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A jornalista Leda Nagle, de 75 anos, recebeu críticas nas redes sociais após declarar apoio ao ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), sobre a flexibilização das leis de trabalho infantil no Brasil.
Para a ex-sogra de Sabrina Sato, o político está certo ao defender a flexibilização, e citou como exemplo a experiência dela, de trabalhar em um negócio da família desde os 9 anos.
Ele está certo sim. Falo por experiência própria. Trabalhei desde muito cedo junto com meu pai e minha mãe no nosso Armazém Mineiro a partir de 9 e 10 anos . Ia ao Instituto Santos Anjos de manhã, fazia os deveres de casa no balcão do armazém e depois atendia fregueses, junto… https://t.co/hlMd26kGfy
— Leda Nagle (@LedaNagle) May 3, 2026
"Ele está certo, sim! Falo por experiência própria. Ia ao Instituto Santos Anjos de manhã, fazia os deveres de casa no balcão do armazém e depois atendia fregueses, junto com meus pais, pesando arroz e feijão", contou.
Segundo Nagle,e ssa é uma das boas lembranças da infância dela. "Tenho belas lembranças desta época. Éramos fortes, unidos e felizes. Sem drama".
Em resposta a declaração da jornalista, internautas criticaram a fala: "Você não trabalhava, você era filha do proprietário do comércio", disse um. "Você me parecia mais inteligente e honesta antes", rebateu outro.
Em um podcast no Dia do Trabalhador, o pré-candidato à Presidência criticou a proibição do trabalho infantil no Brasil e comparou a situação com a dos Estados Unidos.
Uma das propostas de Zema é mudar a legislação brasileira, que proíbe qualquer trabalho para menores de 16 anos, com exceção do programa de menor aprendiz.
"Lá fora, nos Estados Unidos, criança sai entregando jornal. Aqui é proibido, né? Você está escravizando criança. Então é lamentável. Mas tenho certeza de que nós vamos mudar."
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Pérolas do Dia
Jaques Wagner
"Eu acho que nós temos muito a trocar. Essa é uma civilização milenar, que tem muito a ensinar com o salto que eles deram aqui em 40 anos. Você pega uma cidade como essa, que há 50 anos era uma aldeia de pescadores com 20 mil habitantes. Hoje tem 17 milhões de habitantes. Você anda por aqui e não vê um papel no chão, não vê uma sujeira, um teatro espetacular, um prédio todo novo. Parabéns pra eles por terem conseguido. E muita gente do Brasil, que tem preconceito, devia dar um pulo aqui. Porque eu vejo as pessoas falando: 'ah, mas eles são comunistas'. Eu não sei o que quer dizer isso. Mas se comunismo é isso aqui, é um sucesso".
Disse o senador Jaques Wagner ironizou, nesta terça-feira (5), ao comentar as críticas que são feitas à China e o preconceito pelo país se declarar comunista. O senador está em Shenzhen, no Sul chinês, e acompanhou a última apresentação da turnê do Neojiba - Núcleos Estaduais de Orquestras Juvenis e Infantis da Bahia, projeto que ajudou a fundar.