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O senador e pré-candidato a presidente, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), disse nesta quarta-feira (25) que pretende conversar com seu irmão, o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro, para definir os candidatos do partido ao Senado pelo estado de São Paulo. Eduardo sinalizou ao irmão que pretende concorrer mesmo morando atualmente nos Estados Unidos.
Segundo o senador, Eduardo Bolsonaro alega que está elegível, apesar de estar fora, e que está atualmente em primeiro lugar na pesquisa para o Senado em São Paulo. O senador do PL, entretanto, acha difícil justificar essa candidatura aos eleitores.
“Eduardo teria a chance teórica de ser candidato. Ele quer? Óbvio que ele quer. [...] Eu expliquei pra ele que eu vejo dificuldade em função disso. Se ele perde o mandato por falta, como é que ele vai explicar para o eleitor que ele vai se eleger, vai tomar falta e vai perder o mandato também?”, questionou o senador.
Flávio visitou nesta manhã o seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, na Papudinha, onde ele cumpre pena. Após sair do encontro, o senador conversou com a imprensa, e falou sobre os conflitos envolvendo membros da família Bolsonaro ocorridos nos últimos dias.
O candidato a presidente disse que pretende reunir a família para conversar e solucionar as questões envolvendo principalmente Eduardo Bolsonaro e a ex-primeira-dama, Michelle Bolsonaro.
“Não tenho problema em dizer que vou procurar um por um para aparar qualquer tipo de aresta que, por ventura, possa existir ainda”, afirmou o senador.
Ao lado do deputado Guilherme Derrite (PP-SP), Flávio Bolsonaro disse que há um objetivo maior, destacando que todos estão na mesma página. “O Brasil corre um sério risco de virar um narcoestado sob a administração do PT nos próximos quatro anos”, declarou.
O deputado Derrite foi confirmado pelo senador Flávio Bolsonaro como um dos candidatos do partido ao Senado por São Paulo. Derrite teria recebido o apoio também do ex-presidente Jair Bolsonaro.
O senador também informou que convocou para a tarde desta quarta (25) uma reunião na sede do PL, em Brasília, com a bancada de deputados e senadores da legenda. O encontro, tem como objetivo reorganizar a pré-campanha e aparar arestas internas que vêm se acumulando entre aqueles que postulam principalmente as vagas para o Senado pelo partido.
Reportagem do jornal Estado de S.Paulo publicada neste domingo (15) afirma que a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro teria dito a pessoas próximas que não se engajará na campanha presidencial de seu enteado, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Segundo o jornal, essas mesmas fontes disseram que, apesar de a esposa do ex-presidente Jair Bolsonaro não querer participar de campanha, ela também não pretende fazer ataques ou críticas a Flávio.
Fontes do Estadão afirmam que Michelle acredita que virou alvo constante de ilações do candidato do PL. Durante conversas com aliados, a ex-primeira-dama citou as ocasiões em que Flávio teria agido de modo reprovável.
Em uma troca de mensagens entre os dois, por exemplo, o senador do Rio de Janeiro teria sugerido que a ex-primeira-dama boicota sua candidatura ao Planalto. Ela nega qualquer ação nesse sentido.
Procurada pelo Estadão por meio de sua assessoria de imprensa, Michelle Bolsonaro não respondeu à reportagem. Já Flávio afirmou que conversa sempre com a ex-primeira-dama.
“Falo com a Michelle diretamente e não vou alimentar tentativas de divisão fabricadas por fontes ocultas e mentirosas. Todos temos um objetivo em comum de resgatar o Brasil das mãos sujas do PT”, disse o presidenciável ao Estadão.
Michelle Bolsonaro está afastada da Presidência do PL Mulher desde dezembro do ano passado. Ela alegou questões médicas, mas a saída veio à tona após a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro e pouco depois de o enteado anunciar que havia sido escolhido pelo pai como candidato à Presidência.
Aliados disseram ao jornal que Michelle não tem data para retornar ao comando do PL Mulher e que, por ora, seguirá se dedicando à família, especialmente ao marido, que está preso na Papudinha, e à filha Laura. Nas eleições deste ano, a ex-primeira dama pode vir a concentrar esforços na disputa ao Senado pelo Distrito Federal e no apoio a candidatas de sua confiança em diversos Estados.
Neste sábado (14), Michelle deixou ainda aberta a possibilidade de disputar a eleição deste ano. Citou, inclusive, que a candidatura deve ser para cargos majoritários.
"Como tudo na minha vida, meu futuro político entrego nas mãos de Deus", afirmou Michelle. "Digo novamente, com o coração em paz: a minha prioridade é e sempre será o meu marido e as minhas filhas".
Em meio a uma disputa pela indicação para candidatura ao Senado dentro do PL de Santa Catarina, uma postagem do ex-vereador Carlos Bolsonaro na rede X está sendo entendida como uma indireta à ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro. O filho do ex-presidente Jair Bolsonaro teria ficado incomodado com o apoio dado por Michelle à deputada Carol de Toni (PL-SC), que deve sair do partido para concorrer ao Senado por outra legenda.
“Estaremos com você, Caroline de Toni”, disse Michelle Bolsonaro em suas redes sociais, dando a entender que o PL Mulher, que ela preside, seguiria apoiando a deputada. Após esse posicionamento, Carlos Bolsonaro fez a postagem em que inclusive insinua algum tipo de interesse financeiro por parte da ex-primeira-dama.
“Insisto: o objetivo não é medir forças com os filhos de Jair Bolsonaro, mas com ele mesmo. De tão surreal, eu não acreditaria se não conhecesse. Hoje, eu já creio que há outras verdinhas coincidências no tabuleiro”, afirmou o ex-vereador, resgatando postagem de janeiro em que, sem citar nomes, falava sobre o objetivo de Michelle em medir forças com o marido.
Ainda não houve anúncio oficial, mas parlamentares do PL confirmaram à imprensa que o partido definiu nesta semana a chapa em Santa Catarina, com o governador Jorginho Mello (PL) candidato à reeleição e os candidatos ao Senado, Carlos e o senador Esperidião Amin (PP-SC). Essa decisão já teria sido comunicada pelo presidente do PL, Valdemar Costa Neto, à deputada Carol de Toni.
Nessa reunião, a deputada teria dito a Valdemar que vai deixar o PL para viabilizar sua candidatura ao Senado por outro partido. A deputada se vale de pesquisas recentes para argumentar que ela tem fortes chances de conquistar uma cadeira para o Senado nas eleições de outubro.
Pesquisa Real Time Big Data divulgada no mês de dezembro do ano passado mostra a deputada do PL em boa colocação em todos os cenários apresentados. Em um cenário com Carlos Bolsonaro, ela aparece na segunda posição com 22%, e no outro, com Esperidião Amin e sem Carlos, ela lidera a simulação com 24%.
O terceiro cenário, que apresenta os nomes de Carlos, Bolsonaro, Esperidião Amin e outros pretendentes, Carol de Toni fica em segundo lugar, com 18%. Amin, defendido pelo PL, fica em terceiro lugar com 14%.
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro criticou, nesta segunda-feira (26), a esquerda por, segundo ela, ter comemorado a descarga elétrica que atingiu manifestantes no último domingo (25), durante a “Caminhada pela Liberdade”, organizada pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG).
Em publicação nos stories do Instagram, Michelle afirmou que a esquerda “fala tanto em amor, mas se alimenta do ódio e da perseguição”. Ela também disse ter visto “uma mulher que se diz pastora” fazer uma oração contrária às pessoas que participaram do ato.
“Triste, incoerente e profundamente contraditório. ‘Não vos enganeis: de Deus não se zomba; pois tudo o que o homem semear, isso também colherá’ (Gálatas 6:7)”, escreveu a ex-primeira-dama.
A descarga elétrica atingiu 72 manifestantes que aguardavam o encerramento da caminhada. Desses, 27 já receberam alta médica, segundo informações divulgadas após o incidente.
O ato teve como pauta protestos contra as prisões relacionadas aos atos de 8 de Janeiro e a condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Depois de caminhar 230 Km desde a cidade mineira de Paracatu (MG), em um cortejo que foi ganhando adeptos a cada dia, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG), acompanhado de dezenas de parlamentares e mais de 15 mil pessoas, iniciou na manhã deste domingo (25) o último trecho do movimento que foi chamado de “Caminhada por Justiça e Liberdade”, ou “Acorda Brasil”
Ao final do último trecho de cerca de 20km, Nikolas e os parlamentares que o acompanham participarão de uma manifestação na Praça do Cruzeiro, próximo ao Memorial JK. Milhares de pessoas já se concentravam no local desde a manhã para aguardar os manifestantes que estão caminhando por uma rodovia que corte Brasília de Norte a Sul.
A concentração para o início da caminhada provocou um grande engarrafamento na estrada que chega a Brasília. A Polícia Militar interditou duas faixas da rodovia, e provocou grande lentidão na pista de acesso à capital.
Desde cedo, apoiadores se concentravam no ponto de partida da caminhada usando trajes verde e amarelo e bandeiras do Brasil amarradas ao corpo. Ambulantes também vendiam camisetas com mensagens de “Fora Lula”.
Uma camisa com os dizeres “Acorda Brasil”, parecida com a que vem sendo usada por Nikolas Ferreira desde o início da caminhada, na última segunda (19), também estavam sendo vendidas. Os ambulantes também ofereciam homenagens a Jair Bolsonaro e ao senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro.
O deputado Nikolas Ferreira aguardava a hora do início da caminhada em um condomínio próximo à rodovia, onde se hospedou ao chegar na noite deste sábado (24). Antes de sair para o evento, Nikolas recebeu a visita da ex-primeira dama Michelle Bolsonaro.
Ao sair do condomínio, Michelle falou com os manifestantes e agradeceu ao deputado Nikolas pela iniciativa. Michelle Bolsonaro também fez uma oração para saudar a caminhada.
“Este é um evento pacífico, ordeiro, conduzido por Deus, com muito amor. Sigam a orientação do nosso líder, o Nikolas. Nós estamos aqui lutando pela libertação da nossa Nação. Estive aqui com ele, oramos juntos, agradeci, e preciso voltar para entregar o almoço do galego”, disse Michelle, se referindo ao seu marido, Jair Bolsonaro, que está preso na Papudinha.

