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japinha
O corpo apontado como de uma integrante da facção Comando Vermelho (CV), apelidada de “Japinha do CV” pertencia a Ricardo Aquino dos Santos. Traficante da Bahia, de 22 anos, vinculado também ao grupo criminoso.
As informações são do Metrópoles. Segundo a publicação, depois da megaoperação ocorrida no Rio de Janeiro, no último dia 28, uma fake news viralizou nas redes sociais, quando uma imagem de um cadáver desfigurado circulou entre usuários. Na publicação, uma falsa informação vinculava que o corpo seria de “Japinha”.
No entanto, aquele da fotografia era Ricardo. Ele morreu com um tiro de fuzil que dilacerou a cabeça, o que impediu o reconhecimento inicial do corpo. Ele tinha dois mandados de prisão em aberto e respondia por porte de arma e roubo.
Ricardo era natural de Feira de Santana. No episódio que ocasionou a morte dele, ele teria disparado contra os investigadores.
É bronze! Augusto Akio ganhou, na tarde desta quarta-feira (7), a medalha de bronze para o Brasil no Skate Park. Natural de Curitiba, é conhecido também como Japinha por causa da origem oriental. Nascido nos anos 2000, é um dos grandes destaques da modalidade brasileira.
Com nota de 91.85, Japinha ficou atrás apenas do norte-americano Tom Schaar, que ficou com a prata e do australiano Keegan Palmer, que conquistou o bicampeonato olímpico.
Confira agora, o quadro de medalhas dos Jogos Olímpicos de Paris atualizado:
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Pérolas do Dia
Jerônimo Rodrigues
"Os extremos não servem para nós. Nem uma polícia que não dê conta do seu papel, nem uma polícia que possa entrar no exagero e fazer ações fora do conceito de um servidor público. A polícia tem que garantir a segurança das pessoas e não ameaçá-las".
Disse o governador Jerônimo Rodrigues ao ser sabatinado na TV Aratu, nesta terça-feira (4) e abordou um dos temas mais sensíveis de sua gestão: a segurança pública e a atuação da Polícia Militar. Respondendo a questionamentos do jornalista Maurício Leiro, editor de política do Bahia Notícias, sobre a implementação das câmeras corporais nos fardamentos e suspeitas de excessos policiais, Jerônimo afirmou que "não passa a mão na cabeça" de quem atua fora dos padrões.