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Artigos

Wenceslau Júnior
Eu ponho fé é na fé da moçada
Foto: Eduardo Mafra

Eu ponho fé é na fé da moçada

Ainda na adolescência, tomei uma decisão que mudaria meu destino. Optei por cursar o magistério na cidade onde nasci e vivi até os 17 anos, Iaçu, na Chapada Diamantina. A escolha foi um acordo que fiz com minha mãe: o dinheiro que seria gasto para que eu estudasse em Itaberaba, cidade vizinha, seria guardado para financiar meus estudos no futuro.

Multimídia

Após deixar Podemos, Raimundo da Pesca comenta convites e explica escolha pelo PSD

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O deputado federal Raimundo Costa (PSD) comentou, nesta segunda-feira (9), sua filiação ao Partido Social Democrático (PSD) após deixar o Podemos. Em declaração ao Projeto Prisma, podcast do Bahia Notícias, ele detalhou a motivação da mudança partidária.

Entrevistas

VÍDEO: Sílvio Humberto fala sobre cultura de Salvador, critica Executivo e comenta pré-candidatura a deputado; confira entrevista

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Foto: Divulgação
O vereador Sílvio Humberto (PSB), presidente da Comissão de Cultura da Câmara Municipal de Salvador, falou sobre o cenário cultural da capital baiana, criticou a gestão municipal, comentou a relação entre o Legislativo e o Executivo e também abordou a possibilidade de disputar uma vaga na Câmara dos Deputados nas eleições de 2026. Em entrevista ao Bahia Notícias, o parlamentar avaliou o Plano Municipal de Cultura, fez críticas à administração do prefeito Bruno Reis e afirmou que pretende ampliar o debate sobre representação política e desenvolvimento da cidade.

lulinha

Presidente da CPMI diz não ser possível comprovar que Lulinha recebia mesada do Careca do INSS
Foto: Reprodução Redes Sociais

Depois de a defesa do empresário Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, afirmar que ele não tinha nenhuma relação comercial ou envolvimento com o empresário Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”, o presidente da CPMI do INSS, senador Carlos Viana (Podemos-MG), disse não ser possível dizer que o filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebia uma espécie de mesada.

 

A declaração do presidente da CPMI do INSS foi dada na noite desta segunda-feira (16), no programa Roda Viva. Viana confirmou que uma testemunha teria dito à Polícia Federal que o filho do presidente Lula recebia uma mesada de R$ 300 mil do Careca do INSS, mas os membros da comissão não conseguiram checar essa informação. 

 

Viana ressaltou no programa que, devido à suspensão da quebra de sigilo bancário e fiscal pelo Supremo Tribunal Federal (STF), não foi possível confirmar se Lulinha recebia valores do lobista Antônio Carlos Camilo Antunes.

 

“O que temos de evidência é uma testemunha que diz que ele recebia mesadas de 300 mil. Não há como dizer que é verdade, mas ele viajou com o Careca do INSS”, afirmou o senador.

 

Nesta segunda, a defesa de Lulinha disse que foi relatado ao ministro André Mendonça, do STF, que o filho do presidente Lula teve uma viagem custeada pelo Careca do INSS, e voou ao lado dele para Portugal. A viagem, entretanto, segundo a defesa de Lulinha, não teria qualquer relação com as fraudes de descontos não autorizados nos benefícios de aposentados do INSS, que beneficiaram diretamente o lobista. 

 

No dia 26 de fevereiro, a CPMI do INSS aprovou uma série de requerimentos, e entre eles estava a quebra de sigilo de Lulinha. Porém, uma semana depois, o ministro Flávio Dino suspendeu a deliberação, atendendo a um pedido da defesa.

 

Na semana passada, foi iniciado um julgamento virtual no STF para ratificar ou não a decisão de Dino sobre a quebra de sigilo do filho do presidente Lula. O ministro Gilmar Mendes, entretanto, pediu destaque no julgamento, e com isso o caso passará a ser julgado no plenário físico da Corte, em sessão com a participação dos dez ministros. 

 

A data do julgamento ainda será definida pelo presidente do STF, ministro Edson Fachin. Enquanto o caso não é pautado, continua valendo a decisão liminar de Dino que suspendeu as medidas aprovadas pela comissão parlamentar mista de inquérito.
 

Defesa admite ao STF viagem de Lulinha paga pelo Careca do INSS, mas nega envolvimento com as fraudes
Foto: Reprodução Redes Sociais

Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, teve uma viagem custeada pelo lobista Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “careca do INSS”, e voou ao lado dele para Portugal. A viagem, entretanto, não teria qualquer relação com as fraudes de descontos não autorizados nos benefícios de aposentados do INSS, que beneficiaram diretamente o lobista. 

 

Essas e outras explicações foram dadas pela defesa do filho do presidente Lula ao ministro André Mendonça, relator no Supremo Tribunal Federal (STF) do processo sobre as fraudes no INSS. À Globonews, o advogado que integra a defesa de Lulinha, Marco Aurélio de Carvalho, explicou os motivos da viagem.

 

“Já levamos ao conhecimento do ministro André Mendonça essa única e exclusiva viagem na companhia de quem, na época, era considerado um empresário de sucesso. Essa viagem, para Portugal, se deu para que ele fosse visitar uma fazenda de canabidiol”, disse o advogado.

 

Marco Aurélio Carvalho disse também que o filho do presidente Lula não teria nenhuma ligação direta ou indireta com qualquer assunto que tenha a ver com INSS. Segundo ele, a quebra de sigilo determinada no último mês comprovaria que não existiu nenhuma relação comercial entre ele e o Careca do INSS. 

 

“Não acharam nada e não vão achar, porque simplesmente não tem”, disse o advogado. 

 

Na entrevista à Globo, Marco Aurélio afirmou que Fábio Luís da Silva não é o “filho do rapaz” citado nas investigações da Polícia Federal. Segundo Carvalho, as investigações vão comprovar sua afirmação no futuro. 

 

Carvalho sinalizou a possibilidade de a expressão em questão ter sido usada para se referir ao filho de outra pessoa que prestava serviços a membros do esquema.

 

Ainda sobre a viagem de Lulinha junto com o lobista, ela teria ocorrido em novembro de 2024 com a intenção de que o empresário conhecesse uma fábrica de produtos com base em canabidiol, mas não gerou vínculos comerciais ou negociações. Carvalho reforçou que Antunes era um empresário “conhecido no ramo farmacêutico”.

 

De acordo com o advogado, o encontro entre os dois ocorreu em meio a conversas sobre o mercado de cannabis medicinal. Em uma dessas ocasiões, Antônio Camilo teria apresentado o projeto comercial “World Cannabis”, o que despertou interesse de Lulinha, especialmente, segundo os advogados, por razões pessoais.

 

Teria sido nesse contexto que surgiu o convite para a viagem. Na versão apresentada pelo advogado, o lobista Antônio Camilo Antunes informou Lulinha que iria a Portugal para conhecer a produção de medicamentos à base de canabidiol e o convidado a acompanhá-lo, “sem qualquer compromisso”.
 

