Artigos
Mérito técnico: o critério que falta nas indicações da ANA
Multimídia
Angelo Coronel rejeita ideia de Senado como “puxadinho” do Planalto e diz que não será “chapa-branca” de presidentes
Entrevistas
Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra
leiloada
Um dos itens mais simbólicos da história do futebol mundial estará disponível para compra em um leilão previsto para este mês. A camisa vestida por Pelé na decisão da Copa do Mundo de 1958, contra a Suécia, será ofertada pela casa de leilões Sotheby's com valor estimado superior a US$ 6 milhões (cerca de R$ 30 milhões).
A disputa pelos lances terá início em 29 de junho e será encerrada em 16 de julho, poucos dias antes da final da Copa do Mundo FIFA 2026. A expectativa é que a peça se torne o item ligado ao Rei do Futebol mais valioso já comercializado e se aproxime do recorde de camisa de futebol mais cara da história, atualmente pertencente ao uniforme utilizado por Diego Maradona no histórico jogo da "Mão de Deus", vendido por US$ 9,28 milhões em 2022.
O uniforme remete à final disputada em Estocolmo, capital da Suécia, quando Pelé, então com 17 anos, marcou dois gols na vitória por 5 a 2 sobre os suecos e ajudou o Brasil a conquistar seu primeiro título mundial. O ex-camisa 10 permanece até hoje como o jogador mais jovem a atuar e marcar em uma final de Copa do Mundo.
A projeção milionária reflete o crescimento do mercado de memorabilia esportiva nos últimos anos. Como referência, um leilão realizado em 2016 com mais de dois mil itens pertencentes a Pelé, entre medalhas, troféus e objetos ligados à sua carreira, arrecadou cerca de US$ 4,2 milhões no total. A estimativa atual para a camisa utilizada na final de 1958 supera sozinha o valor obtido por toda aquela coleção.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Alexandre de Moraes
"Somado à escolha seletiva do levantamento somente de parte dos procedimentos e o direcionamento subjetivo de um dos interessados de quais documentos".
Disse o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), ao encaminhar um ofício ao presidente da Corte, Luiz Edson Fachin, no qual cita uma "escolha seletiva" na retirada do sigilo, por André Mendonça, dos inquéritos e procedimentos ligados ao Banco Master.