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Publicado por volta das 19h desta quinta-feira (23), o vídeo da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, em que diz aceitar as desculpas públicas de seu enteado, o senador Flávio Bolsonaro (PL), atingiu cerca de 3,4 milhões de visualizações em apenas duas horas no perfil dela no Instagram. Além do vídeo, Michelle publicou uma foto em que ela e Flávio acenam do alto de um carro de som, e com a transcrição do texto do vídeo na legenda da postagem.
Já o vídeo do pré-candidato a presidente Flávio Bolsonaro, postado por volta das 16h no Instagram com um pedido de desculpas à sua madrasta, atingiu às 21h desta quinta cerca de 840 mil visualizações. Na legenda do vídeo, Flávio Bolsonaro pede a “união da direita”, mas não faz citações a Michelle no texto da postagem.
O vídeo da ex-primeira-dama também tem números muito superiores ao de Flávio Bolsonaro na quantidade de curtidas e comentários. Enquanto o pedido de desculpas de Flávio recebeu 129 mil curtidas e 18,3 mil comentários até as 21h, o vídeo de Michelle Bolsonaro desculpando o enteado teve 500 mil curtidas e 44,9 mil comentários no mesmo horário.
No vídeo publicado no meio da tarde, o pré-candidato à Presidência pelo PL pediu desculpas à ex-primeira-dama e renovou o convite para que eles caminhem “juntos na missão de defender o Brasil”.
“O momento é difícil para todo mundo. Ninguém é perfeito, eu não sou perfeito e mais uma vez peço desculpas por alguns momentos que causaram desconforto. Como somos pessoas públicas, isso acaba sendo explorado pelos nossos opositores”, afirmou.
Já Michelle Bolsonaro, em resposta, afirmou que, depois de deixar o PL Mulher, decidiu se recolher e se afastar das articulações políticas. Ela disse ter assistido ao vídeo de Flávio Bolsonaro e recebido as palavras do senador “com muita paz”.
“Todos nós cometemos erros, isso é humano. E o seu gesto de vir a público para pedir desculpas tem muito valor. Poucos homens teriam coragem de fazer isso”, declarou a ex-primeira-dama.
O ex-deputado Eduardo Bolsonaro, que recentemente fez críticas à sua madrasta, não comentou o vídeo de desculpas do seu irmão. Na rede X, Eduardo postou um vídeo produzido com Inteligência Artificial que mostra a trajetória de Flávio e dos irmãos desde a infância, sem incluir Michelle.
Eduardo diz ainda que “mais do que um vídeo, a história de Flávio Bolsonaro, o primogênito de Jair Bolsonaro, que está na hora certa e no lugar certo para fazer história”.
Já o outro irmão de Flávio, Carlos Bolsonaro, não se pronunciou sobre o pedido de desculpas à Michelle.
Michelle Bolsonaro aceita pedido de desculpas de Flávio e sinaliza reconciliação: “Pelo bem do povo”
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro publicou nesta quarta-feira (23) um vídeo em resposta ao pedido público de desculpas feito pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), sinalizando uma reconciliação após o desgaste recente envolvendo integrantes da família Bolsonaro.
Na gravação, Michelle afirmou que, depois de deixar o PL Mulher, decidiu se recolher e se afastar das articulações políticas. Ela disse ter assistido ao vídeo de Flávio e recebido as palavras do senador “com muita paz”. “Todos nós cometemos erros, isso é humano. E o seu gesto de vir a público para pedir desculpas tem muito valor. Poucos homens teriam coragem de fazer isso”, declarou a ex-primeira-dama.
A fundadora do movimento Imparáveis afirmou que o momento exige união em torno do ex-presidente Jair Bolsonaro e de um projeto político comum. “O nosso propósito pelo bem do povo sempre foi maior do que desentendimentos. Por isso, aceito o seu pedido. Eu te desculpo. Vamos sentar, conversar, ajustar os detalhes e juntos reunir um grande exército de pessoas de bem para resgatarmos o nosso Brasil”, disse.
Ela também destacou que “há um Brasil esperando para ser reconstruído” e afirmou que todos podem unir forças por Jair Bolsonaro (PL) e por cada brasileiro. Ao final da mensagem, Michelle agradeceu à vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão (PP), e à senadora Damares Alves (Republicanos), afirmando que ambas se empenharam “dia e noite” para que o momento de reconciliação acontecesse.
ASSISTA:
O vídeo foi publicado após semanas de especulações sobre um possível racha dentro da família Bolsonaro. Em junho, Michelle havia afirmado ter sido “desrespeitada” por Flávio durante uma discussão sobre a estratégia do PL no Ceará, episódio que levou a um afastamento temporário da ex-primeira-dama das articulações políticas.
Pré-candidato à Presidência da República, o senador Flávio Bolsonaro (PL) usou seu perfil nas redes sociais nesta quinta-feira (23) para fazer um apelo à ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro. Ele pede desculpas a Michelle dizendo “reconhecer sua importância”, pedindo pelo apoio da ex-primeira-dama.
“Eu não sou perfeito e mais uma vez peço desculpas por alguns momentos que causaram desconforto. Renovo o meu convite para caminharmos juntos”, declara
O pré-candidato também afirmou “reconhecer o grande trabalho” que Michelle fez no PL Mulher.
“Percorreu o Brasil inteiro por uma causa, valorizando e inspirando milhares de mulheres a ingressarem na vida pública.”
Segundo o pré-candidato, o momento atual exige união, por isso, "renova o pedido" para que ele e Michelle voltem a caminhar juntos em prol da "liderança do Brasil' e da "honra de Jair Messias Bolsonaro".
Flávio conclui reforçando a necessidade de “consideração” à figura de Michelle: “Todo mundo sabe que hoje, até nós, os filhos estão proibidos de ver o próprio pai, o que aumenta ainda a importância dela. E ela precisa ser reconhecida e respeitada por isso”.
Sem mais respostas diretas até o momento, Michelle Bolsonaro apenas curtiu o vídeo nas redes sociais. Confira abaixo:
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo) negou nesta terça-feira (21) que tenha convidado a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) para ocupar a vice em sua chapa à Presidência neste ano. A negativa veio depois de Michelle também descartar publicamente a possibilidade de uma composição com o mineiro.
"Não mencionei o nome dela, não. Eu fui questionado sobre quem seria a vice, o jornalista citou o nome dela e eu falei que era uma possibilidade. Então, não houve nenhum convite em nenhum momento, mas, diante da pergunta, eu mencionei que sim", disse Zema em conversa com jornalistas durante agenda no Rio de Janeiro.
Zema fez referência a uma declaração dada por ele no último fim de semana, durante um evento do Novo em São Paulo. Na ocasião, colocou Michelle como uma "possibilidade" para a vice de sua chapa e disse que seu critério é que a pessoa escolhida tenha "ficha limpa".
Horas depois, Michelle reagiu nas redes sociais e descartou qualquer possibilidade de composição. A ex-primeira-dama afirmou que sequer decidiu se vai disputar uma vaga ao Senado pelo Distrito Federal e lembrou que é filiada ao PL, partido que já lançou o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) como candidato à Presidência.
Segundo o jornal O Globo, a possibilidade de os dois caminharem juntos provocou irritação entre integrantes da cúpula do PL, abrindo uma nova frente de atrito entre bolsonaristas e o governador mineiro.
O ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) chamou de "imatura" a decisão da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro de divulgar um vídeo com críticas ao senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Em entrevista ao portal Metrópoles nesta terça-feira (21), Eduardo afirmou que a madrasta "jamais" deveria ter tornado público o conflito e defendeu que divergências familiares sejam resolvidas internamente.
“Essas disputas internas infelizmente vieram a público. Acho que demonstra até uma imaturidade. Foi uma imaturidade da Michelle. Ela jamais poderia ter feito aquele vídeo. Esses assuntos eu não vou mais comentar para não dar pano pra manga. É internamente que a gente resolve esse tipo de coisa.”, disse.
No vídeo publicado há cerca de um mês, Michelle disse ter sido maltratada pelo enteado mais velho. Ao expor publicamente uma disputa interna do bolsonarismo, provocou desgaste para a pré-campanha presidencial do senador.
A crise teve início durante as negociações em torno da candidatura do PL ao Senado no Ceará. Michelle defendia a vereadora Priscila Costa (PL-CE), uma de suas principais aliadas e vice-presidente nacional do PL Mulher, enquanto Flávio conduziu as articulações que resultaram no apoio do partido à candidatura de Alcides Fernandes (PL-CE), pai do deputado federal André Fernandes (PL-CE).
Inconformada com o desfecho das negociações, Michelle publicou um vídeo acusando aliados de Flávio de trabalharem para retirar Priscila da disputa e questionou diretamente a condução política do enteado.
Dias depois, a ex-primeira-dama anunciou sua saída da presidência do PL Mulher. Embora justificando a decisão pela necessidade de dedicar mais tempo ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que cumpre prisão domiciliar, e à filha Laura, aliados dos dois lados reconhecem que a crise acelerou seu afastamento do comando do segmento feminino do partido e aprofundou o racha dentro do bolsonarismo.
Na entrevista, Eduardo também buscou minimizar os impactos políticos do episódio sobre a candidatura presidencial de Flávio. Segundo ele, a principal oscilação enfrentada pelo senador ocorreu em razão do caso envolvendo o filme Dark Horse e o banqueiro Daniel Vorcaro, e não por causa do embate com Michelle.
“O Flávio já se recupera daquela oscilação que ele teve para baixo com relação ao Dark Horse, não com relação à Michelle. E eu acho que vamos chegar com cada vez mais gente apoiando o Flávio.”, afirmou.
O deputado também declarou que a candidatura do irmão vem atraindo legendas de centro e disse acreditar que o campo da direita chegará mais unido à disputa eleitoral, embora tanto a federação União-PP e o Republicanos, principais legendas do centro, não tenham embarcado na candidatura: “Acho que todo mundo tem esperança que essa eleição seja mais à direita. Inclusive os partidos de centro têm se aproximado de Flávio Bolsonaro”.
As declarações de Eduardo ocorrem em meio aos esforços do PL para reduzir a temperatura da crise. Depois da crise, o presidente nacional do partido, Valdemar Costa Neto, fez um apelo público por unidade ao afirmar que a direita precisa "se entender melhor" para vencer as eleições e pediu "paciência" aos aliados diante das divergências internas.
Também nos últimos dias, a campanha de Flávio passou a orientar o senador a evitar referências públicas ao conflito. Em agenda realizada no Ceará, estado onde teve início o racha, aliados recomendaram que o presidenciável concentrasse seus discursos em temas como segurança pública, economia e propostas voltadas ao eleitorado feminino, deixando a disputa com Michelle fora dos holofotes.
A atual governadora do Distrito Federal, Celina Leão (PP) venceria a eleição para o governo do Distrito Federal no 1º turno em um cenário sem a candidatura do ex-governador José Roberto Arruda (PSD). Isso é o que apontam os dados do levantamento da Paraná Pesquisas, divulgado nesta segunda-feira (20).
Em um cenário estimulado sem a candidatura do ex-governador, Celina Leão aparece com 45,9% das intenções de voto. O ex-deputado Leandro Grass (PT) aparece em 2º lugar, com 16,3%, seguido por Paula Belmonte (PSDB), com 7,2%, Ricardo Cappelli (PSB), com 5,7%, e Kiko Caputo (Novo), com 2,6%. Brancos e nulos somam 13,7%, enquanto 8,6% disseram não saber ou preferiram não responder.
A pesquisa foi realizada entre os dias 17 e 19 de julho, entrevistando 1,5 mil eleitores e com margem de erro de 2,6 pontos percentuais para mais ou para menos. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código DF-01326/2026. O intervalo de confiança é de 95%.
Ainda na disputa pelo governo estadual, em um cenário com José Arruda, a atual governadora segue liderando, mas com menor margem, de 34,6%, frente aos 28,1% do ex-governador. Leandro Grass tem 11,9%, Ricardo Cappelli, 4,5%, Paula Belmonte, 3,6%, e Kiko Caputo, 1,3%. Brancos e nulos representam 9,1%, e 6,8% não souberam responder.
ELEIÇÃO AO SENADO
Já no âmbito do Legislativo, a senadora Leila do Vôlei (PDT) e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) lideram as intenções de voto para o Senado, no Distrito Federal. A atual senadora lidera em todos os cenários estimulados e em dois ela aparece empatada com Michelle Bolsonaro na margem de erro.
No primeiro, com Ibaneis fora da disputa, a senadora Leila do Vôlei aparece com 39,2% das intenções de voto do eleitorado. Na sequência, Michelle aparece como a preferida de 36% dos entrevistados. O terceiro lugar ficou com Erika Kokay, escolhida por 28,4%.
No segundo cenário, em que Bia Kicis e Ibaneis ficaram fora das opções, Leila seguiu numericamente à frente das intenções de voto, com 40,5%. Já a ex-primeira-dama foi escolhida por 37,7% dos entrevistados, empatada na margem de erro.
O último cenário da pesquisa estimulada, com Ibaneis e Michelle Bolsonaro fora da disputa, além da inclusão do senador Izalci Lucas (PL), também apontou Leila do Vôlei como a preferida, com 41,6% das intenções de voto. Erika Kokay aparece na segunda colocação, com 30,4%.
O pré-candidato à presidência, Romeu Zema (Novo), afirmou, neste sábado (18), que a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) está entre as opções cogitadas para ocupar a vaga de vice em sua chapa nas eleições deste ano. Pouco depois da declaração, no entanto, Michelle descartou categoricamente a aliança, afirmando que não existe "nenhuma possibilidade" de composição com o Novo.
"Primeiro, eu não defini se serei candidata nem ao Senado. Portanto, essa proposta não pode sequer ser cogitada", afirma Michelle em publicação em sua conta oficial no Instagram.
Na sequência de seu posicionamento, a ex-primeira-dama destacou que permanece filiada ao PL, partido que já apresenta o senador Flávio Bolsonaro (RJ) como pré-candidato à Presidência da República. "Um mesmo partido não pode ter duas cabeças de chapa concorrendo em coligações distintas para os mesmos cargos majoritários", explica Michelle.
