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liga japonesa
O futebol japonês decidiu romper com um de seus pilares mais tradicionais para celebrar um marco histórico. No início da sua 100ª temporada, a J-League implementou uma mudança radical: o empate deixou de existir. Como parte de uma "temporada de transição" em 2026, a liga japonesa passou a decidir todos os confrontos que terminam em igualdade no tempo regulamentar através de disputas por pênaltis.
A medida visa alinhar o entretenimento esportivo à competitividade extrema. Segundo a organização do torneio, o objetivo é “eliminar completamente os empates e aumentar a emoção e a competitividade em cada partida”.
Para sustentar o fim da igualdade no placar, a J-League introduziu um sistema de pontuação híbrido, que recompensa o esforço nas penalidades. Entenda:
- Vitória nos 90 minutos - 3 pontos
- Vitória nos pênaltis - 2 pontos
- Derrota nos pênaltis - 1 ponto
- Derrota nos 90 minutos - 0 ponto
A nova regra já alterou a tabela logo na rodada de abertura. O duelo entre Kyoto Sanga e Vissel Kobe (ex-equipe do craque Andrés Iniesta) tornou-se o primeiro registro oficial do modelo. Após um 1 a 1 no tempo normal, o Vissel Kobe garantiu o ponto extra nas penalidades.
Cenários idênticos ocorreram nos confrontos entre FC Tokyo contra Kashima Antlers, e Gamba Osaka frente ao Avispa Fukuoka, todos decididos na marca da cal para evitar a divisão simples de pontos.
Esta "miniliga" de 2026 é composta por 20 equipes divididas regionalmente (Leste e Oeste). O desfecho da competição também foge do comum: o campeão será definido em um sistema de playoffs inspirado na NBA.
O experimento serve como ponte para uma mudança estrutural ainda maior: o Japão pretende, em breve, alinhar seu calendário ao padrão europeu, com competições iniciando em agosto e encerrando em maio ou junho do ano seguinte.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.