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joaquim barbosa
Pesquisa PoderData divulgada nesta quinta-feira (25) mostra que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) teve uma pequena recuperação desde a última sondagem do instituto, em março, e diminuiu a distância para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva na simulação de segundo turno. A recuperação do candidato do PL acontece na esteira da revelação de ligações suspeitas entre o então líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), com os sócios do Banco Master.
Segundo o PoderData, o presidente Lula marcou 46% na simulação de segundo turno, contra 43% de Flávio Bolsonaro. Brancos e nulos são 8% e não sabe em quem votar, 3%.
Na pesquisa passada, o senador do PL obteve 42%, e com a recuperação agora em junho, a diferença de três pontos percentuais permite dizer que ele e Lula estão em situação de empate técnico, já que a margem de erro do levantamento é de dois pontos. A sondagem do PoderData não teve influência, entretanto, das críticas feitas pela ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro ao seu enteado, nesta quarta (24).
A estratificação da intenção de votos apurada pelo PoderData mostra que o presidente Lula é o nome escolhido por 50% das mulheres entrevistadas, contra 38% que escolherem o nome do PL. Entre os homens, o cenário se inverte: Lula 41% X 48% Flávio.
O líder petista tem vantagem também no Nordeste (53% das intenções de voto) e entre os que cursaram até o ensino fundamental (49%). Flávio Bolsonaro vai melhor no Centro-Oeste (52%) e entre os que têm o ensino médio (50%).
Outras simulações de disputas em segundo turno também foram feitas pela pesquisa PoderData. Confira abaixo os resultados:
Lula 43% x 41% Joaquim Barbosa (DC)
Lula 45% x 38% Renan Santos (Missão)
Lula 45% x 42% Romeu Zema (Novo)
Lula 45% x 42% Ronaldo Caiado (PSD)
Os dados da pesquisa PoderData foram coletados de 21 a 24 de junho de 2026, por meio de ligações para celulares e telefones fixos. Foram 2.400 entrevistas em 617 municípios das 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 2 pontos percentuais. O intervalo de confiança é de 95%. A pesquisa está registrada no TSE sob o nº BR-05722/2026.
Uma pesquisa divulgada nesta quinta-feira (28) pelo instituto Meio/Ideia trouxe novos cenários e nomes de candidatos para a disputa da Presidência da República em 2026. O levantamento trouxe, pela primeira vez, o nome do ex-ministro do Supremo Tribunal Federal do Brasil, Joaquim Barbosa (DC) e do deputado federal, Aécio Neves (PSDB), para análise de eleitores do Brasil.
Inicialmente, no cenário estimulado do primeiro turno, Lula abriu sete pontos percentuais de vantagem sobre o principal adversário. O presidente recuou de 40%, na pesquisa divulgada no último dia 6 de maio, para 38,5%, enquanto o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) oscilou para baixo de 36% para 31,5%.
Ainda neste contexto, aparecem o ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), com 5,5%; pelo ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), com 2,4%; e pelo líder do MBL (Movimento Brasil Livre), Renan Santos (Missão), com 2,1%
Já em cenários de segundo turno, onde aparecem os nomes de Barbosa e Neves, de forma inédita, o jurista aparece com 26% e Aécio Neves com 25%. No entanto, ambos perdem para o petista, que registrou 46% em ambas disputas contra os seus adversários.
Caiado e Michelle Bolsonaro aparecem como os mais competitivos contra Lula, ambos com 40% das intenções de voto. Lula continuou com 46% de intenções de votos, que mantém o mesmo percentual na comparação com Zema, com 37%; Renan Santos, com 31% e Tereza Cristina, com 27%.
O estudo ouviu 1.500 pessoas entre os dias 23 e 27 de maio de 2026. A margem de erro é de 2,5 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.
Um vídeo produzido com uso de inteligência artificial, que simula a voz e a imagem do ex-ministro Joaquim Barbosa, gerou reação dentro do grupo que articula sua possível candidatura pelo Democracia Cristã para as eleições de 2026.
Na peça, o ex-ministro aparece dizendo a frase “chegou a hora de virar a página”. O material também exibe imagens do senador Flávio Bolsonaro comentando sua relação com Daniel Vorcaro e do presidente Luiz Inácio Lula da Silva falando sobre usuários de drogas.
Segundo integrantes do grupo político, o vídeo não teria sido submetido à aprovação de Joaquim Barbosa e foi classificado como uma iniciativa isolada dentro da sigla.
O responsável por pesquisas qualitativas ligadas à articulação, Adriano Gehres, afirmou que o conteúdo não passou por validação do ex-ministro.
Barbosa declarou ter se filiado ao Democracia Cristã para participar do debate público nas eleições de 2026, mas disse não ter intenção de entrar em “aventuras”. Ele afirmou ainda que uma eventual candidatura dependeria da construção de um projeto político estruturado e de um programa de governo elaborado por especialistas.
O possível pré-candidato à Presidência da República, Aldo Rebelo, afirmou neste sábado (23) que permanece filiado ao partido Democracia Cristã (DC) e segue com suas atividades de pré-campanha ao Palácio do Planalto. A declaração ocorre após a direção nacional da legenda anunciar sua expulsão sumária na última sexta-feira (22).
