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O São João terá um toque de Axé com a banda Jammil e Uma Noites. O grupo se juntou com Luiz Caldas em uma parceria inédita para o lançamento da canção 'Lua que Anda no Céu'.
A canção marca o primeiro encontro musical entre Rafa Barreto, atual vocalista do Jammil, e Caldas, e tem como compositores Manno Góes e Ronaldo Bastos, responsável por clássicos da música brasileira como 'Amor de Índio' e 'Sorte'.
"Essa mistura está no DNA do Jammil, que já gravou forró antes, em outras formações, assim como os encontros fazem parte da nossa história. O próprio Luiz tem parcerias com o Jammil, mas eu fico honradíssimo de poder gravar com ele pela primeira vez", afirma Rafa Barreto.
A produção da faixa inclui ainda a participação do violinista Mário Soares, da Orquestra Sinfônica da Bahia, e tem direção executiva por Paulo Borges e Manno Góes, que também assina a direção artística, e direção musical ao lado de Velho Marlon.
"Ronaldo Bastos é uma das minhas grandes referências da Música Popular Brasileira. Autor de muitas canções que fazem parte das minhas preferidas de todos os tempos, como ‘Sorte’, ‘Um Certo Alguém’, ‘Nuvem Cigana’, ‘Amor de Índio’, entre tantas outras composições fundamentais feitas por ele. Ter a primeira parceria com ele, desfrutando do seu enorme talento e gentileza é um presente, um aprendizado e um prêmio na minha carreira. Produzir a gravação dessa faixa me emocionou muito e me permitiu experimentar timbres novos, como a participação do violino de Mário Soares, músico da Orquestra Sinfônica da Bahia que abrilhantou ainda mais essa música tão bonita", afirmou Manno.
Comandando o Jammil pelo segundo ano consecutivo, Rafael Barreto não escondeu a emoção de estar à frente de uma das bandas mais icônicas do Carnaval de Salvador. Em entrevista ao Bahia Notícias nesta terça-feira (4), o cantor destacou a responsabilidade de levar adiante o legado da banda, que acumula mais de 25 anos de história.
"Cantar no trio do Jammil já é espetacular. Quem é de Salvador e conhece a banda sabe a importância desses sucessos que atravessaram gerações e trazem uma memória afetiva forte para quem curte o axé. Estar aqui nesse momento histórico dos 40 anos do axé é um sentimento de gratidão e de muito amor", afirmou Rafael, emocionado.
Durante o desfile pelo Circuito Dodô (Barra-Ondina), Rafael revelou seu pedido especial antes de subir ao trio. "Eu peço a Deus para tomar conta desse lugar, não só da banda e da equipe, mas de todos – ambulantes, foliões, toda a galera que faz essa festa acontecer", disse o cantor.
Questionado sobre como está imprimindo sua identidade no Jammil, Rafael destacou que o processo de reconhecimento vem acontecendo de forma gradual. "Estamos chegando devagarzinho, já tem gente me associando à banda. É um trabalho paulatino, porque o Jammil tem muitos anos de história, mas pouco a pouco as pessoas vão reconhecendo quem eu sou", afirmou.
? Rafael Barreto celebra 40 anos do axé e destaca emoção em comandar o Jammil no Carnaval de Salvador
— Bahia NotÃcias (@BahiaNoticias) March 4, 2025
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A Ponta de Humaitá, em Salvador, foi palco de uma edição especial do evento “Vamos Ver o Pôr do Sol” comandado pela banda Jammil, no domingo (19).
O vocalista Rafael Barreto transformou o ponto turístico da capital baiana em um circuito de Carnaval, fazendo a prévia da folia, e recebendo no palco os cantores Pierre Onassis (Afrodisíaco) e Netto Brito.
O show teve como base o repertório do audiovisual Eternamente Carnaval, gravado no ano passado no Humaitá. O projeto, uma homenagem aos 40 anos do Axé Music, foi lançado em dezembro de 2023, inclui grandes sucessos da banda Jammil como "Milla" e "Praieiro".
CARNAVAL EM GRANDE ESTILO
A banda Jammil irá celebrar os 10 anos de história do Bloco Praieiro com o retorno do trio ao circuito da folia.
O bloco desfila na terça-feira de Carnaval no circuito Dodô (Barra-Ondina), e o abadá está sendo vendido no site da Central do Carnaval, custando R$ 280.
