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joao laranjeira
O vice-prefeito de Riacho de Santana, Tito Castro (Podemos), reassume o comando do município após o afastamento judicial do prefeito João Vitor (PSD), investigado por suspeita de envolvimento em corrupção e fraudes licitatórias. O município do sudoeste baiano passa por um dos locais atingido pelas investigações da Operação Overclean.
O prefeito João Vitor foi ouvido pela Polícia Federal na capital baiana ainda nesta quinta-feira (16) no âmbito da Operação Overclean, que investiga o esquema de fraudes. O político afastado também é apontado como sócio do deputado Dal Barreto (União), também alvo da mesma operação.
Em nota oficial a gestão confirmou que a prefeitura segue funcionando, mesmo com o afastamento do prefeito investigado por corrupção:
Com 66 anos Tito Eugênio é um político com longa trajetória em Riacho de Santana, tendo ocupado o cargo de prefeito em cinco mandatos, entre os anos de 2016. As informações da sua posse foram confirmadas pelo Achei Sudoeste, parceiro do Bahia Notícias.
O mesmo também passou por uma prisão em maio de 2016, quando ele foi detido no âmbito da Operação Imperador da Polícia Federal. Na época, a investigação apurava o suposto desvio de verba pública federal destinada ao transporte escolar do município.
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Pérolas do Dia
Fernanda Melchionna
"A cantilena enfadonha da extrema direita e dos bolsonaristas chega a doer o ouvido. Um juiz, que foi um juiz ladrão, como mostrou a Vaza Jato, vem aqui tentar se mostrar como paladino da moral, como se lutasse contra a corrupção. É muita falta de vergonha na cara daqueles que votaram na PEC da bandidagem na Câmara dos Deputados vir aqui dizer que estão contra os corruptos".
Disse a deputada Fernanda Melchionna (Psol-RS) ao debater com o senador Sérgio Moro (PL-PR) durante a discussão do veto do presidente Lula ao projeto da dosimetria de penas, a deputada do Psol chamou Moro de “juiz ladrão”.