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josy cavalcante
A apresentadora Ana Hickmann é alvo de uma ação de indenização por danos morais movida por Josy Cavalcanti Galvão Bueno, companheira de Gustavo Corrêa, irmão de seu ex-marido, Alexandre Correa. O processo, que tramita desde agosto de 2025, tem origem em um contrato de empréstimo de R$ 400 mil firmado em 2022.
Conforme documentos judiciais, Josy Cavalcante celebrou um contrato mútuo com a Hickmann Serviços, empresa titularizada por Ana Hickmann e administrada por Alexandre Correa na época. O acordo previa o empréstimo do valor, com juros e um novo aporte. Diante da inadimplência da empresa, Josy moveu uma ação de cobrança.
Na defesa apresentada nessa ação, conforme a petição inicial do atual processo, Ana Hickmann negou proximidade com a requerente. A apresentadora também a acusou, conforme alegado por Josy, de ser “agiota” e de praticar usura (cobrança de juros excessivos). Hickmann teria ainda apresentado uma notícia-crime às autoridades com, segundo Josy, "novas acusações infundadas sobre o contrato mútuo". À polícia, a apresentadora afirmou que só tomou conhecimento do contrato realizado pela empresa posteriormente.
O inquérito policial foi arquivado pelo Ministério Público em julho de 2025, por reconhecimento da "fragilidade de provas", de acordo com a ação. Josy Cavalcante sustenta agora que a via criminal foi utilizada por Hickmann como "um instrumento de retaliação após ser cobrada por uma dívida legítima", da qual a apresentadora teria conhecimento sobre "taxas e destinação".
A autora da ação afirma que foi submetida a constrangimento, com prejuízos emocionais e gastos com defesa em um inquérito que acabou arquivado. Ela alega que a artista "orquestrou a narrativa a fim de intimidá-la na cobrança do crédito". O pedido de indenização por danos morais é de R$ 51 mil. O processo enfrenta dificuldades de citação da apresentadora desde o seu início.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Rui Costa
"Há uma regra definida, inclusive por decisão do plenário do STF, que estabelece o volume de emendas e como esse montante pode crescer. Tudo o que estiver fora do pactuado não será executado. A forma de não execução está em discussão: se será veto, bloqueio de recursos ou remanejamento, mas não será executado além do combinado, que é o que está previsto legalmente. Algo em torno de R$ 11 bilhões está acima do limite legal e do pactuado".
Disse o ministro da Casa Civil, Rui Costa ao afirmar que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) estuda formas de barrar cerca de R$ 11 bilhões reservados pelo Congresso para o pagamento de emendas parlamentares no Orçamento de 2026.