O último ano de desfile do Bloco Praieiro foi em 2020, no último Carnaval antes da pandemia da Covid-19. Na época, ainda com Levi Lima. Depois desse ano, o Jammil desfilou em trio independente e já sob nova direção, com Rafa Barreto nos vocais.
Depois de lançar o audiovisual “Eternamente Carnaval”, gravado na Ponta de Humaitá a banda Jammil e Uma Noites retorna ao local para uma nova edição do “Vamos Ver o Pôr do Sol”, neste domingo (19). O evento gratuito e aberto ao público acontece a partir das 16h.
A banda, liderada por Rafa Barreto, promete um repertório repleto de hits que permanecem como trilha do verão brasileiro. “Milla” (Manno Góes/Tuca Fernandes), “Ê Saudade” (Manno Góes), “Minha Estrela” (Manno Góes), “É Verão” (Manno Góes), “Praieiro” (Manno Góes), “Pra Te Ter Aqui” (Manno Góes), e “Colorir Papel” (Levi Lima) são confirmadas no setlist e se unem às canções mais novas do grupo. “De Novo” — um dueto com o autor da canção, Jhaca, e que o clipe gravado no Humaitá tem 1 milhão de visualizações — também estará no show.
Aposta do Jammil para a temporada e mais uma parceria com novos nomes da música baiana, “No Seu Corre”, gravada com Filhos de Jorge, promete fazer o público cantar e dançar junto. A música de Manno Góes ganhou os arranjos assinados pelo autor junto a Tiago Occilupo. Tocando nas rádios, a canção tem também um clipe lançado no começo do mês — assista aqui. O show contará também com participações especiais. O samba-reggae e axé da Banda Mel e Afrodisíaco — com Pierre Onassis —, além do arrocha de Netto Brito, vão marcar presença no evento tradicional do calendário da cidade.
Com mais de 25 anos de história, o Jammil continua se reinventando e apostando em novidades que posicionam a banda como uma das mais ativas do atual cenário musical, movimentando a cena com diversos lançamentos e uma extensa agenda de shows em micaretas e festivais no Brasil e fora do país.
SERVIÇO
Vamos Ver o Pôr do Sol - Jammil e Uma Noites
Ponta de Humaitá
16h - Grátis
O Bloco Praieiro, puxado pela Banda Jammil, irá celebrar os 10 anos de história com o retorno a avenida. Por meio das redes sociais, o bloco anunciou a abertura das vendas para o desfile, que será comandado pela 1ª vez por Rafael Barreto, vocalista que substituiu Levi Lima na banda de Manno Góes.
A banda desfila com o bloco na terça-feira de Carnaval, 4 de março, no circuito Dodô (Barra-Ondina). O abadá está sendo vendido no site da Central do Carnaval e custa R$ 280.
O último ano de desfile do Bloco Praieiro foi em 2020, no último Carnaval antes da pandemia da Covid-19. Depois desse ano, o Jammil desfilou em trio independente e já sob nova direção, com Rafa Barreto nos vocais.
Este não é o único retorno para a avenida em 2025. O Bloco Cheiro irá celebrar os 45 anos de folia na Barra. Também sob novo comando após a saída de Vina Calmon, a banda irá desfilar com Raquel Tombesi nos vocais.
A dança das cadeiras na banda Parangolé, com a saída de Tony Salles e a entrada de Lincoln Senna, levantou um questionamento dos internautas. Quais outros grupos baianos tiveram a mesma movimentação ao longo dos 40 anos de Axé Music?
Que a música é cíclica, isso todo mundo sabe, mas alguns sucessos são eternos, a exemplo de uma 'Pequena Eva' cantada na avenida, seja por Ivete, Emanuelle Araújo, Saulo ou Felipe Pezzoni. Não tem quem não cante a plenos pulmões um dos maiores hits do movimento axé.
Apesar do sucesso ser eterno, nem todo mundo conseguiu o feito de ficar conhecido como A voz do grupo pelo qual passou. Pensando na dança das cadeiras do Parangolé, o Bahia Notícias reuniu algumas outras bandas que também passaram por essa movimentação e quem está no vocal por agora. Confira:
Foto: Divulgação / Reprodução / Redes Sociais
Chiclete com Banana: Apesar de possuírem o memorável Bell Marques como um dos principais nomes a ser lembrado quando se fala na banda, o Chiclete com Banana teve ao todo quatro vocalistas. De 1981, início oficial do Chiclete, a 1986, os vocais do grupo eram assumidos pelo cantor e guitarrista Missinho Amorim, que faleceu em maio deste ano.