Michelle Bolsonaro também ressaltou que, no momento atual, sua prioridade continua sendo os cuidados dedicados ao seu marido, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Em uma postagem nos stories do Instagram nesta quarta-feira (15), a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro lamentou a morte, em Fortaleza (CE), de um bebê de apenas dez meses, vítima de um estupro cometido por dois homens. Michelle compartilhou uma publicação sobre o caso e disse que “os dias são maus”.
“O coração se despedaça diante de tanta crueldade. Pequena, o Reino dos Céus é das crianças. A nossa esperança está na Justiça do Senhor”, escreveu a ex-primeira-dama.
A criança se chamava Helena e morreu após dar entrada em um hospital de Fortaleza. A unidade de saúde constatou sinais de violência sexual.
Dois homens, de 22 e 26 anos, foram presos em flagrante, na última segunda (13), em Fortaleza, suspeitos do crime. Segundo a polícia, um dos presos mantinha um relacionamento casual com a mãe da bebê, enquanto o outro é primo dele.
Quem também se manifestou sobre o crime foi o senador Cleitinho (Republicanos-MG), que em discurso no plenário do Senado, nesta quarta, defendeu a pena de morte para quem comete crimes como o estupro de um bebê. Cleitinho propôs que seja apresentada uma nova Constituição, considerando que a pena de morte não pode ser alterada no atual modelo, pois é uma cláusula pétrea.
“É isso que a gente deveria tratar aqui dentro do Senado, dentro do Congresso Nacional, a gente fazer uma nova Constituição. Por que não deixar para os estados poder fazer a lei penal? Porque se eu fosse governador de Minas Gerais, a primeira coisa que eu ia fazer era a pena de morte”, declarou o senador.
Cleitinho, que ainda não definiu se será candidato a governador de Minas Gerais, chamou os envolvidos no caso de escórias e marginais e defendeu que eles não devem retornar à sociedade.
“Qual que é a possibilidade de dois marginais, duas escórias que não são seres humanos, estuprar um bebê de 10 meses e matar esse bebê? Qual a possibilidade de estar na sociedade? (…) Isso não é ser humano isso! Isso são uma escória, isso é um verme que tem que estar debaixo da terra, tem que estar no colo do capeta!”, disparou o senador mineiro.
A mãe da bebê Helena, de dez meses, afirmou em depoimento à Polícia Civil que o homem preso e apontado inicialmente como padrasto da criança era, na verdade, apenas um "ficante". Segundo ela, os dois haviam se conhecido poucos dias antes da morte da menina.
De acordo com o relato prestado aos investigadores, a mulher foi até o apartamento do suspeito para participar de uma festa. Em determinado momento, percebeu que a filha apresentava sinais de mal-estar e acreditou que a bebê estivesse engasgada.
Helena foi socorrida e levada a uma unidade de saúde, mas não resistiu. Conforme informou a Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social do Ceará (SSPDS), médicos constataram indícios compatíveis com violência sexual. A hipótese de asfixia também está sendo investigada, e a causa da morte dependerá dos laudos periciais.
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou nesta quarta-feira (15) que o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes utilizou a divulgação de uma carta escrita por Jair Bolsonaro (PL) como justificativa para ampliar as restrições impostas ao ex-presidente. O parlamentar declarou que o magistrado "só estava querendo uma desculpa para acabar de enterrar meu pai vivo".
A declaração ocorre após Moraes determinar a suspensão, por 90 dias, das visitas de Flávio ao pai. A medida foi tomada depois que o senador leu publicamente uma carta de Bolsonaro e divulgou o conteúdo nas redes sociais, o que, segundo o ministro, contrariou as restrições judiciais impostas ao ex-presidente.
Durante a entrevista, Flávio afirmou que a punição não tem justificativa e alegou que a decisão busca manter Bolsonaro incomunicável. Segundo ele, a restrição prejudica a articulação política do grupo e impede o contato do ex-presidente com familiares e integrantes de sua defesa.
"Ele só estava querendo uma desculpa para acabar de enterrar meu pai vivo. Não tem nenhuma lógica querer me dar essa punição de 90 dias sem falar com ele, a não ser a vontade do Alexandre de Moraes de deixá-lo incomunicável", afirmou Flávio durante entrevista ao Flow News.
O senador também afirmou que Bolsonaro já enfrentava limitações para receber visitas e citou que até familiares precisavam de autorização judicial para encontrá-lo. Além disso, disse que o irmão do ex-presidente, Renato Bolsonaro (PL), aguarda uma decisão do STF sobre um pedido para visitá-lo, classificando a ação como "sem pé nem cabeça".
Mais cedo, a defesa de Jair informou ao STF que o ex-presidente não sabia que a carta seria divulgada por Flávio. O documento foi apresentado em resposta à determinação de Alexandre de Moraes para esclarecer a divulgação da carta.
ASSISTA:
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) escolheu o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) como seu porta-voz e seu pré-candidato à Presidência da República. A decisão foi anunciada neste sábado (11), por meio de uma carta escrita por Bolsonaro e lida pelo filho após um encontro entre os dois, em meio à crise interna enfrentada pelo partido.
No documento, Jair afirma que o primogênito é a "melhor opção para livrarmos o Brasil da corrupção, da violência e do empobrecimento" e diz confiar no senador para representá-lo politicamente. O texto também defende que apoiadores deixem de lado divergências e se unam em torno do projeto eleitoral para 2026.
Durante a leitura da carta, Flávio afirmou que a definição busca evitar "falas conflituosas ou direções diferentes" entre lideranças da direita. O senador ainda sugeriu que há grupos tentando enfraquecer sua pré-candidatura e convocou militantes a defenderem o projeto nas redes sociais e em outros canais de comunicação.
ASSISTA:
O anúncio acontece após o desgaste provocado por vídeos publicados pela ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro. Nas gravações, ela criticou a aliança do PL no Ceará com Ciro Gomes (PSDB) e fez reclamações sobre a condução política dos filhos de Jair Bolsonaro.
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro anunciou nesta quinta-feira (9) o lançamento do movimento "Imparáveis". A iniciativa ocorre logo após o encerramento de sua gestão na presidência do PL Mulher. Em publicação nas redes sociais, Michelle argumenta sobre o conceito do novo grupo.
"Milhares de Mulheres e Homens de Bem são agora, imparáveis! Michelle não vai parar. Vocês não vão parar. O Brasil não vai parar! Porque quando pessoas de bem se unem, elas se tornam imparáveis", escreve.
O perfil usa ideias de poder feminino, associando-as à imagem da heroína Mulher-Maravilha. Veja abaixo:
Por meio de nota publicada na conta oficial do PL Mulher, a legenda informou que o perfil passará por uma transição administrativa. "Em razão do encerramento dos trabalhos e consequente desestruturação do Gabinete da Presidência Nacional do PL Mulher, a partir da próxima semana, este perfil passará a ser administrado por outra equipe, com metodologia e agendas próprias", comunica a nota.
Confira o anúncio:
A saída da ex-primeira-dama do comando do segmento feminino do partido sucede um período de divergências públicas entre ela e o senador Flávio Bolsonaro (PL), que é pré-candidato à Presidência da República pela sigla.
Anteriormente, Michelle Bolsonaro utilizou as redes sociais para relatar episódios de atritos familiares, chegando a mencionar, em vídeo, ter sofrido uma "punhalada" no ano passado. Sobre o novo movimento, uma das publicações na página oficial no Instagram afirma: "Em meio às dificuldades, é preciso coragem para avançar. Mulheres e Homens de Bem jamais desistem de lutar por justiça e liberdade".
Uma declaração do deputado federal Sóstenes Cavalcante (PL-RJ) sobre a vida pessoal do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) chamou atenção após ser revelada em um podcast sobre a trajetória de Michelle Bolsonaro. Segundo o parlamentar, a ex-primeira-dama precisou ensinar o marido a beijar quando os dois iniciaram o relacionamento.
De acordo com a jornalista Adriana Negreiros, responsável pelo podcast lançado pelo UOL, Sóstenes afirmou que Bolsonaro "não sabia beijar" e que Michelle foi responsável por ajudá-lo. "Ela ficou dando deu aula para ele aprender a beijar na boca, porque ele não sabia. Ela foi perseverante", relatou o deputado.
Durante a entrevista, Adriana também contou detalhes sobre a vida de Michelle antes de conhecer o ex-presidente. Segundo ela, a ex-primeira-dama trabalhava na vinícola Aurora, em Brasília, onde fazia demonstrações de vinhos e conheceu o brigadeiro da Aeronáutica Átila Maia, com quem manteve um relacionamento por cerca de um ano.
Ainda conforme a jornalista, foi o próprio militar quem incentivou Michelle a buscar uma oportunidade de trabalho na Câmara dos Deputados, apresentando-a a um parlamentar. Nesse período, ela conheceu Jair Bolsonaro.
OUÇA A FALA DE SÓSTENES:
Bem aqui está o tal furo de reportagem que os deputados Sostenes Cavalcante nós proporcionou, " ele não sabia beijar". pic.twitter.com/NAYp2bpjHd
— Adnan Peixoto (@AdnanvpPeixoto) July 9, 2026
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro é a mulher que tem mais poder atualmente no Brasil, mais até do que a atual primeira-dama, Janja. Foi o que revelou a pesquisa Meio/Ideia divulgada nesta quarta-feira (8).
Para chegar a essa conclusão, o Instituto Meio/ideia perguntou aos seus entrevistados em todo o país quem seria a mulher mais poderosa do Brasil. As respostas foram dadas de forma espontânea pelos brasileiros, sem a apresentação de qualquer lista com nomes de mulheres influentes e/ou poderosas.
O resultado do questionamento mostrou que Michelle Bolsonaro foi apontada como a mais poderosa por 15,4% dos entrevistados. Já a primeira-dama Janja, esposa do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, recebeu 9% das menções.
Na terceira posição aparece a ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal (STF), com 4,5% de indicações. Cármen é, no momento, a única mulher a compor o quadro de ministros do STF.
Confira abaixo a lista das mulheres indicadas pelos brasileiros como as mais poderosas do país:
Michelle Bolsonaro - 15,4%
Janja - 9%
Cármen Lúcia - 4,5%
Dilma Rousseff - 2,5%
Simone Tebet - 2%
Erika Hilton - 1,7%
Anitta - 1,5%
Marina Silva - 1,5%
Virginia Fonseca - 1,5%
Tarciana Medeiros - 1,2%
Outras - 10,4%
Nenhuma - 5,5%
Não sabe - 43,5%
Foram ouvidas 1.500 pessoas em todo o país entre os dias 3 a 6 de julho. A margem de erro é de 2,5 pontos porcentuais, para mais ou para menos. O índice de confiança é de 95%. A pesquisa foi realizada com recursos próprios do instituto e está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-05628/2026.
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) divulgou uma nova mensagem em suas redes sociais neste sábado (4) com o objetivo de conter a repercussão negativa entre seus apoiadores. O desgaste na base aliada teve início após Michelle elogiar publicamente a Política Nacional de Educação Bilíngue de Surdos, lançada na última sexta-feira (3) pelo Ministério da Educação do governo de Lula (PT)
De acordo com informações publicadas pelo jornal Estadão, a ex-primeira-dama justificou que a defesa dos direitos das pessoas com deficiência é um tema que deve ser tratado "acima de qualquer ideologia ou partido". Para ilustrar seu argumento, ela citou a sanção da Lei Amália Barros durante o mandato de Jair Bolsonaro.
O projeto, que reconheceu a visão monocular como deficiência sensorial, era de autoria de um parlamentar do Partido dos Trabalhadores (PT) e, segundo Michelle, foi avaliado pelo ex-presidente estritamente pelo seu mérito social.
O esclarecimento público foi motivado pela forte reação de lideranças e parlamentares da ala bolsonarista nas redes sociais. A classificação do programa do governo federal como um "sonho realizado" por parte de Michelle levou opositores a compartilharem críticas e montagens que a associavam ao PT, gerando acusações internas de deslealdade política.
Este episódio também relembra a outro momento de instabilidade recente no Partido Liberal (PL). Na semana anterior, Michelle havia compartilhado um vídeo relatando divergências com o senador Flávio Bolsonaro (PL), a quem acusou de desrespeito em um telefonema.
Embora o parlamentar tenha se desculpado publicamente, as tensões internas resultaram em divisões na legenda e culminaram na saída de Michelle do cargo de comando do PL Mulher.
Os recentes desdobramentos políticos envolvendo a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro fizeram dela o alvo de memes compartilhados, por razões divergentes, tanto por integrantes do Partido dos Trabalhadores (PT) quanto por aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro em mensagens entre nomes de cada lado em Brasília.
As publicações que associam a ex-presidente do PL Mulher à sigla petista ganharam força após episódios de desistência da liderança da ala feminina do partido e ruptura do apoio de Flávio Bolsonaro pelas eleições presidenciais. Na última quarta-feira (1°), o enteado criticou os ataques e pediu o apoio para união com Michelle.
Após isso, Michelle elogiou um programa do governo Lula, na oposição, e manifestações públicas de apoio a medidas do governo federal. Segundo informações dos bastidores do portal Metrópoles, entre parlamentares e militantes petistas, o episódio foi recebido com ironia, resultando na criação de montagens que retratam a ex-primeira-dama como a "funcionária do mês" do PT.
Mensagem com imagem de Michelle | Foto ilustrativa: Reprodução / Metrópoles
Paralelamente, o descontentamento na ala bolsonarista ficou ainda mais voraz após uma declaração de Michelle sobre o lançamento da Política Nacional de Educação Bilíngue de Surdos, ação formulada pelo Ministério da Educação (MEC) sob a gestão de Luiz Inácio Lula da Silva.
