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Alexandre Tinoco, secretário da Semop, ressaltou o trabalho da pasta em várias áreas de atuação em Salvador e como o papel do órgão não se restringe a apenas o período do verão, com os grandes eventos, se estendendo ao apoio ao trabalhador informal nos mercados e feiras populares.
“Estamos ordenando a cidade como um todo. Lidamos com a questão da iluminação; da limpeza urbana, com a Limpub; temos um programa em que recolhemos a sucata de veículos abandonados, de barracas, dentre outros materiais largados pela cidade; reforma de cemitérios públicos. Além disso, atuamos juntamente a Salvamar, a Codecon [na defesa ao direito do consumidor], a Guarda Civil Municipal. Veja, é uma secretaria com várias frentes de trabalho”, explicou o gestor.
O secretário destacou que as operações do órgão são feitas ao longo de todo o ano, com o ordenamento de vários pontos onde estão presentes o comércio informal da cidade.
“Antigamente, costumávamos dizer que só havia a Av. Sete, hoje temos uma Av. Sete em cada bairro, onde precisamos ordenar. Mercados fortes em Cajazeiras, na Liberdade com a feira do Japão, em que fizemos uma cobertura isotérmica implantando um tipo de telha que diminui a sensação de calor e protege da chuva. Enfim, é um trabalho contínuo da secretaria ao longo do ano, mas durante o verão temos um público muito maior, com a presença de turistas, e isso impacta em nossa operação”, disse.
Além de projetar novos espaços de comércio informal para este ano, o gestor também citou feiras que foram repaginadas.
“Para 2025 teremos novas feiras, novos mercados que serão inaugurados no bairro de São Caetano e no IAPI. Além dessas entregas, temos hoje a feira do curtume, o mercado modelo, onde fizemos uma grande reforma. Temos a feira de São Cristóvão, de Paripe, Periperi. No Jardim Cruzeiro mudamos a fachada, os boxes. Enfim, são feiras espalhadas por todo o município, que damos manutenção, reformamos e novas que vão surgir esse ano”, completou Alexandre.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jaques Wagner
"Eu acho que nós temos muito a trocar. Essa é uma civilização milenar, que tem muito a ensinar com o salto que eles deram aqui em 40 anos. Você pega uma cidade como essa, que há 50 anos era uma aldeia de pescadores com 20 mil habitantes. Hoje tem 17 milhões de habitantes. Você anda por aqui e não vê um papel no chão, não vê uma sujeira, um teatro espetacular, um prédio todo novo. Parabéns pra eles por terem conseguido. E muita gente do Brasil, que tem preconceito, devia dar um pulo aqui. Porque eu vejo as pessoas falando: 'ah, mas eles são comunistas'. Eu não sei o que quer dizer isso. Mas se comunismo é isso aqui, é um sucesso".
Disse o senador Jaques Wagner ironizou, nesta terça-feira (5), ao comentar as críticas que são feitas à China e o preconceito pelo país se declarar comunista. O senador está em Shenzhen, no Sul chinês, e acompanhou a última apresentação da turnê do Neojiba - Núcleos Estaduais de Orquestras Juvenis e Infantis da Bahia, projeto que ajudou a fundar.