CPMI do INSS rejeita convocação da amiga de Lulinha; lobista avisou ao Palácio do Planalto que não "cairia sozinha"
Foto: Reprodução Redes Sociais

Em reunião nesta quinta-feira (12), a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito que investiga as fraudes do INSS votou uma série de requerimentos, e entre os que foram rejeitados, está o de convocação da empresária e lobista Roberta Luchsinger. A lobista é apontada como o elo entre Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, e o empresário Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS. 

 

A Polícia Federal investiga se Roberta Luchsinger recebeu dinheiro oriundo dos descontos ilegais de aposentadorias e se atuou como caixa de despesas de outras pessoas, como o filho do presidente Lula, que vive na Espanha. A defesa de Roberta nega que ela tenha relações comerciais com o Careca. 

 

No dia 26 de fevereiro, a CPMI quebrou o sigilo bancário e fiscal da lobista. Alguns dias depois, entretanto, o ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), anulou a votação da comissão.

 

Ao fundamentar sua decisão, Flávio Dino destacou que a aprovação de 87 requerimentos de forma conjunta pela comissão — a chamada votação "em globo" — teria violado o devido processo constitucional. Dino determinou que, caso as informações sigilosas já tivessem sido enviadas à CPMI, elas deveriam ser preservadas sob sigilo pela presidência do Senado Federal até o julgamento do mérito da ação.

 

Na semana passada, nota publicada pela coluna Radar da revista Veja afirmava que um emissário de Roberta Luchsinger teria levado a um auxiliar do presidente Lula uma mensagem direta. A nota afirma que a lobista estaria “desesperada”, exigia proteção e avisava que não iria cair sozinha. 

 

“Roberta, segundo esse emissário teria informado a assessores de Lula, teria dito ainda que “não aceita ser abandonada”. 
 

Lula pede que Lulinha preste esclarecimentos sobre INSS e não deixe respingar no governo
Foto: Divulgação

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ligou para o filho, Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, e pediu que ele prestasse os esclarecimentos necessários em relação a qualquer envolvimento com nomes investigados nas fraudes do INSS. Segundo informações da Folha de S. Paulo, a ligação ocorreu na última terça-feira (3), dias após Lulinha ter tido os sigilos quebrados pela CPMI do INSS.

 

Fontes da reportagem indicaram que esta seria a segunda conversa de ambos em meio às investigações. Nesta conversa, dias após a quebra de sigilo de Lulinha na CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) do INSS, Lula teria pedido que o filho "puxe pra si" toda a responsabilidade do caso, para evitar que o assunto respingue no Palácio do Planalto. 

 

Apesar de não ser investigado no caso do INSS, Fábio Luís Lula da Silva apareceu nas investigações por suspeita de uma suposta ligação dele com o lobista Antonio Camilo Antunes, conhecido como "Careca do INSS". 

 

A avaliação dos aliados de Lula é que o tema será usado pela oposição durante a campanha eleitoral, e por isso, quanto mais rápido o filho do presidente esclarecer a relação com o suspeito, melhor. 

 

Depois que os dois tiveram a primeira conversa, Lula foi a público dizer que o filho vai pagar o preço se tiver feito alguma coisa. No ano passado, já tinha dito que o filho dele não seria poupado, caso tivesse qualquer envolvimento.

Escândalo à vista: Veja diz que empresário estuda denunciar que foi achacado por importante ministro do governo Lula
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Em meio às revelações sobre o escândalo do Banco Master e a teia de relações de Daniel Vorcaro com autoridades dos três poderes, o Palácio do Planalto enfrenta outras possíveis crises vindas de diversas direções. Uma delas pode ser uma futura acusação de que um ministro do governo Lula teria achacado um importante empresário brasileiro.

 

A informação foi dada pela coluna Radar, da revista Veja, na edição que chegou às bancas na manhã desta sexta-feira (6). De acordo com a coluna, esse empresário teria decidido negociar um acordo com o Departamento de Justiça dos Estados Unidos para denunciar o achaque. A revista afirma que tudo teria sido documentado, e ele estaria disposto a entregar provas sobre a pressão recebida de um dos principais ministros do governo. 

 

Segundo o jornalista Robson Bonin, titular da coluna, o caso seria tão comprometedor que envolveria uma grande banca de advocacia brasileira e um conhecido advogado em Brasília, com trânsito no Senado. 

 

Além desse caso, a coluna afirma que um emissário da lobista Roberta Luchsinger teria levado uma mensagem direta dela a um auxiliar do presidente Lula. Na mensagem, conforme o “Radar” da Veja, Roberta, desesperada, exigiu proteção, avisou que não cairá sozinha e teria dito que “não aceita” ser abandonada.

 

Roberta Luchsinger é amiga de Fábio Luiz Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Lula, e vem sendo investigada pela CPMI do INSS. Roberta Luchsinger é apontada como o elo entre Lulinha e o empresário Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS e que está preso desde setembro de 2025. 

 

A Polícia Federal investiga se a lobista recebeu dinheiro oriundo dos descontos ilegais de aposentadorias e se atuou como caixa de despesas de outras pessoas, como o filho de Lula, que vive na Espanha. A defesa de Roberta nega que ela tenha relações comerciais com o Careca.

 

Na semana passada, a CPMI quebrou o sigilo bancário e fiscal da lobista. Alguns dias depois, entretanto, o ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), anulou a votação da comissão.

 

Apesar da decisão de Dino, o ministro André Mendonça, relator do caso do INSS no Supremo, já havia autorizado a quebra de sigilo da lobista. Os dados bancários de Roberta Luchsinger e de Lulinha estão sendo analisados pela Polícia Federal.
 

Lulinha movimentou mais de R$ 19 milhões em quatro anos utilizando conta bancária
Foto: Arquivo

O filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o empresário Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, movimentou R$ 19,5 milhões em quatro anos. Os valores se referem a débitos e créditos em uma conta no Banco do Brasil entre 3 de janeiro de 2022 e 30 de janeiro deste ano. Ao todo, foram R$ 9,774 milhões que entraram na conta e R$ 9,758 milhões saíram.

 

Os valores constam da quebra de sigilo aprovada pela Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do INSS. Antes disso, no início do ano, o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou a Polícia Federal a examinar os dados financeiros de Lulinha, suspeito de ter relação comercial com o empresário Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”, preso sob suspeita de desviar recursos de aposentados e pensionistas.

 

Em nota, a defesa de Lulinha afirmou que as fontes de renda são "legítimas" e que é "gritante a ausência de menção a qualquer elemento ligado às fraudes do INSS, o alegado objeto investigativo da quebra de sigilo".

 

AS TRANSFERÊNCIAS
Os registros em posse da CPI do INSS, constam três transferências feitas por Lula, somando R$ 721,3 mil. A maior delas, de R$ 384 mil, ocorreu em 22 de julho de 2022, enquanto Lula se preparava para entrar na campanha à Presidência. As outras duas foram feitas em 27 de dezembro de 2023, no fim do primeiro ano do terceiro mandato do petista.

