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O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, determinou, nesta sexta-feira (25), a transferência de Fernando Collor para uma ala especial em prisão de Maceió (AL). A decisão foi tomada após audiência de custódia, onde o ex-presidente pediu para ser mantido na capital de Alagoas e não ser transferido para Brasília.
A transferência foi feita em uma viatura da polícia Federal, às 14 horas.
Fernando Collor, mantido em regime fechado, terá uma cela individual na prisão de Maceio por ser o ex-presidente da república.
Mais cedo, os advogados do ex-presidente fizeram um pedido de prisão domiciliar ao STF devido à idade avançada, 75 anos, e "comorbidades graves". Segundo a defesa, Collor tem apneia grave do sono, transtorno afetivo bipolar e Parkinson.
Após o pedido, Moraes decidiu que a direção do presídio de Maceió apresente um documento que mostre ter "totais condições" para tratar da saúde de Collor. A prisão tem 24 horas para entregar informe.
O ex-presidente foi preso na madrugada da sexta-feira (25) em Maceió (AL). Ele foi condenado a 8 anos e 10 meses de prisão por lavagem de dinheiro e corrupção, devido a um processo relacionado com a operação Lava Jato.
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Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.