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medico morto na barra
Os cinco réus que respondem pelo homicídio do médico Júlio César de Queiroz Teixeira começaram a ser julgados nesta terça-feira (26). O julgamento ocorreu no fórum de Xique-Xique, no Centro Oeste baiano. A previsão é que o julgamento se prolongue até a quinta-feira (28).

Médico Júlio Cézar / Foto: Reprodução / Redes Sociais
São réus no processo Diego Santos Silva (conhecido como “Diego Cigano”), apontado como mandante do crime; Jefferson Ferreira da Silva, executor dos disparos; Ranieri Magalhães Borges, que pilotou a motocicleta na fuga; além de Adeilton de Souza Borges e Fernanda Lima da Silva, os dois últimos acusados como olheiros.
O pediatra foi morto na manhã do dia 23 de setembro de 2021, no interior da clínica onde atendia no Centro da cidade da Barra, no Oeste do estado. Câmeras de segurança registraram o momento do crime quando o executor Jefferson, entra no local de capacete e dispara quatro vezes contra o médico.
Diversas pessoas que aguardavam atendimento são surpreendidas pela cena, exceto Adeilton e Fernanda que teriam marcado uma falsa consulta.
Médico é assassinado a tiros dentro de clínica particular na cidade de Barra, no Oeste do estado.
— Bahia Notícias (@BahiaNoticias) September 23, 2021
Saiba mais: https://t.co/vUN5TefnPw #BN pic.twitter.com/Vmu9nfpaEo
Segundo denúncia do Ministério Público do Estado (MP-BA), as investigações apontaram que o crime foi contratado por Diego Cigano após o mesmo imaginar que o médico, durante consulta pediátrica, teria olhado para os seios da companheira dele.
Com isso, o acusado teria encomendado a morte do médico a Jefferson Ferreira, Ranieri Borges e Adeilton Borges. Cada um receberia R$ 2 mil pelo crime, menos Adeilton que teria um perdão de uma dívida contraída com Diego Cigano.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Flávio Bolsonaro
"Lula vai ficar do lado de criminosos?"
Disse o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao fazer duras críticas à atuação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na área da segurança pública. Flávio, pré-candidato do PL a presidente nas eleições de outubro, citou o projeto de lei antifacção, aprovado pelo Congresso Nacional em fevereiro e que ainda não foi sancionado por Lula.