 

Segundo Lulinha, as transferências decorrem de "adiantamento de legítima herança aos filhos do presidente, devolução de custos arcados por Fábio Luís da época emergencial em que Lula esteve ilegalmente preso, ou de empréstimo à L.I.L.S. Palestras, da qual Fábio Luís possui cotas recebidas por herança".

 

A maior parte das movimentações financeiras de Lulinha ocorreu como rendimento de investimentos e entre duas empresas dele, a LLF Tech Participações e G4 Entretenimento e Tecnologia, ambas sediadas em São Paulo e com capital social de R$ 100 mil.

 

Com a LLF, Lulinha movimentou R$ 2,3 milhões, entre créditos e débitos, e, com a G4, R$ 772 mil. As companhias tem como atividade registrada a manutenção e serviços de tecnologia da informação, marketing, agenciamento de serviços e negócios em geral, consultoria em gestão empresarial e treinamento em desenvolvimento profissional e gerencial.

 

Lulinha também pagou aos seus dois ex-sócios na extinta Gamecorp Kalil Bittar e Jonas Suassuna Filho: R$ 750 mil para o primeiro e R$ 704 mil ao segundo.

 

Suassuna era um dos proprietários do sítio de Atibaia, que levou à condenação do presidente Lula no âmbito da Operação Lava Jato, fevereiro de 2019, pela acusação de que ele havia recebido propina por meio de reformas no imóvel. A sentença foi posteriormente anulada pelo Supremo Tribunal Federal.

Flávio Dino determina suspensão da quebra de sigilo de Lulinha
Foto: Reprodução / Flickr

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Flávio Dino, determinou a suspensão da quebra de sigilo bancário do filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o empresário Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha. A decisão desta quinta-feira (5) amplia uma determinação anterior, na qual derrubou a quebra de sigilo de Roberta Luchsinger, amiga de Lulinha.

 

Na decisão, Dino citou a votação em “bloco” realizada dentro Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do INSS. Segundo o minsitro, a quebra de sigilo “em um único momento” seria “impossível”.

 

“Com efeito, como equivocadamente houve a votação ‘em globo’ em um único momento na Sessão do dia 26 de fevereiro de 2026, é impossível – inclusive em face do princípio lógico da não contradição – que o referido ato seja nulo para alguns e válido para outros. Tal situação geraria insegurança jurídica e intermináveis debates tanto na seara administrativa, quanto na judiciária, com a altíssima probabilidade de desconsideração das provas colhidas no relevante Inquérito Parlamentar”, escreveu Dino.

 

Dino completa afirmando que a CPMI deve, se assim quiser, fazer uma nova votação das quebras de sigilo em relaçã a todos os alvos da votação em globo e “imotivada” realizada na quinta-feira (26).

Site afirma que quebra de sigilo de Lulinha indica movimentação de R$ 19,3 milhões entre anos de 2022 e 2025
Foto: Reprodução Redes Sociais

Informações da quebra de sigilo bancário de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, revelam que uma conta bancária pertencente a ele movimentou cerca de R$ 19,3 milhões entre os anos de 2022 e 2025. A revelação foi feita por exclusividade pela coluna da jornalista Andreza Matais, do site Metrópóles.

 

Segundo os investigadores que revelaram o conteúdo da quebra de sigilo do filho do presidente Lula, mais informações deverão surgir a partir da análise de outras contas bancárias, tanto em nome da pessoa física quanto das empresas de Lulinha. A conta bancária que teve movimentação de R$ 19,3 milhões está aberta em uma agência do segmento Estilo do Banco do Brasil, em São Paulo (SP).

 

A jornalista Andreza Matais informa que dos R$ 19,3 milhões transacionados por Lulinha nessa conta bancária de 2022 a 2025, a metade (R$ 9,66 milhões) corresponde a créditos. O restante foram pagamentos para outras contas.

 

O auge das transações, diz a coluna, teria se dado no segundo ano do governo do pai, em 2024, com R$ 7,2 milhões movimentados. Em 2025, o montante caiu para R$ 3,3 milhões. Em 2026, até o dia 30 de janeiro, foram R$ 205.455,96.

 

A maioria dos pagamentos é proveniente das empresas de Lulinha, de rendimentos de aplicações e de transferências de outras pessoas. As características da movimentação indicam tratar-se de uma conta de investimentos. 

 

A coluna informa ainda que as maiores fontes de pagamentos para Lulinha no período da quebra de sigilo são as próprias empresas dele: a LLF Tech Participações (R$ 2,37 milhões) e a G4 Entretenimento e Tecnologia (R$ 772 mil). Do restante, a maior parte veio de rendimentos de aplicações do próprio Lulinha.
 

Alcolumbre rejeita recurso e confirma quebra do sigilo bancário de Lulinha aprovada pela CPMI do INSS
Foto Lula Marques/Agência Brasil

Em resposta a um recurso apresentado por parlamentares governistas, o presidente do Congresso Nacional, Davi Alcolumbre (União-AP), decidiu nesta terça-feira (3) manter a decisão tomada na CPMI do INSS de aprovar requerimento para quebra dos sigilos bancários de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

 

A aprovação do requerimento se deu em tumultuada sessão da CPMI na última quinta (26), e os deputados e senadores governistas alegavam que o presidente da comissão, Carlos Viana (Podemos-MG), teria “fraudado” a votação. Esses parlamentares defendiam que havia número favorável à rejeição do requerimento, e que Viana teria manobrado a votação, transformando-a em simbólica. 

 

Com a decisão, fica mantida a quebra de sigilo de Lulinha, que passou a ser alvo da CPMI após pessoas investigadas terem afirmado que ele seria um “sócio oculto” do lobista Antonio Carlos Camilo Antunes, o “Careca do INSS”. Há relatos dessas mesmas pessoas de que Lulinha recebia uma mesada de R$ 300 mil do Careca do INSS. 

 

Na semana passada, após a aprovação do requerimento, o presidente da CPMI disse que já tinha enviado ao Banco Central um ofício requerendo as informações bancárias de Fábio Luís da Silva. 

 

Para tomar a sua decisão a respeito da legalidade da quebra de sigilo, o senador Davi Alcolumbre conversou com parlamentares tanto do governo quanto da oposição, além de ter pedido à sua assessoria para analisar a filmagem do momento da votação. Alcolumbre também consultou a Advocacia do Senado para respaldar juridicamente a sua decisão. 

 

"No caso concreto, sustenta-se que 14 parlamentares teriam se manifestado contrariamente aos requerimentos submetidos à apreciação. Ainda assim, esse número de votos contrários não seria suficiente para a configuração da maioria. Esta presidência conclui que a suposta violação das normas regimentais e constitucionais pelo presidente da CPMI não se mostra evidente e inequívoca. Não se faz necessária a intervenção do presidente da Mesa do Congresso Nacional", afirmou Davi Alcolumbre em nota. 

