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A Polícia Civil prendeu, na noite de terça-feira (13), um homem de 35 anos suspeito de matar a própria mãe no ano de 201. A detenção ocorreu no centro da cidade de Camacan, no sul da Bahia, após o investigado permanecer foragido do Poder Judiciário por 14 anos.
O homicídio foi registrado em dezembro de 2011, no município de Potiraguá, no Médio Sudoeste baiano. Segundo os registros policiais da época, a vítima, identificada como Emília Oliveira Souza, morreu por asfixia e teve o corpo carbonizado após ser queimado.
Após a prisão, o homem foi conduzido à unidade policial de Camacan, onde passou pelos protocolos de registro. O custodiado segue à disposição da Justiça e deve ser transferido para o sistema prisional para o cumprimento da pena ou aguardo do julgamento pelos crimes de homicídio e ocultação de cadáver.
A captura foi resultado de um trabalho de inteligência conduzido pela 21ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Coorpin/Itapetinga). Com a identificação do paradeiro do suspeito, agentes da Delegacia Territorial (DT) de Camacan efetuaram o cumprimento do mandado de prisão.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.