Artigos
A flutuação centrípeta do eleitorado neutro e as assimetrias metodológicas na conversão de tendências
Multimídia
Diego Castro minimiza divergências entre Michelle e Flávio Bolsonaro: “Acontece nas melhores famílias”
Entrevistas
Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto
marcha da mulheres negras
Dez anos depois da histórica mobilização de 2015 em Brasília, a trajetória política das mulheres negras ganha espaço nas telas. Salvador recebe a primeira exibição do documentário "Juntas pelo Bem Viver: Vozes da Marcha das Mulheres Negras". A sessão acontece no dia 14 de julho, às 19h30, no Cine Glauber Rocha, com ingressos gratuitos que poderão ser retirados na bilheteria do cinema a partir das 18h30.
Além da obra audiovisual, também acontecerá o lançamento do estudo "Da Marcha ao Bem Viver: uma década de avanços, desafios e disputas pelos direitos das mulheres negras no Brasil". O evento celebra uma década de mobilização política, traçando um panorama sobre os avanços e desafios das mulheres negras no Brasil. A programação começará com a apresentação da pesquisa, seguida pela exibição do filme e por um debate com a equipe e convidados.
Realizado pelo Instituto Mídia Étnica, o documentário conecta o passado e o presente do movimento, acompanhando as transformações vividas entre a primeira marcha e o segundo grande ato, realizado em novembro de 2025. A narrativa do filme se costura a partir do depoimento de três protagonistas de diferentes gerações: Valdecir Nascimento, uma das principais articuladoras da Marcha de 2015; Juliana Gonçalvez, ativista e pesquisadora acadêmica do tema; e Keise Helena, jovem estudante de ciências sociais que vivenciou o ato pela primeira vez em 2015.
Antes da projeção do filme, o público conhecerá os dados do estudo “Da Marcha ao Bem Viver”. Desenvolvida pelas organizações Gênero e Número, Observatório da Branquitude e Oxfam Brasil, em parceria com a Marcha das Mulheres Negras, a pesquisa cruza análise de dados e contribuições de ativistas para avaliar o cenário brasileiro atual. O documento utiliza como ponto de partida as reivindicações da Carta da Marcha de 2015, medindo os avanços e os obstáculos na garantia de direitos na última década.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Alexandre de Moraes
"Teriam desrespeitado decisão do Supremo e, em tese, teriam autorizado pagamentos remuneratórios e indenizatórios superiores aos parâmetros constitucionais fixados".
Disse o ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal) ao determinar que os presidentes de sete TJs (Tribunais de Justiça) expliquem indícios de descumprimento à tese da corte sobre os penduricalhos.