"Continuo vinculado ao partido, sim, e fazendo a minha pré-campanha. Estou aqui convidado como pré-candidato e falando como pré-candidato", conta Rebelo em entrevista coletiva de imprensa em São Paulo. O ex-ministro ressaltou que não recebeu nenhuma notificação oficial acerca de seu desligamento da sigla.
IMPASSE NO DC?
O impasse entre Rebelo e a cúpula do Democracia Cristã se intensificou após a direção nacional apresentar o ministro aposentado do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, como o novo pré-candidato oficial da legenda. Rebelo afirmou que soube da filiação de Barbosa e do plano partidário para a disputa presidencial por meio de reportagens na imprensa.
O ex-ministro classificou o ato de expulsão sumária como inconstitucional e abusivo, sob o argumento de que a medida viola os princípios constitucionais do devido processo legal e da ampla defesa. Ele informou que pretende recorrer ao Poder Judiciário para contestar a decisão partidária.
"A explicação tem que ser dada pelo próprio Joaquim Barbosa e por quem convidou o Joaquim Barbosa para uma pré-candidatura, que ele não assumiu até agora", pontuou Rebelo em entrevista ao jornal Estadão.
A direção nacional do Democracia Cristã anunciou a abertura de um procedimento disciplinar contra Aldo Rebelo, medida que, segundo a legenda, resultará na expulsão sumária do ex-ministro e na comunicação da desfiliação à Justiça Eleitoral.
Aldo perdeu recentemente o posto de pré-candidato à Presidência da República dentro da sigla para o ex-ministro do STF Joaquim Barbosa.
Em nota oficial divulgada nesta quinta-feira (21), o partido afirmou repudiar “veementemente” ataques feitos por Aldo contra a direção nacional da legenda e contra o presidente da sigla, João Caldas.
Segundo o DC, as manifestações públicas atribuídas ao ex-ministro “não condizem com os valores democratas-cristãos”.
A legenda informou ainda que a decisão foi tomada após o “esgotamento das diversas tentativas de resolução harmoniosa”, que teriam sido frustradas pela “reiterada intransigência” de Aldo Rebelo.
O partido também afirmou ter identificado “gravíssimos fatos e provas” que afrontariam os valores, princípios, objetivos e o estatuto da sigla. A nota menciona acusações de ameaças, calúnia, difamação, má-fé e arrogância.
“A Democracia Cristã estará sempre de braços abertos a todos os brasileiros que sonham e trabalham por um Brasil melhor. Não há espaço, porém, para ameaças, calúnias, difamação, má-fé e arrogância”, afirmou o partido no comunicado.
O documento foi divulgado em Brasília e assinado por integrantes da direção nacional da legenda.
O presidente do Partido Liberal, Valdemar Costa Neto, criticou nesta segunda-feira (18) a pré-candidatura do ex-ministro do STF Joaquim Barbosa à Presidência da República e classificou a tentativa como uma “piada”.
A declaração foi dada em entrevista à CNN Brasil. Durante a conversa, o dirigente do PL também criticou a aposentadoria antecipada de Joaquim Barbosa do Supremo Tribunal Federal, em 2014.
“Quem se aposenta com 59 anos no Supremo Tribunal Federal não pode ser presidente”, afirmou Valdemar.
Joaquim Barbosa foi o relator do processo do Mensalão no STF, que condenou Valdemar Costa Neto em 2012. O dirigente do PL foi condenado pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro.
A pena definida pela Corte foi de 7 anos e 10 meses de prisão, além do pagamento de multa. Como a condenação foi inferior a oito anos, Valdemar iniciou o cumprimento da pena em regime semiaberto no fim de 2013.
O partido Democracia Cristã (DC) confirmou a pré-candidatura do ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, à presidência da República. O novo presidenciável substitui o ex-deputado Aldo Rebelo como representante da sigla para o pleito em 2026.
“Joaquim Barbosa representa a possibilidade de união nacional e reconstrução da confiança do povo brasileiro nas instituições. Sua trajetória honra os valores republicanos e responde ao desejo de mudança da sociedade brasileira. O momento exige união, propósito e desprendimento. O Brasil está acima de projetos pessoais”, afirma o DC, em nota assinada pelo presidente João Caldas.
Barbosa se filiou ao DC na última semana, com intenção de disputar o comando do Palácio do Planalto. Ele chegou a se filiar ao PSB em 2018 para se lançar ao executivo, mas a candidatura depois não seguiu adiante.
O ex-ministro ganhou notoriedade pela sua atuação como relator no caso do Mensalão, conduzindo o julgamento que resultou na prisão de empresários e integrantes do alto escalão do governo Lula. Ele também foi o primeiro negro a ocupar a cadeira de presidente do STF, onde permaneceu entre novembro de 2012 e julho de 2014.
Segundo a CBN, a mudança acontece após Rebelo não conseguir um bom desempenho nas pesquisas eleitorais. Em nota publicada nas redes sociais, o ex-deputado criticou a candidatura de Barbosa e afirmou manter a intenção de disputar as eleições deste ano.
