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Artigos

Thiago Nascimento
Trump recua, Irã capitaliza: o custo político da impulsividade
Foto: Divulgação

Trump recua, Irã capitaliza: o custo político da impulsividade

A recente escalada de tensão entre Estados Unidos e Irã produziu mais um episódio que revela menos sobre poder militar e mais sobre percepção, narrativa e cálculo político. O que se viu, especialmente, ontem, não foi apenas um movimento tático, mas um reposicionamento simbólico que, na prática, acabou favorecendo o discurso iraniano.

Multimídia

“Existe satisfação e insatisfação”, diz Ricardo Maia ao comentar relação com Jerônimo Rodrigues

“Existe satisfação e insatisfação”, diz Ricardo Maia ao comentar relação com Jerônimo Rodrigues
O deputado federal Ricardo Maia (MDB) comentou sobre sua relação governador Jerônimo Rodrigues (PT) e admitiu que “há insatisfações” com o petista. Em entrevista ao podcast do Bahia Notícias, Projeto Prisma, nesta segunda-feira (6), o parlamentar fez um balanço sobre os diálogos com o governador, citando o cumprimento de promessas, e relembrou quando fez cobranças a Jerônimo na tribuna da Câmara dos Deputados.

Entrevistas

Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto

Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto
Foto: Divulgação / Agência AL-BA
De volta à Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) desde janeiro, após assumir a vaga aberta com a morte do deputado Alan Sanches, Luciano Ribeiro (União) concedeu entrevista ao Bahia Notícias na última semana e falou sobre a produtividade do Legislativo para 2026, ano que será marcado pela disputa eleitoral, e o cenário político para a corrida ao governo da Bahia. O deputado também tratou da formação da chapa de oposição e afirmou que, neste momento, descarta disputar a reeleição. Desde o seu retorno, Luciano passou a ocupar a vice-liderança da oposição e a vice-presidência da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa.

luiz philippe vieira de mello filho

Presidente do TST afirma que regulamentação do trabalho via plataformas digitais é uma das pautas centrais de sua gestão
Foto: Aline Gama / Bahia Notícias

O presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), ministro Luiz Philippe Vieira de Mello Filho, afirmou em entrevista ao O Globo, que a regulamentação do trabalho via plataformas digitais é uma das pautas centrais de sua gestão. Ele defende um modelo que garanta proteção ao trabalhador sem inviabilizar os negócios, com expectativa de avanço da proposta em negociação no Congresso até fevereiro ou março. “O projeto em negociação no Congresso, construído com participação do TST, é essencial”, disse.

 

Entre as prioridades anunciadas estão, além da regulação das plataformas, a futura normatização do trabalho de cuidadores, o combate ao trabalho infantil e ao trabalho escravo que, segundo ele, “hoje não está restrito ao meio rural e atinge também grandes centros urbanos” – e o enfrentamento ao aumento de acidentes de trabalho. “Quero uma gestão com resultado concreto na ponta. A Justiça do Trabalho precisa estar onde as pessoas estão, especialmente no Brasil invisível”, declarou o ministro.

 

Sobre o aumento no volume de ações trabalhistas entre 2022 e 2025, após um período de retração pós-reforma de 2017, Vieira de Mello Filho argumentou que a judicialização reflete o não cumprimento da lei. “A premissa precisa ser correta: a judicialização aumenta quando a lei não é cumprida”, afirmou. Ele ressaltou que a Justiça do Trabalho não busca reduzir artificialmente o número de ações, mas garantir o equilíbrio das relações. “Quando a economia melhora e as regras são respeitadas, naturalmente a litigiosidade diminui.”

 

Ao detalhar sua visão para a regulação do trabalho por aplicativos, o presidente do TST defendeu a solução legislativa. “O modelo ideal é aquele construído pelo diálogo e pelo equilíbrio. Nenhum modelo econômico deve ser inviabilizado. Mas não podemos aceitar um sistema em que milhões de pessoas saem de casa sem saber se voltam e sem nenhum tipo de proteção”, afirmou. Ele enfatizou a necessidade de uma “moldura legal que assegure transparência, segurança, proteção previdenciária e remuneração digna”.

 

Questionado sobre a pejotização irrestrita, o ministro foi enfático: “Sem regulação e fiscalização rigorosas, esse modelo gera superexploração, desproteção e consequências sociais graves que recaem sobre o Estado e sobre toda a sociedade”.

 

Sobre a remuneração da magistratura, Vieira de Mello Filho criticou os “supersalários” e defendeu um subsídio transparente, com correção anual por índice único. “A vida do juiz é difícil. Não pode ser só pelo financeiro. A magistratura exige vocação, responsabilidade e compromisso público”, disse. Ele também se posicionou contra magistrados que recebem por palestras de empresas ou entidades que podem ser parte em processos. “O conflito é evidente. O juiz não pode ser um prestador de serviços no mercado”, declarou, defendendo a criação de um Código de Conduta. “O juiz tem que ser uma pessoa só. Não dá para ter duas vidas, uma dentro do tribunal e outra fora.”