Quem também estava presente na caminhada era o Padre Kelmon, que foi candidato a presidente da República em 2022. Ao Bahia Notícias, Padre Kelmon afirmou que a caminhada liderada por Nikolas Ferreira até o Distrito Federal tem mobilizado apoiadores e criado um clima de entusiasmo entre os participantes.
“Primeiro eu quero dar um abraço em todo o povo baiano, eu sou baiano de Salvador. Quanto à caminhada, hoje nós chegamos à 1h na Praça do Cruzeiro para rezar, para orar naquele lugar onde hoje receberá essa população toda. A caminhada aqui está emocionante, as pessoas estão todas interagindo, estão felizes, a energia é muito positiva e nós vamos juntos resgatar o Brasil”, afirmou Padre Kelmon.
Ao sair do condomínio para se dirigir ao ponto inicial da caminhada, Nikolas Ferreira foi cercado por dezenas de manifestantes. Ao subir em uma passarela que cruza a rodovia, o deputado mineiro conversou rapidamente com a imprensa e falou sobre os objetivos da caminhada.
“O objetivo foi alcançado antes mesmo do ato final, que é despertar as pessoas, abrir seus olhos para o que está acontecendo...escândalo do Banco Master, contratos milionários com esposas de ministros, como a do Alexandre de Moraes...temos escândalo do INSS, mesadinha para filho de Lula, impostos em cima das pessoas”, disse Nikolas.
Os cerca de 15 miil manifestantes começaram a caminhada por volta das 10h da manhã. Um cordão de isolamento foi montado em torno do deputado Nikolas Ferreira e de outros parlamentares que o acompanhavam, como Capitão Alden (PL-BA).
O ex-vereador Carlos Bolsonaro (PL) também acompanhou o cortejo. O filho do ex-presidente Bolsonaro, que deve ser candidato ao Senado por Santa Catarina, vestia uma camisa onde estava escrito “Bolsonaro free”.
Meia hora depois do início da caminhada rumo à área central de Brasília, uma fote chuva caiu na cidade, e muitos dos manifestantes se dispersaram e tentaram se proteger nas laterais da rodovia.