Lulinha teria admitido que o Careca do INSS lhe pagou viagem de 1º classe e hospedagem em Portugal, revela jornal
Foto: Reprodução Redes Sociais

Alvo de um requerimento de quebra de sigilo aprovado na semana passada pela CPMI do INSS, o empresário Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, teria feito uma viagem a Portugal com passagem aérea e hospedagem pagas pelo lobista Antônio Carlos Camilo Antunes, o Careca do INSS. Essa viagem teria sido relatada por Lulinha a pessoas próximas.

 

Foi o que revelou nesta segunda-feira (2) uma reportagem do jornal Estado de S.Paulo, que foi informado de que Lulinha teria dito que viajou com o Careca do INSS para visitar uma fábrica de produção de cannabis com fins medicinais. O filho do presidente Lula, entretanto, nega fechado negócios ou ter recebido qualquer outro pagamento do lobista.

 

Os nomes de Fábio Luís Lula da Silva e do Careca do INSS foram conectados quando um ex-funcionário do lobista afirmou à Polícia Federal que os dois eram sócios e que o advogado pagava R$ 300 mil mensais ao filho do presidente. A Polícia Federal abriu investigação para apurar as conexões entre Lulinha e o Careca do INSS. 

 

Em sua reportagem, o Estadão apurou com pessoas próximas que Fábio Luís Lula da Silva disse ter se aproximado do lobista porque ele era um amigo em comum com a empresária Roberta Luchsinger, também investigada pela Polícia Federal por ter recebido pagamentos de Antunes. Os interlocutores de Lulinha relataram ao Estadão que ele teria sido convidado a visitar uma fábrica de cannabis medicinal com Antunes em Portugal. 

 

De acordo com relatos obtidos pelo Estadão, Lulinha teria voado com o lobista no fim de 2024, em primeira classe, e ficou em hotel com tudo pago por Antunes. Esses interlocutores afirmam ainda que o filho do presidente diz ter sido apresentado ao Careca do INSS por Roberta Luchsinger, ex-mulher do ex-delegado e ex-deputado Protógenes Queiroz. 

 

A relação entre Lulinha e o Careca do INSS é um dos principais alvos da oposição na CPMI do INSS. A votação de um requerimento para quebra de sigilo do filho do presidente, na última quinta (26), foi seguida de bate-boca e agressões e virou alvo de disputa regimental. 

 

O caso foi levado pelos parlamentares governistas ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), que foi instado a decidir sobre a validade da decisão. Integrantes governistas da CPI apresentaram a Alcolumbre um recurso por escrito pedindo a anulação da votação por fraude.

 

Além da CPMI, o filho do presidente Lula também sofre um avançado certo da Polícia Federal. No final do mês de janeiro, o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), quebrou os sigilos bancário, fiscal e telemático de Fábio Luís Lula da Silva, atendendo a um pedido da PF.

 

O pedido da PF foi feito há cerca de um mês, e a decisão de Mendonça foi tomada antes de a CPMI que apura descontos indevidos em benefícios do INSS aprovar a mesma quebra de sigilo.

 

Sobre as suspeitas envolvendo o seu filho, o presidente Lula disse, em entrevista no início do mês de fevereiro, que conversou com Fábio, após o nome dele ter sido citado na CPMI do INSS. Lula contou que chamou Lulinha no Palácio do Planalto para uma conversa e que alertou o filho de que se ele tivesse algum envolvimento com os descontos indevidos, ele deveria “pagar o preço”.

 

“Quando saiu o nome do meu filho, chamei ele e disse: só você sabe a verdade. Se você tiver alguma coisa, vai pagar o preço, mas se não tiver, se defenda”, afirmou o presidente.

 

A defesa de Lulinha afirma que ele não teve nenhuma participação nas fraudes do INSS e não cometeu nenhum crime. Marco Aurélio de Carvalho, coordenador do grupo Prerrogativas, diz que Fábio já havia se colocado à disposição do STF através do advogado que constituiu, que é Guilherme Suguimori, para prestar esclarecimentos à Justiça.

 

"Não é a primeira vez que envolvem o meu nome com o objetivo de desgastar o meu pai, o governo dele, o PT, a mim mesmo, então isso não é novidade. O que eu quero saber é: cadê a chave da minha Ferrari de ouro, número um? Número dois: cadê a chave da porteira da fazenda onde eu crio milhares de cabeças de gado? E número três: cadê os dividendos da Friboi, porque eu era sócio da Friboi até ontem”, teria dito Lulinha, segundo relatos do seu advogado.
 

Alcolumbre vai olhar imagens de câmeras para decidir se anula votação que quebrou sigilo bancário de Lulinha
Foto: Carlos Moura/Agência Senado

Ao receber nesta quinta-feira (26), na residência oficial, uma comitiva de parlamentares governistas da CPMI do INSS, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), disse que irá analisar imagens da sessão da comissão antes de tomar alguma decisão sobre reverter a aprovação do requerimento de quebra de sigilo bancário e fiscal de Fábio Luiz Lula da Silva, o Lulinha. 

 

Os parlamentares ligados ao governo afirmam que o presidente da CPMI, senador Carlos Viana (Podemos-MG), teria fraudado a votação do requerimento, ao não fazer uma chamada nominal dos membros da comissão. Viana votou de forma simbólica o requerimento que envolve Lulinha em meio a outros 86 documentos sobre outras quebras de sigilo, convocações, convites e demais pedidos tanto do relator quanto de deputados e senadores da CPMI.

 

Alcolumbre prometeu aos parlamentares governistas que vai ouvir os dois lados envolvidos na discussão dos requerimentos, além de técnicos do Senado, para tomar sua decisão. Até que saia a decisão de Alcolumbre sobre anulação ou não da votação, os deputados e senadores ligados ao governo descartam judicializar a votação.

 

Quem subiu o tom contra o presidente da CPMI foi a ministra de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann (PT), que acusou Viana de aplicar um golpe na votação que resultou na quebra dos sigilos bancário e fiscal de Lulinha. Gleisi defendeu as ações da base aliada e confirmou que o governo irá recorrer à decisão.

 

“Foi golpe do presidente da CPMI. Temos maioria. Tínhamos ganhado a votação anterior. Ele não contou os votos. Fez votação simbólica e tratou de anunciar o resultado. Vamos recorrer disso”, afirmou a ministra em entrevista.

 

Na mesma linha da ministra, o líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), afirmou que a votação que aprovou a quebra de sigilo de Lulinha foi “manipulada”. Wagner classificou o episódio como "absurdo",e afirmou que não poderia se calar.

 

"Um absurdo. Realmente foi-se às vias de fato porque as pessoas ficaram indignadas com a proclamação do presidente Carlos Viana sobre o resultado. Não há como negar que o número nosso era 14 e não 7, e quem ganha é a maioria", declarou.

 

Já o presidente da CPMI, Carlos Viana, disse nesta quinta que não pretende recuar de sua decisão.

 

O senador afirmou que já começou a encaminhar às autoridades responsáveis os requerimentos aprovados na reunião da CPMI. Viana afirmou que há cerca de um mês vem sendo ignorado em seus pedidos de reunião com Alcolumbre, para decidir sobre a prorrogação dos trabalhos da comissão mista de inquérito, e que, portanto, não irá esperar a decisão do presidente do Senado sobre eventuais irregularidades na votação dos requerimentos. 

