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juniz muniz
A direção do partido Agir, antigo PTC, está de cara nova na Bahia. Quem assume a presidência da legenda é Társsila Muniz, filha do deputado estadual Júnior Muniz (PT), cujo mandato deve seguir até dezembro de 2024.
Entre as principais tarefas à frente da Comissão Provisória Regional, Társsila articula o fortalecimento do Agir nas eleições municipais do próximo ano, com a projeção de eleger três vereadores em Salvador.
Outro braço forte da legenda é João Vilas Boas, assessor direto de Júnior Muniz na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), que vai atuar na articulação política e também assumiu a função de tesoureiro estadual do partido. Em 2022, o Agir foi aliado de primeira hora de Lula na campanha presidencial.
Em setembro do ano passado, o Bahia Notícias publicou reportagem com denúncias de candidatos do Agir na Bahia, que alegavam não ter recebido recursos do fundo partidário para realização de campanhas. À época, sob condição de anonimato, uma das fontes citou que a legenda havia recebido doação de R$ 300 mil do diretório nacional, porém, o dinheiro não foi distribuído para os candidatos, de acordo com dados do DivulgaCand, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Segundo a denúncia, os recursos na verdade estavam sendo controlados por Júnior Muniz, que estaria utilzando o dinheiro do fundo eleitoral do Agir para a sua própria campanha.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Angelo Coronel
"Não tenho presidente de estimação".
Disse o senador Angelo Coronel ao negar ser um senador bolsonarista, durante participação no Projeto Prisma, podcast do Bahia Notícias. Segundo ele, seu compromisso não é com nenhuma liderança específica.