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latrocinio de idoso
Um homem condenado pela morte de um idoso em um latrocínio [roubo seguido de morte] em Monte Santo, na região sisaleira, foi preso nesta quinta-feira (17) em Porto Seguro, na Costa do Descobrimento.
Segundo o Radar News, parceiro do Bahia Notícias, Givaldo Cruz de Santana estava foragido havia mais de dez anos e vivia a cerca de 900 quilômetros do município onde o crime aconteceu. O crime ocorreu na madrugada do dia 26 de novembro de 2004, na Fazenda Jurema da Laginha, na zona rural de Monte Santo.

Foragido chegando à delegacia / Foto: Reprodução / Radar News
Conforme a denúncia do Ministério Público, Givaldo e outros três homens invadiram a residência de Antônio de Santana, de 81 anos, sob a suspeita de que ele mantinha dinheiro guardado no imóvel. Ainda segundo a denúncia, Antônio foi agredido e perdeu os sentidos.
Enquanto os suspeitos vasculhavam a casa, o idoso recobrou a consciência e voltou a ser atacado. Os quatro homens teriam desferido golpes de madeira contra a cabeça da vítima.
Durante a ação, os suspeitos levaram um baú, mas encontraram apenas roupas e documentos. Givaldo, conhecido como “Gigi”, foi abordado pela Polícia Civil em Porto Seguro e teria apresentado o nome de Sebastião Cruz Santana aos agentes. Um exame realizado pelo Departamento de Polícia Técnica (DPT) confirmou a verdadeira identidade do homem.
A pena determinada para o homem foi 27 anos e seis meses de prisão, em regime fechado.
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André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.