“Minha pré-candidatura à presidência da República está mantida, conforme convite e compromisso da direção nacional do Democracia Cristã. (...) A candidatura anunciada em um balão de ensaio de Joaquim Barbosa é uma afronta a tudo o que defendo como relações políticas apoiadas na transparência e nas decisões democráticas”, escreveu.
O ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Joaquim Barbosa se filiou ao partido Democracia Cristã (DC) e pode ser lançado como candidato à Presidência da República nas eleições de 2026. As informações foram divulgadas pela Folha de S.Paulo nesta sexta-feira (15). A filiação ocorreu no início de abril. A legenda pretende substituir a pré-candidatura de Aldo Rebelo (DC), que não conseguiu ganhar força nas pesquisas de intenção de voto.
O partido avalia que Barbosa possui forte identificação com pautas ligadas à ética e ao combate à corrupção, além de enxergar potencial em um discurso voltado à reforma do Judiciário. Entre os temas defendidos internamente estão regras de conduta para ministros do STF e limites para benefícios considerados excessivos.
Relator do processo do mensalão e presidente do STF durante parte de sua trajetória na Corte, Joaquim Barbosa se aposentou em 2014. Em 2018, chegou a ser cogitado como candidato à Presidência pelo Partido Socialista Brasileiro (PSB), mas desistiu da disputa antes do início da campanha. A legenda busca agora alianças para ampliar estrutura, tempo de televisão e participação em debates nacionais.
A produtora e atriz Paula Lavigne teve um ano de intenso ativismo. No apartamento em que mora com o cantor e compositor Caetano Veloso, no Rio, recebeu uma série de políticos - alguns deles presidenciáveis. “Sem dúvida foi um ano atípico, pelo ritmo em que os retrocessos vieram. As causas nos atropelaram e nos mobilizaram. Como muitas pessoas, senti a necessidade de fazer alguma coisa diante de tamanha perda de direitos”, disse ela, que é líder do movimento de artistas batizado de 342, que defendeu a abertura das investigações contra o presidente Michel Temer. Em entrevista por e-mail ao Estadão, Paula Lavigne contou como se deram os encontros em seu apartamento. “Recebemos pedidos e sugestões de parte da classe artística que quer ouvir e debater com nomes da política nacional. É importante deixar claro que não é a classe toda, mas um grupo ao qual eu tenho acesso. Não temos restrição partidária, mas só convidamos pessoas do campo progressista. Recebemos o Ciro Gomes, a Marina Silva, o Joaquim Barbosa, o Fernando Haddad, o Guilherme Boulos e outros. E todos causaram excelente impressão ao apresentarem suas ideias sobre o Brasil”, disse a mulher de Caetano.
A produtora afirmou ainda estar receosa com o cenário no país no próximo ano, que é de eleições presidenciais. “A minha preocupação com 2018 é com o uso descontrolado de robôs e difusão de fake news, que já ocorrem sem regulamentação. Precisamos ter essa preocupação, pois isso pode fazer muita diferença no cenário eleitoral”, avaliou, rechaçando qualquer possibilidade de candidatar-se. “Minha vocação não é ocupar cargos públicos, fazer negociações com quem discordo ou ter que agir diplomaticamente com pessoas cujas práticas desprezo. Meu perfil é outro. E temos de parar de achar que as pessoas só se engajam em causas por interesse próprio. Eu gosto de ser ativista do lugar onde estou e nele quero permanecer”, afirmou, não rejeitando, no entanto a possibilidade de vir apoiar algum candidato. “O 342 existe em torno de causas. São elas que nos reúnem e agregam. Se houver algum candidato que represente o nosso conjunto de causas e a maioria do movimento decidir apoiar, isso pode acontecer”, ponderou Lavigne, que considera Joaquim Barbosa “uma pessoa com importantes serviços prestados e que pode qualificar muito o debate eleitoral”. “O admiro e respeito muito”, acrescentou. Sobre Luciano Huck, outro nome que foi cogitado como presidenciável, ela avalia como “um empreendedor, uma pessoa bastante arejada e honesta”. Apesar disso e por isso, ela diz que ele “não precisa se submeter à violência e ao baixo nível de uma campanha”. Já a candidatura de Guilherme Boulos, do MTST, lhe parece positiva. “O Boulos é uma liderança desse momento urgente da política brasileira, que necessita de nomes novos e identificados com as causas. Se for candidato, certamente dará muita qualidade ao debate político”, diz Paula Lavigne.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
José Múcio Monteiro
"Precisamos ver onde podemos ajudar mais. A simpatia que o meu presidente tem pela Venezuela é absoluta. A partir de agora, Brasil e Venezuela são um só país".
Disse o ministro da Defesa, José Múcio Monteiro após reunião nesta terça-feira com a presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, em Caracas. O encontro está marcado para as 14h, horário de Brasília. Pela manhã, Múcio já havia se reunido com o ministro da Defesa venezuelano, Gustavo González López, com quem conversou sobre a ajuda que o Brasil vem enviando ao país após os terremotos da semana passada.