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material pornografico infantil
A Polícia Federal deflagrou na tarde desta sexta-feira (6) a Operação Proteção à Infância, visando combater crimes contra crianças e adolescentes no Sudoeste Baiano. No município de Vitória da Conquista, foram cumpridos mandados de busca e apreensão.
A operação tinha como alvo um indivíduo suspeito de produzir, armazenar e comercializar material de abuso sexual infantil. Diante das evidências, a Polícia Federal cumpriu um mandado de prisão preventiva contra o suspeito.
As investigações tiveram início após denúncias de organizações não governamentais que identificaram a troca de material de abuso sexual infantojuvenil em redes sociais. Segundo apurações, o suspeito vinha cometendo esses crimes de forma contínua desde 2022.
No decorrer da operação, foram apreendidos equipamentos eletrônicos, como computadores e celulares, que serão periciados para identificar outros envolvidos nos crimes e servir como provas no processo judicial. O suspeito aguarda na justiça.
Quando o caso surgiu, em 2003, a polícia realizou uma busca no quarto do músico e encontrou fotos, livros e vídeos eróticos com adolescentes e crianças. Foram encontrados também medicamentos para tratamento do vício em sexo e prescrições médicas escritas por profissionais de saúde para as pessoas próximas de Jackson. Na época, chegou a ser pedida a prisão preventiva do músico, mas o pedido foi negado depois que ele compareceu, voluntariamente, à delegacia.
No relatório divulgado, o detetive Craig Bonner afirma que o rei do pop chegou a usar fotos sensuais de seus próprios sobrinhos com roupas íntimas para atrair e excitar jovens meninos. "Os documentos expuseram Michael como um predador, manipulador, viciado em sexo e drogas que colecionava imagens explícitas de sacrifício animal e sexo adulto perverso para fazer os jovens cederem às suas vontades", declarou o investigador ao Radar Online. Na época, alguns homens processaram o músico por abuso sexual, mas no final do julgamento, ele assinou acordos milionários e evitou a condenação.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.