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maria de fatima dos santos santana
Um homem, de 47 anos, investigado pelo feminicídio da ex-companheira, foi preso na manhã desta quarta-feira (17), na zona rural de São Miguel das Matas, no Recôncavo baiano. Segundo a Polícia Civil, durante a abordagem o suspeito tentou fugir, mas foi alcançado e contido pelos agentes. Contra ele havia um mandado de prisão preventiva em aberto pelo crime de feminicídio.
O homem é acusado de assassinar a ex-companheira, Maria de Fátima dos Santos Santana, de 41 anos. O crime ocorreu em setembro de 2021, nas proximidades do Conjunto Nova Canaã, em Santo Antônio de Jesus, na mesma região.
Segundo as investigações, a vítima foi atingida por disparos de arma de fogo enquanto retornava para casa acompanhada do então companheiro. Ela chegou a ser socorrida e encaminhada para uma unidade hospitalar, mas não resistiu aos ferimentos.
As apurações apontam que Maria de Fátima estava separada do investigado havia cerca de um ano e era alvo de ameaças de morte por parte dele. O mandado de prisão preventiva foi expedido pela Vara Criminal, do Júri e de Execuções Penais de Santo Antônio de Jesus em outubro de 2021.
Ainda segundo a polícia, a ordem judicial foi cumprida por equipes do Grupo de Apoio Tático e Técnico à Investigação (GATTI/Leste) e do Setor de Investigação da 4ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Coorpin/Santo Antônio de Jesus).
Após a prisão, o suspeito foi encaminhado para uma unidade policial onde segue custodiado à disposição da Justiça.
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Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.