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O ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, se reuniu com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na manhã desta quinta-feira (8) e entregou sua carta de demissão. Segundo dois auxiliares do presidente, ele deve deixar o cargo até esta sexta-feira (9).
A integrantes do ministério, Lewandowski já havia sinalizado que pretendia permanecer na função apenas até essa data.
Os dois conversaram antes da cerimônia realizada no Palácio do Planalto, que marcou os três anos dos ataques golpistas de 8 de janeiro de 2023. Lewandowski discursou no evento e desceu a rampa do Palácio ao lado de Lula.
De acordo com interlocutores, o ministro afirmou ao presidente que a decisão foi motivada por razões pessoais, com o objetivo de dedicar mais tempo à família e aos netos. Havia expectativa de que ele pudesse permanecer no cargo até o fim deste mês.
Até o momento, o presidente Lula não definiu um nome para substituir Lewandowski. A possibilidade de uma transição no comando da pasta não está descartada, com a nomeação de um secretário para assumir o cargo de forma interina. As informações são do Globo.
O ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, fez um pronunciamento, nesta segunda-feira (19), falando sobre a prisão de Marcos Roberto de Almeida, identificado como Tuta, um dos principais suspeitos de um esquema internacional de lavagem de dinheiro vinculado a uma organização criminosa. Segundo ele, esta foi uma grande vitória do Brasil contra o crime organizado.
"O governo brasileiro teve uma vitória muito importante em sua luta contra o crime organizado, que foi justamente a prisão, na Bolívia, de um delinquente de alta periculosidade ligado a uma importante facção criminosa no Brasil"
Lewandowski também falou da importância da ação conjunta feita entre o Brasil e a Bolívia contra o crime organizado.
“Hoje existe uma rede internacional de cooperação contra o crime organizado extremamente bem-sucedida, extremamente sólida. É importante lembrar que a Bolívia inclusive é país-membro do Mercosul. Nós temos diversos tratados de intercâmbio no que diz respeito à cooperação policial”, afirmou.
O ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, anunciou nesta quarta-feira (29) a realização de um novo concurso público para a Polícia Federal (PF) com oferecimento de duas mil vagas e ampliação do efetivo da corporação de 13 mil para 15 mil policiais. A decisão foi tomada após reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que autorizou a seleção.
Para Lewandowski, o certame permitirá a recomposição do efetivo histórico da PF. "Mais 2 mil policiais federais que serão distribuídos por todo o Brasil, muito importantes no combate ao crime organizado, na segurança das nossas fronteiras e no combate ao crime ambiental", declarou o ministro. A convocação será dividida em duas etapas: mil profissionais em 2025 e outros mil em 2026.
A ministra da Gestão e Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck, também participou do anúncio e informou que a portaria interministerial com detalhes sobre o número exato de vagas e cargos será publicada em até duas semanas.
"O presidente deu uma grande prioridade para esse concurso. E a gente está anunciando logo agora, antes de outros [concursos] que vamos anunciar ao longo do ano, para que eles ingressem o mais rápido possível. Tem todo um processo longo e a entrada efetiva deve ocorrer no final desse ano ou só no ano que vem", afirmou.
As vagas serão distribuídas entre os cinco cargos da PF: delegado; escrivão; papiloscopista; agente; e perito. De acordo com Dweck, os cálculos do governo estão alinhados com a economia de R$ 1 bilhão em concursos públicos anunciada no final de 2023 e prevista na Lei Orçamentária Anual. O novo certame não comprometerá essa previsão orçamentária.
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Donald Trump
"Entendo que ela virá na próxima semana e estou ansioso para cumprimentá-la".
Disse o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump ao afirmar que deve se reunir com a líder da oposição venezuelana, María Corina Machado, na próxima semana, em Washington.