A ex-primeira-dama classificou a iniciativa do atual governo como um "sonho realizado". Em reação ao aceno institucional, o presidente do PL, Waldemar Costa Neto, alega que a ex-primeira-dama não tem pretensões de concorrer ao Senado Federal, mesmo já havendo pesquisas pelas cadeiras na casa.
Parlamentares alinhados a Jair Bolsonaro passaram a compartilhar, em grupos restritos de mensagens como o WhatsApp, montagens de Michelle vestida com trajes de militante petista. O movimento de opositores que buscam associá-la à esquerda ocorre de forma simultânea às publicações satíricas.
Pivô de uma crise na campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) desde que, na semana passada, expôs nas redes sociais ter sido “maltratada e humilhada” pelo enteado, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, em conversa com o presidente do PL, chegou perto de pedir a desfiliação do partido e desistir de se candidatar ao cargo de senadora pelo Distrito Federal.
Uma pesquisa divulgada nesta quarta-feira (1º) pelo Instituto França sobre a disputa para o Senado no Distrito Federal mostrou que Michelle Bolsonaro quase abriu mão de uma eleição que, até o momento, tem nela a maior favorita para ser a mais votada.
O instituto questionou os seus entrevistados sobre quais seriam suas escolhas para o primeiro e para o segundo voto ao Senado. Nesta eleição de 2026, os eleitores vão votar duas vezes para o Senado Federal.
Na simulação do primeiro voto, Michelle Bolsonaro ganha com folga da segunda colocada, a deputada federal Erika Kokay (PT). Na terceira posição surge a atual senadora Leila do Vôlei (PDT), que busca a reeleição, e logo depois aparece o ex-governador Ibaneis Rocha (MDB), que desde a revelação do escândalo do Banco Master vem perdendo apoio dos eleitores do DF.
Veja abaixo como ficou o cenário de escolha dos eleitores de Brasília pelo primeiro voto:
Michelle Bolsonaro (PL) - 30%
Erika Kokay (PT) - 16,72%
Leila do Vôlei (PDT) - 11,19%
Ibaneis Rocha (MDB) - 7,46%
Bia Kicis (PL) - 4,48%
José Reguffe (Solidariedade) - 2,69%
Sebastião Coelho (Novo) - 1,94%
Branco/nulo - 8,51%
Não sabe/não respondeu - 17,01%
Já nas respostas dos entrevistados sobre quem escolheriam como sua segunda opção ao Senado, a atual senadora Leila do Vôlei saiu na frente dos outros candidatos. Na segunda posição aparece a deputada federal Bia Kicis (PL), que vem tendo o seu nome cotado para ser candidata a vice-presidente na chapa do senador Flávio Bolsonaro.
Confira como ficaram os nomes ao Senado na segunda opção dos eleitores:
Leila do Vôlei - 14,78%
Bia Kicis - 9,25%
Michelle Bolsonaro - 7,91%
Erika Kokay - 6,12%
Ibaneis Rocha - 4,18%
José Reguffe - 4,18%
Sebastião Coelho - 1,34%
Branco/nulo - 17,91%
Não sabe/não respondeu - 34,33%
Foram entrevistados 1.607 eleitores brasilienses de 18 a 23 de junho. A pesquisa tem nível de confiança de 95% e margem de erro de 3 pontos percentuais. Foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-06776/2026 e DF-04765/2026. O levantamento custou R$ 15.790,00 e foi financiado com recursos próprios.
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro teve uma longa conversa nesta terça-feira com o presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto. Do encontro saiu a possibilidade de ela concorrer ao Senado pelo Distrito Federal, mas também a negativa definitiva de apoiar o senador Flávio Bolsonaro (PL) na corrida ao Palácio do Planalto.
Segundo apuração de Lauro Jardim, a crise entre madrasta e enteado, que explodiu há exatamente uma semana, tornou-se um peso que Flávio terá de carregar até o dia da eleição, em um momento em que ele precisa melhorar seu desempenho nas pesquisas justamente entre as mulheres e, especialmente, entre as evangélicas.
A chance de reconciliação entre os dois é zero, de acordo com interlocutores de Michelle. Nos últimos dias, além de garantir que não estará ao lado de Flávio nesta campanha, ela tem afirmado que a candidatura do senador será abalada em breve por novos escândalos, que, segundo ela, nocautearão sua candidatura.
Sem citar nomes, a primeira-dama Janja rebateu, nesta terça-feira (30), declaração dada pelo influenciador bolsonarista Paulo Figueiredo de que as mulheres “estatisticamente votam mal”.
Janja repudiou a fala de Figueiredo durante discurso que fez na 1ª Conferência Nacional dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, que reúne em Brasília representantes do poder público e da sociedade civil para debater diretrizes da Agenda 2030.
“E aqui eu faço uma pausa para lamentar que alguém vá à imprensa dizer que nós, mulheres, não sabemos votar. Aqui eu deixo meu repúdio a essa pessoa porque nós, sim, nós somos maioria da população e sabemos muito bem conduzir uma nação ao seu pleno desenvolvimento, andando lado a lado com os companheiros homens para que esse Brasil finalmente chegue ao seu lugar”, declarou a primeira-dama.
A declaração repudiada por Janja foi feita por Paulo Figueiredo em um vídeo divulgado na última segunda (29), em que o influenciador fez diversas críticas à ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro. Figueiredo, que é investigado por coação pelo Supremo Tribunal Federal (STF), não apresentou dados, pesquisas ou estudos que pudessem embasar sua afirmação sobre o comportamento eleitoral das mulheres.
“Mulher vota estatisticamente muito mal, principalmente mulheres solteiras. Mulheres casadas em geral tendem a acompanhar o voto do marido. Mulheres solteiras não, isso que eu tô dizendo, pode arrancar os pentelhos das calcinhas, pode fazer o que você quiser”, disse Figueiredo.
O influenciador, que mora nos Estados Unidos e atua em conjunto com o ex-deputado Eduardo Bolsonaro, também foi rebatido pela senadora Soraya Thronicke (PSB-MS), que disse que ele “defeca pela boca”. A senadora também pediu que Figueiredo seja proibido de se comunicar publicamente por meio das redes sociais e de outros canais de comunicação.
“Esse traidor da pátria, foragido da justiça brasileira, covarde, parvo, néscio, limítrofe, lerdo, acéfalo, não amado, medroso, inseguro, complexado por não conseguir ser ninguém além de um neto de ditador, resolve, lá dos EUA, defecar pela boca. Independente de quem seja a mulher atacada, se mexeu com uma, mexeu com TODAS”, afirmou Soraya.
Em resposta a Soraya e outras críticas que recebeu, Paulo Figueiredo disse na rede X que reiterava suas afirmações e completou: “mulher não apenas vota mal, mulher vota mal pra caralho!”.
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro anunciou oficialmente, na noite desta terça-feira (30), que deixará a presidência nacional do PL Mulher, a ala feminina do Partido Liberal (PL). Segundo o comunicado, a decisão foi motivada pelo desejo de se dedicar de forma integral aos cuidados de sua família, especificamente do marido, o ex-presidente Jair Bolsonaro, e de sua filha.
Michelle comunicou que a decisão foi o resultado de uma reflexão em família. Ela anunciou sua decisão diretamente ao presidente do PL, Valdemar Costa Neto, em uma reunião que aconteceu na tarde de hoje. A decisão ocorre após uma tentativa de estabelecer uma melhor relação com o partido, na sequência do rompimento com Flávio Bolsonaro e da disputa com seus enteados.
Na nota de esclarecimento divulgada, Michelle Bolsonaro fez um balanço de sua trajetória no comando do órgão partidário, destacando a consolidação de lideranças femininas pelo país. "Construímos — juntamente com as nossas presidentes — um grande exército de mulheres de bem que já começaram a transformar o Brasil", diz.
A ex-primeira-dama expressou gratidão especial à vice-presidente do PL Mulher, Priscila Costa, estendendo os agradecimentos a todas as presidentes estaduais e municipais que atuaram na expansão do movimento. Ela também agradeceu a Valdemar Costa Neto pela confiança e pela autonomia concedida durante o período,
Não é a primeira vez que Michelle desiste de um cargo, todavia a decisão caiu na imprensa após longos atritos públicos com seus enteados. Flávio Bolsonaro (PL) confessou e se desculpou com a ex-primeira-dama por meio de suas redes sociais. A imprensa revelou informações de bastidores na capital federal que indicaram que ela seria vaiada em futuras ocasiões por segmentos do PL.
Confira o texto na íntegra:
"Na condição de Presidente do Partido Liberal Mulher, venho por meio desta informar que, após muito refletir com o meu marido sobre o momento em que estamos vivendo em nossa família, reuni-me com o Presidente do Partido Liberal na tarde de hoje e lhe comuniquei a minha decisão de deixar a Presidência do PL Mulher para me dedicar - integralmente - aos cuidados para com o meu marido e minha filha.
Durante o período em que estive à frente do PL Mulher, construímos - juntamente com as nossas presidentes - um grande exército de mulheres de bem que já começaram a transformar o Brasil e a corrigir os rumos da nossa Nação. Conhecendo a força e a capacidade das mulheres brasileiras, tenho certeza de que o nosso movimento crescerá ainda mais e teremos um futuro próspero para os nossos filhos e netos.
Quero agradecer, na pessoa da minha vice-presidente, Priscila Costa - a todas as minhas presidentes estaduais e municipais que, com tanto carinho, empenho e dedicação tornaram possível a expansão de nosso movimento que está edificando o nosso país. Sem vocês, nada disso seria possível.
As sementes foram lançadas e, em breve, vocês colherão os frutos desse trabalho tão lindo que vocês realizaram em favor das famílias de nossa grande Nação.
Peço a Deus que esteja sempre com vocês, inspirando e conduzindo esse trabalho e que as mulheres ocupem, cada vez mais, os lugares que lhes pertencem nas esferas de decisão e de poder. Vocês estarão sempre nas minhas orações como forma de gratidão e de amor por cada uma de vocês.
Agradeço também o Presidente Valdemar pela autonomia que me concedeu e por ter confiado a mim tão nobre desafio.
À minha amada equipe da Nacional, mulheres e homens giants que comigo enfrentaram todos os desafios que surgiram à nossa frente, agradeço do fundo do meu coração. Somente Deus pode recompensá-los por todo bem que fizeram a mim e ao nosso Brasil. Eu amo a vida de cada um de vocês.
Que Deus os abençoe. Que Ele abençoe as nossas famílias. Que Deus abençoe o nosso amado Brasil", termina a nota.
A arma registrada em nome do ex-presidente Jair Bolsonaro e apreendida durante uma abordagem da Polícia Civil do Distrito Federal havia sido inutilizada temporariamente pela própria equipe de segurança, com o aval de Michelle Bolsonaro.
A medida foi tomada em razão da grande quantidade de medicamentos utilizados pelo ex-presidente. As informações são baseadas em relatos de pessoas com acesso à investigação e ao depoimento prestado pelo militar responsável pelo armamento.
O carro abordado era dirigido pelo militar Estácio Leite da Silva Filho, vinculado ao Gabinete de Segurança Institucional e cedido à Casa Civil para atuar na segurança de Bolsonaro. Segundo pessoas próximas à investigação, ele afirmou em depoimento que transportava a arma a pedido do ex-presidente para que fosse consertada. O armamento estava sem o percussor, peça responsável pelo disparo, retirado pela equipe de segurança em decisão tomada em conjunto com familiares e com o conhecimento de Michelle.
Ainda segundo o depoimento, o militar afirmou que recolocou o percussor após realizar o conserto, mas que só devolveria a arma mediante autorização de Michelle Bolsonaro. Como ela não estava presente no momento, ele decidiu levar o armamento para casa para fazer a manutenção antes de entregá-lo ao ex-presidente. Após prestar depoimento, o militar foi liberado.
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro disse a aliados que desistiu de concorrer ao Senado. Segundo relatos de pessoas que estiveram com ela nos últimos dias, a decisão foi tomada porque ela se sente "esgotada" e teme que a briga pública com o enteado e pré-candidato à presidência Flávio Bolsonaro (PL) continue repercutindo negativamente.
O entorno de Michelle afirma que tentará articular para que ela reveja a posição. O conflito entre os dois veio à tona na quarta-feira da semana passada, quando Michelle publicou dois vídeos nas redes sociais criticando Flávio.
Ela disse ter sido "maltratada e desrespeitada" pelo senador e o acusou de ter sido ríspido com ela. A desavença tem origem na disputa pelo posicionamento do PL no Ceará: Flávio e a maior parte da cúpula do partido querem apoiar Ciro Gomes (PSDB) para governador, enquanto Michelle é contra.
O conflito interno na família do ex-presidente Jair Bolsonaro continua a movimentar as redes sociais. A persistência do desgaste ocorre mesmo após o pedido público de desculpas feito pelo senador Flávio Bolsonaro (PL) à sua madrasta, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, e dos esforços de Valdemar Costa Neto, presidente do Partido Liberal (PL), para conter a crise gerada pela divulgação de um vídeo de Michelle.
Michelle deixou de seguir os enteados Eduardo Bolsonaro (PL) e Carlos Bolsonaro (PL) no Instagram. Embora ex-deputado cassado Eduardo ainda siga a madrasta na plataforma, ele passou a utilizar seu perfil na rede social X para compartilhar publicações com críticas a ela.
Entre os conteúdos compartilhados por Eduardo, está a defesa feita por sua esposa, Fernanda Bolsonaro, que descreveu o marido, Flávio, como um homem "leve, respeitoso e carinhoso". Eduardo também compartilhou um vídeo gravado pelo ex-deputado Alexandre Ramagem, no qual este acusa Michelle de fazer "birra" por não ter sido indicada como a sucessora de Jair Bolsonaro na disputa pela Presidência da República.
A atual situação marca um distanciamento entre Eduardo e a madrasta, que anteriormente mantinham uma relação próxima. Em janeiro de 2025, ambos viajaram juntos aos Estados Unidos para acompanhar a cerimônia de posse do presidente norte-americano Donald Trump.
