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Artigos

Fatima Suarez
A dança como território de liberdade e transformação social
Foto: Ives Padilha/ Divulgação

A dança como território de liberdade e transformação social

Muitas vezes a dança é vista apenas como expressão artística, mas a verdade é que ela é, antes de tudo, um poderoso instrumento de transformação social.  O corpo que dança é um corpo que conquista sua própria voz. O movimento fortalece a disciplina, desenvolve a autoconfiança, cuida da saúde mental, promove a inclusão e resgata a cidadania em comunidades vulneráveis. 

Multimídia

Angelo Coronel rejeita ideia de Senado como “puxadinho” do Planalto e diz que não será “chapa-branca” de presidentes

Angelo Coronel rejeita ideia de Senado como “puxadinho” do Planalto e diz que não será “chapa-branca” de presidentes
Durante entrevista ao podcast Projeto Prisma, do projeto Vota BN, nesta segunda-feira (24), o senador Angelo Coronel (Republicanos) afirmou que o Senado Federal não pode atuar como um "puxadinho" do Poder Executivo e declarou que não pretende exercer um mandato "chapa-branca" para o governo de plantão.

Entrevistas

Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra

Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra
Nesta segunda-feira (10), a ministra da Igualdade Racial, Rachel Barros, esteve em Salvador para participar do Colóquio Internacional Cultura, Relações Exteriores, Desenvolvimento e Reparação. O evento, que acontece nas cidades de Salvador e Cachoeira, integra as celebrações pelos 25 anos de fundação do FENEBA e desdobra as discussões iniciadas no 9º Congresso Panafricano, sediado em Lomé, no Togo.

lif

Diretor da LIF projeta perspectivas para mercado verde: “Precisamos encontrar soluções mais rápidas”
Foto: Anderson Santos

 

Diretor da Land Innovation Fund (LIF) - fundo de investimento em projetos sustentáveis no campo - Carlos Quintela comentou nesta sexta-feira (9) as perspectivas e desafios para o setor. Ao Bahia Notícias, durante a Bahia Farm Show, Quintela afirmou que a sustentabilidade precisa ser tratada como prioridade. 

 

“A gente tem muito pra fazer, para encontrar soluções que respondam às realidades, circunstâncias, as necessidades locais. Então, tem muito trabalho a se fazer, tem algumas coisas que a gente pode encontrar soluções mais amplas e uma abrangência maior, a nível nacional, global. É por isso que a gente está fazendo investimento em inovação, é que a gente tem que encontrar melhores soluções para encarar essa realidade que já está aqui”, pontuou. 

 

Na visão de Quintela, pautar a sustentabilidade e o mercado verde é falar de um pilar fundamental para a sobrevivência da humanidade. “Tem tendências nessa realidade, tem certas coisas que vão ser mais urgentes do que outras, mas não tem jeito, se a gente quer sobreviver nos próximos 50 anos vamos ter que encontrar soluções mais rápidas”.

 

Sobre as dificuldades para se tirar os projetos do papel, o diretor da LIF acredita que são as mesmas enfrentadas por quaisquer outras novas iniciativas. Ele faz um paralelo com o cultivo da soja no Brasil há 50 anos e a expansão agrícola. “

 

“Teve um monte de dificuldades, teve que melhorar a soja, teve que melhorar as práticas. É a mesma coisa, nós estamos passando pelo mesmo processo. A gente tem que encontrar novas abordagens que funcionem, novas tecnologias, novas políticas que facilitem, então tem um desafio muito grande pela frente, mas não é diferente da expansão agrícola no Brasil. A expansão no Brasil não ocorreu sem uma boa estrutura de políticas públicas, sem financiamento do setor privado, sem universidades, sem profissionais, sem produtores que decidiram, portanto, tomar o risco. É a mesma coisa. A gente só tem que olhar para o que aconteceu no agro e agora está acontecendo nos mercados verdes”, destacou. 

 

Questionado quanto às perspectivas do setor, diante de um governo que tem pautado a sustentabilidade, Quintela disse que “governos vão e vêm” e acabam sendo iguais em “diferentes tendências”. Assim como o agronegócio, o empresário acredita que os mercados verdes passarão por diversos cenários para avançar, com maior ou menor grau de dificuldade. Quintela ainda defendeu menor participação do governo nas decisões do setor. 

 

“O desafio, eu acho no futuro, não só para o agro, mas toda atividade econômica é menos o governo. Isso é mais a tendência global, a solução dos problemas fundamentais, o mundo está mudando: fisicamente, climaticamente. Não interessa se vem do governo de esquerda, de direita, de cima para baixo. O clima está mudando, isso vai ter um impacto direto sobre produção de alimentação, transporte, indústrias, esse é o desafio. Não é uma visão política. Então, vamos fazer o que o Brasil já fez: identificar o problema, que regras de jogo têm que ser colocadas para que se encontre as soluções mais rápidas, trazer mais gente, fazer pesquisa e levar tudo isso para o campo, para que produtores ou atores empresariais, e sociedade civil, comunidade botem isso em prática”. 

 

“E vou te dar um spolier: daqui a 50 anos nós vamos encarar outros desafios. Não sei qual é. A gente continua crescendo em termos de população. Então, sempre vai haver isso. A gente tem que aprender com o que a gente já fez. Eu sou otimista. Mas eu não penso que vai ser fácil, mas acho que a gente vai conseguir”, projetou. 

Curtas do Poder

Ilustração de uma cobra verde vestindo um elegante terno azul, gravata escura e língua para fora
Fico me perguntando onde o povo tá ganhando voto no shopping, ou em corrida de rua. Porque ir pro interior atravessando os buracos da BR ou pegando fila no ferry ninguém quer. Aí depois é culpa do mundo. Mas pior mesmo é Tente Outra Vez, que gasta sola de sapato e ainda leva bola nas costas da própria equipe. Enquanto isso, AlôPrates busca convites pra caruru. Alguém se habilita? Saiba mais!

Pérolas do Dia

Ricardo Alban

Ricardo Alban
Foto: Gabriel Pinheiro / CNI

"A entrada de importações de até 50 dólares sem tributação é o mesmo que financiar a indústria de países como a China, principal exportador de produtos de baixo valor para o Brasil, especialmente no setor têxtil. O prejuízo é direto a quem fabrica e comercializa em território brasileiro". 


Disse o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban ao comentar a aprovação da medida provisória 1357/2026, que revogou a chamada “taxa das blusinhas”. Segundo Alban, a medida representa um retrocesso econômico, cria uma condição de desigualdade para o setor produtivo brasileiro e pode colocar em risco mais de 100 mil empregos.

Podcast

Vota BN: Projeto Prisma entrevista o pré-candidato ao Senado Federal Angelo Coronel (Republicanos) nesta segunda

Vota BN: Projeto Prisma entrevista o pré-candidato ao Senado Federal Angelo Coronel (Republicanos) nesta segunda
A sabatina faz parte da série especial "Vota BN", dedicada a entrevistar os principais candidatos ao Senado e ao Governo do Estado.

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