Artigos
A dança como território de liberdade e transformação social
Multimídia
Angelo Coronel rejeita ideia de Senado como “puxadinho” do Planalto e diz que não será “chapa-branca” de presidentes
Entrevistas
Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra
mariano boni
A Globo passará por uma grande mudança interna nos 60 anos da emissora. O diretor Mariano Boni deixará o cargo no comando no Gênero Variedades após 34 anos de empresa. O anúncio foi feito na última quarta-feira (23) e surpreendeu quem acompanha os bastidores da televisão.
Boni, que ao longo da trajetória na emissora foi responsável por programas como 'Mais Você', 'É de Casa', 'Encontro' e 'Conversa com Bial', será substituído por Cláudio Marques, que era editor-chefe do Jornal Hoje.
De acordo com o comunicado divulgado internamente e assinado por Amauri Soares, diretor-executivo da Globo, a saída de Mariano foi uma decisão de comum acordo.
“Em todos estes anos, Mariano comandou muitas das mais importantes coberturas e transmissões do país, além de todos os programas da faixa da manhã da TV Globo. Por isso, Mariano tem todo nosso reconhecimento, agradecimento e torcida para os novos projetos autorais que pretende desenvolver."
Mariano entrou na Globo em 1991 e atuou como produtor e editor do Fantástico, editor-executivo do Jornal Nacional e editor-chefe do Jornal da Globo; chefe de redação da Globo em São Paulo; diretor regional de Jornalismo em Brasília; e diretor-executivo de Jornalismo.
Em 2018, o jornalista foi transferido para os Estúdios Globo para assumir a direção do Gênero Variedades.
Com a saída dele, a emissora passará por uma grande dança das cadeiras. Enquanto Cláudio Marques ocupa o espaço de Boni em Variedades, Fernando Rinco, passa a exercer a função dele no Jornal Hoje, com o auxílio de Heitor Lannes, vindo da GloboNews.
A emissora também anunciou um reforço no Gênero Humor, com projetos voltados a crianças e adolescentes, passando a ser Gênero Humor e Infanto-juvenil, sob a direção de Patrícia Pedrosa.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Ricardo Alban
"A entrada de importações de até 50 dólares sem tributação é o mesmo que financiar a indústria de países como a China, principal exportador de produtos de baixo valor para o Brasil, especialmente no setor têxtil. O prejuízo é direto a quem fabrica e comercializa em território brasileiro".
Disse o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban ao comentar a aprovação da medida provisória 1357/2026, que revogou a chamada “taxa das blusinhas”. Segundo Alban, a medida representa um retrocesso econômico, cria uma condição de desigualdade para o setor produtivo brasileiro e pode colocar em risco mais de 100 mil empregos.