Fotos: Reprodução / Redes Sociais
Contudo, em vídeo publicado na última quarta-feira, Michelle mencionou pessoas que estariam agindo contra ela a partir do exterior, declaração interpretada como uma referência direta a Eduardo Bolsonaro. A ex-primeira-dama também atribuiu a esse grupo a responsabilidade por publicações na internet que se referem a ela utilizando seu nome de solteira, Michelle Firmo, omitindo o sobrenome Bolsonaro.
Fotos: Reprodução / Redes Sociais
Com Carlos Bolsonaro, o desentendimento é mais antigo. Em entrevista concedida em março deste ano, Michelle afirmou ter perdoado o vereador pelas divergências passadas, mas descartou a possibilidade de reconciliação, declarando: "Já perdoei, mas não quero conviver".
Em meio ao cenário de tensões, Rogéria Bolsonaro, mãe dos três irmãos, publicou uma mensagem de apoio aos filhos, que foi posteriormente compartilhada por Eduardo, Carlos e Flávio. Vale destacar que Flávio, pivô inicial do desgaste, continua sendo seguido por Michelle nas redes sociais. Na publicação, Rogéria declarou: "Eu sei os homens que criei, dignos e honrados. Venceremos!".
O embate familiar também se refletiu em publicações de cunho religioso nas redes sociais. No fim do dia da última quinta-feira (25), Michelle Bolsonaro compartilhou um trecho da Bíblia que aborda a punição para o "falso testemunho". No dia seguinte, sexta-feira (26), Fernanda Bolsonaro respondeu indiretamente ao publicar um versículo do livro de Provérbios que trata sobre mentiras e discórdia familiar:
"Há seis coisas que o Senhor odeia, e a sétima a sua alma abomina: olhos altivos, língua mentirosa, mãos que derramam sangue inocente, coração que trama projetos perversos, pés que se apressam a correr para o mal, a testemunha falsa que profere mentiras e o que semeia contendas entre irmãos." (Provérbios 6:16–19)
Até o momento, o episódio do vídeo gravado pela ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro com fortes críticas ao seu enteado, o senador e pré-candidato Flávio Bolsonaro (PL-RJ), não causou mudanças significativas no quadro da intenção de votos dos brasileiros. Foi o que mostrou pesquisa BTG/Nexus divulgada nesta segunda-feira (29).
O novo levantamento do instituto, o quinto apresentado neste ano, revela um cenário de pouca mudança tanto nas simulações de primeiro turno quanto nas disputas de segundo turno. As entrevistas feitas pela pesquisa BTG/Nexus foram iniciadas na última sexta (26), depois, portanto, da repercussão criada pelo vídeo divulgado por Michelle Bolsonaro e das desculpas públicas apresentadas por Flávio Bolsonaro.
No cenário de primeiro turno, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva mantém a liderança da corrida presidencial, embora o candidato Flávio Bolsonaro tenha reduzido ligeiramente a distância entre os dois em relação ao último levantamento da BTG/Nexus. Confira abaixo o resultado da simulação de primeiro turno:
Lula (PT) - 42%
Flávio Bolsonaro (PL) - 34%
Ronaldo Caiado (PSD) - 5%
Renan Santos (Missão) - 4%
Romeu Zema (Novo) - 3%
Joaquim Barbosa (DC) - 1%
Augusto Cury (Avante) - 1%
Aécio Neves (PSDB) - 1%
Cabo Daciolo (Mobiliza) - 1%
Brancos/nulos - 5%
Não sabe/não respondeu - 3%
No voto espontâneo, Lula amplia a vantagem sobre Flávio Bolsonaro e reforça posição de favorito. O presidente é citado por 33% dos entrevistados, ante 26% registrados na rodada anterior, enquanto o senador Flávio Bolsonaro oscilou de 19% para 20%, com a diferença entre os dois passando de sete para 13 pontos percentuais.
Nas simulações de segundo turno, o presidente Lula continua à frente de todos os adversários testados, embora com uma margem menor diante de Flávio Bolsonaro. No principal confronto, Lula aparece com 47% das intenções de voto, contra 44% de Flávio Bolsonaro.
Em relação à rodada anterior, o presidente recuou dois pontos (de 49% para 47%), enquanto o senador avançou um ponto (de 43% para 44%), reduzindo a diferença de seis para três pontos percentuais.
Confira abaixo as disputas de segundo turno, de acordo com o resultado da pesquisa BTG/Nexus:
Lula 47% x 44% Flávio Bolsonaro
Lula 48% x 38% Romeu Zema
Lula 47% x 39% Ronaldo Caiado
Lula 48% x 36% Renan Santos
Os indicadores de rejeição seguem desfavoráveis ao senador Flávio Bolsonaro. O pré-candidato do PL registra 51% de rejeição, dois pontos acima dos 49% de Lula.
Embora a diferença permaneça favorável ao presidente, a trajetória dos dois candidatos mudou nesta rodada: Flávio reduziu sua rejeição em um ponto percentual em relação ao levantamento anterior, enquanto a de Lula subiu dois pontos.
A pesquisa BTG/Nexus ouviu 2.009 pessoas entre os dias 26 e 28 de junho em todo o país. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, com intervalo de confiança de 95%. O levantamento está registrado no TSE sob o número BR-08521/2026.
Michelle Bolsonaro avisou ao marido, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que gravaria um vídeo público contra o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) antes de divulgá-lo nas redes sociais, na noite desta quinta-feira (24).
Segundo aliados que acompanharam o episódio, a ex-primeira-dama disse ter chegado "ao limite" com as acusações feitas por apoiadores dos filhos do ex-presidente.
Segundo apuração da jornalista Malu Gaspar indica que Bolsonaro não autorizou a iniciativa, mas compreendeu o que levou a mulher à decisão. "Ele está na Faixa de Gaza. Deixou ela desabafar", disse um interlocutor próximo. "Ela estava engasgada com o que sofreu e ele não conseguiria impedir que ela falasse."
A divulgação do vídeo pegou todos de surpresa dentro do PL e acendeu um alerta entre políticos do partido. O temor, expresso reservadamente por alguns deles, é que a situação transmita a imagem de uma família que não consegue se entender durante a campanha, o que tornaria ainda mais difícil a convivência em um eventual governo.
Para outra ala do partido, Flávio Bolsonaro e seu entorno teriam subestimado o impacto do desentendimento com a madrasta, que se arrastou por meses até chegar ao rompimento público.
Aliados dos dois vêm tentando aparar as arestas há algum tempo, mas sempre encontraram resistência: ela se recusava a fazer um gesto público de apoio ao enteado, e ele se negava a pedir desculpas pelas declarações que fez sobre Michelle após o discurso dela no Ceará, quando ela foi contra a aliança local do bolsonarismo com Ciro Gomes.
O senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), voltou a pedir desculpas publicamente à ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro nesta quinta-feira (25). Após uma primeira manifestação nas redes sociais durante a madrugada, o parlamentar divulgou um vídeo reafirmando que não teve a intenção de desrespeitá-la.
Na gravação, Flávio negou ter humilhado ou maltratado Michelle e afirmou que jamais faria isso com a esposa do próprio pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro. O senador também declarou que, caso tenha a ofendido em algum momento, pede desculpas.
"Nunca desrespeitei, maltratei, humilhei uma mulher na minha vida. Eu jamais faria isso com a esposa do meu próprio pai. [...] Em nenhum momento ofendi ou tive intenção de ofender a Michelle. Se eu o fiz em algum momento, peço desculpas", disse.
ASSISTA:
A nova manifestação ocorre um dia após Michelle revelar um desentendimento entre os dois envolvendo articulações políticas no Ceará. Segundo ela, durante uma conversa telefônica, Flávio teria afirmado de forma ríspida que ela não entendia de política e deveria permanecer fora das decisões partidárias.
Valdemar Costa Neto busca ser mediador em crise entre Michelle e Flávio Bolsonaro no Partido Liberal
O presidente nacional do Partido Liberal (PL), Valdemar Costa Neto, afirmou nesta quinta-feira (25) que atuará para tentar superar a crise entre a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e o senador Flávio Bolsonaro, pré-candidato do partido à Presidência. Por meio de nota oficial, a liderança partidária diz que pretende procurar ambos para uma conversa pessoal.
Essa desavença interna foi motivada por uma disputa acerca do posicionamento do PL no Ceará. O senador Flávio Bolsonaro (PL) e a maior parte da cúpula da legenda defendem o apoio a Ciro Gomes (PSDB) para o governo do estado, enquanto Michelle Bolsonaro ficou contra a aliança com o ex-ministro do governo Lula.
O conflito ficou público após Michelle publicar dois vídeos em suas redes sociais com críticas a Flávio, relatando ter sido "maltratada e desrespeitada" e classificando a postura do senador como ríspida. Em resposta, Flávio Bolsonaro utilizou suas redes sociais para declarar que não teve a intenção de ofender a ex-primeira-dama, mas pontuou que tentou entrar em contato com ela e foi ignorado.
Posteriormente, em tentativa de moderar o tom das declarações, Michelle afirmou que não tem "raiva de ninguém" e que "não há briga, nem competição". Em seu posicionamento, Valdemar Costa Neto minimizou o impacto do desentendimento no planejamento do partido, elogiando o que chamou de autenticidade e coragem de ambos.
Veja a nota publicada pelo próprio líder abaixo:
Leia a nota do presidente do PL na íntegra:
“Michelle e Flávio conhecem muito bem nosso presidente Bolsonaro e sabem do grande respeito que ele tem às convicções e aos pensamentos individuais, e isso se tornou um dos princípios mais valiosos do nosso partido. E essa autenticidade que nos conecta com o povo brasileiro e fortalece nossa atuação política
A liberdade para expressar o que se pensa, o que se sente e no que se acredita é a verdadeira essência da democracia. Divergências fazem parte de qualquer ambiente vivo, plural e comprometido com ideias. Elas não nos enfraquecem; au contrário, nos tornam mais maduros e mais preparados para os desafios que enfrentamos
O mais importante é que, ao final de qualquer debate, permanecem intactos os valores e princípios que nos unem: a defesa da liberdade, o respeito às diferenças e a convicção de que cada pessoa deve ter o direito de ser exatamente quem é.
Assim que falar pessoalmente com os dois irei me manifestar publicamente, mas já adianto que admiro a coragem dos que defendem aquilo que acreditam. O PL segue focado em retirar esse governo que está aí e devolver o Brasil aos brasileiros, e nada será capaz de nos tirar desse foco”, confirma o presidente da legenda.
A declaração ocorre em meio à pré-campanha do senador à Presidência da República e ao mesmo tempo em que o PL oficializou apoio à candidatura de Ciro Gomes (PDT) ao governo do Ceará. Na gravação, Michelle afirmou ter se sentido desrespeitada após uma conversa telefônica com o enteado, na qual ele teria questionado sua participação em decisões partidárias. "Recebi uma punhalada", disse ela.
De acordo com o O Globo, a campanha de Flávio Bolsonaro, por sua vez, nega a versão apresentada pela madrasta. Um alto integrante da equipe do senador, sob condição de anonimato, afirmou que Flávio nega ter dito à madrasta o que ela expôs no vídeo.
ENTENDA
De acordo com o relato de Michelle, a ligação aconteceu depois que ela manifestou posição contrária ao apoio do PL a Ciro Gomes no Ceará. Ela descreveu o tom da conversa como ríspido e afirmou que Flávio teria dito que ela "não entendia nada de política" e que deveria se abster das definições do partido. "Ele foi muito ríspido, me desrespeitou e me maltratou ao telefone e eu não tinha feito nada contra ele. Ele disse que seria melhor eu ficar fora das decisões do partido. Disse que eu havia chegado ontem e não entendia nada de política. Diante dessa humilhação, eu disse a ele que estava tudo bem", relatou Michelle no vídeo.
A ex-primeira-dama também afirmou ter compreendido, a partir daquele episódio, que seu apoio à eventual candidatura presidencial de Flávio não era desejado ou era considerado irrelevante. "Entendi que ele não queria o meu apoio ou que este era insignificante e então eu me recolhi. Fiquei na minha e assim permaneço", declarou. Ela classificou a situação como uma "punhalada" e disse que, diante do ocorrido, optou por se afastar das articulações políticas internas da família.
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) gravou um vídeo para redes sociais, na noite desta terça-feira (24), no qual afirma que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), enteado dela, a maltratou e humilhou durante uma conversa telefônica. O relato da esposa do ex-presidente Jair Bolsonaro ocorre em meio a divergências internas no PL sobre alianças eleitorais no Ceará e uma suposta disputa entre a ex-primeira-dama e os filhos do ex-presidente.
Veja vídeo:
No vídeo, que foi publicado em duas partes, Michelle Bolsonaro diz que o episódio aconteceu em novembro de 2025, após um discurso no qual ela criticou a possível aliança do PL cearense com o pré-candidato ao governo do estado Ciro Gomes (PSDB). O partido no Ceará, comandado pelo deputado estadual André Fernandes, tem articulado a aproximação com o grupo do ex-governador, o que contraria o posicionamento de Michelle, que apoia a pré-candidatura de Eduardo Girão (Novo).
"Sinceramente, para falar o que ele me falou, seria melhor se ele não tivesse ligado. Ele foi muito ríspido, me desrespeitou e me maltratou ao telefone. E eu não tinha feito nada contra ele", afirmou a ex-primeira-dama. "Ele disse que seria melhor eu ficar fora das decisões do partido. Disse que eu havia chegado ontem e não entendia nada de política. Diante dessa humilhação, eu disse a ele que estava tudo bem. Entendi que ele não queria o meu apoio ou que este era insignificante. E então eu me recolhi. Fiquei na minha e assim permaneço."
Michelle também afirmou que, desde a conversa, o senador não a procurou novamente, e ela optou por não buscá-lo, respeitando o que foi dito. "Para ele [Flávio] e alguns que o cercam, eu não entendo de política. Tudo bem, eu me recolhi. E desde esse dia, ele não me procurou mais. Eu também não procurei, porque estou respeitando o que ele falou e é só isso."