Desde este ano, o cantor Bell Marques se tornou oficialmente o responsável pelos vocais da banda, assim como pela guitarra, até 2014. A presença de Bell, presente desde as origens do Chiclete, é notada em mais 20 álbuns de estúdio da banda. A saída de Bell Marques para carreira solo antecedeu a chegada de Rafa Chaves ao grupo. O cantor saiu em 2018 de maneira inesperada.
Khill é o vocalista do Chiclete desde então, mantendo acesa a chama chicleteira junto a grande parte dos integrantes originais, como Wado Marques, Waltinho Cruz e Deny Urpia.
Foto: Divulgação
Babado Novo: formada em 2001, a banda criada por Cal Adan, estreou com Claudia Leitte nos vocais e estourou nacionalmente em 2003. Após oito anos à frente da banda, a artista anunciou a saída para se dedicar totalmente à carreira solo.
Para quem não se lembra, a banda chegou a ter dois homens como vocalistas, Guga de Paula, ex-líder do Psirico, e Igor Di Ferreira. A passagem dos artistas, no entanto, não teve tanto destaque. Os cantores ficaram de 2008 a 2012 como nomes do Babado, até que, naquele ano, Mari Antunes foi confirmada como a nova voz da banda.
A artista, ex-banda Sarypa, foi confirmada no grupo de axé em maio de 2012 e segue até hoje como rosto do Babado, sendo a vocalista que ficou mais tempo no grupo. Um dos grandes hits de Mari no Babado Novo foi 'Descidinha'.
Foto: Divulgação
Jammil e Uma Noites: o grupo fundado por Manno Góes, Tuca Fernandes e Beto Espínola em 1994, chegou a ser conhecido como Jheremmias Não Bate Córner nos primeiros anos de carreira, até a migração para o Jammil, como é conhecida até hoje.
Tuca Fernandes foi o principal vocalista da banda até o ano de 2011, quando o artista anunciou a decisão de seguir carreira solo. Na época, foi especulado um desentendimento entre os integrantes da banda, que foi confirmado após anos por Manno em diversas declarações nas redes sociais e em entrevistas.
O responsável por assumir a missão ao lado de Manno Góes, já que Beto também deixou a banda, foi o cantor Levi Lima, ex-Via Circular. O artista iniciou a carreira no grupo em 2011 já com a faixa 'Colorir Papel' estreando na novela Fina Estampa, da Globo. O artista também emplacou outras duas músicas em novelas, 'Celebrar' e 'Mil Poemas'.
Após nove anos no grupo, o artista anunciou a saída da banda, mas diferente de outros artistas, Levi não seguiu carreira solo e se afastou da música. Em 2020, Rafael Barreto, campeão do Ídolos em 2008, foi anunciado como o novo rosto do grupo e segue até hoje na banda.
Foto: Divulgação
Cheiro de Amor: uma das bandas mais tradicionais da Axé Music, o Cheiro foi lançado em 1985, na época com o nome Pimenta de Cheiro e com Márcia Freire como vocalista. O nome pelo qual é conhecido até hoje surgiu 2 anos depois.
Freire foi a responsável por tornar a banda conhecida nacionalmente e em 1996, deixou o grupo, abrindo espaço para a chegada de Carla Visi, que ficou na banda até 2001 e deixou o Cheiro de forma confusa para o folião. Na época, Márcia Freire foi anunciada de volta à banda após a artista mover um processo por não ter recebido os cachês atrasados.
A cantora ficou à frente do Cheiro até que todo débito tivesse sido quitado e em 2003, o resultado de um concurso musical anunciou Alinne Rosa como a nova vocalista da banda. Com os cabelos rosas e a atitude de rockstar, Alinne chamou a atenção do público pela mudança brusca de estilo, uma reformulação proposta pelos empresários, mas conquistou os fãs com o vozeirão.
