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O presidente da Juazeirense e deputado estadual Roberto Carlos (PV), anunciou na manhã deste domingo (23) uma série de novidades que marcam uma nova fase na história do clube. O dirigente revelou que a agremiação está passando por um processo de modernização estrutural e de identidade, incluindo a criação de um novo escudo oficial a partir de 2026.
Segundo Roberto Carlos, o trabalho de fortalecimento da Juazeirense já vem sendo realizado em diferentes frentes. Entre os avanços citados estão a loja oficial do clube, reformulada recentemente, e o novo Centro de Treinamento, que está em fase avançada de construção. A expectativa é que o equipamento leve a estrutura do time a um novo nível de competitividade.
A mudança do escudo, porém, é apresentada como um marco simbólico e estratégico. "O futebol moderno exige atualização, identidade clara e presença forte no mercado", destacou o presidente em publicação nas redes sociais. A reformulação, segundo ele, vai além da estética: trata-se de fortalecer a marca, abrir novas oportunidades comerciais e impulsionar a imagem da Juazeirense dentro e fora de campo.
Roberto Carlos também convidou a torcida a participar do processo. Os apaixonados pelo clube poderão enviar sugestões de design diretamente pelo Instagram do próprio dirigente ou pelas redes oficiais da Juazeirense.
Com foco na temporada de 2026, a diretoria afirma que cada passo dado agora representa um investimento em um futuro mais competitivo. "A Juazeirense merece estar entre os grandes", reforçou Roberto, ao destacar que o envolvimento da torcida será fundamental nessa nova etapa.
REFORMA DO ADAUTÃO
Outra novidade, esta apurada pela reportagem do Bahia Notícias, envolve o Adauto Moraes, estádio conhecido entre os baianos pela dificuldade imposta aos visitantes. O palco voltará a receber jogos do Baianão 2026, agora com um reforço fundamental: a revitalização completa do gramado, ponto mais criticado nos últimos anos.
A informação foi confirmada pelo zagueiro Victor Ramos, durante participação no podcast BN na Bola. O defensor revelou que as garantias de melhoria foram determinantes para aceitar defender o Cancão de Fogo em 2026.
“Eu tive uma conversa muito boa com o presidente. Falei sobre estrutura e pedi uma melhora no gramado. Ele me disse que já estava tudo certo, com verba liberada pelo governador para a reforma. Vão trocar o gramado, que é essencial. Nas vezes em que joguei lá era muito complicado — não tinha como sair jogando, só bola aérea. A conversa foi importante antes de fechar o contrato”, afirmou Victor.
Segundo ele, a expectativa é de que a obra esteja concluída até a estreia da competição, evitando que o clube precise atuar longe de Juazeiro.
O Estádio de São Januário passa por um processo de modernização na iluminação, visando atender às exigências da Conmebol e trazer um sistema mais sofisticado para o local. Além da padronização das luzes, o projeto inclui a instalação de equipamentos para um "show de luzes", semelhante ao de outras grandes arenas do Brasil.
A iniciativa busca agregar modernidade ao estádio antes da ampla reforma prevista para o futuro. A empresa responsável pelo serviço também atua na iluminação de seis dos 12 estádios utilizados na Copa do Mundo de 2014 e tem previsão de concluir o trabalho até o dia 30 de março. O objetivo é que tudo esteja pronto para a estreia do Vasco no Campeonato Brasileiro, contra o Santos, em São Januário, às 18h30.
A empresa de Curitiba é responsável pela iluminação da Casa de Apostas Arena Fonte Nova, Arena das Dunas, Arena Castelão, Arena da Amazônia, Mané Garrincha e Ligga Arena. No Rio de Janeiro, atua no Estádio Nilton Santos e na Granja Comary, centro de treinamento da seleção brasileira.
O projeto em São Januário prevê a instalação de cerca de 50 projetores de alta potência (1.200W), com tecnologia Coliseo EVO e vida útil estimada em 160 mil horas. Também será implementado um sistema de automação DMX do tipo "timecode", que permitirá sincronização com músicas e maior interatividade com o público.
O investimento total do Vasco no projeto é de aproximadamente R$ 500 mil. Todo o trabalho está sendo realizado de forma a ser aproveitado na futura reforma do estádio, evitando a necessidade de substituições ou adaptações no sistema de iluminação.
Modernização e preocupação com o meio ambiente, este é o mote da incorporação de táxis elétricos da frota de Salvador. As aquisições, também, têm a finalidade incentivar práticas sustentáveis em meio às discussões sobre medidas de enfrentamento às mudanças climáticas.
Henrique Viana, de 24 anos, foi o primeiro taxista autorizado a adquirir um táxi elétrico na capital baiana. Além dele, mais oito veículos elétricos já estão em circulação após o último edital lançado no início deste ano pela Prefeitura de Salvador, por meio da Secretaria Municipal de Mobilidade (Semob).
O profissional, que atua há dois anos como taxista na cidade, ressaltou as dificuldades enfrentadas no início da carreira, principalmente devido aos custos com combustível e manutenção. “Comecei atendendo principalmente os bairros da Barra, Graça e Vitória. No início, foi muito difícil, assim como a de muitos colegas. Primeiro, precisava fazer o dinheiro da diária, depois a gasolina, e só então pensar no lucro”, lembrou.
Segundo Viana, a economia é um dos principais atrativos da nova fase. “Eu gastava uma média de R$ 100 a R$ 150 reais de combustível por dia e hoje eu estou rodando praticamente a custo zero, já que consigo carregar o veículo na concessionária. Os clientes também estão adorando o carro, por ser algo novo”, completou Henrique, que revelou ainda a ideia de instalar um carregador em sua própria garagem.
O secretário de Mobilidade de Salvador, Fabrizzio Muller, pontuou a importância do credenciamento de novos taxistas com veículos elétricos. “Através do edital de credenciamento, Salvador teve a oportunidade de ter novos taxistas já com veículos elétricos. Caminhar nessa direção significa caminhar para o futuro, com menos veículos a combustão e mais desenvolvimento sustentável”, declarou o titular da Semob.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Waldeck Ornelas
"Esses carros não serão vendidos na Bahia, terão que ser exportados, levados pros mercados das outras regiões. Como eles vão ser transportados se a gente não tem ferrovias e rodovias? Restam os portos, mas nós temos um único terminal de contêineres que está estrangulado. É preciso encontrar caminhos para ampliar o pátio, se não não teremos continuidade no crescimento".
Disse o ex secretário de Planejamento, Ciência e Tecnologia do Estado da Bahia e ex-ministro da Previdência do governo FHC classificou como um desafio a logística de escoamento da produção da fábrica da BYD, em Camaçari. A declaração aconteceu nesta quarta-feira (22), na rádio Antena 1.