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minuto de silencio
Fluminense e Al-Hilal prestaram homenagem ao atacante português Diogo Jota antes da partida válida pelas quartas de final da Copa do Mundo de Clubes. Um minuto de silêncio foi respeitado por jogadores e árbitros, que também utilizaram braçadeiras pretas em sinal de luto.
A ação emocionou especialmente os portugueses Rúben Neves e João Cancelo, companheiros de seleção e amigos próximos de Diogo Jota. Visivelmente abalados, ambos choraram durante a cerimônia. O telão do estádio exibiu uma imagem de Jota ao lado do irmão, André Silva, que também faleceu no acidente.
Rúben Neves e Diogo Jota tinham uma longa trajetória juntos no futebol. Atuaram lado a lado em 174 partidas, somando passagens por Porto, Wolverhampton e a seleção de Portugal. João Cancelo, por sua vez, compartilhou 33 jogos com o atacante pela equipe nacional.
Essa foi a primeira partida realizada após a morte de Jota. Segundo a FIFA, homenagens serão realizadas em todos os jogos das quartas de final do torneio. A decisão sobre o uso de faixas de luto fica a critério dos clubes.
Diogo Jota, jogador do Liverpool, morreu na madrugada de quinta-feira (3), aos 28 anos, em um acidente de carro na região de Zamora, no norte da Espanha. Seu irmão, André Silva, de 25 anos, também não resistiu. O atleta estava em viagem para um procedimento cirúrgico, havia se casado recentemente e deixa três filhos.
Nessa quinta (7), Beyoncé também publicou um comunicado em seu site oficial, condenando a guerra "contra as pessoas de cor e todas as minorias". "Estamos cansados dos assassinatos de homens e mulheres jovens nas nossas comunidades. Cabe a nós tomar uma posição e exigir que eles parem de nos matar. Nós vamos nos levantar como uma comunidade e lutar contra qualquer um que acredite que assassinato ou uma ação violenta por parte daqueles que juraram nos proteger pode passar impune", diz o texto.
— Rachel (@racharmstrongx) 7 de julho de 2016
Beyoncé made the crowd have a moment of silence for #AltonSterling and #PhilandoCastile 🙏🏻 #BeyonceGlasgow pic.twitter.com/E2HlhflIRv
Além de Beyoncé, sua irmã, Solange Knowles, e o marido, Jay Z, lançaram canções em repúdio à ação policial. "Um amigo me disse que eu deveria ter lançado essa música quando ele morreu. Infelizmente, eu disse: 'Essa questão vai ser sempre relevante'. Estou ferido por saber que a morte dele não seria a última. Estou triste e desapontado com esses Estados Unidos. Deveríamos estar muito além, mas não estamos", afirmou o rapper no Tidal, seu serviço de streaming de música. A faixa "Spiritual", de Jay Z, começou a ser composta há um ano quando a polícia matou Mike Brown, também negro.
Já Solange, que também é cantora, lançou uma versão de "Black Maybe", música gravada originalmente em 1972 pela cantora de soul, Syreeta. "Fiquei cantando 'Black maybe', de Syreeta, repetidamente para confortar meu coração cansado. Mas o que é o conforto quando as imagens de corpos negros assassinados deixados para sangrar estão desenhadas na sua existência de novo e de novo?", compartilhou em seu Instagram.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Adolfo Viana
"A recente imposição de tributação sobre remessas internacionais de pequeno valor — popularmente conhecida como taxa das blusinhas — representa medida de caráter regressivo, que penaliza justamente os consumidores mais vulneráveis. Trata-se de um modelo de tributação que incide sobre compras de baixo valor, muitas vezes essenciais, realizadas por cidadãos que não possuem acesso a alternativas equivalentes no mercado nacional a preços competitivos".
Disse o deputado Adolfo Viana (PSDB-BA), líder do maior bloco partidário da Câmara, que reúne um total de 271 parlamentares, ao assinou requerimento para levar ao plenário, com urgência, um projeto que zera a tributação sobre importados de até US$ 50. O projeto, o PL 6526/205, na prática acaba com a “taxa das blusinhas”, implantada no país a partir da sanção da lei 14.902, em 1º de agosto de 2024.