Foto: Divulgação
A artista ficou na banda por 11 anos, saindo em 2014 para seguir carreira solo. Alinne foi substituída pela pernambucana Vina Calmon, que também teve uma carreira duradoura à frente do grupo. A artista só deixou a banda neste ano, após 10 anos de Cheiro, também para seguir carreira solo. Atualmente a banda é liderada por Raquel Tombesi, anunciada em março como a nova voz do Cheiro.
Foto: Divulgação
Banda Eva: uma das grandes bandas do axé music, a banda, que surgiu como um grêmio estudantil em 1977, foi comandado por grandes nomes ao longo de sua trajetória. A banda, responsável por apresentar ao grande público artistas como Ivete Sangalo e Saulo Fernandes, tem como seu primeiro vocalista o Anderson Cirne, em 1981.
Além dele, Carlinhos Caldas, em 1983, Marcionílio, em 1986, o cantor Ricardo Chaves assumiu os vocais da banda em 1988 até 1992, tendo puxado o trio durante cinco carnavais. Em 1993, a cantora Ivete Sangalo foi lançada pela Banda Eva, na formação que alcançaria gerações e contribuiria para que a artista ultrapassasse o impacto de sua banda de origem anos mais tarde.
Com Veveta, a banda lançou os álbuns “Banda Eva” (1993), “Pra Abalar” (1994), “Beleza Rara” (1196), “Banda Eva Ao Vivo” (1997), “Eva, Você e Eu” (1998) e “Beleza Rara - O Melhor da Banda Eva” (1999). Grandes sucessos do grupo foram lançados durante esse período, como “Alô Paixão”, “Flores (Sonho Épico), “Me Abraça”, “Manda Ver”, “Eva”, “Vem Meu Amor” e “Leva Eu”.
A saída de Ivete da banda, foi seguida por uma nova figura ao público. Emanuelle Araújo assumiu os vocais da Banda Eva entre 2000 e 2002. Apesar de sua breve passagem, conturbada pela constante comparação da cantora e atriz com sua antecessora, Emanuelle embalou sucessos como “Chuva de verão” e “Pra lá e pra cá”. Na voz da cantora, a banda lançou os álbuns “Banda Eva Ao Vivo - Parte II” (1999) e “Experimenta” (2000). Em 2002, o comando da banda passa a ser responsabilidade do cantor Saulo Fernandes.
Foto: Divulgação / Marcelo Carnaval / Carlos Casaes
“Coisa Linda”, “Rua 15”, “Tão Sonhada” e “Tudo Certo na Bahia” são apenas alguns sucessos lançados no período em que Saulo lidera o grupo. Com Saulo no comando, a banda lançou seis álbuns: “Pra Valer” (2002), “É do Eva” (2004), “25 Anos” (2005), “Veja Alto, Ouça Colorido” (2007), “Lugar da Alegria” (2009) e “CNRT” (2011).
Desde a saída de Saulo para carreira solo em 2013, o cantor Felipe Pezzoni lidera a banda. Com ele, a banda lançou as canções “Brindar”, “Sem Você” e “Duas Almas” e lançou dois álbuns de estúdio: “Simplesmente Eva” (2013) e “Eva Sunset” (2015).
Palco do projeto “Vamos Ver o Pôr do Sol”, que existe desde 2016, a Ponta de Humaitá, em Salvador, será palco do novo audiovisual da banda Jammil e Uma Noites.
O show que dará origem ao produto acontecerá no dia 8 de setembro, às 15h, e será o pontapé inicial do Festival da Primavera da Prefeitura de Salvador.
Para o projeto, a banda prepara um repertório com os grandes sucessos do grupo, entre eles “Pra te Ter Aqui”, “Milla”, “Outdoor”, “Ê Saudade”, “Minha Estrela”, “Praieiro”, “Colorir Papel” e “Celebrar”, além das canções recém lançadas “Já Bateu Saudade” e “De Novo”.
O show ainda contará com participações das bandas Olodum, Filhos de Jorge e dos cantores Jau, Robson Moraes (Banda Mel), Jhaca, além da dupla Bruninho & Davi.
"O nosso encontro com o público da Ponta de Humaitá é sempre muito especial. Esse lugar já faz parte da nossa história, nos sentimos em casa e somos muito bem recebidos. Especialmente essa edição será uma festa ainda mais bonita, com tudo sendo registrado para o nosso audiovisual. Vai ser um dia de muitas emoções, muita música e alegria", afirma Rafa Barreto.