Corregedor-Geral da Justiça do Trabalho pondera sobre empreendedorismo informal: “Futuro vai dizer quem pagará a conta"
Foto: Aline Gama / Bahia Notícias

O ministro Luiz Philippe Vieira de Mello Filho, corregedor-geral da Justiça do Trabalho, falou acerca da necessidade de aprimorar o acesso à Justiça na Bahia e promover uma redistribuição mais equilibrada da carga de trabalho no Judiciário. Além disso, o magistrado fez um alerta sobre os desafios enfrentados por trabalhadores que deixam o regime celetista para buscar o empreendedorismo sem garantias previdenciárias.

 

Em entrevista exclusiva ao Bahia Notícias, o ministro afirmou que um dos principais desafios do sistema judiciário é garantir que a população de todas as regiões do país tenha acesso efetivo à Justiça. Para isso, ele defende a implementação de uma política de justiça itinerante institucionalizada, evitando ações isoladas e pontuais.

 

“Uma das coisas que precisamos melhorar é pensar numa política de justiça itinerante institucionalizada, não aleatória. Criar uma comissão permanente que estude os locais, porque é um estado de dimensões enormes. Então, há pontos onde ainda há deficiência de acesso. Precisamos criar mecanismos para atingir essas regiões de forma regular e habitual”, explicou.

 

Um dos mecanismos mencionados pelo ministro são os PIDs (Pontos de Inclusão Digital), dispositivos tecnológicos conectados a satélites que permitem o acesso remoto ao poder judiciário, mesmo em locais isolados. “Pode ser o lugar mais inóspito, a pessoa acessa o Poder Judiciário, e acessando, a gente chega”, afirmou.

 

Outro ponto conversado com o magistrado foi a necessidade de servidores e a convocação por concurso público. Segundo ele, diante da falta de previsão para novos concursos de juízes e servidores, uma das soluções para aumentar a eficiência do Judiciário é a redistribuição da carga de trabalho entre diferentes varas.

 

“Você tem uma vara com um volume muito alto e outra com um volume menor. A menor pode ajudar a maior, tornando o sistema mais eficiente. Isso melhora os resultados sem necessidade de concurso”, explicou.

 

Sobre a precarização do trabalho e os riscos da substituição de vínculos celetistas pelo empreendedorismo informal. Ele alertou que a falta de proteção previdenciária pode gerar uma crise social no futuro. “Às vezes, as pessoas se iludem com a ideia de que, ao se tornarem empreendedoras, suas vidas vão melhorar. Não é bem assim. Temos normas de proteção à saúde e regras previdenciárias e fiscais que garantem a segurança do trabalhador no longo prazo”, argumentou.

 

Segundo ele, a ausência de recolhimento previdenciário e tributário pode comprometer a estabilidade econômica do país. “O pilar de toda a sociedade brasileira hoje foram gerações de avós que eram celetistas. Se não tivéssemos esse suporte previdenciário, talvez nem vivêssemos em uma democracia hoje”, ressaltou.

 

Para o ministro, embora o empreendedorismo seja uma alternativa válida para aqueles que possuem vocação e suporte, é fundamental diferenciar esse modelo do trabalho humano subordinado sem garantias. “O futuro vai dizer quem pagará a conta dessa população que não terá assistência, e a população brasileira só envelhece”, concluiu.

Curtas do Poder

Ilustração de uma cobra verde vestindo um elegante terno azul, gravata escura e língua para fora
O Pernambucano aproveitou pra traçar um plano B caso não consiga sua vaga no Senado. E enquanto tem gente pensando no futuro, parece que outros não desapegam do passado. Mas bom mesmo é o clima no grupo do Cacique. Inclusive, lembrando que ontem foi dia do beijo, já deixo aqui uma homenagem. Enquanto isso, o Galego está descobrindo um dos motivos pro Correria estar à frente nas pesquisas. Saiba mais!

Pérolas do Dia

Paulo Azi

Paulo Azi
Foto: Renato Araújo / Câmara dos Deputados

"A redução da jornada de trabalho pode se apresentar como um mecanismo normativo para a preservação da saúde, segurança e bem-estar dos trabalhadores, promovendo o devido equilíbrio entre o tempo dedicado ao trabalho e o dedicado à vida pessoal". 

 

Disse o relator da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que trata do fim da escala 6x1, deputado federal Paulo Azil (União) ao apresentar um parecer favorável à admissibilidade do projeto durante reunião da Comissão de Constitui'ão e Justiça (CCJ) nesta quarta-feira (15) pela manhã. 

Podcast

Projeto Prisma entrevista deputado federal Leur Lomanto Júnior nesta segunda-feira

Projeto Prisma entrevista deputado federal Leur Lomanto Júnior nesta segunda-feira
O deputado federal Leur Lomanto Júnior (União) é o entrevistado do Projeto Prisma nesta segunda-feira (13). O programa é exibido ao vivo no YouTube do Bahia Notícias a partir das 16h.

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