 

Carlos Viana inclusive havia enviado na última quarta (25) um ofício ao senador Davi Alcolumbre, requerendo manifestação dele sobre a prorrogação dos trabalhos do colegiado por mais 60 dias. O prazo de funcionamento atual da CPMI, de 180 dias, se encerra em 28 de março.

 

O ofício foi anunciado por Viana como a última tentativa de obter da presidência do Senado uma decisão sobre a continuidade dos trabalhos. O senador mineiro disse a aliados que vai esperar uma semana para que Alcolumbre responda seu ofício. 

 

Caso contrário o presidente do Senado não responda ou decida não prorrogar os trabalhos da CPMI, Viana pensa em recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF). Já houve casos recentes em que o STF exigiu a abertura de uma CPI, entendendo ser um instrumento legítimo da oposição. 
 

Ministro André Mendonça autorizou quebra de sigilos de 'Lulinha' antes da CPMI do INSS
Foto: Carlos Moura/SCO/STF

O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou a quebra dos sigilos bancários, fiscais e telemáticos de Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como "Lulinha". A autorização ocorreu em janeiro, antes mesmo da aprovação da quebra de sigilo bancário do filho mais velho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva pela CPMI do INSS nesta quinta-feira (26). 

 

A decisão de Mendonça atendeu a um pedido da Polícia Federal e está sob sigilo. Segundo informações do jornal "Estado de S. Paulo", a PF apontou ao Supremo que as investigações sobre desvios em descontos de aposentados e pensionistas do INSS revelam citações a Fábio Luís. 

 

A TV Globo teve acesso a trechos do relatório, em que a PF indicou que o filho do presidente pode ter atuado como sócio oculto de Antônio Camilo Antunes, o "Careca do INSS", principal suspeito de operar o esquema do INSS.

 

Os investigadores sustentam, no entanto, que as menções a Fábio Luís surgiram por terceiros e que não há elemento sobre uma participação direta nos fatos do inquérito. "Em investigações policiais, tais afirmações devem ser analisadas com cautela e submetidas a verificação rigorosa, a fim de evitar conclusões precipitadas. Nesse cenário, as referências colhidas até o momento apontam para menções realizadas por terceiros e vínculos indiretos, que sugerem a possível participação de Fábio Lula em movimentações destinadas a fomentar projetos empresariais de Antônio Camilo", diz um dos trechos do documento.

 

O elo entre Lulinha e o Careca do INSS seria a empresária Roberta Luchsinger, que foi alvo de busca e apreensão da Operação Sem Desconto, que apura os desvios do INSS.

 

“Eventualmente confirmadas as citações e hipóteses criminais levantadas, e uma vez deferidas e cumpridas as medidas cautelares propostas neste representação, a Polícia Federal adotará todas as providências necessárias ao fiel cumprimento de sua missão constitucional: entregar a verdade dos fatos aos legitimados da persecução penal, livre de interferências externas ou narrativas políticas, assegurando que nenhuma injustiça seja cometida, considerando a polarização política existente no país", prossegue.

Em entrevista, Lula afirma que o seu filho vai ter que "pagar o preço" se tiver envolvimento nas fraudes do INSS
Foto: Reprodução Youtube Uol

Se Fábio Luís da Silva, o Lulinha, tiver algum envolvimento com o escândalo e as fraudes no INSS, “vai pagar o preço”. A afirmação foi feita pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em entrevista exclusiva ao site Uol, nesta quinta-feira (5). 

 

Lula foi perguntado sobre eventual relação do filho dela, o Lulinha com o Careca do INSS. Parlamentares da CPMI tentam convocar o filho do presidente para dar explicações e esclarecer denúncias de que ele recebia uma mesada de R$ 300 mil do Careca. 

 

Na entrevista, Lula revelou ter tido uma conversa com o filho, após o nome dele ser mencionado nas investigações. Lula afirmou que teria dito ao filho que ele “vai pagar o preço” se tiver envolvimento. 

 

“Quando saiu o nome do meu filho, eu chamei meu filho aqui. Olhei no olho do meu filho e disse: 'Só você sabe a verdade. Se você tiver alguma coisa, você vai pagar o preço de ter alguma coisa. Se você não tiver, se defenda'”, afirmou. 

 

Em outro questionamento da entrevista, o presidente Lula foi questionado sobre as irregularidades cometidas pelo Banco Master, que levaram à sua liquidação. Lula recordou que quando soube dous problemas do banco, teria convocado o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, e o Procurador-Geral da República, Paulo Gonet, para saber o que achavam do banqueiro Daniel Vorcaro. 

 

Ao Uol, Lula disse que os envolvidos nas fraudes precisam “pagar” pelas irregularidades que podem resultar no maior escândalo financeiro da história do país. “Nós vamos investigar até as últimas consequências”, garantiu o presidente, lembrando que parlamentares podem estar por trás do esquema que levou à liquidação do Master.

 

"Vamos a fundo nesse negócio [o escândalo do Banco Master]. Queremos saber por que o governo do Rio de Janeiro, do estado do Amapá, colocaram dinheiro do fundo dos trabalhadores nesse banco. Qual é a falcatrua que existe entre o Master e o BRB? Quem está envolvido?", disse o petista.

 

Ainda sobre o banco, o presidente Lula defendeu a atuação do seu ex-ministro Ricardo Lewandowski, e disse não ter visto problema na revelação de que o escritório de advocacia da família foi contratado pelo Master. 

 

“O Lewandowski é um dos maiores juristas que esse país já produziu. Todo e qualquer bom jurista é contratado por qualquer grande empresa que esteja em dificuldade. Quando eu convidei pra vir (para o ministério), ele saiu do banco. Não tem problema nenhum”, colocou Lula.
 

Por acordo, CPMI do INSS adiou votação da convocação de Lulinha e da quebra de sigilo bancário do Master
Foto: Reprodução Redes Sociais / divulgação Banco Master

Depois de uma reunião com líderes partidários e membros da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito que investiga fraudes no INSS, o presidente do colegiado, senador Carlos Viana (Podemos-MG), decidiu retirar de pauta diversos requerimentos polêmicos e que não possuíam consenso. Com isso, na reunião desta quinta-feira (5) da CPMI, foram votados apenas documentos fruto de acordo entre as bancadas de governo e oposição.

 

Ficaram de fora da votação de hoje os diversos requerimentos que buscam convocar Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, para depor ao colegiado. Outros requerimentos de quebra dos sigilos bancário e telefônico de Lulinha também ficaram de fora da lista aprovada. 

 

No pedido apresentado pelo Novo, o partido sustenta que há indícios financeiros que apontam uma possível conexão entre operadores da chamada “Farra do INSS” e pessoas próximas ao presidente da República, incluindo Lulinha.

