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medicamentos falsos
A Polícia Federal (PF) cumpre mandados de prisão em cidades da Bahia, Mato Grosso do Sul, São Paulo e Rio de Janeiro contra um grupo criminoso que negociou cerca de R$ 1,1 milhões em medicamentos falsificados de imunoglobulina para órgãos públicos paranaenses.
De acordo com o portal Metrópoles, parceiro do Bahia Notícias, a Operação denominada de Counterfeit, tem o objetivo de cumprir 15 mandados de busca e apreensão e dois de prisão preventiva, além de sequestro de bens.
Os remédios falsificados chegavam da Bolívia. Dois estrangeiros, incluindo um estudante de medicina, foram considerados os principais suspeitos pelo negócio ilegal. A PF informou que a investigação se iniciou a partir de informações fornecidas pela Polícia Civil do Paraná.
A empresa vencedora de uma licitação em 2022 para fornecer imunoglobulina ao Hospital Geral de Curitiba seria uma das envolvidas no fornecimento dos medicamentos falsos. Após a apreensão dos produtos, os policiais confirmaram a falsificação completa dos medicamentos nas caixas e na composição onde foi revelada a ausência de imunoglobulina.
O nome da empresa envolvida no caso não foi divulgado pela PF.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.