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ministro alexandre de morais
O presidente da Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), deputado Adolfo Menezes (PSD) defendeu, nesta segunda-feira (17), a prisão dos três brasileiros envolvidos na agressão ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes e ao seu filho, no aeroporto internacional de Roma, na Itália, na última sexta-feira.
“As câmeras de segurança do aeroporto irão certamente comprovar os fatos. Defendo, portanto, que a Polícia Federal prenda os acusados pelos crimes de agressão, injúria, difamação e de atentado ao Estado Democrático de Direito. Parece que as cenas dantescas de 8 de Janeiro e a prisão de milhares de golpistas ainda não serviram de lição aos intolerantes deste país”, defendeu o chefe do Legislativo baiano.
Para o presidente da Alba, todo homem público é passível de sofrer por seus atos, mas a civilização impõe limites e separa a crítica da agressão. “Como são endinheirados, mas ignorantes, pensaram que podiam agredir o ministro e sua família pelo fato de estarem em outro país. Mas, o nosso Código Penal adota o princípio da ‘extraterritorialidade’ e, por causa disso, eles responderão no Brasil pela agressão”, disse.
Ainda de acordo com Menezes, “assim como não podemos tolerar qualquer discriminação, de qualquer natureza, não devemos tolerar qualquer atentado ao Estado Democrático de Direito. Para os defensores do ódio e da barbárie, quase sempre covardes, uns dias no xilindró lhes farão bem”, ressaltou.
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Navi Pillay
"Talvez dividiria com Trump".
Disse a vencedora do Prêmio Nobel da Paz de 2026 nesta sexta-feira (9), a jurista sul-africana Navanethem "Navi" Pillay ao brincar com a reação do público e declarou que, se os aplausos continuassem, "talvez dividiria o prêmio com Trump". Em tom descontraído, a premiada questionou se o anúncio era real: "Como advogada e juíza, ainda quero verificar se tudo isso é verdade", brinca.