen de la Sorbonne (IREDIES), em Paris, França.
Mestra em Sistemas Jurídicos Contemporâneos pela Tor Vergata, na Itália, Manuellita tem o título de Mestra em Direito reconhecido no Brasil pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). É também Especialista em Justiça Constitucional e Tutela Jurisdicional dos Direitos Fundamentais pela Università di Pisa, na Itália, e em Direito do Estado pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), tendo sido graduada pela UFBA.
Em sua participação no Grupo de Estudos sobre Modernização do Sistema de Justiça, a baiana Manuellita Hermes atuará para identificar e sistematizar boas práticas nacionais e internacionais e contribuir para a reflexão e a formulação de propostas voltadas ao fortalecimento das instituições responsáveis pela prestação jurisdicional e pelas funções essenciais à justiça. O grupo criado por Fachin funcionará como instância de escuta qualificada e sistematização de experiências, favorecendo a reflexão técnica e a formulação de propostas de aprimoramento.
A iniciativa, segundo a portaria de criação do Grupo, visa trazer para análise temas como governança judicial, inovação institucional, transformação digital, eficiência jurisdicional, racionalização processual, cooperação entre instituições, acesso à justiça e fortalecimento da confiança pública nas instituições republicanas.
O grupo será presidido pelo diretor do Centro de Estudos Constitucionais (CESTF), Fernando Facury Scaff, e tem como relator o desembargador federal do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) Ney de Barros Bello Filho.
O presidente da Juazeirense e deputado estadual Roberto Carlos (PV), anunciou na manhã deste domingo (23) uma série de novidades que marcam uma nova fase na história do clube. O dirigente revelou que a agremiação está passando por um processo de modernização estrutural e de identidade, incluindo a criação de um novo escudo oficial a partir de 2026.
Segundo Roberto Carlos, o trabalho de fortalecimento da Juazeirense já vem sendo realizado em diferentes frentes. Entre os avanços citados estão a loja oficial do clube, reformulada recentemente, e o novo Centro de Treinamento, que está em fase avançada de construção. A expectativa é que o equipamento leve a estrutura do time a um novo nível de competitividade.
A mudança do escudo, porém, é apresentada como um marco simbólico e estratégico. "O futebol moderno exige atualização, identidade clara e presença forte no mercado", destacou o presidente em publicação nas redes sociais. A reformulação, segundo ele, vai além da estética: trata-se de fortalecer a marca, abrir novas oportunidades comerciais e impulsionar a imagem da Juazeirense dentro e fora de campo.
Roberto Carlos também convidou a torcida a participar do processo. Os apaixonados pelo clube poderão enviar sugestões de design diretamente pelo Instagram do próprio dirigente ou pelas redes oficiais da Juazeirense.
Com foco na temporada de 2026, a diretoria afirma que cada passo dado agora representa um investimento em um futuro mais competitivo. "A Juazeirense merece estar entre os grandes", reforçou Roberto, ao destacar que o envolvimento da torcida será fundamental nessa nova etapa.
REFORMA DO ADAUTÃO
Outra novidade, esta apurada pela reportagem do Bahia Notícias, envolve o Adauto Moraes, estádio conhecido entre os baianos pela dificuldade imposta aos visitantes. O palco voltará a receber jogos do Baianão 2026, agora com um reforço fundamental: a revitalização completa do gramado, ponto mais criticado nos últimos anos.
A informação foi confirmada pelo zagueiro Victor Ramos, durante participação no podcast BN na Bola. O defensor revelou que as garantias de melhoria foram determinantes para aceitar defender o Cancão de Fogo em 2026.
“Eu tive uma conversa muito boa com o presidente. Falei sobre estrutura e pedi uma melhora no gramado. Ele me disse que já estava tudo certo, com verba liberada pelo governador para a reforma. Vão trocar o gramado, que é essencial. Nas vezes em que joguei lá era muito complicado — não tinha como sair jogando, só bola aérea. A conversa foi importante antes de fechar o contrato”, afirmou Victor.
