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medicamentos falsos
A Polícia Federal (PF) cumpre mandados de prisão em cidades da Bahia, Mato Grosso do Sul, São Paulo e Rio de Janeiro contra um grupo criminoso que negociou cerca de R$ 1,1 milhões em medicamentos falsificados de imunoglobulina para órgãos públicos paranaenses.
De acordo com o portal Metrópoles, parceiro do Bahia Notícias, a Operação denominada de Counterfeit, tem o objetivo de cumprir 15 mandados de busca e apreensão e dois de prisão preventiva, além de sequestro de bens.
Os remédios falsificados chegavam da Bolívia. Dois estrangeiros, incluindo um estudante de medicina, foram considerados os principais suspeitos pelo negócio ilegal. A PF informou que a investigação se iniciou a partir de informações fornecidas pela Polícia Civil do Paraná.
A empresa vencedora de uma licitação em 2022 para fornecer imunoglobulina ao Hospital Geral de Curitiba seria uma das envolvidas no fornecimento dos medicamentos falsos. Após a apreensão dos produtos, os policiais confirmaram a falsificação completa dos medicamentos nas caixas e na composição onde foi revelada a ausência de imunoglobulina.
O nome da empresa envolvida no caso não foi divulgado pela PF.
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Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.