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marcelo crivella
A Justiça Eleitoral determinou a cassação do mandato do Deputado Marcelo Crivella (Republicanos) e a aplicação de uma multa de R$ 433 mil.
O ex-prefeito do Rio de Janeiro é acusado de montar um esquema em 2020, para impedir reportagens sobre a saúde no Rio, o caso ficou conhecido como "Guardiões do Crivella".
A juíza, Márcia Santos Capanema de Souza, também determinou que ele fique inelegível nos oito anos subsequentes à eleição de 2020.
A decisão é resultado de ação ajuizada pela coligação "É a vez do povo!" (PT e PCdoB), feita em 2020. Na ação, o ex-prefeito é acusado de "prática de abuso de poder de autoridade e conduta vedada a agente público em campanhas eleitorais, com base na Constituição".
A acusação é que Crivella montou um esquema para "monitorar e impedir a interlocução de cidadãos com profissionais de imprensa" com a intenção de barrar informações sobre o sistema de saúde. Para atingir esse objetivo, ele usou servidores públicos e municipais, que ficaram conhecidos como "Guardiões do Crivella".
Após o prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, criticar a HQ "Vingadores a cruzada das crianças", exposta na Bienal do Livro, e sugerir a censura à obra por conter imagens com beijos entre gays (clique aqui e saiba mais), a Secretaria Municipal de Ordem Pública (SEOP) realizou uma operação no evento, na tarde desta sexta-feira (6).
De acordo com informações do jornal O Globo, 15 funcionários foram enviados ao local para fazer "uma vistoria em busca de material pornográfico". À Folha de S. Paulo, agentes prefeitura disseram que foram orientados a recolher títulos com temática LGBT ou que possam gerar polêmicas.
Questionado pela imprensa, o subsecretário operacional da SEOP, Wolney Dias, afirmou que “a prefeitura tem poder de polícia para isso”. “Se o material não estiver seguindo as recomendações, ele será recolhido. Estamos seguindo a orientação da procuradoria da prefeitura. Eu não entendo que haja censura. Se for material pornográfico, oferecido sem as normas, será recolhido”, disse.
Segundo o jornal, a movimentação dos agentes da SEOP causou problemas de movimentação no evento. Mesmo diante da tentativa de censura, a HQ que desencadeou o imbróglio entre Crivella e a Bienal teve seus exemplares esgotados em poucos minutos (clique aqui).
A iniciativa do prefeito do Rio gerou muitas críticas:
Diante da censura feita por Marcelo Crivella, prefeito do Rio, e da fiscalização p/ identificar livros considerados “impróprios” na Bienal do Livro, a Companhia manifesta seu repúdio a todo e qualquer ato de censura e se posiciona, mais uma vez, à favor da liberdade de expressão. pic.twitter.com/ijpjkDlwZX
— Companhia das Letras (@cialetras) September 6, 2019
Censura da Teocracia! “Crivella manda recolher ou embalar HQ dos Vingadores com personagens gays!”. Bienal do Livro não aceita! Próximo passo: queimar livros!
— José Simão (@jose_simao) September 6, 2019
Bispo Crívella não cuida do Rio, mas impõe censura, preconceito, obscurantismo. Rio está entregue às inundações: ele cortou $ da manutenção de redes pluviais. Submerso em lixo: loteou, sucateou a Comlurb. Se arvora em látego da moral que não tem: sua família anda em carro oficial https://t.co/Bu2FLLIxVK
— Carlos Minc (@minc_rj) September 6, 2019
Desinformação, mentira, moralismo farisaico, uso político das nossas crianças (e desvio de finalidade das políticas públicas de proteção), abuso de poder. Crivella será responsabilizado por querer fazer da Bienal um exemplo do seu obscurantismo tosco. https://t.co/zJkewsim7H
— Marcelo Calero (@caleromarcelo) September 6, 2019
Pelo visto, Bienal do Livro vai ter de se mudar para município e estado em que prefeito e governador sejam cultos e não-homofóbicos. Pelo menos até que o art 5o da CF volte a ser respeitado. O que acontecerá, mais cedo ou mais tarde. https://t.co/B2L8uf7OPA
— Mônica Waldvogel (@MonicaWaldvogel) September 6, 2019
A tentativa do prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, de censurar a HQ "Vingadores a cruzada das crianças", na Bienal do Livro (clique aqui e saiba mais), foi totalmente frustrada.
De acordo com a coluna de Lauro Jardim, a obra que o político e bispo da Igreja Universal orientou que fosse recolhida ou “embalada em plástico preto lacrado” esgotou em todos os stands do evento. Ainda segundo a publicação, em apenas 39 minutos todos os exemplares do livro foram vendidos.
Segundo o colunista, diante do sucesso de vendas, a organização da Bienal bancará a permissão para comercializar outra “fornada” da HQ, caso os donos dos stands queiram.
O prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella (PRB), que também é bispo da Igreja Universal do Reino de Deus, mandou censurar revistas expostas na Bienal do Livro, por considerar que as obras trazem “conteúdo sexual para menores”.
As publicações em questão são exemplares da HQ “Vingadores - A Cruzada das Crianças”, que em algumas páginas têm imagens de dois rapazes se beijando e trocando carícias, mas completamente vestidos.
“Livros assim precisam estar embalados em plásticos preto lacrado e, do lado de fora, avisando o conteúdo. Portanto, a Prefeitura do Rio de Janeiro está protegendo os menores da nossa cidade”, disse Crivella, em um vídeo postado em suas redes sociais.