O cantor Levi Lima, ex-vocalista da banda Jammil, reapareceu nas redes sociais em um registro raro compartilhado pelo cantor Fabrício Kraychete, o Tomate.
Longe dos holofotes desde 2020, quando anunciou a saída da banda Jammil após 6 anos a frente do grupo, Levi também desativou o perfil público que tinha no Instagram e faz raras aparições ao lado da esposa, a jornalista e influenciadora digital Bruna Manzon.
Na foto compartilhada por Tomate, Levi aparece ao lado de Bruna Manzon na escada rolante de um shopping. Os dois são amigos de longa data e já chegaram a lançar o projeto 'Triângulo' com Saulo Fernandes.
Outros raros registros de Levi são ao lado da esposa em algumas viagens. A ex-assistente de palco do 'Domingo Legal' respeita a privacidade do companheiro de não querer aparecer nas redes sociais e posta poucas fotos e vídeos do artista. Os dois se casaram um ano antes de Levi sair do Jammil, em uma cerimônia íntima no Rio Grande do Sul.
Foto: Instagram
Quando anunciou a saída do grupo, Levi afirmou que não tinha a intenção de seguir carreira solo, mas não descartava a possibilidade, caso algo interessasse ao novo estilo de vida que ele tinha escolhido seguir. Longe da música, Levi é sócio de uma empresa que tem sede em Lauro de Freitas, Região Metropolitana de Salvador.
Sucesso dos anos 90 e 2000, a banda Jammil, que atualmente tem o cantor Rafael Barreto como vocalista, precisou de uma mão não muy amiga para ser criada por Manno Góes em 1994.
O grupo, que antes de ser Jammil E Uma Noites, se chamava Jheremmias Não Bate Córner, foi rebatizado pelo músico após uma confusão com o cantor Netinho, que deu voz a um dos grandes sucessos de Manno, ‘Milla’.
Em entrevista ao podcast ‘Papo com Clê’, Manno contou que na época, a banda editava as músicas na editora de Netinho e logo depois do sucesso de ‘Milla’, que havia sido gravada pelo Jheremmias, mas estourou nacionalmente na voz de Netinho, a editoria e a gravadora se interessaram por outro grande hit da banda ‘Pra Te Ter Aqui’ e quiseram tirar a faixa de circulação para poder lançar como algo dele.
“Com o sucesso de ‘Milla’, a gente perdeu a referência de ‘Milla’, ela não era mais do Jheremmias Não Bate Córner, ela era do Netinho. Claro, evidente, virou um puta sucesso da carreira do Netinho, mas a banda perdeu aquele hit. Por um lado era bom, a gente pensou que isso seria bom para impulsionar. Aí a gente lançou uma segunda música de trabalho, ‘Pra Te Ter Aqui’, e ela bate pela 1ª vez o primeiro lugar nas rádios do Rio. E quando acontece isso, a gente pensa ‘Opa, agora temos um novo hit’. Aí Netinho marca uma reunião para nos comunicar que iria gravar ‘Pra Te Ter Aqui’ e que ia tirar das rádios nossa versão e que a gente ia trabalhar outra música e não mais ela”, contou.
A situação tirou Manno e Tuca do sério. O artista relatou que a faixa entraria como tema em uma novela da Globo e que tentou fazer um acordo com Netinho para que ele não regravasse a canção. “A gente pirou, ela ia entrar na novela ‘Corpo Dourado’, ia ser música tema. A música estava editada com ele, e até 98 e não tinha conhecimento de nada. Eu fui na casa dele e mostrei três músicas inéditas para ele gravar, em troca de não gravar ‘Pra Te Ter Aqui’, que foi ‘Ê Saudade’, ‘Acabou’ e ‘Lança Lança’. Essas três vieram a ser sucesso depois. Ele disse que não podia fazer nada, que a gravadora já estava decidida e que ele ia gravar.”
Para o artista, houve um canibalismo artístico no início do Jheremmias. Após entender a situação, Manno decidiu seguir outro caminho, longe da editora, e começou do zero com o nome Jammil.
“A gente não concordou em ser laboratório de carreira de um outro artista, então tivemos uma ruptura com o Netinho naquele momento. Houve um canibalismo artístico aí, estava usando o poder criativo de uma banda que ainda não tinha explodido, mas que tinha um potencial. Tava sugando aquelas ideias para alimentar a carreira de um outro artista, que de fato era o mais importante da companhia. Foi bem doloroso e chato [...] A gente tinha um contrato com eles e a marca Jheremmias pertencia a empresa, então a gente começou do zero.”