A ex-primeira-dama voltou a se manifestar publicamente para rebater notícias que circulam na imprensa e nas redes sociais. "Agora, vou desmentir as narrativas e notícias que circulam na imprensa. Eu sei quem as planta. Eu sei quem são as fontes. Eles me tratam como se eu fosse idiota, como se eu fosse alguém que chegou ontem, mas eu não sou. Eu sei mais do que eles pensam", disse.
Pessoas próximas a Michelle Bolsonaro informaram ao UOL que a ex-primeira-dama estaria revoltada com notícias de que ela estaria exigindo desculpas públicas de três filhos de Jair Bolsonaro: Flávio, Eduardo (PL-SP) e Carlos (PL-RJ). As informações sobre essa suposta exigência vêm ganhando espaço em redes sociais e veículos de imprensa.
O atrito público entre Michelle e os filhos de Bolsonaro se intensificou depois que ela criticou a articulação com Ciro Gomes. Na ocasião, Flávio afirmou que Michelle teria atropelado o ex-presidente ao se manifestar sobre o caso, sendo endossado pelos irmãos Carlos e Jair Renan (PL-SC). Eduardo Bolsonaro também classificou a madrasta como "desrespeitosa". Flávio chegou a anunciar uma "pausa" nas conversas com o grupo de Ciro.
No vídeo, Michelle reafirma que não pretende exigir o desfazimento da aliança no Ceará, mas defende que a parceria com o grupo de Ciro Gomes seja adiada para um eventual segundo turno, por questões de coerência ideológica. "Não poderia ficar calada diante de uma aliança com Ciro Gomes no primeiro turno enquanto temos um candidato verdadeiramente de direita", afirmou, em referência a Eduardo Girão.
A ex-primeira-dama também criticou a pré-candidatura do deputado estadual Alcides Fernandes (PL) ao Senado pelo Ceará. Alcides é pai de André Fernandes, que comanda o partido no estado. Michelle disse que a vereadora Priscila Costa (PL), de Fortaleza, foi o nome inicialmente acordado por Jair Bolsonaro para a vaga. "Não honrar essa determinação do meu marido será um ato de traição contra Jair Messias Bolsonaro. Já que a aliança com Ciro é tão boa, por que o André não disponibiliza a vaga de seu próprio pai? Por que só a mulher tem que ceder?", questionou.
Em um cenário próximo ao que foi apresentado pela pesquisa BTG/Nexus, um novo levantamento divulgado nesta terça-feira (16), desta vez da Futura/Apex, mostrou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) liderando as simulações de primeiro e segundo turnos com vantagem sobre seu principal adversário, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).
No principal cenário de primeiro turno da Futura/Apex, Lula aparece com 7,5% à frente do senador do PL. Já na pesquisa BTG/Nexus, divulgada nesta segunda (15), o presidente Lula apareceu com nove pontos percentuais à frente de Flávio Bolsonaro.
Confira abaixo o principal cenário de primeiro turno da Futura/Apex:
Lula (PT) - 41,6%
Flávio Bolsonaro (PL) - 34,1%
Ronaldo Caiado (PSD) - 4,5%
Romeu Zema (Novo) - 3,5%
Renan Santos (Missão) - 2,3%
Joaquim Barbosa (DC) - 2,1%
Cabo Daciolo (Mobiliza) - 1,1%
Augusto Cury (Avante) - 0,9%
Brancos/nulos - 6,3%
Não sabe - 3,7%
A proximidade dos números das pesquisas Futura/Apex e BTG/Nexus aparece também no cenário em que é testada a disputa entre Lula e Flávio Bolsonaro em um eventual segundo turno. Enquanto no BTG/Nexus Lula vence o segundo turno com 6% de distância para Flávio, essa diferença vai para 5,2% no levantamento Futura/Apex.
O estudo Futura/Apex também simulou outros dez cenários de segundo turno para a eleição presidencial, incluindo disputas com Ronaldo Caiado (PSD), Romeu Zema (Novo), Renan Santos (Missão), Tereza Cristina (PP), Michelle Bolsonaro (PL) e Fernando Haddad (PT).
Confira abaixo como ficaram as simulações de disputas de um eventual segundo turno, com Lula e sem Lula:
Lula 48,1% x 42,9% Flávio Bolsonaro
Lula 45% x 36,3% Ronaldo Caiado
Lula 48,5% x 34,9% Romeu Zema
Lula 48,3% x 30,8% Renan Santos
Lula 48,5% x 29,2% Tereza Cristina
Lula 48% x 42,4% Michelle Bolsonaro
Flávio Bolsonaro 40,5% x 30,3% Romeu Zema
Flávio Bolsonaro 40,3% x 32,4% Ronaldo Caiado
Flávio Bolsonaro 42% x 29,2% Renan Santos
Flávio Bolsonaro 43,9% x 38,9% Fernando Haddad
Romeu Zema 30% x 29,7% Ronaldo Caiado
A pesquisa Futura/Apex entrevistou 2.000 pessoas em 861 municípios em todo o território nacional, de 8 a 12 de junho de 2026. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos. O grau de confiança do levantamento é de 95%. Está registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o número BR-01461/2026.
Aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro admitiram para a CNN Brasil o potencial destrutivo das recentes denúncias envolvendo o senador Flávio Bolsonaro (PL) e o banqueiro Daniel Vorcaro. Diante do desgaste, o grupo político já cogita retomar o debate sobre o lançamento da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro como candidata à Presidência da República.
Segundo apuração dos bastidores pelo jornalista Caio Junqueira, da CNN Brasil, o entorno de Flávio Bolsonaro iniciou uma ofensiva para averiguar a extensão da relação entre o senador e o banqueiro. Aliados dentro do Partido Liberal (PL) teriam acionado o círculo próximo de Vorcaro.
OPOSIÇÃO REAGE
Questionada ainda pela SBT News, a deputada federal Glesi Hoffman (PT) responde não temer enfrentar Michelle nas eleições de 2026: "independente de quem vai ser, seja Michele, seja Flávio Bolsonaro. Eles estão envolvidos, a gente não. Não podemos deixar a extrema direita voltar a governar esse país", diz.
Ainda dentro da Câmara dos Deputados, o deputado Pedro Uczai (PT) informou que o partido já acionou advogados para analisar o caso e tomar medidas judiciais cabíveis. No campo político, disse que a sigla reforça o pedido de instalação de uma CPI para investigar o Banco Master.
Em representação protocolada na Procuradoria-Geral da República, o deputado federal Rogério Correia (PT-MG) pediu a abertura de investigação criminal contra o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG), o senador Cleitinho (Republicanos-MG), a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e o empresário Luciano Hang, por publicações envolvendo os produtos da marca Ypê e desmerecendo os alertas sanitários emitidos pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
“Vimos isso acontecer na época da pandemia e vemos agora com essa história do lote contaminado dos produtos Ypê. Parece brincadeira, mas é coisa séria! Eles se aproveitam de situações como essa para polarizar a população e criar cortina de fumaça. O debate político passa a girar em torno da compra de detergente, em vez de pautas realmente importantes, como o fim da escala 6x1 e os desdobramentos do escândalo de corrupção do Banco Master”, disse o deputado petista.
Em sua representação, Rogério Correia afirma que os quatro citados podem ter cometido crimes de perigo para a vida ou saúde de outrem. Além disso, o deputado acusa Nikolas, Cleitinho, Michelle e o “Véio da Havan” de incitação ao crime e infração de medida sanitária preventiva, por terem estimulado o uso e a compra de produtos atingidos por medidas sanitárias da Anvisa.
“O problema é que, para isso, eles colocam vidas em risco. Espalham desinformação e incentivam situações absurdas e perigosas, como essas que temos visto de pessoas tomando banho ou até escovando os dentes com detergente”, diz o parlamentar.
Segundo o documento, os envolvidos utilizaram redes sociais para desacreditar a atuação da agência sanitária, sugerir perseguição política contra a empresa e incentivar consumidores a continuarem utilizando os produtos mesmo após o alerta técnico.
“A campanha política dos representados caminhou em sentido oposto: transformou a cautela em fraqueza, a fiscalização em perseguição e o consumo do produto em prova de identidade política”, afirma a representação.
A peça apresentada à PGR afirma que a Anvisa determinou a suspensão da fabricação, comercialização e distribuição de lotes de lava-louças, sabão líquido para roupas e desinfetantes da Ypê após identificar falhas graves no processo produtivo.
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro negou nesta sexta-feira (8) que a cozinheira responsável pela alimentação do ex-presidente Jair Bolsonaro seja custeada pelo Partido Liberal (PL). Em publicação nas redes sociais, Michelle afirmou que a profissional, identificada como Rainê dos Santos, trabalha para a legenda, mas presta auxílio particular ao casal fora do expediente.
“Ela vem me ajudar depois do seu horário de expediente e, assim como sempre fiz toda vez que faço a contratação, pago a diária de serviço e o transporte dela com o meu dinheiro”, declarou.
A presidente do PL Mulher também afirmou que decidiu recorrer à ajuda da cozinheira porque está com a mão direita imobilizada. Segundo ela, a profissional é uma pessoa de confiança da família desde o período em que moravam no Rio de Janeiro. “A segurança alimentar de um ex-presidente que é perseguido e que já sofreu uma tentativa de assassinato deve ser observada”, disse.
A manifestação ocorreu após a divulgação de informações sobre pagamentos feitos pelo PL à cozinheira. De acordo com a prestação de contas do partido, Rainê dos Santos recebeu R$ 7,3 mil da sigla em 2026. Em 2025, os valores pagos somaram cerca de R$ 69,4 mil.
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro usou as redes sociais, nesta quarta-feira (6), para compartilhar detalhes da rotina de cuidados com o marido, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que cumpre prisão domiciliar.
No relato, Michelle descreveu momentos do dia a dia após ajudar o ex-presidente no banho. O desabafo ocorre após Bolsonaro passar por uma cirurgia no ombro direito, realizada no início de maio. Segundo Michelle, ela tem acompanhado de perto a recuperação, incluindo cuidados com a pele, administração de medicamentos e organização da rotina doméstica.
“Mesmo com o corpo cansado, com o tendão da mão inflamado, meu coração se sente em paz. Eu me sinto útil. Eu me sinto grata. Porque ele pode contar comigo”, afirmou.
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Bolsonaro está em prisão domiciliar por decisão do Supremo Tribunal Federal, após condenação relacionada à tentativa de golpe de Estado. A medida foi autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes por razões humanitárias, durante tratamento de saúde.
De acordo com o quadro clínico, o ex-presidente deve permanecer com o braço imobilizado por algumas semanas e iniciar fisioterapia na sequência. A recuperação completa pode levar meses.
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro usou as redes sociais nesta segunda-feira (4) para criticar o pré-candidato Ciro Gomes, após a circulação de um vídeo antigo em que ele faz ataques ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Na publicação, ela questionou o apoio de eleitores que se identificam como de direita ao político cearense. “E ainda há pessoas da ‘direita’ apoiando esse indivíduo”, escreveu.
No material que voltou a circular, o ex faz críticas à capacidade intelectual de Jair Bolsonaro e relembra episódios da trajetória do ex-presidente no Exército. Em alguns trechos, o pré-candidato utiliza termos considerados ofensivos ao se referir ao ex-mandatário.
“Por que o Bolsonaro tem esse ódio anti-intelectual? É porque ele é curto, a capacidade de raciocínio dele é abstrata. Ele é quase um burro, quase um jumento. Um cara imbecil mesmo”, criticou Ciro.
ASSISTA:
Essa não foi a primeira vez que Michelle entra em um embate com o ex-candidato à presidência. Em dezembro do ano passado, a ex-primeira-dama já havia publicado outros vídeos com críticas do ex-governador do Ceará ao ex-presidente e à família Bolsonaro.
A decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), de conceder a prisão domiciliar humanitária ao ex-presidente Jair Bolsonaro, foi tomada um dia após ter recebido a visita da ex-primeira-dama, Michelle Bolsonaro. Michelle se reuniu com o ministro na tarde desta segunda-feira (24).
Segundo a colunista Monica Bergamo, da Folha de S.Paulo, Michelle Bolsonaro compareceu a uma audiência no gabinete do ministro sem a companhia de advogados ou assessores. A conversa foi acompanhada apenas pela chefe de Gabinete de Moraes, Cristina Gomes.
Michelle Bolsonaro relatou ao ministro os problemas de saúde do ex-presidente e apresentou argumentos para que ele fosse transferido para cumprir a prisão em sua residência, em Brasília. A ex-primeira-dama disse a Moraes que Bolsonaro não poderia ficar sozinho à noite pelo risco de ter uma nova crise de broncoaspiração.
Essa foi a segunda vez que Michelle Bolsonaro se reuniu com Alexandre de Moraes para fazer pedidos ao ministro do STF. Em 15 de janeiro, a ex-primeira-dama esteve com o ministro para pedir que ele fosse transferido da Superintendência da Polícia Federal ou para casa, ou para a Papudinha. Moraes, no dia seguinte ao encontro, decidiu enviar o ex-presidente para a Papudinha.
De acordo com relatos recebidos pela TV Globo, neste novo encontro, Michelle afirmou a Moraes que os fundamentos apresentados pela Procuradoria Geral da República seriam válidos válidos e insistiu que Bolsonaro não pode dormir sozinho. Na conversa, salientou o risco de broncoaspiração e disse que já havia feito o alerta ao próprio ministro no encontro anterior, em janeiro.
A ex-primeira-dama teria se emocionado ao falar da rotina da família e tentou sensibilizar Moraes ao detalhar a logística atual para atender o ex-presidente. Disse que prepara quentinhas diariamente, que são levadas por familiares, mencionou a participação do irmão nesse deslocamento e incluiu a filha, Laura, no argumento de que, em casa, o cuidado a Bolsonaro seria mais simples e contínuo.