Apesar de ganhar de todos os seus adversários nas simulações de primeiro e segundo turnos, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva possui rejeição maior do que outros 13 nomes de pretensos candidatos a presidente ou políticos de expressão nacional. A rejeição de Lula só não é maior do que a do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
O resultado foi apurado pela primeira pesquisa AtlasIntel/Bloomberg de intenção de votos. O levantamento, que contou com mais de cinco mil entrevistados, foi divulgado nesta quarta-feira (21).
Um total de 49,7% dos entrevistados da AtlasIntel/Bloomberg disse que não votaria de jeito nenhum no presidente Lula nas eleições de outubro de 2026. Esse patamar só é menor do que os 50% que afirmam que não votariam de jeito nenhum em Jair Bolsonaro, que está inelegível.
Na sequência, o nome mais rejeitado pelos eleitores é o do senador Flávio Bolsonaro (PL), indicado pelo pai, Jair Bolsonaro, para ser o principal candidato do segmento da direita. Um total de 47,4% afirmam que não votariam no senador do PL de jeito nenhum.
Confira abaixo a lista completa da rejeição aos presidenciáveis e outros políticos de expressão nacional:
Jair Bolsonaro (PL) - 50%
Lula (PT) - 49,7%
Flávio Bolsonaro (PL) - 47,4%
Renan Santos (Missão) - 45,6%
Michelle Bolsonaro (PL) - 44,9%
Nikolas Ferreira (PL) - 44,7%
Ciro Gomes (PSDB) - 43,4%
Romeu Zema (Novo) - 42,1%
Eduardo Leite (PSD) - 41,7%
Tarcísio de Freitas (Republicanos) - 41,1%
Ronaldo Caiado (União) - 40,7%
Ratinho Jr. (PSD) - 39,9%
Fernando Haddad (PT) - 36,9%
A pesquisa AtlasIntel/Bloomberg entrevistou 5.418 eleitores, entre os dias 15 a 20 de janeiro, por meio de recrutamento digital aleatório. A margem de erro do levantamento é de 1 ponto percentual, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.
Em uma postagem nas suas redes sociais, nesta quarta-feira (14), a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) divulgou uma carta em que rebate críticas feitas a ela pelo influenciador Allan dos Santos, que vive como foragido nos Estados Unidos. Na carta, Michelle chama Allan dos Santos de “Allan do demônios”, de “boneco de ventríloquo”, além de dizer que ele estaria promovendo “ataques injustos” a ela.
Allan criticou um vídeo compartilhado por Michelle em que a esposa do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), falou sobre a disputa pela Presidência. Cristiane Freitas, primeira-dama de São Paulo, pediu um “novo CEO” para o Brasil, que seria o marido dela, e Michelle curtiu o comentário.
“A mulher de Tarcísio deixou escapar, ´sem querer´, que o plano dela e do marido é a faixa presidencial. Sabe quem curtiu o comentário? A mesma pessoa que publicou o vídeo nos stories do Instagram”, disse o influenciador, em referência a Michelle.
O influenciador Allan dos Santos já vinha fazendo outras críticas a Michelle desde a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro. O influenciador fez postagens e falou em programas nas redes sociais sobre uma suposta “alegria” de Michelle Bolsonaro em eventos organizados pelo PL, dando a entender que a ex-primeira dama estaria contente com a prisão do marido.
Em resposta, Michelle afirmou que Allan dos Santos atua em nome de outras pessoas e disse que suas atitudes “se parecem mais com levar Lúcifer do que luz”.
“Esse tal de Allan fez acusações levianas e injustas contra mim, servindo de ventríloquo de alguém que está perto dele, totalmente interessado em atacar mulheres ou qualquer um que possa ser um obstáculo aos seus espúrios interesses”, afirmou.
A ex-primeira-dama também disse que o jornalista é uma “pessoa amarga” e ressaltou que ele não tem conhecimento sobre o que ela conversa com o ex-presidente Jair Bolsonaro.
“Nem o meu galego dos olhos azuis tenta intervir na minha liberdade ou nas minhas opiniões, e esse cidadão tenta me intimidar com seus vômitos de ódio?! Querendo julgar o que eu devo ou não postar?! Se enxerga!”, disse Michelle.
Leia abaixo a íntegra da carta da ex-primeira dama e atual presidente do PL Mulher:
Minha resposta ao tal Allan dos Santos (ou seria…dos demônios?!)
Esse tal de Allan fez acusações levianas e injustas contra mim, servindo de ventríloquo de alguém que está perto dele, totalmente interessado em atacar mulheres ou qualquer um que possa ser um obstáculo aos seus espúrios interesses umbilicais.
Ele diz que aponta os erros das pessoas e quer ser luz, mas se esquece de que quando ele aponta um dedo contra alguém, existem quatro dedos apontados para ele mesmo. Ele diz querer “levar a luz” para os outros, mas o que ele faz se parece mais com levar Lúcifer do que luz.
Esse tal de Allan não sabe o que eu e o meu marido conversamos, ignora os nossos planos de vida e tampouco me conhece, mas se apressa em me julgar e a outras pessoas como se seus achismos fossem verdade.
Eu estou no PL Mulher e viajo a pedido do meu marido para manter o legado dele vivo por onde passo; para denunciar o que fazem contra ele e para manter o povo com esperança. Tudo à pedido dele!
Mas, pessoas amargas como esse ser, apressam-se em julgar, em apontar (como ele diz) o que ele ACHA que é verdade ou, por conveniência, repete o que lhe mandam repetir: é um boneco de ventríloquo.
Exerço a liberdade que ele diz defender, mas que – na prática – ele só quer que valha pra ele.
Ontem, assim como faço com várias pessoas que postam conteúdos relevantes, repostei um vídeo contendo uma mensagem sobre economia com a qual eu concordo totalmente e que foi publicada pelo governador Tarcísio. O vídeo trata de assunto relevante para o povo e não há como discordar daquilo que é falado.
Nem o meu galego dos olhos azuis tenta intervir na minha liberdade ou nas minhas opiniões, e esse cidadão tenta me intimidar com seus vômitos de ódio?! Querendo julgar o que eu devo ou não postar?! Se enxerga!
Novamente: esse tal de Allan não sabe o que eu e meu marido conversamos, não vive a nossa intimidade, não imagina o que estamos passando e, portanto, tudo o que ele fala sobre nós, não passa de bravata, achismos e maledicências (na maioria das vezes, servindo como boneco de ventríloquo de canalhas) e, portanto, não merece a credibilidade das pessoas de direita.
Esse tal de Allan, em sua contumaz maledicência e, novamente, servindo de ventríloquo, buscou logo usar esse fato para tentar “se limpar” dos ataques injustos que fez contra mim. Repito, ataques injustos contra uma esposa que está ao lado de seu marido e, quando precisa (fisicamente) se afastar, o faz porque está atendendo aos pedidos dele!
Por último, esse homem descarrega o seu achismo a respeito de uma curtida que fiz no comentário de minha amiga pessoal, a esposa do governador Tarcísio. Não interpretei o seu comentário como se ela estivesse apontando seu marido como o tal CEO, mas sim como se ela estivesse dizendo ao marido que o Brasil precisa de um novo CEO, de um novo governante… e todos sabemos que precisa mesmo! Preferencialmente, Jair Bolsonaro.
Continuo orando por ele e por sua família, porque a esposa e os filhos dele não merecem o que tiveram que passar devido à perseguição implacável de um sistema injusto. Mas isso não dá o direito a ele de fazer comigo essas injustiças, porque eu também sou uma esposa que ama o marido e, junto com ele estamos enfrentando uma perseguição implacável.
Michelle Bolsonaro
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro interromperá temporariamente suas atividades partidárias por orientação médica, informou o Partido Liberal (PL) nesta segunda-feira (8). Presidente nacional do PL Mulher, ela enfrenta problemas de saúde que motivaram o afastamento e o cancelamento de um evento da sigla no Rio de Janeiro.
O encontro, inicialmente marcado para 13 de dezembro, foi adiado para 2026. A previsão é de que a reunião ocorra em abril, mas a confirmação dependerá da evolução do quadro clínico de Michelle.
Em nota, a assessoria do PL Mulher afirmou que Michelle enfrenta problemas de saúde há alguns meses. O comunicado destaca que o desgaste emocional provocado pela prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro e as pressões envolvendo a família agravaram seu estado, “afetando sua imunidade”.
A ex-primeira dama Michelle Bolsonaro segue na liderança disparada entre os presidenciáveis de 2026, quando se trata de medir a participação de cada um no ambiente digital, mas outros nomes tiveram evolução no monitoramento do mês de novembro, como o governador do Paraná, Ratinho Jr. (PSD) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), escolhido por seu pai, Jair Bolsonaro, como o candidato do PL às eleições.
Flávio, entretanto, cresceu antes da decisão tomada na última sexta-feira (5) pelo ex-presidente Jair Bolsonaro de apoiá-lo para concorrer a presidente nas eleições do próximo ano.
Esses são alguns resultados do Índice Datrix dos Presidenciáveis (IDP), realizado pela Consultoria Datrix e divulgado nesta semana. O índice mede a avaliação do desempenho dos presidenciáveis em uma combinação de três critérios:
- “colchão reputacional”, que mede a capacidade de mobilização nas próprias redes;
- “mar aberto”, que avalia a repercussão externa em menções feitas por jornais, influenciadores e outros políticos;
- análise de buscas em plataformas como Google e TikTok.
Os dados coletados no levantamento Datrix geram uma nota que varia de -100 a +100, refletindo a força digital de cada político. De acordo com o levantamento realizado durante o mês de novembro, o ranking dos presidenciáveis teria fechado o mês da seguinte forma:
1 - Michelle Bolsonaro - 37,34 pontos
2 - Lula - 24,19 pontos
3 - Ratinho Júnior - 19,96 pontos
4 - Flávio Bolsonaro - 19,16 pontos
5 - Ronaldo Caiado - 16,64 pontos
6 - Tarcísio de Freitas - 16,44 pontos
7 - Eduardo Bolsonaro - 16,06 pontos
8 - Eduardo Leite - 9,78 pontos
9 - Ciro Gomes - 8,31 pontos
10 - Romeu Zema - 6,68 pontos
O cenário da presença digital dos presidenciáveis se reorganizou a partir da prisão de Jair Bolsonaro, em novembro. O núcleo familiar do ex-presidente foi o grande beneficiado, segundo a pesquisa Datrix.
Com a prisão do líder da direita, Michelle Bolsonaro passou a liderar isoladamente o ranking. Segundo o levantamento, o último mês da ex-primeira-dama foi marcado por publicações pessoais, religiosas e de reforço ao papel de “pilar” da família.
Os dados também destacam a entrada do senador Flávio Bolsonaro, estreando em quarto lugar com 19,16 pontos. Mesmo antes da decisão de Jair Bolsonaro de apoiar o filho para a Presidência, o ranking já mostrava o crescimento do senador nas redes, contribuindo para a ampliação do domínio da família no debate digital.
Já o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), viu sua base digital oscilar negativamente após a prisão de Bolsonaro, apesar de gestos públicos de lealdade ao ex-presidente. Segundo o relatório da pesquisa, Tarcísio ainda sofre muito fogo amigo, sobretudo
da base bolsonarista.
Entre os outros nomes, o presidente Lula manteve estabilidade na sua presença digital, e o governador do Paraná, Ratinho Jr., teve um crescimento significativo no mês de novembro. Outro concorrente que aproveitou o rearranjo do campo bolsonarista foi Ronaldo Caiado. O goiano cresceu 10,6% e assumiu o quinto lugar geral, com 16,64 pontos, impulsionado por declarações duras na área de segurança pública.
Segundo informações da coluna do jornalista Paulo Cappelli, do site Metrópoles, o ex-presidente Jair Bolsonaro já teria se decidido a apoiar o filho, senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), como candidato a presidente da República em 2026. A nota diz que o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos) já teria sido avisado da decisão.
A escolha do candidato oficial do ex-presidente foi comunicada a Tarcísio de Freitas pelo próprio Flávio Bolsonaro, em conversa mantida nas últimas horas. Flávio Bolsonaro esteve em São Paulo ao menos duas vezes nesta semana para tratar do tema com o governador.
Uma dessas agendas, segundo o Metrópoles, ocorreu na quinta-feira (4) e a outra nesta sexta (5), em movimento interpretado como parte da consolidação de seu nome como candidato presidencial do grupo bolsonarista.
Se for confirmada a decisão de Jair Bolsonaro, o governador Tarcísio de Freitas provavelmente será candidato a disputar a reeleição ao governo paulista em 2026. Receber o apoio do ex-presidente era condição essencial apresentada por Tarcísio para ser candidato a presidente.
A informação divulgada pelo Metrópoles rapidamente mudou o humor dos investidores na tarde desta sexta (5). Segundo informações do site BP Money, percepção de risco político que acompanha o nome do senador Flávio Bolsonaro reverteu a curva ascendente dos negócios no Ibovespa, justamente no dia em que o mercado celebrava novos recordes.
O BP Money afirma que por volta de 13h20, o Ibovespa, principal índice acionário brasileiro, caía 0,5%, aos 163.588 pontos. A queda ocorreu minutos depois de a Bolsa tocar uma nova máxima histórica de 165.036 pontos, impulsionada inicialmente pelos dados de inflação dos EUA.
A virada no humor do mercado pós-informação sobre Flávio Bolsonaro também influenciou o câmbio. O dólar comercial avançava, nesta tarde, cerca de 1,8%, negociado próximo de R$ 5,40. Entretanto, os juros futuros passaram a subir em bloco, refletindo um prêmio de risco maior diante da antecipação do debate eleitoral.
A suposta antecipação da escolha do ex-presidente por seu filho também tira do jogo a ex-primeira-dama, Michelle Bolsonaro, que deve seguir no projeto de se candidatar ao Senado pelo Distrito Federal. Michelle protagonizou nos últimos dias uma discussão pública com o senador Flávio Bolsonaro e os irmãos, e dentro do PL houve a avaliação de que ela estaria querendo se cacifar como candidata a presidente.
Três dos quatro filhos do ex-presidente Jair Bolsonaro, Flávio, Carlos e Eduardo, passaram a criticar publicamente Michelle Bolsonaro por considerarem suas atitudes autoritárias dentro do grupo político da família.
A reação começou com Flávio Bolsonaro, que contestou as críticas feitas pela ex-primeira-dama à aproximação do PL com Ciro Gomes no Ceará, articulação conduzida pelo deputado estadual André Fernandes. Segundo o senador, o movimento havia sido autorizado pelo próprio Jair Bolsonaro, e a forma como Michelle tratou o parlamentar foi “autoritaria e constrangedora”. A declaração foi dada ao colunista Igor Gadelha, do portal Metrópoles.
Após a fala do irmão mais velho, Eduardo Bolsonaro apoiou a crítica. Ele afirmou que Michelle foi “injusta e desrespeitosa” com André Fernandes durante o evento em que repreendeu publicamente o deputado. Para ele, não cabia questionar o acordo, já que a articulação seguia orientação do ex-presidente.
Carlos Bolsonaro também se posicionou a favor dos irmãos e escreveu que o grupo precisa “se manter unido e respeitando a liderança do meu pai, sem se deixar influenciar por outras forças”.
O conflito familiar se intensificou depois de Michelle reprovar a aproximação política de André Fernandes, presidente do PL no Ceará, com Ciro Gomes.
Apesar de ter verificado uma queda na sua aprovação em pesquisas recentes, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva ainda se mantém como o favorito para se reeleger em outubro de 2026. Foi o que revelou o levantamento da CNT/MDA divulgado nesta terça-feira (25).
A pesquisa traçou diversos cenários de primeiro e segundo turnos, e em todos eles o líder petista derrota os adversários colocados pela CNT. Lula também vence na pesquisa espontânea, quando o entrevistado revela o nome do seu preferido sem que seja apresentada qualquer lista.
Apesar de estar na frente em todas as simulações, inclusive obtendo seus melhores percentuais em disputas contra familiares do ex-presidente Jair Bolsonaro, o presidente Lula apresentou uma alta rejeição. Também há um crescimento na quantidade de pessoas que dizem não votar em candidato indicado por Lula ou Bolsonaro.
Confira abaixo os cenários da pesquisa CNT/MDA:
Pesquisa espontânea
Lula - 32,3%
Jair Bolsonaro - 17,5%
Tarcísio de Freitas - 2,1%
Ciro Gomes - 1%
Outros - 4,4%
Branco/nulo - 9,4%
Indeciso - 33,3%
Rejeição espontânea
Jair Bolsonaro - 43%
Lula - 40,8%
Tarcísio de Freitas - 2,2%
Eduardo Bolsonaro - 1,8%
Michelle Bolsonaro - 1,8%
Ciro Gomes - 1,8%
Outros - 6,6%
Rejeita todos - 0,7%
Rejeita nenhum - 3,8%
Não sabe - 12%
Cenário 1
Lula - 38,8%
Jair Bolsonaro - 27%
Ciro Gomes - 9,6%
Ratinho Jr. - 6,4%
Ronaldo Caiado - 4%
Romeu Zema - 2,7%
Branco/nulo - 8,5%
Indeciso - 3%
Cenário 2
Lula - 42%
Tarcísio de Freitas - 21,7%
Ratinho Jr. - 11,8%
Romeu Zema - 5,7%
Branco/nulo - 14,7%
Indeciso - 4,1%
Cenário 3
Lula - 42,7%
Eduardo Bolsonaro - 17,4%
Ratinho Jr. - 14%
Romeu Zema - 9,6%
Branco/nulo - 13,1%
Indeciso - 3,2%
Cenário 4
Lula - 42,7%
Michelle Bolsonaro - 23%
Ratinho Jr. - 11,4%
Romeu Zema - 8,3%
Branco/nulo - 11,7%
Indeciso - 2,9%
Preferência de voto
Lula ou apoiado por ele - 35,3%
Alguém não ligado a Lula ou Bolsonaro - 33,3%
Bolsonaro ou apoiado por ele - 27,3%
Não sabe/não respondeu - 4,1%
Cenários de segundo turno
Lula 49,2% x 36,9% Jair Bolsonaro
Lula 45,7% x 39,1% Tarcísio de Freitas
Lula 45,8% x 38,7% Ratinho Jr.
Lula 47,9% x 33,5% Romeu Zema
Lula 46,9% x 33,7% Ronaldo Caiado
Lula 44,1% x 35,1% Ciro Gomes
Lula 49,9% x 33,3% Eduardo Bolsonaro
Lula 49,1% X 35,6% Michelle Bolsonaro
Potencial de voto
Lula
Votaria com certeza - 36,9%
Poderia votar - 14,4%
Não votaria - 47,8%
Jair Bolsonaro
Votaria com certeza - 28,6%
Poderia votar - 9,2%
Não votaria - 60,1%
Tarcísio de Freitas
Votaria com certeza - 15,9%
Poderia votar - 23,8%
Não votaria - 35,7%
Não conhece - 24%
Ratinho Jr.
Votaria com certeza - 12,8%
Poderia votar - 25,5%
Não votaria - 34,5%
Não conhece - 26,7%
Eduardo Bolsonaro
Votaria com certeza - 15,1%
Poderia votar - 15,3%
Não votaria - 62,6%
Não conhece - 6,4%
No total, foram feitas 2.002 entrevistas em todas as regiões do país pela pesquisa CNT/MDA, com margem de erro de 2,2 pontos percentuais e nível de confiança de 95%.
Cresceu de outubro para agora, em novembro, a rejeição ao nome do presidente Luiz Inácio Lula da Silva como candidato à reeleição, enquanto por outro lado, foi reduzida ou permaneceu estável a porcentagem de pessoas que dizem não votar nos principais adversários do petista. Esses são alguns dos resultados apresentados pela nova pesquisa Genial/Quaest, divulgada nesta quinta-feira (13).
A Genial/Quaest apresentou a seus entrevistados uma lista de eventuais candidatos a presidente em 2026, e perguntou a eles em quem votariam e em quem não votariam. O presidente Lula, por exemplo, teve 45% de pessoas que disseram que votariam nele, mas um total de 53% que afirmaram que não votariam.
A rejeição ao nome do presidente aumentou em relação à pesquisa de outubro. Naquele levantamento, Lula teve 47% de indicação de voto e 51% de entrevistados que se negavam a indicá-lo como seu candidato.
O segundo colocado em percentual de apoio como candidato foi o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), apesar de estar inelegível para 2026. Bolsonaro teve 36% de indicações de voto, contra 60% que dizem que não votariam nele para presidente.
Os números do ex-presidente melhoraram em relação à pesquisa passada. O apoio à sua eleição passou de 34% para 36%, enquanto a rejeição ao seu nome caiu de 63% para 60%.
Confira abaixo os presidenciáveis e o percentual de pessoas que dizem que votariam neles caso fossem candidatos:
Lula - 45% (era 47% em outubro)
Jair Bolsonaro - 36% (34% em outubro)
Tarcísio de Freitas - 30% (26%)
Michelle Bolsonaro - 28% (27%)
Ciro Gomes - 27% (25%)
Ratinho Junior - 26% (23%)
Eduardo Bolsonaro - 21% (20%)
Romeu Zema - 16% (14%)
Ronaldo Caiado - 15% (14%)
Renan Santos - 3% (não foi listado na pesquisa anterior)
A lista abaixo mostra a porcentagem de pessoas que dizem que não votariam nos nomes listados como candidatos em 2026, na ordem do mais rejeitado para o menos:
Eduardo Bolsonaro - 67% (era 68% em outubro)
Michelle Bolsonaro - 61% (também 61% em outubro)
Jair Bolsonaro - 60% (63% em outubro)
Ciro Gomes - 57% (60%)
Lula - 53% (51%)
Tarcísio de Freitas - 40% (41%)
Ratinho Junior - 37% (40%)
Romeu Zema - 35% (34%)
Ronaldo Caiado - 34% (32%)
Renan Santos - 23% (não foi listado na pesquisa anterior)
Um outro recorte da pesquisa Quaest mostra que 24% dos eleitores afirmam que um nome nem ligado a Lula, nem a Bolsonaro seria o melhor resultado da eleição em 2026. Outros 23% acham melhor Lula ganhar de novo; 17%, alguém de fora da política; 15%, que Bolsonaro volte a ser elegível e vença.
Veja abaixo os números da Quaest:
Para o Brasil hoje, qual seria o melhor resultado da eleição?
Um nome nem ligado a Lula, nem a Bolsonaro: 24%
Lula ganhar de novo: 23%
Alguém de fora da política: 17%
Bolsonaro voltar a ser elegível e vencer: 15%
Alguém apoiado pelo Bolsonaro: 11%
Alguém apoiado pelo Lula: 5%
Não souberam ou não responderam: 5%
A pesquisa Quaest foi encomendada pela Genial Investimentos e ouviu 2.004 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 6 e 9 de novembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece como líder em todos os cenários eleitorais para 2026, segundo levantamento do Paraná Pesquisas divulgado nesta segunda-feira (27).
A pesquisa entrevistou 2.020 eleitores em 162 municípios brasileiros entre os dias 21 e 24 de outubro, revelando que, apesar da vantagem no primeiro turno, o atual mandatário enfrenta situação de empate técnico com três dos quatro adversários testados em simulações de segundo turno.
O estudo apresenta quatro configurações diferentes para o primeiro turno, nas quais o percentual de Lula varia entre 37% e 37,6%. Na simulação que inclui o ex-presidente Jair Bolsonaro, o petista registra 37% das intenções de voto, contra 31% do ex-mandatário.

