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leo abreu
O escritor baiano Leo Abreu lança, no dia 30 de agosto, o livro “Pausa para um café: recantos, encantos e contos estranhos”, em Salvador. Aberto ao público, o encontro acontece a partir das 16h, na Livraria Leitura do Shopping da Bahia, com sessão de autógrafos e oportunidade para os leitores conhecerem o autor.
A nova obra reúne contos que partem de situações do cotidiano para explorar acontecimentos inesperados, misturando elementos de afeto, humor, estranheza e mistério. Em uma narrativa marcada pelo caráter sensível e imagético, o escritor transforma cenas aparentemente comuns em histórias que transitam entre a realidade e o imaginário.
O livro também propõe um olhar mais atento para os pequenos acontecimentos do dia a dia. Gestos, encontros, ausências e momentos aparentemente banais ganham novos significados ao longo das narrativas, criando espaço para reflexões e situações que surpreendem o leitor.
Em “Pausa para um café”, o cotidiano serve como ponto de partida para histórias em que o tempo, a memória e a imaginação se entrelaçam. A proposta é conduzir o público por diferentes experiências narrativas, nas quais o extraordinário surge justamente das brechas da vida comum.
Natural de Paramirim, no interior da Bahia, e radicado em Salvador, Leo atua como escritor, poeta, compositor e produtor cultural. O autor também assina os livros “Ouro, Prata e Silêncio” e “A Saga do Aedo de Copas”. Sua produção reúne elementos ligados à memória, à imaginação e à identidade baiana.
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Pérolas do Dia
Ricardo Alban
"A entrada de importações de até 50 dólares sem tributação é o mesmo que financiar a indústria de países como a China, principal exportador de produtos de baixo valor para o Brasil, especialmente no setor têxtil. O prejuízo é direto a quem fabrica e comercializa em território brasileiro".
Disse o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban ao comentar a aprovação da medida provisória 1357/2026, que revogou a chamada “taxa das blusinhas”. Segundo Alban, a medida representa um retrocesso econômico, cria uma condição de desigualdade para o setor produtivo brasileiro e pode colocar em risco mais de 100 mil empregos.