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A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) decidiu manter Neymar entre os convocados da Seleção Brasileira para a Copa do Mundo, apesar da lesão grau dois na panturrilha direita diagnosticada no atacante do Santos. Após reuniões realizadas entre a noite de quarta-feira (27) e a manhã desta quinta (28), a comissão técnica e o departamento de seleções optaram por aguardar a recuperação do jogador antes de definir um eventual corte.
A expectativa da CBF é que Neymar tenha condições de atuar ainda na fase de grupos do Mundial. Inicialmente, o atacante terá um período de 15 dias para apresentar evolução clínica. O prazo coincide com a data limite estipulada pela Fifa para alterações na lista final de 26 jogadores, marcada para 12 de junho, um dia antes da estreia da Seleção contra Marrocos.
A situação do camisa 10 será monitorada diariamente pela equipe médica da CBF. O chefe do departamento médico da entidade, Rodrigo Lasmar, trabalha com uma previsão de recuperação entre duas e três semanas, contadas a partir desta quinta-feira.
Com isso, a presença de Neymar na estreia diante de Marrocos ainda é considerada improvável. O foco da recuperação passa a ser a segunda partida da Seleção na Copa, contra o Haiti, marcada para 19 de junho, na Filadélfia.
Sem o atacante, o Brasil enfrenta o Panamá neste domingo (31), às 18h, no Maracanã, em amistoso de despedida antes da viagem para a Copa do Mundo. Na próxima segunda-feira, a delegação embarca para os Estados Unidos, onde encara o Egito, no dia 6 de junho, em Cleveland, no último amistoso preparatório antes do torneio.
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Pérolas do Dia
Ricardo Alban
"A República enfrenta um teste de integridade inédito. As sucessivas crises que ocorrem em Brasília colocam as instituições em risco. Os recorrentes episódios podem lançar o Brasil num momento de especial gravidade, pois a confiança da população nos poderes públicos é alicerce da democracia".
Disse o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban ao alertar para o risco que as instituições brasileiras correm com a crise vivida pelo Supremo Tribunal Federal (STF).