Artigos
Cartografia da Erosão Eleitoral
Multimídia
“A política tem que voltar a conquistar as pessoas”, pede Grizenti sobre abstenção e votos nulos
Entrevistas
Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra
modelo e marido
A modelo internacional Luciana Curtis, sequestrada na noite da última quarta-feira (27), foi mantida em cativeiro em uma casa de madeira na zona norte de São Paulo (SP), ao lado de cobras e escorpiões. O sequestro ocorreu após ela, o marido e filha saírem de um restaurante na Rua Pio XI, na Lapa, zona oeste da capital paulista. A família foi levada à força até o local na Brasilândia, onde ficaram por cerca de 12 horas.
Segundo a Polícia Civil, a localização do cativeiro foi identificada com o auxílio do GPS de um dos celulares das vítimas. Durante o tempo em que ficaram sequestrados, a família foi ameaçada com armas de fogo e obrigada a realizar transações bancárias.
A investigação, conduzida pela Divisão Antissequestro do Departamento de Operações Policiais Estratégicas, segue em andamento. A polícia apura também a possível relação de um carro encontrado carbonizado na zona norte com a modelo. Até o momento, nenhum suspeito foi preso.
O caso foi registrado na 3ª Delegacia de Repressão à Extorsão com Restrição de Liberdade da Vítima, da Polícia Civil de São Paulo. Em nota, a Secretaria da Segurança Pública (SSP) informou que as investigações continuam.
Luciana Curtis, de 47 anos, foi descoberta aos 17 anos por um olheiro da agência Ford Models e, em 1993, venceu a versão brasileira do concurso Supermodel of the World, um dos maiores concursos de modelos do mundo, ficando entre as quatro melhores na final mundial.
Com uma carreira internacional consolidada, Luciana morou por mais de 20 anos no exterior e foi capa de revistas renomadas, como Cosmopolitan, Glamour, Marie Claire e Elle. Ela é reconhecida como a modelo com o maior tempo de contrato com a agência Ford Models. Em 2012, Luciana foi escolhida como o novo rosto mundial da marca Avon.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Navi Pillay
"Talvez dividiria com Trump".
Disse a vencedora do Prêmio Nobel da Paz de 2026 nesta sexta-feira (9), a jurista sul-africana Navanethem "Navi" Pillay ao brincar com a reação do público e declarou que, se os aplausos continuassem, "talvez dividiria o prêmio com Trump". Em tom descontraído, a premiada questionou se o anúncio era real: "Como advogada e juíza, ainda quero verificar se tudo isso é verdade", brinca.