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mhel marrer
A humorista Mhel Marrer, que faz parte do elenco de 'A Praça É Nossa', no SBT, revelou, em meio a polêmica de violência doméstica envolvendo Ana Hickmann e Alexandre Correa, já ter sido ameaçada pelo marido da apresentadora.
Em um relato feito nas redes sociais, Mhel contou que toda ação foi filmada e buscava um momento oportuno para expor a situação. A ameaça aconteceu na época em que Mhel ainda trabalhava na Record, no programa 'Legendários', de Marcos Mion, e no 'Tudo É Possível', como jurada de um quadro de humor.
A comediante conta que acabou expondo uma situação do quadro e dizendo para outros humoristas que era tudo uma armação, porém, as palavras dela chegaram até Alexandre após um colega printar as mensagens.
A humorista relata ter recebido a ligação de Alexandre, furioso com a situação, e fazendo ameaças a ela. "No dia seguinte, o marido da Ana Ríquema arruma meu número não sei onde e ligou me xingando. Batemos boca, quando ele começou a me ameaçar, eu catei minha câmera e avisei que estava filmando e foi isso aí que eu consegui gravar. No final, até me desejou boa sorte, acho que ele percebeu que ele era doido, mas eu era doida e meia. E quando estou com medo, sei me fazer de vítima como ninguém”.
Mhel disse ter entrado em contato com o jurídico da Record na época, no entanto, não houve nenhum posicionamento da emissora. "Avisei ao jurídico da Record que o máximo que fez por mim foi me deixar sair da emissora sem pagar multa contratual. Porque eu já tava engatada em outro trampo”, relembrou.
A humorista conta ter recebido apoio dos colegas da comédia e dei Danilo Gentili, que tentou encontrar quem tinha dedurado e causado a situação com o empresário. “Fiquei assustada com essa ligação, a primeira de tantas outras ameaças que já recebi. Na época, toda comédia me apoiou. O Danilo Gentili me defendeu muito, chegando a proibir todos que participavam daquele concurso de fazer show no bar dele até descobrirmos o X9”, disse ela, entregando que quem causou toda situação foi um produtor da emissora.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"É possível. Cabe lembrar que a eleição foi muito antecipada esse ano. O prazo de 4 de abril, no qual nós já manifestamos e anunciamos uma chapa de pré-candidatos, na verdade era um período crucial para a filiação dos partidários. Mas a definição formal, burocrática, se dá no final de julho, quando se encerram as convenções partidárias".
Disse o ex-ministro da Cidadania, João Roma (PL), apontou a possibilidade do pré-candidato ao Governo da Bahia, ACM Neto (União), anunciar apoio e participar de palanque de candidatos que possam derrotar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, da presidência da República.