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O brasileiro de 17 anos, Cláudio Pereira assinou seu primeiro contrato profissional de beisebol. O arremessador destro de 1,98m fechou o acordo com o Boston Red Sox, dos Estados Unidos.
"Emoção muito grande, felicidade, tudo junto. Por isso acabei chorando, sempre foi sonho do meu pai. Sentimento de gratidão. Minha família desde sempre me apoiou quando comecei no beisebol.", disse o jovem em entrevista ao ge.
Além de Cláudio, outros dois atletas assinaram com times da MLB neste ano. Pietro Rienzo e Alexandre Moreti fecharam com Pittsburgh Pirates e Philadelphia Phillies, respectivamente.
Nascido em Marília, São Paulo, o arremessador ficou no top 100 do ranking das promessas fora dos Estados Unidos. O contrato do atleta com a equipe foi por 7 anos, com bônus de R$ 550 mil, o que equivale a R$ 2,9 milhões.
O Los Angeles Dodgers é novamente campeão da World Series da Major League Baseball (MLB). A equipe californiana venceu o Toronto Blue Jays por 4 a 3, na 11ª entrada, em partida disputada no último sábado (1º), no Rogers Centre, e garantiu o segundo título consecutivo da franquia.
Os canadenses começaram melhor e empolgaram a torcida ao abrir 3 a 1 com um home run de três corridas de Bo Bichette, atleta que também representa a seleção brasileira, país de origem de sua mãe. O lance alimentou o sonho do primeiro título dos Blue Jays em mais de três décadas.
No entanto, a reação dos atuais campeões começou na nona entrada, quando Miguel Rojas igualou o placar. Sob a liderança de Shohei Ohtani e do arremessador Yoshinobu Yamamoto, os Dodgers mantiveram o equilíbrio e levaram o jogo para as entradas extras.
Na 11ª entrada, Yamamoto,eleito o MVP da série, garantiu o triunfo com um arremesso decisivo, selando o bicampeonato e encerrando uma das séries mais disputadas dos últimos anos.
Com o resultado, os Dodgers se tornam o primeiro time a conquistar títulos consecutivos da World Series desde o tricampeonato do New York Yankees, entre 1998 e 2000. Já os Blue Jays seguem sem vencer o torneio desde 1993, ampliando o jejum para 32 anos.
O atleta Juan Soto chegou a um acordo com o New York Mets por um contrato com duração de 15 anos e valor estimado em US$ 765 milhões (R$ 4,65 bilhões), segundo o jornalista Jeff Passan da “ESPN”. Além de ser considerado o acordo mais longo da história da Major League Baseball, também ultrapassa o contrato de dez anos do japonês Shohei Ohtani de US$ 700 milhões (R$ 4,2 bilhões) com o Los Angeles Dodgers e vira o maior de todos os esportes.
Uma das cláusulas do contrato permite que Soto deixe a equipe após 2029 caso o time não tenha aumentado US$ 4 milhões por ano, o que totaliza US$ 805 milhões (R$ 4,9 bilhões).
Depois da aprovação do contrato, o atleta receberá um bônus de US$ 75 milhões (R$ 450 milhões), assim que sair do escritório do comissário da MLB.
O New York Yankees, ex-time do jogador, tentou reverter o caso oferecendo US$ 760 milhões (R$ 4,62 bilhões) ao longo de 16 anos.
Aos 26 anos, Juan Soto foi 4 vezes All Star. Em 2024, o atleta chegou aos Yankees e levou a equipe de volta para o World Series após 15 anos de jejum. L ogo após a derrota na final para o Los Angeles Dodgers, o dominicano se tornou livre para negociar novo contrato.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Fernanda Melchionna
"A cantilena enfadonha da extrema direita e dos bolsonaristas chega a doer o ouvido. Um juiz, que foi um juiz ladrão, como mostrou a Vaza Jato, vem aqui tentar se mostrar como paladino da moral, como se lutasse contra a corrupção. É muita falta de vergonha na cara daqueles que votaram na PEC da bandidagem na Câmara dos Deputados vir aqui dizer que estão contra os corruptos".
Disse a deputada Fernanda Melchionna (Psol-RS) ao debater com o senador Sérgio Moro (PL-PR) durante a discussão do veto do presidente Lula ao projeto da dosimetria de penas, a deputada do Psol chamou Moro de “juiz ladrão”.