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maratonista de nova soure
O maratonista José Cássio Oliveira Santos, de 48 anos, conhecido como José Nino, é esperado neste domingo (24) em Nova Soure, no Nordeste baiano, após cumprir uma jornada de resistência. Correr pouco mais de 2 mil km entre São Paulo e Nova Soure, terra natal dele, em apenas 23 dias.
Segundo o Calila Notícias, parceiro do Bahia Notícias, a corrida começou no dia 1º de agosto, no bairro do Morumbi, em São Paulo, e teve uma média de 90 km por dia, equivalente a mais de duas maratonas diárias. Esta foi a segunda vez que o atleta realizou o percurso. A primeira ocorreu em 2020.

Foto: Raimundo Mascarenhas / Calila Notícias
Durante todo o trajeto, o maratonista conta com o apoio do motorista Alan Mota e da esposa, contratados para garantir a segurança. O carro de apoio foi essencial, segundo ele, em trechos de risco, como na BR-116, uma das rodovias mais movimentadas do país. O atleta ainda enfrentou estradas íngremes, desgastantes e perigosas. A subida de Pé de Serra, em Minas Gerais, foi considerada o maior desafio: uma ladeira de 7 km de extensão.
“Eu não acreditava como ele conseguia. O vigor físico é impressionante. E o mais curioso é que praticamente não pegou chuva, só aqui na região de Serrinha”, relatou o motorista.
Nino também sofreu com os efeitos físicos da longa distância: perdeu quatro unhas, desenvolveu calos nos pés e testemunhou diversos acidentes ao longo da estrada. Ainda assim, manteve o foco até o destino final, onde será recebido por familiares, amigos e moradores de Nova Soure, que acompanham a façanha.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Ricardo Alban
"A entrada de importações de até 50 dólares sem tributação é o mesmo que financiar a indústria de países como a China, principal exportador de produtos de baixo valor para o Brasil, especialmente no setor têxtil. O prejuízo é direto a quem fabrica e comercializa em território brasileiro".
Disse o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban ao comentar a aprovação da medida provisória 1357/2026, que revogou a chamada “taxa das blusinhas”. Segundo Alban, a medida representa um retrocesso econômico, cria uma condição de desigualdade para o setor produtivo brasileiro e pode colocar em risco mais de 100 mil empregos.