A colunista Monica Bergamo, na Folha, afirma ainda que a ida de Michelle ao gabinete do ministro teria incomodado outros membros da família, como o candidato a presidente, Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Isso porque Flávio é advogado e integra formalmente a defesa do pai, e no encontro que teve com Alexandre de Moraes na semana passada, estava acompanhado por outros advogados de Jair Bolsonaro, dando à visita maior institucionalidade.
Já a ex-primeira-dama dispensou a companhia de advogados, familiares e políticos, e de acordo com a colunista Monica Bergamo, essa atitude foi entendida como uma tentativa de colher sozinha os louros de uma decisão favorável ao marido.
O senador e pré-candidato a presidente, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), disse nesta quarta-feira (25) que pretende conversar com seu irmão, o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro, para definir os candidatos do partido ao Senado pelo estado de São Paulo. Eduardo sinalizou ao irmão que pretende concorrer mesmo morando atualmente nos Estados Unidos.
Segundo o senador, Eduardo Bolsonaro alega que está elegível, apesar de estar fora, e que está atualmente em primeiro lugar na pesquisa para o Senado em São Paulo. O senador do PL, entretanto, acha difícil justificar essa candidatura aos eleitores.
“Eduardo teria a chance teórica de ser candidato. Ele quer? Óbvio que ele quer. [...] Eu expliquei pra ele que eu vejo dificuldade em função disso. Se ele perde o mandato por falta, como é que ele vai explicar para o eleitor que ele vai se eleger, vai tomar falta e vai perder o mandato também?”, questionou o senador.
Flávio visitou nesta manhã o seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, na Papudinha, onde ele cumpre pena. Após sair do encontro, o senador conversou com a imprensa, e falou sobre os conflitos envolvendo membros da família Bolsonaro ocorridos nos últimos dias.
O candidato a presidente disse que pretende reunir a família para conversar e solucionar as questões envolvendo principalmente Eduardo Bolsonaro e a ex-primeira-dama, Michelle Bolsonaro.
“Não tenho problema em dizer que vou procurar um por um para aparar qualquer tipo de aresta que, por ventura, possa existir ainda”, afirmou o senador.
Ao lado do deputado Guilherme Derrite (PP-SP), Flávio Bolsonaro disse que há um objetivo maior, destacando que todos estão na mesma página. “O Brasil corre um sério risco de virar um narcoestado sob a administração do PT nos próximos quatro anos”, declarou.
O deputado Derrite foi confirmado pelo senador Flávio Bolsonaro como um dos candidatos do partido ao Senado por São Paulo. Derrite teria recebido o apoio também do ex-presidente Jair Bolsonaro.
O senador também informou que convocou para a tarde desta quarta (25) uma reunião na sede do PL, em Brasília, com a bancada de deputados e senadores da legenda. O encontro, tem como objetivo reorganizar a pré-campanha e aparar arestas internas que vêm se acumulando entre aqueles que postulam principalmente as vagas para o Senado pelo partido.
Reportagem do jornal Estado de S.Paulo publicada neste domingo (15) afirma que a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro teria dito a pessoas próximas que não se engajará na campanha presidencial de seu enteado, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Segundo o jornal, essas mesmas fontes disseram que, apesar de a esposa do ex-presidente Jair Bolsonaro não querer participar de campanha, ela também não pretende fazer ataques ou críticas a Flávio.
Fontes do Estadão afirmam que Michelle acredita que virou alvo constante de ilações do candidato do PL. Durante conversas com aliados, a ex-primeira-dama citou as ocasiões em que Flávio teria agido de modo reprovável.
Em uma troca de mensagens entre os dois, por exemplo, o senador do Rio de Janeiro teria sugerido que a ex-primeira-dama boicota sua candidatura ao Planalto. Ela nega qualquer ação nesse sentido.
Procurada pelo Estadão por meio de sua assessoria de imprensa, Michelle Bolsonaro não respondeu à reportagem. Já Flávio afirmou que conversa sempre com a ex-primeira-dama.
“Falo com a Michelle diretamente e não vou alimentar tentativas de divisão fabricadas por fontes ocultas e mentirosas. Todos temos um objetivo em comum de resgatar o Brasil das mãos sujas do PT”, disse o presidenciável ao Estadão.
Michelle Bolsonaro está afastada da Presidência do PL Mulher desde dezembro do ano passado. Ela alegou questões médicas, mas a saída veio à tona após a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro e pouco depois de o enteado anunciar que havia sido escolhido pelo pai como candidato à Presidência.
Aliados disseram ao jornal que Michelle não tem data para retornar ao comando do PL Mulher e que, por ora, seguirá se dedicando à família, especialmente ao marido, que está preso na Papudinha, e à filha Laura. Nas eleições deste ano, a ex-primeira dama pode vir a concentrar esforços na disputa ao Senado pelo Distrito Federal e no apoio a candidatas de sua confiança em diversos Estados.
Neste sábado (14), Michelle deixou ainda aberta a possibilidade de disputar a eleição deste ano. Citou, inclusive, que a candidatura deve ser para cargos majoritários.
"Como tudo na minha vida, meu futuro político entrego nas mãos de Deus", afirmou Michelle. "Digo novamente, com o coração em paz: a minha prioridade é e sempre será o meu marido e as minhas filhas".
Em meio a uma disputa pela indicação para candidatura ao Senado dentro do PL de Santa Catarina, uma postagem do ex-vereador Carlos Bolsonaro na rede X está sendo entendida como uma indireta à ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro. O filho do ex-presidente Jair Bolsonaro teria ficado incomodado com o apoio dado por Michelle à deputada Carol de Toni (PL-SC), que deve sair do partido para concorrer ao Senado por outra legenda.
“Estaremos com você, Caroline de Toni”, disse Michelle Bolsonaro em suas redes sociais, dando a entender que o PL Mulher, que ela preside, seguiria apoiando a deputada. Após esse posicionamento, Carlos Bolsonaro fez a postagem em que inclusive insinua algum tipo de interesse financeiro por parte da ex-primeira-dama.
“Insisto: o objetivo não é medir forças com os filhos de Jair Bolsonaro, mas com ele mesmo. De tão surreal, eu não acreditaria se não conhecesse. Hoje, eu já creio que há outras verdinhas coincidências no tabuleiro”, afirmou o ex-vereador, resgatando postagem de janeiro em que, sem citar nomes, falava sobre o objetivo de Michelle em medir forças com o marido.
Ainda não houve anúncio oficial, mas parlamentares do PL confirmaram à imprensa que o partido definiu nesta semana a chapa em Santa Catarina, com o governador Jorginho Mello (PL) candidato à reeleição e os candidatos ao Senado, Carlos e o senador Esperidião Amin (PP-SC). Essa decisão já teria sido comunicada pelo presidente do PL, Valdemar Costa Neto, à deputada Carol de Toni.
Nessa reunião, a deputada teria dito a Valdemar que vai deixar o PL para viabilizar sua candidatura ao Senado por outro partido. A deputada se vale de pesquisas recentes para argumentar que ela tem fortes chances de conquistar uma cadeira para o Senado nas eleições de outubro.
Pesquisa Real Time Big Data divulgada no mês de dezembro do ano passado mostra a deputada do PL em boa colocação em todos os cenários apresentados. Em um cenário com Carlos Bolsonaro, ela aparece na segunda posição com 22%, e no outro, com Esperidião Amin e sem Carlos, ela lidera a simulação com 24%.
O terceiro cenário, que apresenta os nomes de Carlos, Bolsonaro, Esperidião Amin e outros pretendentes, Carol de Toni fica em segundo lugar, com 18%. Amin, defendido pelo PL, fica em terceiro lugar com 14%.
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro criticou, nesta segunda-feira (26), a esquerda por, segundo ela, ter comemorado a descarga elétrica que atingiu manifestantes no último domingo (25), durante a “Caminhada pela Liberdade”, organizada pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG).
Em publicação nos stories do Instagram, Michelle afirmou que a esquerda “fala tanto em amor, mas se alimenta do ódio e da perseguição”. Ela também disse ter visto “uma mulher que se diz pastora” fazer uma oração contrária às pessoas que participaram do ato.
“Triste, incoerente e profundamente contraditório. ‘Não vos enganeis: de Deus não se zomba; pois tudo o que o homem semear, isso também colherá’ (Gálatas 6:7)”, escreveu a ex-primeira-dama.
A descarga elétrica atingiu 72 manifestantes que aguardavam o encerramento da caminhada. Desses, 27 já receberam alta médica, segundo informações divulgadas após o incidente.
O ato teve como pauta protestos contra as prisões relacionadas aos atos de 8 de Janeiro e a condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Depois de caminhar 230 Km desde a cidade mineira de Paracatu (MG), em um cortejo que foi ganhando adeptos a cada dia, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG), acompanhado de dezenas de parlamentares e mais de 15 mil pessoas, iniciou na manhã deste domingo (25) o último trecho do movimento que foi chamado de “Caminhada por Justiça e Liberdade”, ou “Acorda Brasil”
Ao final do último trecho de cerca de 20km, Nikolas e os parlamentares que o acompanham participarão de uma manifestação na Praça do Cruzeiro, próximo ao Memorial JK. Milhares de pessoas já se concentravam no local desde a manhã para aguardar os manifestantes que estão caminhando por uma rodovia que corte Brasília de Norte a Sul.
A concentração para o início da caminhada provocou um grande engarrafamento na estrada que chega a Brasília. A Polícia Militar interditou duas faixas da rodovia, e provocou grande lentidão na pista de acesso à capital.
Desde cedo, apoiadores se concentravam no ponto de partida da caminhada usando trajes verde e amarelo e bandeiras do Brasil amarradas ao corpo. Ambulantes também vendiam camisetas com mensagens de “Fora Lula”.
Uma camisa com os dizeres “Acorda Brasil”, parecida com a que vem sendo usada por Nikolas Ferreira desde o início da caminhada, na última segunda (19), também estavam sendo vendidas. Os ambulantes também ofereciam homenagens a Jair Bolsonaro e ao senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro.
O deputado Nikolas Ferreira aguardava a hora do início da caminhada em um condomínio próximo à rodovia, onde se hospedou ao chegar na noite deste sábado (24). Antes de sair para o evento, Nikolas recebeu a visita da ex-primeira dama Michelle Bolsonaro.
Ao sair do condomínio, Michelle falou com os manifestantes e agradeceu ao deputado Nikolas pela iniciativa. Michelle Bolsonaro também fez uma oração para saudar a caminhada.
“Este é um evento pacífico, ordeiro, conduzido por Deus, com muito amor. Sigam a orientação do nosso líder, o Nikolas. Nós estamos aqui lutando pela libertação da nossa Nação. Estive aqui com ele, oramos juntos, agradeci, e preciso voltar para entregar o almoço do galego”, disse Michelle, se referindo ao seu marido, Jair Bolsonaro, que está preso na Papudinha.

Quem também estava presente na caminhada era o Padre Kelmon, que foi candidato a presidente da República em 2022. Ao Bahia Notícias, Padre Kelmon afirmou que a caminhada liderada por Nikolas Ferreira até o Distrito Federal tem mobilizado apoiadores e criado um clima de entusiasmo entre os participantes.
“Primeiro eu quero dar um abraço em todo o povo baiano, eu sou baiano de Salvador. Quanto à caminhada, hoje nós chegamos à 1h na Praça do Cruzeiro para rezar, para orar naquele lugar onde hoje receberá essa população toda. A caminhada aqui está emocionante, as pessoas estão todas interagindo, estão felizes, a energia é muito positiva e nós vamos juntos resgatar o Brasil”, afirmou Padre Kelmon.
Ao sair do condomínio para se dirigir ao ponto inicial da caminhada, Nikolas Ferreira foi cercado por dezenas de manifestantes. Ao subir em uma passarela que cruza a rodovia, o deputado mineiro conversou rapidamente com a imprensa e falou sobre os objetivos da caminhada.
“O objetivo foi alcançado antes mesmo do ato final, que é despertar as pessoas, abrir seus olhos para o que está acontecendo...escândalo do Banco Master, contratos milionários com esposas de ministros, como a do Alexandre de Moraes...temos escândalo do INSS, mesadinha para filho de Lula, impostos em cima das pessoas”, disse Nikolas.
Os cerca de 15 miil manifestantes começaram a caminhada por volta das 10h da manhã. Um cordão de isolamento foi montado em torno do deputado Nikolas Ferreira e de outros parlamentares que o acompanhavam, como Capitão Alden (PL-BA).
O ex-vereador Carlos Bolsonaro (PL) também acompanhou o cortejo. O filho do ex-presidente Bolsonaro, que deve ser candidato ao Senado por Santa Catarina, vestia uma camisa onde estava escrito “Bolsonaro free”.
Meia hora depois do início da caminhada rumo à área central de Brasília, uma fote chuva caiu na cidade, e muitos dos manifestantes se dispersaram e tentaram se proteger nas laterais da rodovia.

Apesar de ganhar de todos os seus adversários nas simulações de primeiro e segundo turnos, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva possui rejeição maior do que outros 13 nomes de pretensos candidatos a presidente ou políticos de expressão nacional. A rejeição de Lula só não é maior do que a do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
O resultado foi apurado pela primeira pesquisa AtlasIntel/Bloomberg de intenção de votos. O levantamento, que contou com mais de cinco mil entrevistados, foi divulgado nesta quarta-feira (21).
Um total de 49,7% dos entrevistados da AtlasIntel/Bloomberg disse que não votaria de jeito nenhum no presidente Lula nas eleições de outubro de 2026. Esse patamar só é menor do que os 50% que afirmam que não votariam de jeito nenhum em Jair Bolsonaro, que está inelegível.
Na sequência, o nome mais rejeitado pelos eleitores é o do senador Flávio Bolsonaro (PL), indicado pelo pai, Jair Bolsonaro, para ser o principal candidato do segmento da direita. Um total de 47,4% afirmam que não votariam no senador do PL de jeito nenhum.