Nesta sexta-feira (22), a banda Jammil vai estrear a versão itinerante do seu projeto “Vamos Ver o Pôr do Sol”. O show vai acontecer na Ribeira a partir das 16h e é o primeiro de uma oito shows que receberão a edição especial da festa.
Além dos shows do Jammil, o projeto contará também com atividades na Ribeira, como vôlei, skate e uma feira com barracas vendendo produtos característicos do verão, reforçando o caráter social do “Vamos Ver o Pôr do Sol.
Nesta mesma data, o Jammil vai lançar um projeto audiovisual gravado em um rooftop na Barra. O projeto conta com dez músicas, sendo três do EP “I Love Jammil”, uma inédita – com a participação de Márcio Victor – e releituras de clássicos da banda.
O Jammil e Uma Noites lançou nesta quinta-feira (13) o terceiro EP com regravações de músicas que marcaram a trajetória do grupo. São cinco releituras feitas pela nova formação da banda, agora capitaneada por Rafael Barreto nos vocais.
Dessa vez, Rafa colocou voz em “Amor, Amor” (Manno Góes/Tuca Fernandes), “Não Vá Embora” (Manno Góes), “Outdoor” (Manno Góes), “Então Não Chore Não” (Manno Góes) e “Minha Preferida” (Pierre Onassis/Sandoval/Juca Maneiro). O projeto foi gravado em Salvador, com a produção executiva de Manno Góes e Paulo Borges e a produção artística de Marlon Moreira.
“O repertório do Jammil é muito vivo na memória afetiva das pessoas e ajuda a contar a história do Carnaval de Salvador e da música produzida na Bahia. Foi uma delícia regravar essas canções, relembrar histórias da minha relação com essas músicas e as histórias da banda. Essa terceira parte traz canções que estão entre as preferidas do público nos shows”, explica Rafa Barreto.
“Outdoor”, que fez parte do álbum “Soberano”, ganhou novos arranjos e terá um clipe, que será lançado no final de julho. A música faz parte do lado B da banda, explica Manno, o compositor: “É uma música muito querida pelos fãs. Um ska romântico, com refrão grudento, uma típica canção praiana do Jammil, contagiante e alegre. Ganha agora um novo arranjo, sendo essa nova roupagem a música de trabalho do EP Volume 3”.
Já “Amor, Amor” é uma música escrita para o segundo álbum do Jheremmias Não Bate Corner, banda que deu origem ao Jammil e Uma Noites, que a regravou algumas vezes em discos seguintes. Os sopros fortes e a levada pulsante fazem dessa composição uma das preferidas dos fãs em micaretas e shows do Jammil. A música reflete sobre um amor que nasceu, se transformou e terminou com o passar do tempo e dos erros.
A música “Minha Preferida” foi gravada pela primeira vez no primeiro álbum do Jammil e Uma Noites, lançado em 1998 pela Emi. Um axé alegre, com letra romântica e ritmo dançante. “Então Não Chore Não” foi gravada no último CD da formação original do Jheremmias Não Bate Corner, e retrata a relação do autor com uma nordestina capoeirista e intensa. Já “Não Vá Embora” foi a primeira música de trabalho do álbum “Soberano”, disco de 2000 lançado pelo Jammil e Uma Noites, que trouxe a banda ao caminho do pop e do ska.
O cantor Tuca Fernandes foi o primeiro a se apresentar no último dia do São João do Parque de Exposições, em Salvador, neste domingo (2). Ao Bahia Notícias, ele comentou sobre sua agenda de shows no período.
“Eu nem toquei em tantos lugares assim. Toquei em Belo Horizonte, um show com Paulo Ricardo, que começou com rock e depois passou para o axé. Fiquei muito feliz pelo convite de tocar aqui [no Parque de Exposições] abrindo o último dia”, destacou.
Questionado sobre a possibilidade da volta da banda Jammil, após um ex-integrante sugerir o retorno por meio das redes sociais, ele respondeu: “Acho que temos uma saudade gostosa do que vivemos. Vivemos uma coisa muito bacana juntos. Foram três anos de Jeremias, 14 de Jammil. Marcamos a história da música baiana e claro que toda hora que isso ‘vira e mexe’ é igual aquele amor antigo, mas não temos nenhuma notícia e nunca nos falamos para dizer que ‘agora vai’. Está tudo no superficial”.