 

Parlamentares da CPMI do INSS tentam convocar ou quebrar o sigilo bancário e fiscal de Lulinha para esclarecer suspeitas de ligação dele com o Careca do INSS em um esquema bilionário que afeta aposentados e pensionistas. Requerimentos de deputados e senadores de oposição citam depoimento de uma testemunha sobre uma suposta mesada de R$ 300 mil que o Careca do INSS dava para o filho do presidente. 

 

Havia também a expectativa de votar requerimentos de quebra de sigilo de Danielle Fonteles, publicitária que fez campanha do PT, e da lobista Roberta Luchsinger, amiga de Lulinha. Danielle Fonteles teria recebeu R$ 200 mil de uma consultoria que apresenta indícios de atuar como empresa de fachada de quem atuava junto a lobistas que desviaram dinheiro descontado dos aposentados. 

 

Requerimentos de parlamentares citam reportagens da imprensa que colocam Danielle Fonteles como eventual coordenadora de uma operação de maconha medicinal ligada ao Careca do INSS em Portugal.

 

Outros requerimentos que foram deixados de lado na reunião desta quinta previam a quebra dos sigilos bancário e fiscal do Banco Master. As propostas não tiveram acordo para serem votadas.

 

O presidente da CPI, senador Carlos Viana (Podemos-MG), afirmou que os requerimentos foram retirados de pauta por acordo entre os líderes da comissão e que não serão analisados “por enquanto". Segundo ele, as propostas devem voltar à pauta após ajustes ou em sessões futuras.

 

Os pedidos relacionados ao Banco Master haviam sido apresentados por parlamentares do partido Novo e solicitavam acesso a informações financeiras da instituição, como contas, investimentos, bens, direitos e valores mantidos pelo banco em instituições financeiras. Os parlamentares alegam indícios de problemas em contratos de empréstimos consignados vinculados ao Banco Master, incluindo registros de operações sem autorização dos beneficiários.

 

Na mesma sessão, também foi retirado de pauta o pedido que solicitava à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) informações sobre voos e passageiros de aeronaves registradas em nome de empresa ligada ao empresário Daniel Vorcaro. O objetivo do requerimento era verificar eventuais vínculos entre a atuação do banco no mercado de consignados e estruturas empresariais relacionadas ao investigado.
 

Filho de Lula se hospeda em mansão utilizada por sócia do Careca do INSS, diz coluna
Foto: Reprodução Redes Sociais

 

O filho do presidente Lula, Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, teria se hospedado numa mansão no Lago Sul alugada pela lobista Roberta Luchsinger. O endereço é considerado um dos pontos onde Lulinha se encontra todas as vezes que vem ao Brasil. O local é classificado como “QG” dele na capital federal. 

 

Segundo a coluna Andreza Matais, do Metrópoles, o espaço também já foi utilizado pelo presidente nacional do União Brasil, Antonio Rueda. Anteriormente, o aluguel do espaço era de R$ 25 mil mensais. De acordo com a coluna, uma pessoa que se apresenta como “secretário” do filho do presidente, continua utilizando a residência durante a morada de Lulinha na Europa. 

 

A responsável pelo aluguel, Luchsinger, teria, segundo a coluna, relação com o empresário Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS. Em abril do ano passado, foram encontrados uma ordem dela, para que ele jogasse fora aparelhos de celular. “Antônio, some com esses telefones. Joga fora”, diz ela ao Careca em 29 de abril passado.

 

De acordo com a coluna, em 5 de maio, Luchsinger menciona Lulinha em outra mensagem ao Careca. “Na época do Fábio, falaram de Friboi, de um monte de coisa, o (sic) maior… igual agora com você”, disse ela.

 

Luchsinger e Careca estiveram juntos no Ministério da Saúde por diferentes momentos representando uma empresa de serviços de telemedicina, a DuoSystem. Conforme a publicação, a proximidade de Luchsinger com o filho de Lula é publicada pela própria lobista nas redes sociais. Em março de 2024, ela mostrou uma tatuagem de “melhores amigas” com Renata Abreu Moreira, esposa de Lulinha. 

 

“Minha BFF e eu eternizadas na pele e no coração!”, escreveu. Rooberta é considerada pessoa-chave e intermediadora na possível aproximação entre o filho do presidente e o “Careca”.

Investigado pela PF, Lulinha deve deixar o Brasil e voltar a morar na Europa
Foto: Reprodução Redes Sociais

O filho do presidente Lula, Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, deve retornar sua morada em Madri, na Espanha, nos próximos dias. O herdeiro do petista estava no Brasil nas últimas três semanas para participar de festas de fim de ano. No entanto, não houve nenhum registro de encontro com o seu pai. 

 

A informação da volta de Lulinha à Europa foi revelada pela coluna Andreza Matais, do Metrópoles. O seu retorno ao continente europeu ocorre em um momento em que a Polícia Federal teria informado ao Supremo Tribunal Federal (STF) uma investigação contra o filho do presidente Lula. 

 

De acordo com a PF, ele seria sócio oculto do empresário Antônio Carlos Camilo Antunes. Conhecido como “Careca do INSS”, Antônio Carlos é apontado como líder do esquema criminoso que desviou valores bilionários de aposentados por meio de descontos associativos. 

 

As menções foram encontradas pela Polícia Federal na investigação que realiza a respeito dos desvios nas contas dos beneficiários do Instituto Nacional de Seguro Social (INSS). De acordo com o “Estadão”, a PF encontrou citações do filho do presidente Lula em diálogos de WhatsApp, passagens aéreas, anotações e o depoimento de uma testemunha.

 

Na representação enviada ao ministro André Mendonça, relator do inquérito sobre os desvios no INSS, os investigadores da Polícia Federal ressalvam que até o momento não foi encontrado nenhum elemento que indique a participação direta de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, nos fatos sob investigação. A defesa de Lulinha disse ao jornal que ele nunca foi sócio do Careca do INSS.

 

Lulinha teria ainda recebido R$ 25 milhões do Careca do INSS e uma “mesada” de cerca de R$ 300 mil.

PF investiga suposta sociedade entre filho de Lula e Careca do INSS, mas diz não ter achado evidência concreta
Foto: Reprodução Redes Sociais

Reportagem do jornal Estado de S.Paulo desta quarta-feira (7) revelou que a Polícia Federal teria informado ao Supremo Tribunal Federal (STF) que vai investigar menções de que Fábio Luís Lula da Silva, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, seria sócio oculto do empresário Antônio Carlos Camilo Antunes. Conhecido como “Careca do INSS”, Antônio Carlos é apontado como líder do esquema criminoso que desviou valores bilionários de aposentados por meio de descontos associativos. 

 

As menções foram encontradas pela Polícia Federal na investigação que realiza a respeito dos desvios nas contas dos beneficiários do Instituto Nacional de Seguro Social (INSS). De acordo com o “Estadão”, a PF encontrou citações do filho do presidente Lula em diálogos de WhatsApp, passagens aéreas, anotações e o depoimento de uma testemunha.