Confira abaixo a lista completa da rejeição aos presidenciáveis e outros políticos de expressão nacional:
Jair Bolsonaro (PL) - 50%
Lula (PT) - 49,7%
Flávio Bolsonaro (PL) - 47,4%
Renan Santos (Missão) - 45,6%
Michelle Bolsonaro (PL) - 44,9%
Nikolas Ferreira (PL) - 44,7%
Ciro Gomes (PSDB) - 43,4%
Romeu Zema (Novo) - 42,1%
Eduardo Leite (PSD) - 41,7%
Tarcísio de Freitas (Republicanos) - 41,1%
Ronaldo Caiado (União) - 40,7%
Ratinho Jr. (PSD) - 39,9%
Fernando Haddad (PT) - 36,9%
A pesquisa AtlasIntel/Bloomberg entrevistou 5.418 eleitores, entre os dias 15 a 20 de janeiro, por meio de recrutamento digital aleatório. A margem de erro do levantamento é de 1 ponto percentual, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.
Em uma postagem nas suas redes sociais, nesta quarta-feira (14), a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) divulgou uma carta em que rebate críticas feitas a ela pelo influenciador Allan dos Santos, que vive como foragido nos Estados Unidos. Na carta, Michelle chama Allan dos Santos de “Allan do demônios”, de “boneco de ventríloquo”, além de dizer que ele estaria promovendo “ataques injustos” a ela.
Allan criticou um vídeo compartilhado por Michelle em que a esposa do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), falou sobre a disputa pela Presidência. Cristiane Freitas, primeira-dama de São Paulo, pediu um “novo CEO” para o Brasil, que seria o marido dela, e Michelle curtiu o comentário.
“A mulher de Tarcísio deixou escapar, ´sem querer´, que o plano dela e do marido é a faixa presidencial. Sabe quem curtiu o comentário? A mesma pessoa que publicou o vídeo nos stories do Instagram”, disse o influenciador, em referência a Michelle.
O influenciador Allan dos Santos já vinha fazendo outras críticas a Michelle desde a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro. O influenciador fez postagens e falou em programas nas redes sociais sobre uma suposta “alegria” de Michelle Bolsonaro em eventos organizados pelo PL, dando a entender que a ex-primeira dama estaria contente com a prisão do marido.
Em resposta, Michelle afirmou que Allan dos Santos atua em nome de outras pessoas e disse que suas atitudes “se parecem mais com levar Lúcifer do que luz”.
“Esse tal de Allan fez acusações levianas e injustas contra mim, servindo de ventríloquo de alguém que está perto dele, totalmente interessado em atacar mulheres ou qualquer um que possa ser um obstáculo aos seus espúrios interesses”, afirmou.
A ex-primeira-dama também disse que o jornalista é uma “pessoa amarga” e ressaltou que ele não tem conhecimento sobre o que ela conversa com o ex-presidente Jair Bolsonaro.
“Nem o meu galego dos olhos azuis tenta intervir na minha liberdade ou nas minhas opiniões, e esse cidadão tenta me intimidar com seus vômitos de ódio?! Querendo julgar o que eu devo ou não postar?! Se enxerga!”, disse Michelle.
Leia abaixo a íntegra da carta da ex-primeira dama e atual presidente do PL Mulher:
Minha resposta ao tal Allan dos Santos (ou seria…dos demônios?!)
Esse tal de Allan fez acusações levianas e injustas contra mim, servindo de ventríloquo de alguém que está perto dele, totalmente interessado em atacar mulheres ou qualquer um que possa ser um obstáculo aos seus espúrios interesses umbilicais.
Ele diz que aponta os erros das pessoas e quer ser luz, mas se esquece de que quando ele aponta um dedo contra alguém, existem quatro dedos apontados para ele mesmo. Ele diz querer “levar a luz” para os outros, mas o que ele faz se parece mais com levar Lúcifer do que luz.
Esse tal de Allan não sabe o que eu e o meu marido conversamos, ignora os nossos planos de vida e tampouco me conhece, mas se apressa em me julgar e a outras pessoas como se seus achismos fossem verdade.
Eu estou no PL Mulher e viajo a pedido do meu marido para manter o legado dele vivo por onde passo; para denunciar o que fazem contra ele e para manter o povo com esperança. Tudo à pedido dele!
Mas, pessoas amargas como esse ser, apressam-se em julgar, em apontar (como ele diz) o que ele ACHA que é verdade ou, por conveniência, repete o que lhe mandam repetir: é um boneco de ventríloquo.
Exerço a liberdade que ele diz defender, mas que – na prática – ele só quer que valha pra ele.
Ontem, assim como faço com várias pessoas que postam conteúdos relevantes, repostei um vídeo contendo uma mensagem sobre economia com a qual eu concordo totalmente e que foi publicada pelo governador Tarcísio. O vídeo trata de assunto relevante para o povo e não há como discordar daquilo que é falado.
Nem o meu galego dos olhos azuis tenta intervir na minha liberdade ou nas minhas opiniões, e esse cidadão tenta me intimidar com seus vômitos de ódio?! Querendo julgar o que eu devo ou não postar?! Se enxerga!
Novamente: esse tal de Allan não sabe o que eu e meu marido conversamos, não vive a nossa intimidade, não imagina o que estamos passando e, portanto, tudo o que ele fala sobre nós, não passa de bravata, achismos e maledicências (na maioria das vezes, servindo como boneco de ventríloquo de canalhas) e, portanto, não merece a credibilidade das pessoas de direita.
Esse tal de Allan, em sua contumaz maledicência e, novamente, servindo de ventríloquo, buscou logo usar esse fato para tentar “se limpar” dos ataques injustos que fez contra mim. Repito, ataques injustos contra uma esposa que está ao lado de seu marido e, quando precisa (fisicamente) se afastar, o faz porque está atendendo aos pedidos dele!
Por último, esse homem descarrega o seu achismo a respeito de uma curtida que fiz no comentário de minha amiga pessoal, a esposa do governador Tarcísio. Não interpretei o seu comentário como se ela estivesse apontando seu marido como o tal CEO, mas sim como se ela estivesse dizendo ao marido que o Brasil precisa de um novo CEO, de um novo governante… e todos sabemos que precisa mesmo! Preferencialmente, Jair Bolsonaro.
Continuo orando por ele e por sua família, porque a esposa e os filhos dele não merecem o que tiveram que passar devido à perseguição implacável de um sistema injusto. Mas isso não dá o direito a ele de fazer comigo essas injustiças, porque eu também sou uma esposa que ama o marido e, junto com ele estamos enfrentando uma perseguição implacável.
Michelle Bolsonaro
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro interromperá temporariamente suas atividades partidárias por orientação médica, informou o Partido Liberal (PL) nesta segunda-feira (8). Presidente nacional do PL Mulher, ela enfrenta problemas de saúde que motivaram o afastamento e o cancelamento de um evento da sigla no Rio de Janeiro.
O encontro, inicialmente marcado para 13 de dezembro, foi adiado para 2026. A previsão é de que a reunião ocorra em abril, mas a confirmação dependerá da evolução do quadro clínico de Michelle.
Em nota, a assessoria do PL Mulher afirmou que Michelle enfrenta problemas de saúde há alguns meses. O comunicado destaca que o desgaste emocional provocado pela prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro e as pressões envolvendo a família agravaram seu estado, “afetando sua imunidade”.
A ex-primeira dama Michelle Bolsonaro segue na liderança disparada entre os presidenciáveis de 2026, quando se trata de medir a participação de cada um no ambiente digital, mas outros nomes tiveram evolução no monitoramento do mês de novembro, como o governador do Paraná, Ratinho Jr. (PSD) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), escolhido por seu pai, Jair Bolsonaro, como o candidato do PL às eleições.
Flávio, entretanto, cresceu antes da decisão tomada na última sexta-feira (5) pelo ex-presidente Jair Bolsonaro de apoiá-lo para concorrer a presidente nas eleições do próximo ano.
Esses são alguns resultados do Índice Datrix dos Presidenciáveis (IDP), realizado pela Consultoria Datrix e divulgado nesta semana. O índice mede a avaliação do desempenho dos presidenciáveis em uma combinação de três critérios:
- “colchão reputacional”, que mede a capacidade de mobilização nas próprias redes;
- “mar aberto”, que avalia a repercussão externa em menções feitas por jornais, influenciadores e outros políticos;
- análise de buscas em plataformas como Google e TikTok.
Os dados coletados no levantamento Datrix geram uma nota que varia de -100 a +100, refletindo a força digital de cada político. De acordo com o levantamento realizado durante o mês de novembro, o ranking dos presidenciáveis teria fechado o mês da seguinte forma:
1 - Michelle Bolsonaro - 37,34 pontos
2 - Lula - 24,19 pontos
3 - Ratinho Júnior - 19,96 pontos
4 - Flávio Bolsonaro - 19,16 pontos
5 - Ronaldo Caiado - 16,64 pontos
6 - Tarcísio de Freitas - 16,44 pontos
7 - Eduardo Bolsonaro - 16,06 pontos
8 - Eduardo Leite - 9,78 pontos
9 - Ciro Gomes - 8,31 pontos
10 - Romeu Zema - 6,68 pontos
O cenário da presença digital dos presidenciáveis se reorganizou a partir da prisão de Jair Bolsonaro, em novembro. O núcleo familiar do ex-presidente foi o grande beneficiado, segundo a pesquisa Datrix.
Com a prisão do líder da direita, Michelle Bolsonaro passou a liderar isoladamente o ranking. Segundo o levantamento, o último mês da ex-primeira-dama foi marcado por publicações pessoais, religiosas e de reforço ao papel de “pilar” da família.
Os dados também destacam a entrada do senador Flávio Bolsonaro, estreando em quarto lugar com 19,16 pontos. Mesmo antes da decisão de Jair Bolsonaro de apoiar o filho para a Presidência, o ranking já mostrava o crescimento do senador nas redes, contribuindo para a ampliação do domínio da família no debate digital.
Já o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), viu sua base digital oscilar negativamente após a prisão de Bolsonaro, apesar de gestos públicos de lealdade ao ex-presidente. Segundo o relatório da pesquisa, Tarcísio ainda sofre muito fogo amigo, sobretudo
da base bolsonarista.
Entre os outros nomes, o presidente Lula manteve estabilidade na sua presença digital, e o governador do Paraná, Ratinho Jr., teve um crescimento significativo no mês de novembro. Outro concorrente que aproveitou o rearranjo do campo bolsonarista foi Ronaldo Caiado. O goiano cresceu 10,6% e assumiu o quinto lugar geral, com 16,64 pontos, impulsionado por declarações duras na área de segurança pública.
Segundo informações da coluna do jornalista Paulo Cappelli, do site Metrópoles, o ex-presidente Jair Bolsonaro já teria se decidido a apoiar o filho, senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), como candidato a presidente da República em 2026. A nota diz que o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos) já teria sido avisado da decisão.
A escolha do candidato oficial do ex-presidente foi comunicada a Tarcísio de Freitas pelo próprio Flávio Bolsonaro, em conversa mantida nas últimas horas. Flávio Bolsonaro esteve em São Paulo ao menos duas vezes nesta semana para tratar do tema com o governador.
Uma dessas agendas, segundo o Metrópoles, ocorreu na quinta-feira (4) e a outra nesta sexta (5), em movimento interpretado como parte da consolidação de seu nome como candidato presidencial do grupo bolsonarista.
Se for confirmada a decisão de Jair Bolsonaro, o governador Tarcísio de Freitas provavelmente será candidato a disputar a reeleição ao governo paulista em 2026. Receber o apoio do ex-presidente era condição essencial apresentada por Tarcísio para ser candidato a presidente.
A informação divulgada pelo Metrópoles rapidamente mudou o humor dos investidores na tarde desta sexta (5). Segundo informações do site BP Money, percepção de risco político que acompanha o nome do senador Flávio Bolsonaro reverteu a curva ascendente dos negócios no Ibovespa, justamente no dia em que o mercado celebrava novos recordes.
O BP Money afirma que por volta de 13h20, o Ibovespa, principal índice acionário brasileiro, caía 0,5%, aos 163.588 pontos. A queda ocorreu minutos depois de a Bolsa tocar uma nova máxima histórica de 165.036 pontos, impulsionada inicialmente pelos dados de inflação dos EUA.
A virada no humor do mercado pós-informação sobre Flávio Bolsonaro também influenciou o câmbio. O dólar comercial avançava, nesta tarde, cerca de 1,8%, negociado próximo de R$ 5,40. Entretanto, os juros futuros passaram a subir em bloco, refletindo um prêmio de risco maior diante da antecipação do debate eleitoral.
A suposta antecipação da escolha do ex-presidente por seu filho também tira do jogo a ex-primeira-dama, Michelle Bolsonaro, que deve seguir no projeto de se candidatar ao Senado pelo Distrito Federal. Michelle protagonizou nos últimos dias uma discussão pública com o senador Flávio Bolsonaro e os irmãos, e dentro do PL houve a avaliação de que ela estaria querendo se cacifar como candidata a presidente.
Três dos quatro filhos do ex-presidente Jair Bolsonaro, Flávio, Carlos e Eduardo, passaram a criticar publicamente Michelle Bolsonaro por considerarem suas atitudes autoritárias dentro do grupo político da família.
A reação começou com Flávio Bolsonaro, que contestou as críticas feitas pela ex-primeira-dama à aproximação do PL com Ciro Gomes no Ceará, articulação conduzida pelo deputado estadual André Fernandes. Segundo o senador, o movimento havia sido autorizado pelo próprio Jair Bolsonaro, e a forma como Michelle tratou o parlamentar foi “autoritaria e constrangedora”. A declaração foi dada ao colunista Igor Gadelha, do portal Metrópoles.
Após a fala do irmão mais velho, Eduardo Bolsonaro apoiou a crítica. Ele afirmou que Michelle foi “injusta e desrespeitosa” com André Fernandes durante o evento em que repreendeu publicamente o deputado. Para ele, não cabia questionar o acordo, já que a articulação seguia orientação do ex-presidente.
Carlos Bolsonaro também se posicionou a favor dos irmãos e escreveu que o grupo precisa “se manter unido e respeitando a liderança do meu pai, sem se deixar influenciar por outras forças”.
