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junya ito
Junya Ito, meia da seleção japonesa de futebol, que estava sendo investigado por uma denúncia de agressão sexual, não vai a julgamento. A procuradoria do distrito de Osaka desistiu de apresentar queixa contra o atleta de 31 anos, que atua no Reims.
O caso foi noticiado por diversos veículos de informação do Japão em fevereiro, que receberam denúncias de duas mulheres contra o jogador. A polícia do país anunciou a abertura das investigações contra o atleta, que na época deixou a concentração da seleção em Doha, sede dos Samurais Azuis na Copa da Ásia, que estava sendo disputada.
Junya Ito entrou com um processo contra as duas mulheres, pedindo uma indenização de 1,26 milhão de euros por danos, entre os quais à sua reputação e rescisão de contratos com patrocinadores.
A polícia japonesa divulgou, nesta quinta-feira (01), que abriu investigações contra Junya Ito, meio-campista do Reims e da Seleção Japonesa de futebol.
O caso foi noticiado por diversos veículos de informação do país que receberam denúncias de duas mulheres contra o jogador. A polícia anunciou a abertura das investigações contra o atleta, que deixou a concentração da seleção em Doha, local onde os Samurais Azuis estão sediados durante a Copa da Ásia.
Ito é acusado por um episódio que teria ocorrido em um hotel de Osaka, em junho de 2023, após o amistoso entre Japão e Peru, segundo a imprensa do país.
Em comunicado, a Federação Japonesa de Futebol (JFA), informou que embora Junya Ito negue as acusações, ele deixou a concentração "considerando o seu bem-estar físico e mental".
O meia, que assinou com o Reims em 2022, negou as acusações, segundo a agência de notícias Kyodo, citando o seu advogado, que descreveu as denúncias como "completamente infundadas".
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jaques Wagner
"Mantém absoluta confiança em mim".
Disse o senador Jaques Wagner (PT) ao afirmar nesta quinta-feira (18) que recebeu um telefonema do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) após ser alvo da 9ª fase da Operação Compliance Zero, deflagrada pela Polícia Federal. Segundo o parlamentar, o chefe do Executivo manifestou solidariedade e reafirmou confiança em sua conduta.