 

Na representação enviada ao ministro André Mendonça, relator do inquérito sobre os desvios no INSS, os investigadores da Polícia Federal ressalvam que até o momento não foi encontrado nenhum elemento que indique a participação direta de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, nos fatos sob investigação. A defesa de Lulinha disse ao jornal que ele nunca foi sócio do Careca do INSS.

 

“Isso é mais uma vilania, mais uma tentativa de desgastar o governo”, afirmou o advogado Marco Aurélio de Carvalho ao jornal.

 

Em meados de dezembro, o ministro André Mendonça autorizou a nova fase da Operação Sem Desconto da Polícia Federal. Na decisão em que autorizou a continuidade da operação, Mendonça afirma que a PF identificou cinco pagamentos de R$ 300 mil, totalizando R$ 1,5 milhão, de uma empresa do Careca do INSS — a Brasília Consultoria Empresarial S/A — para a empresa RL Consultoria e Intermediações Ltda., que pertence a outra investigada, Roberta Moreira Luchsinger.

 

Em mensagem trocada entre o Careca e um de seus sócios, também investigado, ele diz que um dos repasses de R$ 300 mil para a empresa de Roberta Luchsinger seria para “o filho do rapaz”. A decisão de Mendonça não esclarece quem seria essa pessoa.

 

A defesa de Roberta Moreira Luchsinger disse à reportagem do “Estadão” que ela possui “relação pessoal com Fábio Luís e sua família há vários anos e não é a primeira vez que surgem ataques a ela ou a Fábio, fruto de sua amizade”.

 

Durante um café da manhã com jornalistas, no dia 18 de dezembro, o presidente Lula afirmou que todas as pessoas que tenham envolvimento no esquema de fraudes em aposentadorias do INSS serão investigadas e eventualmente punidas. Questionado sobre as investigações da PF e a suposta parceria comercial entre o Careca do INSS e o seu filho, o Lulinha, Lula disse que se ele tiver envolvimento, será investigado.

 

“Muitas das coisas estão em segredo de Estado. Já li notícias e tenho dito para ministros e à CPI que é importante ter seriedade, que se possa investigar todas as pessoas envolvidas. Ninguém ficará livre. Se tiver filho meu envolvido nisso, ele será investigado”, afirmou Lula. 
 

VÍDEO: “Se tiver filho meu envolvido nisso, será investigado”, diz Lula sobre suposta participação de Lulinha em fraude do INSS
Foto: Reprodução / Redes Sociais

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) comentou nesta quinta-feira (18) sobre as investigações que apuram um esquema de fraudes em aposentadorias do INSS. Durante discurso, o presidente afirmou que todos os envolvidos devem ser investigados e eventualmente punidos. 

 

A declaração aconteceu durante um café da manhã entre o presidente e jornalistas no Palácio do Planalto. Na ocasião, ele foi questionado sobre as investigações da Polícia Federal e a suposta parceria comercial entre Antônio Carlos Camilo Antunes, o "Careca do INSS", e o seu filho Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha.

 

"Muitas das coisas estão em segredo de Estado. Já li notícias e tenho dito para ministros e à CPI que é importante ter seriedade, que se possa investigar todas as pessoas envolvidas. Ninguém ficará livre. Se tiver filho meu envolvido nisso, ele será investigado", disse o petista.

 

O posicionamento do petista chega durante a realização da nova fase da Operação Sem Desconto, ocorrida nesta quinta. A ação foi autorizada pelo ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, que retirou o sigilo da decisão nesta quinta.

 

Mendonça afirmou que foi identificado pela Polícia Federal cinco pagamentos de R$ 300 mil, totalizando R$ 1,5 milhão, de uma empresa do Careca do INSS — a Brasília Consultoria Empresarial S/A — para a empresa RL Consultoria e Intermediações Ltda., que pertence a outra pessoa envolvida e identificada como Roberta Moreira Luchsinger.

 
 
 
 
Maioria na CPMI impede convocação do filho de Lula, acusado por testemunha de ter recebido dinheiro do Careca do INSS
Foto: Reprodução Redes Sociais

A maioria dos membros da CPMI do INSS votou, nesta quinta-feira (4), para rejeitar a convocação de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Foram 19 votos pela rejeição, enquanto outros 12 parlamentares votaram pela convocação.

 

O requerimento de convocação do filho mais velho do presidente Lula foi apresentado em virtude de indícios apurados pela Polícia Federal de que ele teria mantido relação de proximidade e até uma sociedade empresarial com Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”.  

 

Segundo reportagem divulgada pelo site Poder360, depoimentos dados à PF revelaram que Lulinha teria recebido uma cifra de 25 milhões das mãos do Careca do INSS. Além disso, o filho do presidente Lula também é acusado de ter recebido pagamentos mensais de cerca de R$ 300 mil. 

 

O site Poder360 menciona ainda viagens que teriam sido realizadas por Fábio Luís da Silva junto com o Careca do INSS para Portugal. Essa acusação também teria sido feita em depoimento coletado nas investigações. 

 

“Essas informações eram até agora desconhecidas com esse nível de detalhe e foram fornecidas por Edson Claro, ex-funcionário do Careca do INSS e que se diz ameaçado pelo ex-patrão”, diz a reportagem do Poder360, que teve acesso aos dados por meio de integrantes da CPMI do INSS.

 

Edson Claro é um dos alvos da investigação que está em curso na Polícia Federal. Ele prestou depoimento em 29 de outubro de 2025. O conteúdo chegou para alguns integrantes da CPMI e o site Poder360 também teve acesso na condição de não divulgar a íntegra. 

 

No depoimento, Edson Claro teria feito revelações graves contra Lulinha – embora não tenha havido até agora coleta de provas para comprovar o que afirma o ex-funcionário do Careca do INSS.

 

O site procurou o ax-advogado e amigo de Fábio Luís da Silva, Marco Aurélio Carvalho, para tentar um contato com o filho de Lula. O advogado refutou as acusações.

 

“Não consegui falar com Fábio, talvez por causa do fuso horário. Mas acho que essa acusação é absolutamente pirotécnica e improvável. É mais uma tentativa de desgastar a imagem de Fábio Luís”, disse Marco Aurélio. 
 

MPF acolhe recurso do filho de Lula em processo contra Ciro Gomes por ser chamado de “ladrão” em entrevista na Bahia
Foto: Ricardo Stuckert / PR

A 2ª Câmara de Revisão do Ministério Público Federal (MPF) acolheu recurso do filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, em processo envolvendo o ex-candidato à presidência Ciro Gomes (PDT). Lulinha alega ter sido vítima de calúnia e injúria após declarações de Ciro em entrevista à Rádio Metrópole em 2022, durante o período eleitoral, quando foi chamado de “filho corrupto” e “ladrão” pelo o então presidenciável.

 

Em nota enviada ao Bahia Notícias, a defesa de Lulinha afirmou que o recurso foi acatado na tarde desta segunda-feira (17), após argumentação do advogado do filho do presidente, o baiano Maurício Vasconcelos.

