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A corredora baiana Fernanda Lanza foi uma das 30 mil pessoas que participaram da Maratona de Boston nesta segunda-feira (21). Apesar da baixa temperatura que enfrentou, a atleta completou a prova em 3h e 21 minutos, e ficou com a posição 10.348 da classificação geral.
"Ciclo de maratona é sempre difícil, mas esse foi ainda maior. Quando atravessei a linha de chegada senti muitas emoções diferentes, mas a maior de todas foi gratidão por não ter desistido, por ter ido até o fim, por estar vivendo um sonho”, destacou a corredora.
A preparação de Fernanda para a prova aconteceu em Salvador, o que aumentou o desafio da atleta, visto que as temperaturas da capital baiana e dos Estados Unidos são diferentes. “Era um sonho muito distante, mas no meio do ciclo para o desafio da maratona do Rio de Janeiro do ano passado, eu vi que tinha condições de conseguir, que era isso que eu queria”, completou.
Para competir, a atleta contou com a ajuda profissional do seu preparador técnico Carlos Felipe Albuquerque, diretor da Runners Club, responsável por criar o planejamento de treinos, acompanhar o desempenho e evolução de Fernanda até o dia da prova. “Ela é muito experiente, já conquistou muitos pódios e essa foi mais uma conquista importante, diria que a maior até aqui. São esforços, sacrifícios que poucas pessoas conseguem suportar. Ficamos muito felizes por termos uma mulher representando a Bahia em uma das principais provas de corrida do mundo. Estou muito orgulhoso”, afirmou.
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André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.