O trabalho de campo abrangeu todas as unidades federativas para garantir representatividade nacional dos resultados. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%.
No primeiro cenário testado, além de Lula (37%) e Bolsonaro (31%), aparecem o ex-governador do Ceará, Ciro Gomes (PSDB), com 7,5%; o governador de Santa Catarina, Ratinho Júnior (PSD), com 6%; o governador mineiro Romeu Zema (Novo), com 4,7%; e o governador goiano Ronaldo Caiado (União Brasil), com 3,2%. Nesta configuração, 4,8% dos entrevistados não souberam responder ou não opinaram, enquanto 5,8% indicaram que não votariam em nenhum dos nomes ou escolheriam a opção branco/nulo.

Na simulação que substitui Jair por Michelle Bolsonaro, Lula mantém 37,3% das intenções de voto, enquanto a ex-primeira-dama alcança 28%. Neste cenário, Ratinho Júnior obtém 8,5%, Ciro Gomes 8,2%, Caiado 4,2% e Zema 2%. Os indecisos somam 5,5%, e 6,2% rejeitam todas as opções apresentadas.

Quando confrontado com o governador paulista Tarcísio de Freitas (Republicanos), o presidente registra sua maior vantagem numérica: 37,4% contra 22,3%. Nesta configuração, Ciro aparece com 9%, seguido por Ratinho Júnior (8,1%), Zema (5,7%) e Caiado (4,1%). Os indecisos representam 5,8% e os votos brancos/nulos totalizam 7,6%.

A diferença mais expressiva ocorre no quarto cenário, onde Lula registra 37,6% e o senador Flávio Bolsonaro (PL) 19,2%. Nesta simulação, Ratinho Júnior atinge seu melhor desempenho com 9,6%, seguido por Ciro Gomes (8,9%), Zema (6,2%) e Caiado (4,8%).
As projeções de segundo turno mostram um quadro mais competitivo. Em um eventual confronto com Jair Bolsonaro, Lula teria 44,9% contra 41,6% do ex-presidente. Contra Michelle Bolsonaro, o atual mandatário registraria 44,7% contra 41,6% da ex-primeira-dama. Na disputa com Tarcísio, Lula aparece com 44,9% contra 40,9%. A maior vantagem seria contra Flávio Bolsonaro, com 46,7% para Lula e 37% para o senador.

