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medicamento proibido
Uma mulher, de 27 anos, foi presa em flagrante nesta quarta-feira (4) em Santo Estêvão, no Portal do Sertão, acusada de vender de forma irregular um medicamento utilizado para emagrecimento cuja venda é proibida e não tem autorização da vigilância sanitária. O nome do produto não foi divulgado.
Segundo a Polícia Civil, as investigações apontaram que o produto estava sendo anunciado em um perfil de rede social atribuído à suspeita.
Durante as diligências, realizadas na residência da investigada e no estabelecimento onde ela trabalhava [uma farmácia de manipulação] os policiais apreenderam 11 ampolas do medicamento, de diferentes marcas e dosagens, além de duas caixas de seringas para insulina utilizadas para aplicação do produto.
As investigações tiveram início após a própria suspeita registrar um boletim de ocorrência, alegando ter sido vítima de estelionato ao adquirir mercadorias de um fornecedor. No entanto, ao longo da apuração, os investigadores identificaram inconsistências no relato e indícios de participação da mulher na venda irregular do fármaco.
Ainda segundo a polícia, as marcas do medicamento encontradas com a investigada tiveram a comercialização proibida pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), por não terem registro nem avaliação quanto à segurança e eficácia, o que representa risco à saúde pública.
A mulher foi autuada por comercialização de produto destinado a fins terapêuticos ou medicinais sem licença da autoridade sanitária, crime considerado hediondo pela legislação brasileira. Ela foi encaminhada para audiência de custódia e permanece à disposição da Justiça.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Luiz Inácio Lula da Silva
"Cuba não está passando fome porque não sabe produzir, porque não sabe construir sua energia. Cuba está passando fome porque não querem que Cuba tenha o que todo mundo deveria ter direito".
Disse o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao afirmar que a crise alimentar em Cuba não é resultado de incapacidade produtiva, mas consequência de decisões políticas que, segundo ele, impedem a ilha de ter acesso ao que deveria ser um direito básico.