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max holloway
Conor McGregor rebateu as especulações de que teria entrado lesionado para a luta contra Max Holloway no UFC 329. O irlandês sofreu uma lesão no joelho direito durante o combate do último sábado, o que gerou análises e comentários nas redes sociais sugerindo que o problema físico já existia antes do início da disputa.
Em publicação no X (antigo Twitter), nesta sexta-feira, o ex-campeão do UFC negou qualquer condição prévia e explicou um momento registrado antes da luta, quando aparentou perder o equilíbrio ao retirar o tênis ao lado do octógono. "Mais uma bobagem. Não tive problema nenhum. Tirei o tênis na lateral do octógono, com o pé suado, sem meia, e tirei o tênis com a sola do pé livre. Foi um breve desequilíbrio. Se tanto", afirmou.
Na sequência, McGregor garantiu que estava em plenas condições físicas para o confronto. "Eu estava preparado. Em forma. Saudável. Meu motor, meu oxigênio, meu sangue, meus batimentos cardíacos, nunca estiveram em melhor condição. Da próxima vez darei um gritinho para a câmera para criar a ilusão de que algo mais está acontecendo", completou.
Aos 38 anos, o irlandês tem apenas mais uma luta prevista em seu contrato com o UFC. Embora ainda não haja definição sobre um possível retorno ao octógono, McGregor afirmou que, caso volte a competir, seu adversário ideal seria novamente Max Holloway. "Tem que ser Holloway", declarou.
O brasileiro Charles "Do Bronxs" Oliveira conquistou neste sábado (7) o cinturão BMF do Ultimate Fighting Championship ao vencer o norte-americano Max Holloway por decisão unânime na luta principal do UFC 326, realizada em Las Vegas, nos Estados Unidos. O resultado foi selado após cinco rounds de disputa, nos quais os três juízes marcaram 50-45 para o brasileiro.
O triunfo garantiu a transferência da posse do título simbólico criado pela organização para representar o lutador com perfil mais resiliente da companhia. O cinturão BMF, sigla para "Baddest Mother***", estava com Holloway antes do combate. A luta marcou a disputa pelo título simbólico criado pela organização e colocou frente a frente dois ex-campeões mundiais em um dos eventos de maior audiência da temporada.
A estratégia de Charles Oliveira se baseou na variação de golpes e na imposição do jogo de chão. Desde o início do combate, Charles utilizou chutes na panturrilha e no corpo. Em seguida, aproximou a luta, aplicou quedas e manteve controle no solo. A superioridade do brasileiro se manifestou especialmente na luta agarrada, dificultando as reações do adversário. Nos dois primeiros rounds, o brasileiro ficou nas costas do adversário e tentou a finalização com mata-leão e cross-face.
A manutenção do ritmo impediu que Holloway conectasse suas sequências características de boxe. Nos assaltos seguintes, o combate seguiu com controle de posição por parte do brasileiro. Charles permaneceu por cima e aplicou golpes no ground and pound. O norte-americano conseguiu esboçar uma reação apenas na reta final do confronto. Holloway teve um momento de controle apenas no último round, quando conseguiu cair por cima após uma queda, mas não manteve a posição por muito tempo. Nos segundos finais, Charles chamou o adversário para a trocação e acertou um direto de direita.
A vitória foi confirmada pela contagem oficial, que apontou vantagem absoluta para o representante de Guarujá. Com o resultado, o brasileiro venceu todos os rounds nas três papeletas dos juízes. A cerimônia de entrega do cinturão contou com um elemento emocional, quebrando o protocolo habitual da organização. Após o anúncio da decisão, Charles recebeu o cinturão das mãos do pai, que viajou aos Estados Unidos para acompanhar uma luta do filho pela primeira vez.
O novo detentor do título BMF aproveitou o microfone para projetar os próximos passos de sua carreira dentro da organização dirigida por Dana White. Durante a entrevista no octógono, o lutador pediu participação no evento que o UFC anunciou para a Casa Branca. O atleta agora aguarda o posicionamento da cúpula do UFC para saber se retornará ao octógono ainda no primeiro semestre deste ano.
O UFC oficializou nesta sexta-feira (5) que Max Holloway e Charles do Bronx farão a luta principal do UFC 326, no dia 7 de março, em Las Vegas (EUA). O anúncio foi feito durante coletiva na T-Mobile Arena. O duelo valerá o cinturão BMF, título criado pela organização para premiar atletas de estilo agressivo e de forte apelo popular.
Atual campeão BMF, Holloway chega ao confronto embalado por atuações consistentes. Ex-líder do peso-pena, o havaiano consolidou a carreira com alto volume de golpes e resistência notável. Na última apresentação, derrotou Dustin Poirier por decisão unânime.
Charles, ex-campeão dos leves e recordista de finalizações do UFC, volta ao octógono em fase de retomada. O brasileiro segue como um dos lutadores mais perigosos do cartel, combinando agressividade e transições rápidas no chão. Em outubro, finalizou Mateusz Gamrot.
A escolha do duelo como atração principal reforça a estratégia recente do UFC de apostar em confrontos de grande apelo, mesmo fora das disputas de cinturão linear. Holloway e Charles estão entre os nomes mais populares da organização e simbolizam o perfil de espetáculo que o título BMF representa.
REENCONTRO
Os dois atletas já se enfrentaram em 2015, quando Holloway venceu após interrupção médica. O resultado deixou a primeira edição do confronto sem um desfecho técnico. Desde então, ambos conquistaram cinturões, bateram recordes e se firmaram como protagonistas do MMA mundial. Agora, retornam ao octógono mais experientes e em um cenário competitivo totalmente diferente.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Hilton Coelho
"O Guilherme Boulos está precisando de apoio dentro do PSOL. Ele defendeu que o PSOL participasse da federação com o PT e simplesmente 76% do PSOL disse não. Então, se tem alguém que está deslocado dentro do PSOL, não é o companheiro Ronaldo Mansur, é o companheiro Guilherme Boulos".
Disse o deputado estadual Hilton Coelho (PSol) afirmou nesta quinta-feira (24), durante a convenção da federação PSol-Rede, em Salvador, que o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos (PSol), está "deslocado" dentro do partido após a maioria dos filiados rejeitar a proposta de federação com o Partido dos Trabalhadores (PT).