Considerando a margem de erro de 2,2 pontos percentuais, configura-se empate técnico nos cenários de segundo turno contra Bolsonaro, Michelle e Tarcísio, já que a diferença entre os candidatos é inferior a 4,4 pontos percentuais, o dobro da margem estabelecida pelo instituto.
Em um ato com a presença da ex-primeira dama, Michelle Bolsonaro, do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), do pastor Silas Malafaia e de diversos parlamentares de oposição, apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro fizeram uma caminhada na tarde desta terça-feira (7), em Brasília, em defesa da aprovação do projeto de anistia de forma ampla e irrestrita.
A manifestação, que teve concentração em frente à Catedral de Brasília, reuniu cerca de duas mil pessoas. Após alguns discursos de parlamentares e do pastor Silas Malafaia, o carro de som que liderava o ato saiu em direção ao Congresso Nacional, sendo acompanhado pelos manifestantes. Familiares de presos por envolvimento nos ataques às sedes dos Três Poderes também estiveram presentes.
A mobilização teve como foco pressionar o Congresso Nacional para não aceitar a articulação de diversos partidos para transformar o projeto de anistia encampado pela oposição em uma dosimetria das penas dos condenados por tentativa de golpe de Estado. O relator do projeto, deputado Paulinho da Força (Solidariedade-SP), já disse que o seu texto conterá apenas a questão da redução das penas de condenados e, por tabela, do ex-presidente Jair Bolsonaro.
Logo no início do protesto um dos apresentadores admitiu que o público presente não era grande. “Nós sabemos que é uma terça-feira. A gente não teve a intenção de trazer milhares de pessoas. Nós quisemos mandar uma mensagem através dos olhos do brasiliense”, disse o locutor oficial do evento do alto de um carro de som.
Vários parlamentares de oposição se pronunciaram tanto na concentração, como depois, durante a caminhada pela Esplanada dos Ministérios. Falaram no ato a primeira dama Michelle Bolsonaro, o senador Flávio Bolsonaro, os deputados Nikolas Ferreira, Bia Kicis, Filipe Barros, Alberto Fraga, Eros Biondini, Rodolfo Nogueira e Domingos Sávio, além dos senadores Magno Malta e Eduardo Girão.
“Dosimetria é conversa fiada para boi dormir. Nós não somos bois. Dosimetria não é papel do Congresso. Papel do Congresso é conceder anistia”, disse o pastor Silas Malafaia, um dos organizadores do ato em Brasília.
“Nós não podemos deixar a esquerda com a última palavra naquela palhaçada de artista de misturar temas, certo? Para enganar o povo. Então, no mínimo, vamos fazer uma caminhada”, completou Malafaia.
A ex-deputada federal Joice Hasselmann (Podemos) ameaçou contar segredos do passado da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, na última terça-feira (30). A declaração chegou após a esposa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), mover um processo contra Hasselmann.
VÍDEO: Após ser processada por Michelle Bolsonaro, Joice Hasselman ameaça revelar passado da ex-primeira-dama
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Em postagem nas suas redes sociais, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro disse que a sua vida e a de seu marido “nunca mais foi a mesma”, desde a facada que ele sofreu em Juiz de Fora (MG), na época da campanha presidencial de 2018. A facada foi dada por Adélio Bispo, a quem Michelle se refere como “um ex-psolista”.
A ex-primeira-dama utilizou uma imagem de Jair Bolsonaro no hospital, onde fo internado desde a manhã desta sexta-feira (11). O ex-presidente foi diagnosticado no Hospital Rio Grande, em Natal (RN),com um quadro de distensão abdominal que provocou dores.
“Nossa vida nunca mais foi a mesma depois do fatídico 6 de setembro de 2018 – quando um ex-psolista atentou contra a vida do meu marido. Para alguns, desprovidos de inteligência e bom senso, tudo não passou de uma farsa, por ele ter tido hemorragia interna – chegando ao ponto de desacreditar até mesmo a equipe médica que prestou os primeiros socorros em Minas Gerais”, disse Michelle, que atualmente é a presidente nacional do PL Mulher.
Neste sábado, o ex-presidente Jair Bolsonaro está sendo transferido de Natal para Brasília. Bolsonaro será internado no Hospital DF Star, da rede D´Or. A decisão da transferência se deu a pedido dele e da família.
Michelle Bolsonaro finaliza a sua postagem destacando a maneira como seu marido vem reagindo às intempéries impostas nos últimos anos, e demonstrou seu otimismo com a recuperação.
“Mesmo diante de tanto sofrimento e das dores causadas por todas essas intercorrências, o sorriso largo não sai do seu rosto – graças ao carinho e às orações de todos os brasileiros de bem do nosso amado Brasil. Obrigada por tanto! Venceremos mais essa, meu galego”, finalizou a ex-primeira-dama.
A Advocacia-geral da União (AGU) recorreu da decisão da Justiça Federal de Brasília que condenou o governo a pagar uma indenização de R$ 15 mil ao ex-presidente Jair Bolsonaro e a ex-primeira dama Michelle Bolsonaro por danos morais por conta da fala do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que sugeriu que os móveis desaparecidos, e achados depois, teriam sido levados pelos Bolsonaro.
De acordo com O Globo, para a AGU, as declarações de lula estão relacionadas ao exercício de sua função constitucional e com objetivo de resguardar o patrimônio público.
"Por se tratar de uso, conservação e posse de bens públicos - como é o caso do acervo mobiliário do Palácio da Alvorada -, faz-se necessária toda publicidade a inconsistências eventualmente verificadas, como ocorreu no caso em questão, onde foi relatado, simplesmente, o mau estado de conservação de móveis e do ambiente, além da não localização de inúmeros itens, fato constatado pela equipe inventariante ainda sob a gestão do governo anterior", argumentou a AGU.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera apenas um dos cenários previstos para a corrida eleitoral em 2026. É o que aponta a pesquisa do instituto Futura Inteligência, empresa da Apex Partners, divulgada pela revista Exame nesta quarta-feira (26). O levantamento simulou cenários que envolvem o presidente Lula, contra nomes como o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e o governador paulista Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP).
Em um cenário entre Lula e Bolsonaro acontecesse hoje, o ex-presidente vinculado ao PL lidera com 41,9% das intenções de voto, contra 31,7% do atual presidente. A pesquisa também considerou uma candidatura da ex-primeira-dama, Michelle Bolsonaro. Neste cenário, o presidente Lula estaria empatado tecnicamente com Michele, mas perderia em números gerais: Michele aparece com 35,3% das intenções de voto e Lula com 29,9%.
Segundo o levantamento, se as eleições fossem hoje, Lula seria capaz de vencer o governador paulista Tarcísio de Freitas, com 31% das intenções de voto contra 24,3% do governador. A pesquisa ainda considera o nome dos governadores Ratinho Júnior (PSD-PR) e Ronaldo Caiado (União-GO), mas ambos figuraram com menos de 15% dos votos nos três cenários.
O levantamento também considerou um cenário onde o atual vice-presidente, Geraldo Alckmin (PSB), seria o escolhido para disputar as eleições do lado governista. Ele manteria os resultados de Lula, ficando atrás de Bolsonaro e Michele, e a frente de Tarcísio.
Para o levantamento, a Futura Inteligência ouviu 1.000 pessoas, por entrevista telefônica, entre os dias 19 e 22 de março. O índice de confiança é de 95%. Confira os resultados:
Cenário 1-
Jair Bolsonaro: 41,9%
Lula: 31,7%
Ninguém/Branco/Nulo: 9,6%
Ratinho Junior: 6,7%
Ronaldo Caiado: 6,0%
NS/NR/Indeciso: 4,0%
Cenário 2 -
Michele Bolsonaro: 35,3%
Lula: 29,9%
Ratinho Junior: 12
Ninguém/Branco/Nulo: 11,2%
Ronaldo Caiado: 7,8%
NS/NR/Indeciso: 3,4%
Cenário 3 -
Lula: 31,0%
Tarcísio de Freitas: 24,3%
Ninguém/Branco/Nulo: 15,3%
Ratinho Junior: 15,1%
Ronaldo Caiado: 9,0%
NS/NR/Indeciso: 5,3%
Cenário 4 -
Jair Bolsonaro: 41,9%
Geraldo Alckmin: 23,5%
Ninguém/Branco/Nulo: 14,1%
Ratinho Junior: 9,7%
Ronaldo Caiado: 7,0%
NS/NR/Indeciso: 3,8%
Cenário 5 -
Michele Bolsonaro: 37,2%
Geraldo Alckmin: 23,7%
Ninguém/Branco/Nulo: 14,0%
Ratinho Junior: 12,9%
Ronaldo Caiado: 8,3%
NS/NR/Indeciso: 3,8%
Cenário 6 -
Geraldo Alckmin: 26%
Tarcísio de Freitas: 24,6%
Ninguém/Branco/Nulo: 18,7%
Ratinho Junior: 16,0%
Ronaldo Caiado: 9,8%
NS/NR/Indeciso: 4,9%
Chamado por internautas de esquerda de “fascista”, “negacionista”, “oportunista”, “misógino”, entre outros adjetivos, o religioso Frei Gilson se tornou um dos assuntos mais comentados na rede X nos últimos dias, após receber apoio de políticos e influenciadores de direita que saíram em sua defesa. O líder católico, de 37 anos, foi apoiado por nomes como o ex-presidente Jair Bolsonaro, a ex-primeira-dama Michelle, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), e vem ganhando centenas de milhares de novos seguidores desde o início da polêmica.
Há seis dias, Frei Gilson começou o que chamou de “Campanha da Quaresma”, com lives realizadas de madrugada nas suas redes sociais, e que devem se seguir até a Semana Santa. As lives vem sendo acompanhadas por milhões de pessoas no Instagram e no Youtube, e o religioso passou a ser alvo de críticas e ataques de internautas.
“Um frei fascista da Brasil Paralelo, um negacionista, anticiência, misógino. Pra piorar fica dizendo que não existe mudanças climáticas, um canalha oportunista. Um vagabundo da pior espécie que usa a religião para atrasar a evolução planetária. Se existir o capeta, esse é um discípulo dele”, escreveu uma internauta, durante a realização da live.
Os ataques ao religioso, principalmente por internautas de esquerda, foram criticados pelo deputado André Janones (Avante-MG). De acordo com ele, os ataques podem se traduzir em prejuízo eleitoral para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 2026.
“O cara mete 4 milhões de pessoas em uma live quatro da manhã e representa a maior religião do país, e a gente ao invés de mudar a pauta e conseguir conquistar esses mesmos eleitores por outro flanco, a gente parte pra cima daquele que, gostemos ou não, os representa e tem a admiração dos fiéis, que (olha que surpresa) também são eleitores. Cada dia mais tenho certeza que merecemos o que estamos vivendo. Toda desgraça é pouca pra gente burra e arrogante”, disse o parlamentar.
Sacerdote, cantor e influenciador, Frei Gilson, com a polêmica em torno do seu nome, atingiu nessa semana quase oito milhões de seguidores só no Instagram. O religioso, que pertence à Ordem Carmelita Mensageiras do Espírito Santo, em Nova Almeida (ES), alcançou ainda um total de 6,6 milhões de seguidores no Youtube, o que o coloca entre os canais cristãos mais seguidos no Brasil, superando inclusive o Padre Marcelo Rossi.
Gilson da Silva Pupo Azevedo tem 37 anos e nasceu em São Paulo. Ele foi ordenado sacerdote em 7 de dezembro de 2013 e comandou por nove anos a Paróquia Nossa Senhora do Carmo da Diocese de Santo Amaro, em São Paulo. O pároco retornou à igreja em novembro do ano passado apenas para realizar uma missa especial.
Com o sucesso das lives e a polêmica com grupos de esquerda, Frei Gilson passou a receber apoio de figuras conservadoras. O ex-presidente Jair Bolsonaro e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, por exemplo, demonstraram solidariedade com o religioso.
Em publicação no último domingo (9), Bolsonaro destacou a mobilização de milhões de pessoas em torno das orações. “Frei Gilson cada vez mais se apresenta como um assunto em oração, juntando milhões pela palavra do Criador. Por isso, cada vez mais, vem sendo atacado pela esquerda”, escreveu o ex-presidente.
Já Michelle Bolsonaro usou os stories da sua conta no Instagram para enviar uma mensagem ao frei: “Que Deus te proteja e o livre do homem mau”.
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), também saiu em defesa de Frei Gilson. No último domingo (9), Tarcísio publicou um vídeo do frade e citou um versículo bíblico para demonstrar seu apoio.
“Se são insultados por causa do nome de Cristo, bem-aventurados assim, por quanto sobre vós relatados o Espírito da glória, o Espírito de Deus. Pedro 4-14”, escreveu o governador. Na sequência, ele reforçou sua solidariedade: “Força Frei Gilson! Estamos com você!”
A live de Frei Gilson realizada nesta madrugada de terça (11) atingiu até o momento o total de três milhões de visualizações, com mais de um milhão de pessoas conectadas simultaneamente, as quatro da manhã. Na madrugada desta segunda (10), o frei não fez qualquer citação aos ataques que sofreu, mas realizou uma oração contra “pensamentos confusos”, de “revolta”, de “vingança” e de “inveja”.
