Artigos
E se o maior erro das previsões eleitorais não estiver nas pesquisas, mas na forma como interpretamos o eleitor indeciso?
Multimídia
ACM Neto reage ao voto Lula-Neto e acusa PT de pressionar eleitores: “Não é dono do voto de ninguém”
Entrevistas
Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra
medicamento proibido
Uma mulher, de 27 anos, foi presa em flagrante nesta quarta-feira (4) em Santo Estêvão, no Portal do Sertão, acusada de vender de forma irregular um medicamento utilizado para emagrecimento cuja venda é proibida e não tem autorização da vigilância sanitária. O nome do produto não foi divulgado.
Segundo a Polícia Civil, as investigações apontaram que o produto estava sendo anunciado em um perfil de rede social atribuído à suspeita.
Durante as diligências, realizadas na residência da investigada e no estabelecimento onde ela trabalhava [uma farmácia de manipulação] os policiais apreenderam 11 ampolas do medicamento, de diferentes marcas e dosagens, além de duas caixas de seringas para insulina utilizadas para aplicação do produto.
As investigações tiveram início após a própria suspeita registrar um boletim de ocorrência, alegando ter sido vítima de estelionato ao adquirir mercadorias de um fornecedor. No entanto, ao longo da apuração, os investigadores identificaram inconsistências no relato e indícios de participação da mulher na venda irregular do fármaco.
Ainda segundo a polícia, as marcas do medicamento encontradas com a investigada tiveram a comercialização proibida pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), por não terem registro nem avaliação quanto à segurança e eficácia, o que representa risco à saúde pública.
A mulher foi autuada por comercialização de produto destinado a fins terapêuticos ou medicinais sem licença da autoridade sanitária, crime considerado hediondo pela legislação brasileira. Ela foi encaminhada para audiência de custódia e permanece à disposição da Justiça.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.