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Artigos

Valdemir Medeiros
É nosso dever combater a violência contra a mulher
Foto: Acervo pessoal

É nosso dever combater a violência contra a mulher

Nos últimos anos, o Brasil tem assistido a uma escalada dos casos de feminicídio, um cenário que exige atenção e ação imediata. Segundo dados do Ministério da Justiça, ao menos quatro mulheres são assassinadas por dia no país.

Multimídia

Elmar Nascimento cita Wagner e crítica “presunção de culpa” contra políticos: "Estão fazendo uma barbaridade"

Elmar Nascimento cita Wagner e crítica “presunção de culpa” contra políticos: "Estão fazendo uma barbaridade"
O deputado federal Elmar Nascimento (União) criticou a atuação do Supremo Tribunal Federal (STF) com o que classificou como uma "presunção de culpa" adotada pelo judiciário e pela opinião pública contra a classe política brasileira.

Entrevistas

Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto

Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto
Foto: Divulgação / Agência AL-BA
De volta à Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) desde janeiro, após assumir a vaga aberta com a morte do deputado Alan Sanches, Luciano Ribeiro (União) concedeu entrevista ao Bahia Notícias na última semana e falou sobre a produtividade do Legislativo para 2026, ano que será marcado pela disputa eleitoral, e o cenário político para a corrida ao governo da Bahia. O deputado também tratou da formação da chapa de oposição e afirmou que, neste momento, descarta disputar a reeleição. Desde o seu retorno, Luciano passou a ocupar a vice-liderança da oposição e a vice-presidência da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa.

jornada 6 x 1

Governo quer acelerar projeto da jornada 6x1, mas CNI diz que mudança aumentará custo de vida para população
Foto: Iano Andrade/CNI

 

O governo federal deve enviar ao Congresso Nacional nos próximos dias um projeto de lei com objetivo de modificar a escala 6x1 para estabelecer uma jornada de trabalho de 40 horas semanais no país. A ideia em gestação no Palácio do Planalto é enviar o projeto com o selo de urgência constitucional, que obriga a Câmara a votar a matéria no máximo em 45 dias. 

 

Caso o projeto não seja votado dentro desse prazo, a pauta da Câmara ficará travada, impedindo a deliberação de outros temas. Após votação na Câmara, o regime de urgência impõe o mesmo prazo de 45 dias para o Senado. 

 

Até o início do recesso parlamentar, em 17 de julho, o Congresso terá 15 semanas ainda de trabalho, com 104 dias de atividades. A urgência constitucional de 90 dias, portanto, teria como objetivo forçar Câmara e Senado a aprovar a matéria antes do recesso e do início da campanha eleitoral. 

 

A avaliação do governo é que a atual PEC que tramita na Constituição de Comissão e Justiça da Câmara, de autoria da deputada Erika Hilton (Psol-SP), está “demorando” e pode não ser aprovada antes das eleições. O tema é considerado prioritário para o governo e o presidente Lula quer aprovar a matéria antes do início da campanha, em agosto, quando há um esvaziamento do Congresso.

 

Apesar da tentativa do governo de acelerar a votação do projeto, a mudança na jornada de trabalho no país enfrenta resistência do setor produtivo. Um novo estudo da Confederação Nacional da Indústria (CNI), divulgado nesta quarta-feira (1º), estima que a redução da jornada de 44 horas para 40 horas por semana deve significar aumento médio de 6,2% dos preços de bens e serviços da economia. 

 

Pelas contas da entidade, os preços em supermercados podem subir 5,7%, enquanto serviços pessoais, como manicure e cabeleireiro, podem ter alta de 6,6%.

 

Na avaliação do presidente da CNI, Ricardo Alban, a elevação do custo do trabalho no país deve levar a aumento generalizado de preços em diversos setores da economia.

 

“As empresas não enfrentarão apenas o aumento do custo direto com mão de obra, mas os insumos também deverão ter preços reajustados, considerando que a redução do limite das horas trabalhadas afeta toda a cadeia produtiva”, disse Alban.

 

Segundo Alban, o debate sobre o tema com a sociedade e com os setores da economia precisa ser feito de forma mais aprofundada e transparente, depois das eleições para que não haja interferência do momento político nessa importante discussão.

 

"A discussão da escala é 6x1 é legítima e necessária, mas qualquer decisão dessa dimensão deve levar em conta a avaliação de impacto e seus efeitos econômicos. A produtividade no Brasil ainda está muito aquém de países semelhantes e há escassez de mão de obra. Por isso, ainda não é hora de reduzir a escala", destaca o presidente da CNI.

 

A publicação da CNI calcula o impacto imediato da redução da jornada, antes de qualquer estratégia de recomposição dessas horas pelos empresários. A entidade alega que a indústria seria o setor mais afetado em uma eventual mudança de jornada, com queda de 4,34% das horas trabalhadas, seguido por comércio (-4,03%), serviços (-2,44%), construção (-2,04%) e agropecuária (-1,70%).

 

O estudo da CNI leva em consideração que a queda das horas trabalhadas corresponde a um recuo da intensidade do trabalho dos empregados atuais, dado que os salários são mantidos. Neste exercício, a produtividade por hora fica constante.

 

Para compensar a redução das horas trabalhadas e manter o mesmo nível de atividade, as empresas podem contratar horas extras ou contratar novos funcionários. A metodologia desse estudo da CNI considera que a compensação seria feita com a inclusão de novos trabalhadores, mas as horas trabalhadas não seriam integralmente recompostas.

 

Ao mesmo tempo, o custo da hora trabalhada aumenta, o que gera elevação de preços em toda a cadeia produtiva. Nessa conta, entram também os custos adicionais com compras de insumos e matérias-primas após os ajustes de empresas de outros setores.

 

Este é o segundo trabalho da CNI sobre o tema da redução da jornada de trabalho e do fim da escala 6x1. No primeiro estudo, a CNI mostrou que a proposta de redução da jornada pode elevar em até R$ 267,2 bilhões por ano os custos com empregados formais na economia, uma alta de até 7% na folha de pagamento dos empresários.

Curtas do Poder

Ilustração de uma cobra verde vestindo um elegante terno azul, gravata escura e língua para fora
Vem aí a estreia das campanhas políticas de 2026, mas, antes de conhecer o elenco, é preciso entender o enredo. Aqui na Bahia, os ventos bons parecem mudar de lado. É o que prova a relação de Card e Pernambucano estar mais tranquila que a de Galego e Correria. Mas ninguém vive mais leve atualmente do que Ottinho - ou mais pesado, a depender do ponto de vista. Saiba mais!

Pérolas do Dia

Flávio Bolsonaro

Flávio Bolsonaro
Foto: Andressa Anholete/Agência Senado

"Hoje o Metrópoles fez uma matéria criminosa querendo marginalizar a advocacia. Eu fiz um trabalho para uma empresa, fui contratado para isso, prestei serviços advocatícios. Tudo certo. Relação completamente legal e privada". 

 

Disse o senador e presidenciável Flávio Bolsonaro (PL-RJ) negou, em vídeo publicado nesta quarta-feira (22), ter prestado serviços à Copenhagen Consultoria e Assessoria S.A., empresa apontada como de fachada no esquema de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master.
 

Podcast

Projeto Prisma entrevista o deputado federal Elmar Nascimento nesta segunda

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O deputado federal Elmar Nascimento (União Brasil) é o entrevistado do Projeto Prisma desta segunda-feira (20). O podcast é transmitido ao vivo a partir das 16h no YouTube do Bahia Notícias.

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