Segundo ele, a expectativa é de que a obra esteja concluída até a estreia da competição, evitando que o clube precise atuar longe de Juazeiro.
O Estádio de São Januário passa por um processo de modernização na iluminação, visando atender às exigências da Conmebol e trazer um sistema mais sofisticado para o local. Além da padronização das luzes, o projeto inclui a instalação de equipamentos para um "show de luzes", semelhante ao de outras grandes arenas do Brasil.
A iniciativa busca agregar modernidade ao estádio antes da ampla reforma prevista para o futuro. A empresa responsável pelo serviço também atua na iluminação de seis dos 12 estádios utilizados na Copa do Mundo de 2014 e tem previsão de concluir o trabalho até o dia 30 de março. O objetivo é que tudo esteja pronto para a estreia do Vasco no Campeonato Brasileiro, contra o Santos, em São Januário, às 18h30.
A empresa de Curitiba é responsável pela iluminação da Casa de Apostas Arena Fonte Nova, Arena das Dunas, Arena Castelão, Arena da Amazônia, Mané Garrincha e Ligga Arena. No Rio de Janeiro, atua no Estádio Nilton Santos e na Granja Comary, centro de treinamento da seleção brasileira.
O projeto em São Januário prevê a instalação de cerca de 50 projetores de alta potência (1.200W), com tecnologia Coliseo EVO e vida útil estimada em 160 mil horas. Também será implementado um sistema de automação DMX do tipo "timecode", que permitirá sincronização com músicas e maior interatividade com o público.
O investimento total do Vasco no projeto é de aproximadamente R$ 500 mil. Todo o trabalho está sendo realizado de forma a ser aproveitado na futura reforma do estádio, evitando a necessidade de substituições ou adaptações no sistema de iluminação.
Modernização e preocupação com o meio ambiente, este é o mote da incorporação de táxis elétricos da frota de Salvador. As aquisições, também, têm a finalidade incentivar práticas sustentáveis em meio às discussões sobre medidas de enfrentamento às mudanças climáticas.
Henrique Viana, de 24 anos, foi o primeiro taxista autorizado a adquirir um táxi elétrico na capital baiana. Além dele, mais oito veículos elétricos já estão em circulação após o último edital lançado no início deste ano pela Prefeitura de Salvador, por meio da Secretaria Municipal de Mobilidade (Semob).
O profissional, que atua há dois anos como taxista na cidade, ressaltou as dificuldades enfrentadas no início da carreira, principalmente devido aos custos com combustível e manutenção. “Comecei atendendo principalmente os bairros da Barra, Graça e Vitória. No início, foi muito difícil, assim como a de muitos colegas. Primeiro, precisava fazer o dinheiro da diária, depois a gasolina, e só então pensar no lucro”, lembrou.
Segundo Viana, a economia é um dos principais atrativos da nova fase. “Eu gastava uma média de R$ 100 a R$ 150 reais de combustível por dia e hoje eu estou rodando praticamente a custo zero, já que consigo carregar o veículo na concessionária. Os clientes também estão adorando o carro, por ser algo novo”, completou Henrique, que revelou ainda a ideia de instalar um carregador em sua própria garagem.
O secretário de Mobilidade de Salvador, Fabrizzio Muller, pontuou a importância do credenciamento de novos taxistas com veículos elétricos. “Através do edital de credenciamento, Salvador teve a oportunidade de ter novos taxistas já com veículos elétricos. Caminhar nessa direção significa caminhar para o futuro, com menos veículos a combustão e mais desenvolvimento sustentável”, declarou o titular da Semob.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Flora Gil
"Foi um descanso pra ela".
Disse a empresária Flora Gil, madrasta de Preta Gil, ao comentar sobre sobre a artista nesta segunda-feira (20), data em que marca 1 ano da morte da cantora em decorrência de complicações do câncer.