De acordo com informações da Folha de S. Paulo, a organização da Bienal informou que a prefeitura enviou uma notificação extrajudicial, na qual pedem que os livros sejam lacrados e tenham classificação indicativa ou aviso de que há material ou cenas proibidas para menores de idade. Apesar da orientação do poder público, os realizadores do evento afirmaram que não irão recolher ou embalar nenhum livro, já que o conteúdo não é impróprio e tampouco pornográfico.
Em nota, a Bienal destacou que “dá voz a todos os públicos, sem distinção, como uma democracia deve ser. Este é um festival plural, onde todos são bem-vindos e estão representados. Inclusive, no próximo fim de semana, a Bienal do Livro terá dois painéis para debater a literatura Trans e LGBTQA+”.
O prefeito do Rio de Janeiro Marcelo Crivella (PRB) e o governador Wilson Witzel (PSC) anunciaram após um almoço no Palácio Guanabara nesta quarta-feira (26), a intenção de privatizar a organização dos desfiles de escolas de samba. Atualmente, o Carnaval é feito sob a responsabilidade da prefeitura do Rio e pela Liga Independente das Escolas de Samba (Liesa).
Segundo informações do site UOL, o prefeito afirmou que o Carnaval só tem dado lucro a TV Globo, detentora dos direitos de transmissão, e para a Liesa, que realiza a venda de ingressos para a celebração. De acordo com Crivella, ocorreu um acordo com o estado, que estou a possibilidade de assumir o evento.
"O governador vai me ajudar também. Sei que uma empresa fez proposta para a Liesa. Vamos fazer uma parceria aí, governo do estado e município, e o Carnaval será então privatizado. Vai viver de recursos privados, já que nós hoje vivemos uma crise muito grande", disse Crivella.
Witzel disse na coletiva, que estudos técnicos foram realizados e houve a conclusão de que parte do sambódromo foi construído pelo estado e parte pela prefeitura, resultando em uma parceria necessária. "Há um acordo entre nós. Sambódromo realmente precisa de iniciativa privada. Se houver realmente empresa privada, o estado, que tem que prestar o serviço de segurança pública naquela região, também tem total interesse que isso aconteça e vamos fazer de comum acordo", afirmou.
Crivella e Witzel não entraram nos detalhes sobre o modelo a ser adotado para a privatização dos desfiles na Sapucaí.
Depois do boicote às escolas de samba (clique aqui e saiba mais), o prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, que é bispo da Igreja Universal do Reino de Deus, se envolveu em mais uma tensão com a classe artística. Desta vez ele é acusado de censurar a mostra “Corpos Visíveis”, voltada para o público LGBTQIA e feminista. “Nos dias 08, 09 e 10 de junho, a Mostra Corpos Visíveis iria acontecer em 4 espaços diferentes dentro do Parque Madureira (Arena Carioca Fernando Torres, Portão 3, Quadras Poliesportivas e Nave do Conhecimento). Em um ato de censura do prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, toda a programação que aconteceria dentro da Arena Carioca Fernando Torres foi suspensa”, disse a produção do evento, em nota oficial. A organização do evento conta que, após reunião com a Comissão de Cultura da Câmara dos Vereadores, a Secretaria Municipal de Cultura do Rio de Janeiro e a Coordenadoria Especial da Diversidade Sexual ficou definido que parte do evento poderia acontecer, mas agora eles se mobilizam para pressionar o poder público e garantir a realização da grade completa. “Convocamos a sociedade civil, artistas e produtores culturais a estarem às 11 horas em frente à Câmara Municipal. Seguimos em movimento para garantir que toda a programação da Mostra seja realizada. Agradecemos o apoio recebido até aqui”, diz o comunicado da mostra “Corpos Visíveis”, que tem como proposta discutir transgeneridade, feminismo e diversidade sexual na periferia do Rio de Janeiro. Entre as atividades censurada, segundo a organização, estão uma mesa de debate com a participação de Jean Wyllys, além de shows musicais com drags e oficinas.
Depois de cortar pela metade os recursos destinados às escolas de samba no carnaval do Rio de Janeiro (clique aqui e saiba mais), a prefeitura da cidade prometeu uma verba extra de R$ 6,5 milhões, via captação na iniciativa privada, para as 13 agremiações do Grupo Especial. De acordo com o jornal O Globo, o presidente da Liga Independente das Escolas de Samba do Rio de Janeiro (Liesa), Jorge Castanheira, contou que a promessa foi feita pelo prefeito Marcelo Crivella, durante uma nova reunião realizada nesta segunda-feira (10). Apesar do anúncio, os ensaios técnicos das agremiações seguem suspensos, já que, segundo Castanheira, eles custam cerca de R$ 4 milhões à entidade. “Vamos avaliar em função dos custos. Se a liga não tiver patrocínio, não teremos como fazer. Está [em suspenso], sim. O réveillon as escolas vão fazer um esforço por ser um momento importante. A gente vai analisar a possibilidade de participarem”, disse ele ao O Globo. “Nós, em todos os momentos, soubemos da crise que a prefeitura e outros governos passam. Se em todos os contratos houve um corte de 25%, o corte de 50% no carnaval seria muito agravado. Então, sensível a isso, ele reavaliou e por meio da Riotur ele conseguiu essa equação e conseguiu um esforço da Riotur. As escolas também farão um esforço para apresentar um magnífico resultado em 2018”, acrescentou. A assinatura dos contratos de subvenção deve acontecer em uma nova reunião, marcada para a próxima segunda-feira (17), às 8h, no Rio de Janeiro.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Randerson Leal
"Trate os 43 vereadores da mesma forma".
Disse o vereador Randerson Leal (Podemos), líder da oposição na Câmara Municipal de Salvador ao criticar a Prefeitura de Salvador pelo não pagamento de emendas impositivas a parlamentares da oposição referentes a 2025.