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O atacante Bruno Henrique respondeu com firmeza à avaliação da revista alemã Kicker, que classificou o Flamengo como um adversário mais acessível para o Bayern de Munique nas oitavas de final da Copa do Mundo de Clubes. Em entrevista coletiva na última quinta-feira (26), o jogador afirmou que o time brasileiro tratará o confronto como uma decisão.
"A gente vai encarar como uma final. O futebol é dentro de campo, é 11 contra 11. Não tem essa. É se concentrar bastante porque é o jogo das nossas vidas. Pode ser assim que eles pensam, mas para a gente, vamos encarar como uma final. É assim que vamos entrar", declarou Bruno Henrique.
Na publicação, a Kicker sugeriu que o Flamengo “talvez seja uma tarefa mais fácil no papel” do que o Chelsea, adversário que os alemães enfrentariam caso tivessem terminado a fase de grupos na liderança. Com a derrota para o Benfica por 1 a 0, o Bayern de Munique avançou em segundo lugar e cruzou o caminho do Rubro-Negro Carioca.
Apesar de chegar ao torneio como um dos favoritos, o desempenho do Bayern tem oscilado. Além da goleada por 10 a 0 sobre o Auckland City, da Nova Zelândia, os bávaros venceram com dificuldade o Boca Juniors por 2 a 1 e foram derrotados pelos portugueses do Benfica.
Já o Flamengo vive momento sólido na competição. Invicto, venceu o Espérance por 2 a 0 e superou o Chelsea por 3 a 1. No último jogo da fase de grupos, empatou por 1 a 1 com o LAFC, resultado que não comprometeu a liderança do grupo já assegurada.
O duelo entre Flamengo e Bayern de Munique está marcado para este domingo (29), às 17h (horário de Brasília), em Miami, nos Estados Unidos.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jerônimo Rodrigues
"Os extremos não servem para nós. Nem uma polícia que não dê conta do seu papel, nem uma polícia que possa entrar no exagero e fazer ações fora do conceito de um servidor público. A polícia tem que garantir a segurança das pessoas e não ameaçá-las".
Disse o governador Jerônimo Rodrigues ao ser sabatinado na TV Aratu, nesta terça-feira (4) e abordou um dos temas mais sensíveis de sua gestão: a segurança pública e a atuação da Polícia Militar. Respondendo a questionamentos do jornalista Maurício Leiro, editor de política do Bahia Notícias, sobre a implementação das câmeras corporais nos fardamentos e suspeitas de excessos policiais, Jerônimo afirmou que "não passa a mão na cabeça" de quem atua fora dos padrões.