O vocalista e empresário da banda Jammil e uma Noites comentou a possibilidade do grupo voltar a se apresentar com a formação original. O relato foi dado durante o programa Geração GFM, na rádio GFM.
Na conversa, o cantor descartou a possibilidade de uma reunião e contou que não vê como o reencontro pode acontecer por causa das discussões. “O desgaste da estrada é muito louco. A gente conhece várias bandas que não se separaram, mas é como dizem, se toleram. E a gente ficou um tempão, 17 anos. Foram 17 anos. Não foi brincadeira. Foram 17 anos, entre 3 de Jheremmias e 14 de Jammil", começou.
“Não chegamos a vias de fato. Já de jogar a guitarra para cima, jogar o baixo. Isso era coisa que a gente tinha, que discutia de direção", finalizou Tuca.
Essa hipótese foi levantada após uma declaração dada por Manno Góes, sócio-fundador da banda Jammil, que utilizou as redes sociais para manifestar o desejo de fazer um show com a formação original da banda: ele, Tuca Fernandes e Beto Espínola.
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“Tô muito a fim de fazer um show com a formação original do Jammil. Um daqueles com repertório 100% Jammil”, escreveu Manno na sua conta no Twitter.
No entanto, a política poderia ser um empecilho para o grupo se reunir novamente. Abertamente contrário ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e com o voto declarado no presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Manno Góes disse que o ex-vocalista, “bolsonarista”, não olharia na sua cara nem nos ensaios.
Sócio-fundador da banda Jammil, Manno Góes utilizou as redes sociais para manifestar o desejo de fazer um show com a formação original da banda: ele, Tuca Fernandes e Beto Espínola.
“Tô muito a fim de fazer um show com a formação original do Jammil. Um daqueles com repertório 100% Jammil”, escreveu Manno na sua conta no Twitter.
No entanto, a política poderia ser um empecilho para o grupo se reunir novamente. Abertamente contrário ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e com o voto declarado no presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Manno Góes disse que o ex-vocalista, “bolsonarista”, não olharia na sua cara nem nos ensaios.
Tô muito a fim de fazer um show com a formação original do Jammil.
— Manno Góes ???? (@_mannogoes) June 17, 2023
Um daqueles com repertório 100% Jammil. O bolsonarista Tuva não olharia pra minha cara nem nos ensaios, nem no camarim. Mas na hora do show a gente ia se divertir pra caralho! Porque a gente era assim mesmo.??????????????
O tweet veio acompanhado de outra publicação, na qual Manno Góes afirma que irá para Paris ver “Lula dar canja no show do Coldplay”. O presidente foi convidado esta semana pelo vocalista da banda, Chris Martin, a discursar na apresentação que acontecerá em um evento beneficente na Torre Eiffel.
RICARDO CHAVES
Manno Góes também falou do ex-companheiro da banda Alavontê, Ricardo Chaves, e não poupou palavras. O músico disse que quando Chaves doi "limado" do bloco Eu Vou, "sacaneado" por um empresário e "estava esquecido", ele ficou ao seu lado e contragosto, colocou Ricardo Chaves no grupo.
Góes seguiu afirmando ter sido alertado sobre outras pessoas de que Ricardo Chaves iria "sacanear" com ele, mas não deu ouvido. "Sempre estendi a mão pra ele", falou. Até que o rompimento veio, motivado por posicionamento político. "Aí, quando eu bati pesado em um político corrupto que não pagava direitos autorais, ele capitaneou minha saída da banda. Que eu fundei e depois descobri que me forneciam prestações de contas com contratos com valores diferentes. Agora vejo esse filho da p*** chorando porque foi limado do Carnatal. Se esse merda nosão fosse tão merda, eu estaria do lado dele. Como sempre estive", detonou.
Um músico rebateu as falas de Manno e disse que Ricardo Chaves é "gigante" e "merece todo nosso respeito". Em resposta, Manno Góes escreveu: "Vai dar meia hora de c* pra ACM". Quando cobrava pagamento de direitos autorais, Manno chamou ACM Neto (União) de anão e caloteiro (lembre aqui).