“Dai-nos, Senhor, discernimento, dai-nos, Senhor, sabedoria, que nós possamos separar o que é bom do que é mal, dai-nos, Senhor, discernimento para discernir o que é certo do que é errado”, disse o religioso durante a oração.
Citada na delação do tenente-coronel Mauro Cid, conforme consta na denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro disse nesta sexta-feira (21) que o ex-assessor do seu marido, Jair Bolsonaro, teria “perturbações mentais”. Michelle falou rapidamente com a imprensa após participar da Seminário de Comunicação do PL, que acontece em Brasília.
A ex-primeira-dama disse ainda não estar preocupada com a denúncia oferecida contra Jair Bolsonaro, que ambos não “têm o que temer” e que “a verdade prevalecerá”. Perguntada se ela teria apoiado iniciativas golpistas, Michelle Bolsonaro respondeu: “por favor, olha pra minha cara”.
Em sua delação, o ex-ajudante de ordens do então presidente Jair Bolsonaro afirmou que Michelle Bolsonaro “quase pirou” e “entrou em pânico” quando viu a mudança da família ser retirada do Palácio da Alvorada, em dezembro de 2022. A declaração consta em um dos vídeos liberados com depoimentos de Mauro Cid liberados nesta quinta (20) pelo ministro Alexandre de Moraes.
“E a própria primeira-dama, desespero de mulher, que quando ela viu a mudança dela saindo, ela quase que pirou, né? Entrou em pânico. Ela falava para a gente fazer alguma, que tinha que fazer alguma coisa”, disse Cid.
De acordo com o militar, a ex-primeira-dama fazia parte de uma ala mais radical no entorno de Jair Bolsonaro (PL), que o instigava a promover um golpe de Estado. Michelle, entretanto, não foi indiciada no inquérito que apurou a tentativa de golpe após a eleição de Lula em 2022.
No discurso que fez durante o seminário do PL, a ex-primeira-dama afirmou que “nunca mais teve um dia de paz” desde o final do governo Bolsonaro. Michelle disse também que ela e o marido continuarão “de pé”, salientando que as acusações da PGR contra Bolsonaro são “narrativas” e que a Justiça “não tem provas”.
Ainda segundo Michelle, o ex-presidente Bolsonaro estaria sendo alvo de perseguições. “O povo de bem está acordando e precisa estar firme. É só um momento difícil que nós estamos passando. Não desistam. Não vão nos calar. A nossa tropa é imparável e estaremos fundamentados na verdade sempre”, afirmou.
A ex-primeira-dama colocou ainda que Jair Bolsonaro foi um “divisor de águas no país” e pediu a volta do marido ao poder. “No Brasil, só há dois lados. Ou você é do lado da verdade ou da mentira. Ou você é do lado da vida, ou da morte”, declarou Michelle Bolsonaro.
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) admitiu publicamente, pela primeira vez, a possibilidade de apoiar uma candidatura de sua esposa, Michelle Bolsonaro (PL), à presidência da República em 2026. O ex-presidente afirmou ‘não ter problemas’ em ver a esposa como cabeça de chapa, contando com ele como ministro-chefe da Casa Civil.
A declaração foi dada durante entrevista a CNN nesta quinta-feira (23). “Vi na pesquisa do paraná Pesquisas que ela está na margem de erro do Lula”, afirmou o ex-presidente, que continuou: “Não tenho problemas, seria também um bom nome com chances de chegar. Obviamente, ela me colocando como ministro da Casa Civil”.
O ex-presidente também citou a visita da ex-primeira-dama aos Estados Unidos no período da posse do segundo mandato de Donald Trump como presidente do país norte-americano. Segundo Bolsonaro, a ida de Michelle aos EUA, como uma de suas representantes, pode alavancar a popularidade dela como candidata à presidência no Brasil.
OUTROS NOMES DA DIREITA
Perguntado também acerca de outros candidatos, Bolsonaro avaliou Tarcísio de Freitas (Republicanos) como um bom gestor, mas disse que “quem define as eleições é o povo”, e ressaltou que o fator determinante para a candidatura de Tarcísio seria a sua popularidade fora do Estado de São Paulo.
Sobre o seu filho, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), o ex-presidente afirmou que ele está preparado e que seria um excelente candidato. Ademais, Bolsonaro destacou as habilidades do filho como articulador político.
O ex-presidente comentou, ainda, sobre a possível candidatura do cantor sertanejo Gusttavo Lima à presidência. Sobre ela, Bolsonaro afirmou ser uma ideia positiva, mas sugeriu que ele se candidatasse primeiro ao Senado para adquirir experiência política antes de concorrer ao cargo mais alto do país”.
“Ele tem idade e popularidade, mas o resto a gente não conhece. É um excelente nome para o Senado, mas para a presidência não sei se está maduro ainda”, afirmou o ex-mandatário.
Em meio à zoação nas redes sociais pelo fato de o deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro não terem conseguido chegar perto do presidente dos EUA durante os eventos de posse nesta segunda-feira (20), um político brasileiro parecia ter conseguido não só se aproximar como ter uma rápida conversa com Donald Trump. Trata-se do ex-candidato a prefeito de São Paulo, Pablo Marçal.
Vídeo postado em suas redes sociais nesta terça (21), e que somente no Instagram teve mais de 11 milhões de visualizações, mostra o coach e ex-candidato abordando o novo presidente norte-americano na saída de um evento. Marçal pede a Trump que "salve a América e salve o Brasil.
"Ah, o Brasil. Nós gostamos do Brasil", responde Trump.
Entretanto, uma checagem feita pelo site da revista Istoé, em que foram comparadas imagens do vídeo publicado por Pablo Marçal com outros eventos recentes realizados por Trump, revela que a rápida conversa entre os dois pode ter sido feita semanas antes da posse.
O site da revista IstoÉ entrou em contato com a assessoria de Pablo Marçal a fim de confirmar a data em que as imagens foram gravadas, mas não obteve retorno. O coach que é filiado ao PRTB afirma, na publicação, que esteve com o presidente americano em três ocasiões. Nos comentários da postagem no Instagram, Marçal se referiu ao encontro como o "acesso mais difícil de toda a sua vida", e afimrou que o "serviço secreto não deixa chegar perto de Trump" e que foi "quase impossível gravar esse vídeo".
De acordo com a reportagem da IstoÉ, embora a postagem de Marçal sugira que o encontro tenha acontecido no dia da posse de Trump, a análise de fotos aponta para outra data. A arquitetura do ambiente onde o vídeo foi feito mostra detalhes muito semelhantes ao resort Mar-a-Lago, construção em Palm Beach, na Flórida, que pertence a Donald Trump e que sediou um evento republicano no dia 4 de janeiro.
Na véspera do dia em que Trump realizou esse evento, Pablo Marçal também estava na Flórida, em Orlando, para participar da Convenção Global da Plataforma Internacional. O encontro reuniu coachs brasileiros e de outros países.
Naquela ocasião, como afirma a IstoÉ, o presidente dos EUA promoveu a sessão de estreia do documentário "Eastman Dilemma" e usava um terno azul, assim como na filmagem de Pablo Marçal.
Já nos eventos do dia da posse, Trump utilizou dois figurinos. Um deles, escolhido para a cerimônia de legitimação, era composto por um terno preto. Já o outro, usado no baile de inaugural, exibia um conjunto preto com uma gravata borboleta, também preta. Segundo a checagem da istoÉ, ambas as roupas diferem do visual mostrado pelo ex-candidato a prefeito de São Paulo na gravação.
O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) postou, em suas redes sociais, uma foto do encontro, nos Estados Unidos, entre ele, o presidente da Argentina, Javier Milei, e a sua irmã e secretária-geral do país, Karina Milei, acompanhado pela sua madrasta, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro.
“Satisfação encontrar com o Javier Milei e sua irmã Secretaria-Geral Karin Milei, pessoas que estão com uma moral tremenda aqui nos EUA e certamente junto com Trump eles poderão fazer realizações incríveis para argentinos e americanos”, afirmou o delegado, na sua postagem.
Eduardo está nos Estados Unidos para acompanhar a posse do presidente eleito do país, Donald Trump, que acontece nesta segunda-feira (20), na capital do país, Washington. Michelle, por sua vez, embarcou no último sábado (18) e deverá ser a representante do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) na cerimônia.
Nos últimos meses, tanto o nome de Eduardo quanto o de Michelle têm sido ventilados por fontes da direita brasileira para serem o candidato de oposição ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas eleições de 2026. O ex-presidente Bolsonaro, entretanto, nega que haja negociações do tipo e afirma que ele é “o único candidato da direita”.
O ex-presidente está impedido de viajar internacionalmente por conta da retenção de seu passaporte pela Polícia Federal (PF), cuja devolução, de forma especial para a posse de Trump, foi negada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes.
Neste domingo (19), Eduardo postou, em suas redes sociais, uma foto ao lado do filho de Donald Trump, Donald Trump Jr., no qual agradecia ao estadunidense por ter lhe perguntado sobre o seu pai. “Nós sabemos a consideração que você e sua família têm pelo Brasil”, declarou o parlamentar, em sua publicação.
De acordo com uma apuração da CNN, é esperado que Michelle Bolsonaro se encontre com a nova primeira-dama dos EUA, Melania Trump, durante a estadia da família Bolsonaro no país norte-americano.
Um dia depois da solenidade no Palácio do Planalto para lembrar os acontecimentos do dia 8 de janeiro de 2023 em Brasília, o ex-presidente Jair Bolsonaro e sua esposa, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, fizeram postagens em suas redes sociais ironizando trecho de discurso do presidente Lula em que falou a respeito de "amantes". Ao falar de improviso no final da solenidade, Lula disse que, na maioria das vezes, os "amantes são mais apaixonados pela amante do que pelas mulheres", ao se dizer um "amante da democracia".
Jair Bolsonaro já havia criticado a declaração do presidente Lula em vídeo que circulou em suas redes sociais nesta quarta-feira (8), quando questionou o fato de um "chefe da Nação" se referir dessa forma às mulheres, e ainda disse ser apaixonado por sua esposa. Nesta quinta (9), Bolsonaro voltou a criticar a fala, desta vez em mensagem postada em seu canal no Telegram.
Inicialmente, junto a uma postagem feita há algum tempo nas redes sociais em que o presidente Lula dizia não ser tolerável qualquer discriminação, misoginia ou violência de gênero, Bolsonaro lança a pergunta: “Cadê as feministas do grelo duro?”.
Mais abaixo na mesma postagem, o ex-presidente fez ainda mais críticas a Lula aproveitando a fala sobre amantes. "O maior mentiroso do mundo ou o Rei Universal das Fake News não dá descanso. Mas será que existirão inquéritos, prisões, buscas e apreensões e 100 horas semanais de Jornal Nacional? É claro que não. Um enfiando o dedo na orelha do outro e todos mais unidos que chiclete o asfalto quente", afirmou.
O polêmico comentários feito por Lula durante a solenidade no Palácio do Planalto também foi ironizado pela primeira-dama, Michelle Bolsonaro, em postagem nos stories do Instagram. Michelle postou o trecho do vídeo com a fala do presidente Lula no evento, e comentou: "Falou o especialista no tema amantes. Ah se o AeroLula falasse".
Mais à frente, Michelle também repostou comentário feito pelo senador Ciro Nogueira (PP-PI), ex-ministro da Casa Civil o governo Bolsonaro, a respeito da fala do presidente Lula. Na postagem, feita em conta na rede X, Ciro Nogueira diz o seguinte:
"Na cerimônia contra o tal golpe, alguém se chamou de amante da democracia. Daí fiquei com a dúvida: quem comete adultério contra a democracia é a favor ou contra o golpe? Adultério não é trair a democracia?".
O Supremo Tribunal Federal (STF) rejeitou uma queixa-crime da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) contra a deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP). A esposa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) acusava a deputada de injúria e difamação após publicação nas redes sociais em que Hilton teria insinuado que a ex-primeira-dama teria adotado um cão que já pertencia a outra família.
O processo foi motivado por um comentário feito pela deputada, no mês de março de 2024, contrário à entrega do título de cidadã paulistana à Michelle. Hilton comentou na publicação: “Não dá nem pra homenagear Michelle Bolsonaro por nunca ter sumido com o cachorro de outra família porque literalmente até isso ela já fez [sic]”.
A declaração da deputada fazia referência a um episódio ocorrido em 2020, quando Michelle adotou um cachorro, aparentemente abandonado, ou de rua, encontrado no Palácio da Alvorada, residência oficial do presidente da República. Tempos depois, o animal foi identificado e devolvido ao seu dono.
