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jesus cristo
O prefeito de Salvador, Bruno Reis (União), afirmou neste sábado (27) que os patrocínios privados do Festival Virada Salvador são fundamentais para cobrir os cachês dos artistas e garantir retorno econômico para a cidade. A declaração foi dada durante coletiva de imprensa na Arena Canto da Cidade, na Boca do Rio, quando o gestor também rebateu críticas aos investimentos no evento.
Em tom firme e sem citar nomes, o prefeito afirmou que ações da Prefeitura costumam gerar incômodo, mesmo quando apresentam resultados positivos. Segundo ele, além da diversidade musical, o festival impulsiona setores como hotelaria, comércio e turismo, resultando em aumento de arrecadação para a cidade.
“Tivemos diversos tipos musicais, torço para que a operação seja um sucesso. O que nós ganhamos com nossos hotéis, o que arrecadamos por causa disso acaba sendo, no fim do dia, uma receita maior. Poderia falar o dia todo sobre esses eventos”, justifica ao comentar os cachês pagos.
Confira o vídeo:
Prefeito explica que patrocínios cobrem cachês do Festival Virada e rebate críticas: ‘Até Jesus passou por adversidades’
— Bahia Notícias (@BahiaNoticias) December 28, 2025
Confira ?? pic.twitter.com/e8dc4Q4ECK
Ao comentar os questionamentos, o gestor fez um discurso pessoal, com forte carga religiosa, e chegou a se comparar a Jesus Cristo ao falar sobre as críticas que recebe. Segundo o prefeito, assim como figuras religiosas, quem trabalha e “performar” acaba sendo alvo de ataques.
“Naturalmente, a turma que, se a gente pintar a cidade de ouro, vai criticar. Não acha um filho de Deus para colocar uma pedra, mas para jogar pedra tem muitos. Até Jesus Cristo passou por essas adversidades na vida. Quem passou por tudo que passei está preparado para tudo na vida", comenta o chefe do executivo da capital baiana.
Na sequência, o prefeito também fez referência à mãe, em um tom emocional, e afirmou estar preparado para enfrentar comparações e cobranças públicas. "Sei que, no momento, minha mãe está lá no céu vendo o que estão fazendo nessa cidade. Quero ver o que os outros prefeitos vão fazer, que não é fácil para mim”, alega o prefeito.
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Tânia Scofield
"Na verdade, o que a gente encontra hoje na rua de Salvador é uma faixa de veículo assim, bem acima do necessário. Esse acima do necessário permite inclusive que um carro ultrapasse, porque às vezes tem 3 metros e meio, 3 metros, às vezes 4 metros".
Disse a presidente da Fundação Mário Leal Ferreira (FMLF), Tânia Scofield, durante entrevista nesta terça-feira (8) ao programa Bahia Notícias no Ar, ao comentar a preocupação de parte dos motoristas com a redução do espaço para os carros nas obras de requalificação da Avenida Lafayette Coutinho, popularmente como Avenida Contorno é uma "percepção um pouco equivocada".