Modo debug ativado. Para desativar, remova o parâmetro nvgoDebug da URL.

Usamos cookies para personalizar e melhorar sua experiência em nosso site e aprimorar a oferta de anúncios para você. Visite nossa Política de Cookies para saber mais. Ao clicar em "aceitar" você concorda com o uso que fazemos dos cookies

Marca Bahia Notícias Holofote
Você está em:
/
/
Entretenimento

Notícia

Leda Nagle é criticada após apoiar Zema e defender trabalho infantil: "Trabalhei desde muito cedo"

Por Redação

Leda Nagle é criticada após apoiar Zema e defender trabalho infantil: "Trabalhei desde muito cedo"
Foto: YouTube

A jornalista Leda Nagle, de 75 anos, recebeu críticas nas redes sociais após declarar apoio ao ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), sobre a flexibilização das leis de trabalho infantil no Brasil.

 

Para a ex-sogra de Sabrina Sato, o político está certo ao defender a flexibilização, e citou como exemplo a experiência dela, de trabalhar em um negócio da família desde os 9 anos.

 

"Ele está certo, sim! Falo por experiência própria. Ia ao Instituto Santos Anjos de manhã, fazia os deveres de casa no balcão do armazém e depois atendia fregueses, junto com meus pais, pesando arroz e feijão", contou.

 

Segundo Nagle,e ssa é uma das boas lembranças da infância dela. "Tenho belas lembranças desta época. Éramos fortes, unidos e felizes. Sem drama".

 

Em resposta a declaração da jornalista, internautas criticaram a fala: "Você não trabalhava, você era filha do proprietário do comércio", disse um. "Você me parecia mais inteligente e honesta antes", rebateu outro.

 

Em um podcast no Dia do Trabalhador, o pré-candidato à Presidência criticou a proibição do trabalho infantil no Brasil e comparou a situação com a dos Estados Unidos.

 

Uma das propostas de Zema é mudar a legislação brasileira, que proíbe qualquer trabalho para menores de 16 anos, com exceção do programa de menor aprendiz.

 

"Lá fora, nos Estados Unidos, criança sai entregando jornal. Aqui é proibido, né? Você está escravizando criança. Então é lamentável. Mas tenho certeza de que nós vamos mudar."