Michelle entrou com a queixa no mês de agosto deste ano e pediu uma indenização de R$ 15 mil, alegando insinuação de má-fé por parte da deputada federal. Após a queixa-crime ter sido rejeitada, no mês de outubro, pelo ministro Luiz Fux, com base no princípio da imunidade parlamentar, a ex-primeira-dama recorreu à decisão.
A 1ª turma do STF, composta pelos ministros Alexandre de Moraes, Cármen Lúcia, Luiz Fux, Cristiano Zanin e Flávio Dino, à quem a apelação foi destinada, arquivou o caso, transitado em julgado, impossibilitando futuros recursos.
Tanto para Fux, inicialmente, quanto para a 1ª turma, posteriormente, a proteção de deputados e senadores por opiniões expressadas no exercício do mandato, conforme manda a constituição, é inequívoca no caso.
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) avalia viajar para os Estados Unidos para acompanhar a posse do presidente eleito Donald Trump, no dia 20 de janeiro de 2025. A decisão é baseada na impossibilidade do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), de deixar o país, por ordem do Supremo Tribunal Federal (STF).
Segundo a CNN, fontes afirmam que Michelle considera a possibilidade, mas a sua assessoria disse não haver confirmação da parte da ex-primeira-dama. Além dela, diversos deputados e senadores brasileiros da direita também consideram estar em terras estadunidenses para a posse, entre eles, o deputado federal Eduardo Bolsonaro.
Bolsonaro foi impedido pelo STF de deixar o país como medida preventiva, já que o ex-presidente foi indiciado pela Polícia Federal (PF) em três inquéritos diferentes. A Procuradoria Geral da República deve oferecer uma denúncia sobre as investigações no início de 2025, bem como, no STF, um julgamento está previsto para ocorrer no próximo ano.
Além do inquérito mais recente, relativo à tentativa de golpe de estado e de assassinato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), do vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) e do ministro do STF Alexandre de Moraes, Bolsonaro também foi indiciado pelo caso das joias sauditas, quando teria negociado artigos de luxos presenteados pelo governo da Arábia Saudita ao governo brasileiro nos EUA, bem como o caso da falsificação de cartão de vacinação em 2019, quando, junto ao seu ajudante de ordens, Mauro Cid, o então presidente teria falsificado um registro de doses contra a COVID-19.
Um dia depois do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) ser indiciado pela Polícia Federal no inquérito que investiga uma tentativa de golpe de Estado no Brasil, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro utilizou as redes sociais para se declarar ao marido.
Ela postou uma foto no seu perfil no Instagram, acompanhada de uma breve declaração: “Meu amor”. A imagem foi publicada nos stories nesta sexta-feira (22), onde o conteúdo é apagado em 24 horas.
INQUÉRITO
A Polícia Federal indiciou Bolsonaro e outras 36 pessoas. O ex-presidente é apontado no relatório policial como o “líder” do grupo que organizou um plano para mantê-lo na Presidência da República após a derrota para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas eleições de outubro de 2022.
O documento foi enviado ao Supremo Tribunal Federal (STF) na quinta-feira (21). Nele, a PF afirma que Bolsonaro “permeou por todos os núcleos” da organização criminosa apontada pela investigação e “atuou diretamente na desinformação e ataque ao sistema eleitoral”.
O inquérito abrange o envolvimento nos atos de 8 de janeiro, tramas golpistas durante as eleições presidenciais de 2022 e o plano para assassinar Lula, o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) e o ministro do STF, Alexandre de Moraes.
As investigações revelaram que o grupo era formado, em sua maioria, por militares das Forças Especiais do Exército, os chamados “kids pretos” e monitorava constantemente Alexandre de Moraes. Os envolvidos teriam planejado as mortes para o dia 15 de dezembro de 2022.
Com o plano consolidado, a meta era instituir um “Gabinete Institucional de Gestão de Crise” para lidar com as consequências das ações. Como apurado pela CNN, a PF concluiu que Jair Bolsonaro tinha “pleno conhecimento” do plano.
Se as eleições de 2026 fossem hoje, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva ainda seria um dos favoritos para conquistar o seu quarto mandato, mas a distância para seus adversários mostra que a disputa ainda está aberta, principalmente pela indefinição do candidato da direita. É o que mostra a Pesquisa CNT Opinião divulgada nesta terça-feira (12).
No primeiro dos cenários montados pela pesquisa CNT, com parceria do Instituto MDA, o presidente Lula aparece com 35,2% dos votos, enquanto o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) alcança 32,2%. Nesse cenário, Lula e Bolsonaro estariam em situação de empate técnico, por conta da margem de erro da pesquisa.
O ex-presidente Jair Bolsonaro no momento está inelegível para as eleições de 2026, por conta de decisão do Tribunal Superior Eleitoral tomada no ano passado. Apesar da inelegibilidade, Bolsonaro vem dizendo que será candidato, e que acredita que conseguirá recuperar no Supremo Tribunal Federal os seus direitos políticos.
Nos outros dois cenários apresentados pela pesquisa aos entrevistados, Bolsonaro é retirado do quadro e em seu lugar aparecem como candidatos de direita a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e candidato a prefeito de São Paulo, o empresário Pablo Marçal (PRTB). No cenário com Michelle e Marçal juntos, Lula tem 34,1%, a ex-primeira-dama chega a 20,5%, e o ex-coach alcança 14,1%.
Nesse cenário ainda aparecem Ciro Gomes (PDT), com 9,3%, e a atual ministra do Planejamento, Simone Tebet (MDB), com 9,2%. Brancos e nulos são 8,9% e indecisos registraram 3,9%.
No cenário sem Michelle, Lula mantém os 35,2% e disputa principalmente com Pablo Marçal, que alcança 16,9%. Nesse terceiro cenário a pesquisa incluiu o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), que marcou 15%, e ainda há o nome da ministra Simone Tebet, com 9,4%.
Já no cenário espontâneo, em que os entrevistados falam suas preferências sem a apresentação de uma lista com nomes, o presidente Lula está na liderança, com 27,4%, seguido de Jair Bolsonaro, com 20,4%. Na resposta espontânea, Tarcísio de Freitas está na frente de Pablo Marçal, com 1,8% contra 1,4% do candidato a prefeito da capital paulistana.
Por fim, nesse cenário de respostas espontâneas, a ministra e ex-candidata a presidente Simone Tebet apareceu com 1,1%. Outros nomes, entre eles o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil), acumularam um total de 6,2%. O maior número de respostas, entretanto, é de pessoas que dizem não saber em quem votar: 35,7% responderam desta forma a pesquisa.
A pesquisa CNT mostra ainda que no cenário de uma disputa entre Lula e Bolsonaro, o atual presidente ganha do ex no voto feminino (37x31) e empata no masculino (33x33). Nos dados de faica etária, Lula ganha em quase todas as faixas, mas perde para Bolsonaro entre os eleitores de 24 a 35 anos (35x33 para o ex-presidente).
Em relação à faixa salarial, o presidente Lula tem mais votos apenas na faixa até dois salários mínimos (41x27). Já Bolsonaro ganha entre as pessoas que ganham de dois a cinco salários mínimos (36x32) e na faixa acima de cinco salários (37x29).
Na divisão dos eleitores pelo nível de escolaridade, Lula ganha entre quem possui apenas o ensino fundamental (47x25). O ex-presidente está na frente nos grupamentos de eleitores com ensino médio (36x29) e superior (34x33). Já em relação à religião, enquanto Lula tem mais apoios entre os católicos (38x30), Bolsonaro é mais apoiado em meio aos evangélicos (44x26).
Por fim, na distribuição das intenções de voto por região, Lula ganha de Bolsonaro no Sudeste (32x30) e no Nordeste (51x22). Bolsonaro, por sua vez, é vitorioso no Sul (46x24) e no Norte/Centro-Oeste (43x28).
Em um mandato marcado pela tragédia das chuvas e enchentes que alagaram diversas cidades do Rio Grande do Sul, o atual prefeito de Porto Alegre, Sebastião Melo (MDB) conseguiu sobreviver ao drama e ganhou no voto o direito de continuar administrando a capital gaúcha. Com 100% das urnas apuradas, Melo obteve 61,53% dos votos válidos, e consolidou sua reeleição com um total de 406.467 votos.
No segundo turno, Sebastião Melo derrotou a candidata do PT, a deputada federal Maria do Rosário, que obteve 38,47% dos votos válidos. Em números totais, Maria do Rosário chegou a 254.128 votos. Se somarmos os eleitores que não foram votar, os que anularam ou votaram em branco, 39,76% do total não escolheram candidato na cidade.
A campanha do segundo turno teve forte conteúdo de polarização entre direita e esquerda. Ao ser criticado pela situação em que ficou Porto Alegre após as chuvas de abril, Melo fez questão de dizer que o PT havia governado o município entre 1989 e 2004 e que não haviam sido feitas as intervenções necessárias para prevenir as tragédias climáticas à época.
Maria do Rosário, entretanto, em entrevistas e debates, sempre enfatizou que o atual prefeito não investiu em ações de prevenção, além de ter, segundo ela, sucateado o Departamento Municipal de Água e Esgotos (Dmae) e que tentou transferir "a responsabilidade até para os moradores dos bairros". O atual prefeito foi duramente criticado por Maria do Rosário também por sua postura nas primeiras declarações sobre a situação da capital gaúcha após as enchentes.
No segundo turno, enquanto Maria do Rosário teve a campanha reforçada pela presença da presidente nacional do PT, deputada federal Gleisi Hoffmann, o prefeito Sebastião Melo contou com a participação da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL). Michelle esteve presente em atos de campanha do prefeito, acompanhada da senadora Damares Alves (Republicanos-DF).
Já Maria do Rosário, nos últimos dias de campanha, contou também com a participação da primeira-dama, Janja Lula da Silva. Em uma conversa divulgada pela candidata do PT, Janja elogiou a candidata e disse que ela e Lula estavam torcendo por sua vitória em Porto Alegre.
Natural de Piracanjuba (GO), Melo tem 66 anos, é graduado em Direito e, desde que ingressou na política em 2000, não saiu mais. Foi eleito vereador em Porto Alegre (RS) por três mandatos consecutivos, em 2000, 2004 e 2008. Em 2007, foi escolhido para presidir a Câmara Municipal. Foi eleito vice-prefeito da capital gaúcha no ano de 2012. Em 2018, foi eleito deputado estadual pelo Rio Grande do Sul e, em 2020, prefeito de Porto Alegre (RS).
Nesta sexta-feira (13), a cantora Jojo Todynho participou de um evento do Partido Liberal (PL) no Rio de Janeiro, onde se encontrou com a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro. Durante o evento, Todynho declarou seu apoio ao candidato à prefeitura da capital fluminense, Alexandre Ramagem.
Em entrevista ao portal LeoDias, Todynho afirmou que compareceu ao evento a convite de Michelle Bolsonaro e para apoiar o pai de criação, Dr. João Branco, que é candidato a vereador.
“Hoje vim num evento maravilhoso prestigiar meu pai e o nosso futuro prefeito Ramagem 22. É isso ai, esse é o meu prefeito”, declarou a cantora por meio das redes sociais.
Ao concluir nos próximos dias o inquérito sobre as joias e os artefatos de luxo que Jair Bolsonaro amealhou durante seu governo, a Polícia Federal vai enviar ao Supremo uma relação de novas frentes de investigação que os policiais acreditam que devem ser abertas. Uma delas é sobre Michelle Bolsonaro.
De acordo com a coluna de Guilherme Amado do portal Metrópoles, parceiro do Bahia Notícias, a PF quer esclarecer se de fato Michelle fez um uso ilegal do cartão corporativo da Presidência da República. Há provas de que houve pagamento de despesas pessoais da primeira-dama e de familiares seus com cartões da Presidência.
Reportagem do colunista Rodrigo Rangel e da repórter Sarah Téofilo em 2023 mostrou no Metrópoles que o cartão foi usado irregularmente também para pagar o cartão de crédito de uma amiga de Michelle, usado pela ex-primeira-dama.
Conforme informou o colunista do Metrópoles Paulo Cappelli, Michelle não será indiciada pela PF no inquérito das joias. Os delegados e agentes ligados ao caso não viram provas de que ela tenha agido para ficar com os objetos nem tenha tido participação na venda.
O Instituto Paraná Pesquisas também divulgou nesta sexta (24), uma pesquisa sobre a avaliação das primeiras-damas do Brasil, no comparativo entre o último e o atual governo.
O cenário utilizado foi o estimulado, onde a ex-primeira dama, Michelle Bolsonaro (PL), aparece à frente da atual, Janja Lula.