 

“Após sustentação oral do advogado de Lulinha, Maurício Vasconcelos, a instância superior acolheu os argumentos do filho do Presidente da República e o resultado foi no sentido do ‘Provimento, por unanimidade, para, não homologando o arquivamento, devolver os autos à origem, para oferecimento de denúncia’”, disse nota. 

 

A Justiça Eleitoral baiana foi acionada em maio de 2023, mas não foi dado andamento após a promotora Izabel Cristina Vitória Santos não identificar crime cometido por Ciro Gomes, e solicitou o arquivamento do caso. Assim, os advogados de Lulinha entraram com recurso junto ao MPF para que o processo seguisse em progressão.

Filho do presidente Lula aciona Ciro Gomes em ação na Justiça Eleitoral da Bahia; entenda caso
Foto: Enaldo Pinto / Ag Haack / Bahia Notícias

A já difícil relação entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o ex-ministro Ciro Gomes (PDT) ganhou outro capítulo. O filho mais velho do presidente, o empresário Fábio Luís Lula da Silva, representou criminalmente contra Ciro por eventuais crimes contra a honra na Justiça Eleitoral da Bahia.

 

A razão da representação se deu por falas feitas pelo candidato derrotado na disputa pela presidência nas eleições de 2022. Em entrevista à Rádio Metrópole em 5 de setembro do ano passado, no período eleitoral, Ciro Gomes teria ofendido a honra de "Lulinha" chamando-o de “filho de ladrão”, “filho corrupto”, além de citar “transações milionárias com a TELEMAR”. 

 

Os fatos citados por Ciro foram classificados pelo empresário como "mentirosos e injustificáveis mesmo no calor de uma disputa eleitoral". Os representantes de Lulinha na ação, os advogados Maurício Vasconcelos e Fábio Tofic Simantob, indicaram que a representação Criminal promovida por Lulinha contra Ciro Gomes foi distribuída para o Juízo da 19ª Zona Eleitoral de Salvador.

 

"Por sua vez encaminhou os autos a promotora eleitoral junto àquela serventia, Izabel Cristina Vitória Santos, desde o dia 23 de março de 2023, que até o momento não se manifestou em nenhum sentido", completou Vasconcelos. 

 

O advogado explicou que "como se tratam de crimes contra a honra de natureza eleitoral, a iniciativa de processar o ofensor, por força do artigo 355 do Código Eleitoral, é exclusiva do Ministério Público Eleitoral, não podendo a parte provocar o Poder Judiciário por iniciativa própria como ocorre nos crimes comuns por meio de queixa-crime".

 

"Embora reconheça a carga de trabalho que recai sobre os promotores eleitorais e a seriedade da promotora de Justiça Izabel Cristina, é injustificável que passados 53 dias do protocolo da representação de Lulinha não tenha havido uma manifestação do Ministério Público Eleitoral, que no caso é obrigatória", indicou o representante do filho do presidente.

 

O advogado também lembrou que, nos crimes eleitorais, os prazos de prescrição são reduzidos e, caso não ocorra o recebimento de uma eventual denúncia para interromper o prazo prescricional, os crimes apontados ficarão impunes. “Continuo aguardando uma manifestação ministerial o mais breve possível, afinal o empresário Fábio Luís Lula da Silva, embora filho do Presidente da República, nunca disputou mandatos eletivos e em 2022 era um espectador como qualquer outro eleitor brasileiro, o que torna ainda mais graves os achincalhes lançados contra a sua honra”, finalizou o advogado baiano.

Filho de Lula processa Amado Batista após cantor dizer que o petista e a família roubaram
Amado Batista é bolsonarista | Foto: Marcos Corrêa/PR

O filho do ex-presidente Lula, Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, processará o cantor Amado Batista.

 

De acordo com informações da coluna de Mônica Bergamo, na Folha de S. Paulo, o empresário apresentará, nesta segunda-feira (5), no Tribunal de Justiça de Pernambuco, uma queixa-crime por injúria contra o artista, que em entrevista ao programa “Frente a Frente”, da Rede Nordeste de Rádio, disse que o Lula e seus filhos praticaram roubos durante os governos do PT.

 

Segundo a publicação, durante o programa o apresentador Magno Martins afirmou que “antes do Bolsonaro, o dinheiro brasileiro era investido para ajudar países comunistas”. Como resposta, Amado Batista completou: “Além de roubar pra caramba, né? Além de ter roubado pra caramba. Existem pessoas que eram pobres antes do comunismo aqui, antes da esquerda, e que estão milionários hoje.”

 

Em seguida, o jornalista perguntou ao cantor se Lula se encaixava na descrição apontada por ele, que confirmou. “Com certeza. Tanto ele quanto os filhos dele, né?”, respondeu, alegando ainda que um dos filhos do petista é latifundiário. “É só ir pro Pará, lá pro Mato Grosso, para vocês verem. Ao vivo e a cores”, acusou o cantor bolsonarista, que durante a participação na rádio disse não acreditar nas pesquisas que apontam a vitória de Lula frente a Jair Bolsonaro nas eleições de 2022. “São os órgão de comunicações que deixaram de mamar na teta do governo, né? E agora fica querendo pregar. O Karl Marx e o Stálin disseram que dez mentiras bem contadas viram verdades”, argumentou. “Esse é o país que as pessoas querem, de ladrões?”, questionou, mais uma vez, apontando o petista como criminoso.

 

Segundo a coluna, na queixa-crime apresentada por Lulinha, ele alega que as declarações de Amado Batista são injustas ofensas contra si e seus familiares”. “[Fábio Luís] Sempre se manteve alheio aos holofotes da política, construindo carreira como empresário no segmento de games, mesmo que, vez ou outra, se visse diante dos desafios que a exposição política de seu pai lhe trazia”, diz a ação. 

 

A defesa também não descarta entrar com ações de indenização por danos morais. “Amado Batista, com ausência completa de civilidade, ofendeu a dignidade e o decoro de Fábio Luís. Deve, pois, responder pelas mentiras que veiculou, civil e criminalmente”, afirmou o advogado de Lulinha. 

Curtas do Poder

Ilustração de uma cobra verde vestindo um elegante terno azul, gravata escura e língua para fora
Na política, o de cima sobe e o de baixo desce. Mas, às vezes, tentando fazer você acreditar que o mundo tá ao contrário. Exemplo: quando o Soberano tá "sobrevivendo" e Cunha acredita que não tá quase na porta do Sine. Mas o presente que o Galego ganhou de aniversário também não foi lá dos melhores. Mas vale lembrar os políticos de há de se ter prioridades. Parece que tem gente que só foca em trend, enquanto deixa a aula de português de lado... Saiba mais!

Pérolas do Dia

Carlos Viana

Carlos Viana
Foto: Andressa Anholete/ Agência Senado

"Sou uma pessoa pública. Todas as minhas ações são passíveis de questionamento". 

 

Disse o senador Carlos Viana (Podemos-MG) ao declarar que responderá “com a maior tranquilidade” aos questionamentos do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal, sobre possíveis irregularidades em emendas repassadas à Fundação Oásis, ligada à Igreja da Lagoinha.

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