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leite
A Câmara dos Deputados aprovou um projeto que proíbe que produtos lácteos sejam comercializados com a palavra “leite” em suas embalagens. Aprovado nesta terça-feira (3), o projeto segue agora para análise do Senado. As informações são G1
Segundo o texto, a palavra "leite" só poderá ser utilizada em "produto da secreção mamária das fêmeas mamíferas, proveniente de uma ou mais ordenhas, sem qualquer adição ou extração".
O texto também proíbe o uso de termos, símbolos ou ilustrações que possam induzir o consumidor ao erro. Também ficam determinadas as palavras permitidas para serem usadas em embalagens de produtos lácteos.
Confira a lista:
- queijos e seus derivados;
- manteiga;
- leite condensado;
- requeija?o;
- creme de leite;
- bebida la?ctea;
- doce de leite;
- leites fermentados;
- iogurte;
- coalhada e
- cream cheese.
A publicação de um decreto federal que autoriza o comércio interestadual de leite, ovos e mel impulsiona a busca por regularização de produtores baianos. O decreto, publicado no Diário Oficial da União (DOU) na última sexta (14), permite que estabelecimentos com cadastro no Sistema de Gestão de Serviços de Inspeção (e-SISBI) comercializem seus produtos em outros estados.
Para Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab) o decreto deve prever um aumento significativo na adesão de agroindústrias familiares e de pequeno porte ao serviço de inspeção estadual, distrital ou municipal. O diretor-geral da Adab, Paulo Sérgio Luz, o decreto reconhece a qualidade dos produtos regionais e incentiva o desenvolvimento da economia local.
"A equivalência das certificações do SIE ou SIM ao SISBI garante a ampliação de mercado, aumento das vendas e o reconhecimento da sua marca. A possibilidade de comercializar em outros estados também abre portas para parcerias com distribuidores, supermercados e outros estabelecimentos", avalia Luz.
A autorização tem validade de um ano e faz parte de um pacote de medidas do governo federal para reduzir o preço dos alimentos. Segundo o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, os produtos beneficiados pelo decreto não representam risco de precarização sanitária.
A pecuária baiana apresentou um desempenho excepcional no terceiro trimestre de 2024, com recordes históricos no abate de bovinos e na produção de ovos, conforme os dados mais recentes da Pesquisa Trimestral da Produção Pecuária do IBGE.
Quando analisado os dados entre julho e setembro, o estado abateu 377.182 cabeças de gado, superando em 17,1% no mesmo período e em 8,4% o segundo trimestre de 2024. Esse resultado representa o maior volume abatido na Bahia desde o início da série histórica do IBGE, em 1997, superando o recorde anterior de 2013.
Não somente isso, quando é considerado a produção de ovos a melhora continua, com 23,410 milhões de dúzias produzidas no terceiro trimestre. Esse número representa o melhor resultado histórico para o estado, demonstrando o crescimento do setor avícola no estado.
Um levantamento recente revelou que os municípios com os maiores rebanhos bovinos da Bahia estão concentrados em três regiões: Oeste, Extremo Sul e Médio Sudoeste. No Oeste, Santa Rita de Cássia, Wanderley e Cotegipe se destacam. No Extremo Sul, Itamaraju e Medeiros Neto lideram o ranking. Já no Médio Sudoeste, Itambé e Itapetinga concentram os maiores rebanhos.
Alguns outros pontos foi o crescimento de 4,8% em abate de aves, segundo trimestre de 2024 e de 3,6% em comparação no mesmo período do ano passado, totalizando 33,3 milhões de cabeças abatidas. Junto com o aumento da melhora da produção de leite, com crescimento em relação ao terceiro trimestre de 2023 (2,8%), totalizando 133,5 milhões de litros.
Por outro lado, o abate de suíno apresentou queda tanto em relação ao terceiro trimestre de 2023 (-8,5%) quanto ao segundo trimestre de 2024 (-4%), totalizando 71.598 animais.
Quanto ao âmbito nacional, o Brasil também registrou um recorde no abate de bovinos no terceiro trimestre de 2024, com 10,372 milhões de cabeças abatidas. A Bahia mantém a nona posição no ranking nacional, contribuindo com 3,6% do abate total.
A assinatura de contratos do Programa de Aquisição de Alimentos, na modalidade leite (PAA Leite) será feita pelo Governo do Estado, através da Secretaria de Assistência e Desenvolvimento Social (Seades), na próxima terça-feira (9).
De acordo com a pasta, a ação resulta de parceria com o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS), na ordem de R$ 21 milhões, com previsão de atendimento a 201 municípios de 24 territórios de identidade.
O objetivo é fortalecer a segurança alimentar e nutricional através da oferta de leite integral de cabra e vaca, principalmente para pessoas e famílias em situação de vulnerabilidade social.
Serão 21 entidades contratadas, dentre elas, cooperativas, associações e laticínios que atendem os requisitos necessários para a expansão do PAA Leite no estado. A ação integra o programa Bahia Sem Fome.
Com os contratos, o programa também promoverá a geração de renda e o desenvolvimento rural sustentável por meio da produção leiteira entre os agricultores familiares, incentivando a permanência e sobrevivência das famílias no campo.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Ciro Nogueira
"Tentam parar de todas as formas quem lidera as pesquisas de intenção de votos. Isso aconteceu comigo em 2018, faltando 15 dias para a eleição".
Disse o presidente nacional do partido Progressistas e senador piauiense Ciro Nogueira se pronunciou após ser alvo de uma operação da Polícia Federal (PF) que apura suposto envolvimento do parlamentar com o Banco Master, instituição ligada a um esquema de fraudes.