O conflito familiar se intensificou depois de Michelle reprovar a aproximação política de André Fernandes, presidente do PL no Ceará, com Ciro Gomes.
Apesar de ter verificado uma queda na sua aprovação em pesquisas recentes, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva ainda se mantém como o favorito para se reeleger em outubro de 2026. Foi o que revelou o levantamento da CNT/MDA divulgado nesta terça-feira (25).
A pesquisa traçou diversos cenários de primeiro e segundo turnos, e em todos eles o líder petista derrota os adversários colocados pela CNT. Lula também vence na pesquisa espontânea, quando o entrevistado revela o nome do seu preferido sem que seja apresentada qualquer lista.
Apesar de estar na frente em todas as simulações, inclusive obtendo seus melhores percentuais em disputas contra familiares do ex-presidente Jair Bolsonaro, o presidente Lula apresentou uma alta rejeição. Também há um crescimento na quantidade de pessoas que dizem não votar em candidato indicado por Lula ou Bolsonaro.
Confira abaixo os cenários da pesquisa CNT/MDA:
Pesquisa espontânea
Lula - 32,3%
Jair Bolsonaro - 17,5%
Tarcísio de Freitas - 2,1%
Ciro Gomes - 1%
Outros - 4,4%
Branco/nulo - 9,4%
Indeciso - 33,3%
Rejeição espontânea
Jair Bolsonaro - 43%
Lula - 40,8%
Tarcísio de Freitas - 2,2%
Eduardo Bolsonaro - 1,8%
Michelle Bolsonaro - 1,8%
Ciro Gomes - 1,8%
Outros - 6,6%
Rejeita todos - 0,7%
Rejeita nenhum - 3,8%
Não sabe - 12%
Cenário 1
Lula - 38,8%
Jair Bolsonaro - 27%
Ciro Gomes - 9,6%
Ratinho Jr. - 6,4%
Ronaldo Caiado - 4%
Romeu Zema - 2,7%
Branco/nulo - 8,5%
Indeciso - 3%
Cenário 2
Lula - 42%
Tarcísio de Freitas - 21,7%
Ratinho Jr. - 11,8%
Romeu Zema - 5,7%
Branco/nulo - 14,7%
Indeciso - 4,1%
Cenário 3
Lula - 42,7%
Eduardo Bolsonaro - 17,4%
Ratinho Jr. - 14%
Romeu Zema - 9,6%
Branco/nulo - 13,1%
Indeciso - 3,2%
Cenário 4
Lula - 42,7%
Michelle Bolsonaro - 23%
Ratinho Jr. - 11,4%
Romeu Zema - 8,3%
Branco/nulo - 11,7%
Indeciso - 2,9%
Preferência de voto
Lula ou apoiado por ele - 35,3%
Alguém não ligado a Lula ou Bolsonaro - 33,3%
Bolsonaro ou apoiado por ele - 27,3%
Não sabe/não respondeu - 4,1%
Cenários de segundo turno
Lula 49,2% x 36,9% Jair Bolsonaro
Lula 45,7% x 39,1% Tarcísio de Freitas
Lula 45,8% x 38,7% Ratinho Jr.
Lula 47,9% x 33,5% Romeu Zema
Lula 46,9% x 33,7% Ronaldo Caiado
Lula 44,1% x 35,1% Ciro Gomes
Lula 49,9% x 33,3% Eduardo Bolsonaro
Lula 49,1% X 35,6% Michelle Bolsonaro
Potencial de voto
Lula
Votaria com certeza - 36,9%
Poderia votar - 14,4%
Não votaria - 47,8%
Jair Bolsonaro
Votaria com certeza - 28,6%
Poderia votar - 9,2%
Não votaria - 60,1%
Tarcísio de Freitas
Votaria com certeza - 15,9%
Poderia votar - 23,8%
Não votaria - 35,7%
Não conhece - 24%
Ratinho Jr.
Votaria com certeza - 12,8%
Poderia votar - 25,5%
Não votaria - 34,5%
Não conhece - 26,7%
Eduardo Bolsonaro
Votaria com certeza - 15,1%
Poderia votar - 15,3%
Não votaria - 62,6%
Não conhece - 6,4%
No total, foram feitas 2.002 entrevistas em todas as regiões do país pela pesquisa CNT/MDA, com margem de erro de 2,2 pontos percentuais e nível de confiança de 95%.
Cresceu de outubro para agora, em novembro, a rejeição ao nome do presidente Luiz Inácio Lula da Silva como candidato à reeleição, enquanto por outro lado, foi reduzida ou permaneceu estável a porcentagem de pessoas que dizem não votar nos principais adversários do petista. Esses são alguns dos resultados apresentados pela nova pesquisa Genial/Quaest, divulgada nesta quinta-feira (13).
A Genial/Quaest apresentou a seus entrevistados uma lista de eventuais candidatos a presidente em 2026, e perguntou a eles em quem votariam e em quem não votariam. O presidente Lula, por exemplo, teve 45% de pessoas que disseram que votariam nele, mas um total de 53% que afirmaram que não votariam.
A rejeição ao nome do presidente aumentou em relação à pesquisa de outubro. Naquele levantamento, Lula teve 47% de indicação de voto e 51% de entrevistados que se negavam a indicá-lo como seu candidato.
O segundo colocado em percentual de apoio como candidato foi o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), apesar de estar inelegível para 2026. Bolsonaro teve 36% de indicações de voto, contra 60% que dizem que não votariam nele para presidente.
Os números do ex-presidente melhoraram em relação à pesquisa passada. O apoio à sua eleição passou de 34% para 36%, enquanto a rejeição ao seu nome caiu de 63% para 60%.
Confira abaixo os presidenciáveis e o percentual de pessoas que dizem que votariam neles caso fossem candidatos:
Lula - 45% (era 47% em outubro)
Jair Bolsonaro - 36% (34% em outubro)
Tarcísio de Freitas - 30% (26%)
Michelle Bolsonaro - 28% (27%)
Ciro Gomes - 27% (25%)
Ratinho Junior - 26% (23%)
Eduardo Bolsonaro - 21% (20%)
Romeu Zema - 16% (14%)
Ronaldo Caiado - 15% (14%)
Renan Santos - 3% (não foi listado na pesquisa anterior)
A lista abaixo mostra a porcentagem de pessoas que dizem que não votariam nos nomes listados como candidatos em 2026, na ordem do mais rejeitado para o menos:
Eduardo Bolsonaro - 67% (era 68% em outubro)
Michelle Bolsonaro - 61% (também 61% em outubro)
Jair Bolsonaro - 60% (63% em outubro)
Ciro Gomes - 57% (60%)
Lula - 53% (51%)
Tarcísio de Freitas - 40% (41%)
Ratinho Junior - 37% (40%)
Romeu Zema - 35% (34%)
Ronaldo Caiado - 34% (32%)
Renan Santos - 23% (não foi listado na pesquisa anterior)
Um outro recorte da pesquisa Quaest mostra que 24% dos eleitores afirmam que um nome nem ligado a Lula, nem a Bolsonaro seria o melhor resultado da eleição em 2026. Outros 23% acham melhor Lula ganhar de novo; 17%, alguém de fora da política; 15%, que Bolsonaro volte a ser elegível e vença.
Veja abaixo os números da Quaest:
Para o Brasil hoje, qual seria o melhor resultado da eleição?
Um nome nem ligado a Lula, nem a Bolsonaro: 24%
Lula ganhar de novo: 23%
Alguém de fora da política: 17%
Bolsonaro voltar a ser elegível e vencer: 15%
Alguém apoiado pelo Bolsonaro: 11%
Alguém apoiado pelo Lula: 5%
Não souberam ou não responderam: 5%
A pesquisa Quaest foi encomendada pela Genial Investimentos e ouviu 2.004 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 6 e 9 de novembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece como líder em todos os cenários eleitorais para 2026, segundo levantamento do Paraná Pesquisas divulgado nesta segunda-feira (27).
A pesquisa entrevistou 2.020 eleitores em 162 municípios brasileiros entre os dias 21 e 24 de outubro, revelando que, apesar da vantagem no primeiro turno, o atual mandatário enfrenta situação de empate técnico com três dos quatro adversários testados em simulações de segundo turno.
O estudo apresenta quatro configurações diferentes para o primeiro turno, nas quais o percentual de Lula varia entre 37% e 37,6%. Na simulação que inclui o ex-presidente Jair Bolsonaro, o petista registra 37% das intenções de voto, contra 31% do ex-mandatário.

O trabalho de campo abrangeu todas as unidades federativas para garantir representatividade nacional dos resultados. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%.
No primeiro cenário testado, além de Lula (37%) e Bolsonaro (31%), aparecem o ex-governador do Ceará, Ciro Gomes (PSDB), com 7,5%; o governador de Santa Catarina, Ratinho Júnior (PSD), com 6%; o governador mineiro Romeu Zema (Novo), com 4,7%; e o governador goiano Ronaldo Caiado (União Brasil), com 3,2%. Nesta configuração, 4,8% dos entrevistados não souberam responder ou não opinaram, enquanto 5,8% indicaram que não votariam em nenhum dos nomes ou escolheriam a opção branco/nulo.

Na simulação que substitui Jair por Michelle Bolsonaro, Lula mantém 37,3% das intenções de voto, enquanto a ex-primeira-dama alcança 28%. Neste cenário, Ratinho Júnior obtém 8,5%, Ciro Gomes 8,2%, Caiado 4,2% e Zema 2%. Os indecisos somam 5,5%, e 6,2% rejeitam todas as opções apresentadas.

Quando confrontado com o governador paulista Tarcísio de Freitas (Republicanos), o presidente registra sua maior vantagem numérica: 37,4% contra 22,3%. Nesta configuração, Ciro aparece com 9%, seguido por Ratinho Júnior (8,1%), Zema (5,7%) e Caiado (4,1%). Os indecisos representam 5,8% e os votos brancos/nulos totalizam 7,6%.

A diferença mais expressiva ocorre no quarto cenário, onde Lula registra 37,6% e o senador Flávio Bolsonaro (PL) 19,2%. Nesta simulação, Ratinho Júnior atinge seu melhor desempenho com 9,6%, seguido por Ciro Gomes (8,9%), Zema (6,2%) e Caiado (4,8%).
As projeções de segundo turno mostram um quadro mais competitivo. Em um eventual confronto com Jair Bolsonaro, Lula teria 44,9% contra 41,6% do ex-presidente. Contra Michelle Bolsonaro, o atual mandatário registraria 44,7% contra 41,6% da ex-primeira-dama. Na disputa com Tarcísio, Lula aparece com 44,9% contra 40,9%. A maior vantagem seria contra Flávio Bolsonaro, com 46,7% para Lula e 37% para o senador.

Considerando a margem de erro de 2,2 pontos percentuais, configura-se empate técnico nos cenários de segundo turno contra Bolsonaro, Michelle e Tarcísio, já que a diferença entre os candidatos é inferior a 4,4 pontos percentuais, o dobro da margem estabelecida pelo instituto.
Em um ato com a presença da ex-primeira dama, Michelle Bolsonaro, do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), do pastor Silas Malafaia e de diversos parlamentares de oposição, apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro fizeram uma caminhada na tarde desta terça-feira (7), em Brasília, em defesa da aprovação do projeto de anistia de forma ampla e irrestrita.
A manifestação, que teve concentração em frente à Catedral de Brasília, reuniu cerca de duas mil pessoas. Após alguns discursos de parlamentares e do pastor Silas Malafaia, o carro de som que liderava o ato saiu em direção ao Congresso Nacional, sendo acompanhado pelos manifestantes. Familiares de presos por envolvimento nos ataques às sedes dos Três Poderes também estiveram presentes.
A mobilização teve como foco pressionar o Congresso Nacional para não aceitar a articulação de diversos partidos para transformar o projeto de anistia encampado pela oposição em uma dosimetria das penas dos condenados por tentativa de golpe de Estado. O relator do projeto, deputado Paulinho da Força (Solidariedade-SP), já disse que o seu texto conterá apenas a questão da redução das penas de condenados e, por tabela, do ex-presidente Jair Bolsonaro.
Logo no início do protesto um dos apresentadores admitiu que o público presente não era grande. “Nós sabemos que é uma terça-feira. A gente não teve a intenção de trazer milhares de pessoas. Nós quisemos mandar uma mensagem através dos olhos do brasiliense”, disse o locutor oficial do evento do alto de um carro de som.
Vários parlamentares de oposição se pronunciaram tanto na concentração, como depois, durante a caminhada pela Esplanada dos Ministérios. Falaram no ato a primeira dama Michelle Bolsonaro, o senador Flávio Bolsonaro, os deputados Nikolas Ferreira, Bia Kicis, Filipe Barros, Alberto Fraga, Eros Biondini, Rodolfo Nogueira e Domingos Sávio, além dos senadores Magno Malta e Eduardo Girão.
“Dosimetria é conversa fiada para boi dormir. Nós não somos bois. Dosimetria não é papel do Congresso. Papel do Congresso é conceder anistia”, disse o pastor Silas Malafaia, um dos organizadores do ato em Brasília.
“Nós não podemos deixar a esquerda com a última palavra naquela palhaçada de artista de misturar temas, certo? Para enganar o povo. Então, no mínimo, vamos fazer uma caminhada”, completou Malafaia.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Hilton Coelho
"O Guilherme Boulos está precisando de apoio dentro do PSOL. Ele defendeu que o PSOL participasse da federação com o PT e simplesmente 76% do PSOL disse não. Então, se tem alguém que está deslocado dentro do PSOL, não é o companheiro Ronaldo Mansur, é o companheiro Guilherme Boulos".
Disse o deputado estadual Hilton Coelho (PSol) afirmou nesta quinta-feira (24), durante a convenção da federação PSol-Rede, em Salvador, que o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos (PSol), está "deslocado" dentro do partido após a maioria dos filiados rejeitar a proposta de federação com o Partido dos Trabalhadores (PT).