O Paraná Pesquisas também separou os números por gênero, regiões, religião e níveis de formação, e mais uma vez, a ex-primeira dama aparece na dianteira como a que mais os entrevistados gostam ou simpatizam.


A pesquisa foi realizada em todo o território nacional, entre os dias 27 de abril e 01 de maio de 2024, em 160 municípios brasileiros, com uma margem de erro de 2,2 pontos percentuais e um índice de confiança de 95%.
O instituto Paraná Pesquisas, divulgou nesta sexta (24), um novo levantamento que aponta as intenções de votos para presidente da república nas eleições de 2026. No cenário espontâneo, o presidente Lula (PT) aparece com uma pequena vantagem sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Lula (PT), 19,9%, Jair Bolsonaro (PL) 16,1%, não sabe ou não respondeu 52,2%, ninguém/branco/nulo 7,9%.

No cenário comparativo, o presidente Lula (PT), aparece na dianteira, seguido do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Lula (PT), 19,9%, Jair Bolsonaro (PL) 16,1%, não sabe ou não respondeu 52,2%, ninguém/branco/nulo 7,9%.

No cenário estimulado, Jair Bolsonaro aparece à frente do atual presidente, Luiz Inácio Lula da Silva.
Jair Bolsonaro (PL), 38,8%, Lula (PT), 36%, não sabe ou não opinou 5,4%, nenhum/branco/nulo 6,9%.

Sabendo que o ex-presidente Jair Bolsonaro está inelegível e não poderá concorrer nas próximas eleições, o Instituto inseriu o nome da ex-primeira dama. No cenário estimulado, Michelle Bolsonaro fica atrás do atual presidente Lula.
Lula (PT), 36,6%, Michelle Bolsonaro (PL) 33%, não soube ou não opinou 5,9%, nenhum/branco/nulo 9,1%.

No cenário comparativo, o presidente Lula aparece mais uma vez à frente da ex-primeira dama, Michelle Bolsonaro.
Lula (PT) 36,6%, Michelle Bolsonaro (PL) 33%, não soube ou não respondeu 5,9%, nenhum/branco/nulo 9,1%.

Quando o nome de Michelle é retirado e o do atual governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas é inserido, mais uma vez o presidente Lula aparece à frente, com uma margem ampla no cenário estimulado.
Lula (PT), 36,9%, Tarcísio de Freitas (Republicanos), 25,6%, não soube ou não opinou 6,9%, nenhum/branco/nulo 13,8%.

No cenário comparativo, o presidente Lula também aparece na dianteira, seguido do atual governador de São Paulo.
Lula (PT), 36,9%, Tarcísio de Freitas (Republicanos), 25,6%, não soube ou não respondeu 6,9%, nenhum/branco ou nulo 13,8%.

A pesquisa foi realizada em todo o território nacional, entre os dias 27 de abril e 01 de maio de 2024, em 160 municípios brasileiros, com uma margem de erro de 2,2 pontos percentuais e um índice de confiança de 95%.
O deputado federal Capitão Alden, falou durante a sua entrevista ao Projeto Prisma, do Bahia Notícias, nesta segunda (18), sobre a polarização entre direita e esquerda no Brasil e das possibilidades para as próximas eleições presidenciais, já que o ex-presidente Bolsonaro está inelegível. Segundo ele, o nome da ex-primeira Dama, Michelle Bolsonaro, seria o mais natural neste momento, já que ela vem ganhando notoriedade nos últimos meses em eventos políticos ao lado do marido.
“O comentário geral hoje em torno do nome dela é que ela será sim, candidata ao Senado, ao menos esse é o planejamento que está sendo feito, mas eu acredito, analisando o cenário que nós temos hoje, a polarização política e essas questões jurídicas que pesam em torno do ex-presidente, podendo vir a ser preso ou não, uma série de outras questões que eu não vejo num curto espaço de tempo resolução, penso que o nome dela de fato passe a despontar como uma opção, não somente para o Senado, mas para a presidência da república. Eu penso hoje em quem seria o eventual substituto de Bolsonaro, na impossibilidade deste concorrer à presidência, há diversos nomes, como Ronaldo Caiado, Tarcísio Freitas, Zema e outros, mas nenhum destes tem a mobilização, a força e a voluntariedade para fazer uma campanha do que Michele, ela naturalmente será o nome da direita, ela tem ganhado notoriedade, espaço na mídia, acredito que seja um nome capaz de mobilizar”, disse o Capitão Alden.
Confira:
Um dos pontos altos do evento PL Mulher, realizado neste sábado (9), no Centro de Convenções de Salvador, foi a fala do ex-presidente Bolsonaro de que os brasileiros tiveram “a melhor primeira-dama do Brasil”, fazendo referência à esposa, Michelle Bolsonaro. Por iniciativa do deputado Leandro de Jesus, ela recebeu, na manhã de hoje, a Comenda 2 de Julho, maior honraria concedida pela Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA).
Muito aplaudido, Bolsonaro destacou que, em sua gestão como presidente, a dupla “fez a diferença”. “Experimentamos algo diferente e este algo fica na saudade, sem falar que nós tivemos a melhor primeira-dama do Brasil, uma mulher que no anonimato se dedicou às pessoas que tinham deficiências. Fizemos a diferença”, frisou.
O ex-presidente também relembrou alguns feitos da sua passagem pela Presidência da República, entre eles, a valorização da propriedade privada e o resgate do sentimento de patriotismo no povo brasileiro. “Vimos a nossa bandeira verde-amarela hasteada nos mastros do Brasil todo”, afirmou.
Outro momento em que Bolsonaro foi aplaudido foi quando ele citou que o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) não agiu no seu governo. Ele também falou da relação do Brasil com Israel. “Passamos, cada vez mais, a nos orgulhar de um pequeno grande estado, mas que interfere em nossa política, em nossa cultura, em nossa religião, que é o Estado de Israel”, citou.
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) estará em Salvador, a partir da próxima sexta-feira (8). Ele chegará no Aeroporto da capital baiana, a partir das 11h Em seguida, no período da tarde, o ex-presidente estará participando de um ato ao lado de pré-candidatos do PL para as eleições municipais de outubro. O evento será aberto ao público na Igreja Batista Caminho das Árvores, no Itaigara.
O anúncio da programação de Bolsonaro em Salvador foi feito nesta terça-feira (5) pelo presidente do PL estadual, João Roma.
"Lá na igreja, o presidente Bolsonaro vai receber nossos filiados, simpatizantes, e vai colocar o que ele tem colocado para o Brasil inteiro", disse Roma.
Já no sábado (9), o ex-presidente da República participará di evento PL Mulher, no no Centro de Convenções de Salvador, na Boca do Rio, ao lado da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro.
"O evento do PL Mulher contará também com a participação do presidente Bolsonaro. Essa vinda do presidente à Bahia é muito esperada, pois mostra que não temos somente uma grande massa aqui que é conduzida pela esquerda", disse Roma.
Na ocasião, o PL deve eleger quatro vereadores na capital baiana.
Após conseguir a aprovação da Comenda Dois de Julho em uma votação histórica na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), o deputado estadual Leandro de Jesus (PL) anunciou que a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro receberá a honraria no próximo sábado (9), às 10h, no Centro de Convenções de Salvador, em evento que marca a vinda dela e do ex-presidente Jair Bolsonaro na capital baiana.
"Durante o período em que esteve no Palácio do Planalto, Michelle Bolsonaro capitaneou diversas ações em prol de causas de elevada relevância social. Notadamente elenca-se o amparo aos cidadãos baianos portadores de doenças raras, a inclusão de surdos e mudos e pessoas com deficiência em geral, além do acolhimento de refugiados oriundos de ditaduras socialistas e regimes islâmicos residente em Salvador e demais municípios do nosso estado", disse Leandro, que confirmou a presença do presidente do PL Bahia, João Roma, e da deputada federal Roberta Roma na oportunidade.
De acordo com o parlamentar, entre os anos de 2019 e 2022, por meio do seu trabalho a frente do programa Pátria Voluntária, a ex-primeira-dama teve a oportunidade de "fomentar a prática da solidariedade na sociedade brasileira. Vale ressaltar que a iniciativa idealizada por Michelle Bolsonaro alcançou impactos sociais expressivos no estado da Bahia".
Segundo dados do governo federal, somente na Bahia, o Programa Nacional de Incentivo ao Voluntariado, presidido por Michelle Bolsonaro, beneficiou diretamente 102.336 cidadãos, além de 296.595 baianos ajudados indiretamente. Dentre as ações distinguem-se a arrecadação voluntária de alimentos; auxílios diversos para o socorro e amparo de pessoas vítimas de catástrofes ou desastres naturais, pessoas em situação de rua, mulheres em situação de vulnerabilidade, idosos e pessoas com deficiência.
A deputada federal Roberta Roma (PL) afirmou que está sendo feito um forte trabalho de captação de mulheres pela legenda visando as eleições de 2024. Durante a posse do promotor Pedro Maia no cargo de Procurador-Geral de Justiça do Estado da Bahia, na sede do Ministério Público (MP-BA), na tarde desta sexta-feira (1º), ela adiantou ao Bahia Notícias que “o PL Mulher vem forte nessas eleições”.
A parlamentar, que é esposa de João Roma, presidente estadual do PL e ex-ministro da Cidadania do governo Bolsonaro, falou sobre a expectativa da vinda da ex-primeira-dama, Michelle Bolsonaro, a Salvador na próxima sexta-feira (8). Ela virá acompanhada do ex-presidente Jair Bolsonaro.
Em entrevista ao BN na última terça-feira, na Assembleia Legislativa, o deputado estadual pelo PL, Diego Castro, detalhou a agenda do ex-mandatário na Bahia. Segundo Castro, Michelle deverá participar na sexta-feira de um evento do PL Mulher em uma igreja no bairro Caminho das Árvores e que há a possibilidade da realização de um evento no sábado (9), em Feira de Santana, segundo maior colégio eleitoral da Bahia, aberto a outros segmentos do partido.
O ex-presidente Jair Bolsonaro confirmou a participação, entre os dias 8 e 9 de março de 2024, de um encontro com apoiadores em Salvador. Fontes confirmaram a data ao Bahia Notícias após o presidente do PL na Bahia, João Roma, dar indicativos de que Bolsonaro viria ao estado para contribuir com os debates envolvendo candidatos a prefeito e a vereador na Bahia.
No último domingo (25), um ato na Avenida Paulista reuniu milhares de seguidores em defesa do ex-presidente, cujo entorno tem sido alvo de investigações da Polícia Federal por uma suposta tentativa de abolir o estado democrático de direito no Brasil. Roma esteve presente, acompanhado de parlamentares como Roberta Roma, Capitão Alden e Diego Castro.
No começo de fevereiro, o dirigente do PL na Bahia tinha indicado que as datas eram as mais prováveis para a vinda de Bolsonaro e da ex-primeira-dama, Michelle Bolsonaro. Há a expectativa que a presidente do PL Mulher receba a Comenda 2 de Julho, por serviços prestados à Bahia.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Bruno Reis
"Estamos abertos ao diálogo".
Disse o prefeito de Salvador, Bruno Reis (União) ao comentar as movimentações políticas relacionadas à formação de alianças para as eleições de 2026 na Bahia. Questionado sobre a possibilidade de o MDB integrar esse grupo político, o prefeito disse que não acredita que a movimentação ocorra, mas também não descartou essa hipótese.