Durante sua participação no Bargunça Podcast, que tem apoio do Bahia Notícias, Ricardo Chaves comentou que não tinha mais relação com Manno Góes porque o compositor o considerava "inimigo". Chaves deu ainda sua versão para o fim da Alavontê, após Manno Góes iniciar uma cobrança pública do então prefeito ACM Neto pelo pagamento de direitos autorais de shows realizados na cidade. (Atualizada às 11h39)
O cantor Rafael Barreto regravou grandes sucessos da banda Jammil e Uma Noites, para o EP de comemoração dos 25 anos da banda. A primeira parte do projeto "Jammil Uma História de Sucesso" foi lançado na quinta-feira (18), nas principais plataformas digitais.
Neste trabalho, o público vai ouvir canções que marcaram, como: "Ê Saudade", "Celebrar", "Chuva na Janela", "Minha Estrela" e "Milla".
“São as músicas que os fãs do Jammil já conhecem, mas de um jeito que nunca ouviram, trazendo, cada vez mais, minha personalidade para a banda”, diz Rafael.
A banda Cortejo Afro realiza mais uma edição do Ensaio, na segunda-feira (7), com participação da banda Jammil e abertura do DJ Pimenta, no Largo Quincas Berro D’Água, no Pelourinho, a partir das 21h.
Durante o show, que tem direção artística de Alberto Pitta, a banda irá agitar o público com o som de suas composições, mescladas a releituras de clássicos da MPB, do Pop e da batida percussiva, promovendo experiências estéticas inovadoras que vão unir dança, música e artes visuais em um mesmo espetáculo.
Os ingressos custam R$ 60 inteira e R$ 30 meia entrada. Vendas antecipadas nos Restaurantes Odoyá e Portal do Pelô (Pelourinho), no site Samba Vivo (acesse aqui) e na bilheteria do local, no dia do evento.
SERVIÇO
O QUÊ: Ensaio do Cortejo Afro
QUANDO: Segunda-feira, 7 de janeiro, às 21h
ONDE: Largo Quincas Berro D’Água – Pelourinho, Salvador – Bahia.
VALOR: R$60 (inteira) e R$30 (meia)
O Cortejo Afro terá convidados de peso em seu último ensaio antes do carnaval 2018, realizado na próxima segunda-feira (5), a partir das 21h, no Largo Quincas Berro D’Água, Pelourinho, em Salvador. Na ocasião, os anfitriões recebem a cantora Margareth Menezes, o tenor Thiago Arancam e as bandas Bailinho de Quinta e Jammil para o Cortejo Afro à Fantasia. Durante a apresentação a banda Cortejo Afro promete realizar um verdadeiro “Grito de Carnaval” e agitar o público com o som de suas composições, mescladas a releituras de clássicos da MPB, do Pop e da batida percussiva.
SERVIÇO
O QUÊ: Cortejo Afro à Fantasia
QUANDO: Segunda-feira, 5 de fevereiro, às 21h
ONDE: Largo Quincas Berro D’ Água – Pelourinho – Salvador (BA)
VALOR: R$ 80 (inteira) e R$ 40 (meia)
O Olodum recebe na segunda edição do ensaio de verão a banda Jammil e a cantora Margareth Menezes, no Largo Tereza Batista, no Pelourinho, nesta terça-feira (30), a partir das 20h. Liderada por Levi Lima, o grupo trará um repertório especial com sucessos, com "Colorir Papel", "Celebrar", "Mil Poemas” e “Você é Tudo". Já Maga apresentará canções como "Faraó", Elegibô" e "Dandalunda", que marcam seus 30 anos de carreira. Os ingressos custam R$ 60. Vendas no local.
Depois de receber Moraes Moreira, o Santo Antônio Além do Carmo volta a ser palco da Feira da Cidade, neste sábado (20) e domingo (21). O evento, que reúne música, gastronomia, manufatura, vinil e programação infantil, receberá desta vez a primeira edição de 2018 do “Projeto Vamos Ver o Pôr do Sol”, com a banda Jammil, que se apresenta no domingo (21), a partir das 16h. “Nós fizemos duas edições em parceria com o Jammil em 2015, lá na Ponta do Humaitá. Foi linda, muita energia em um lugar mágico. A dose se repete em um lugar tão encantador, quanto, o Santo Antônio Além do Carmo”, lembra a idealizadora da Feira da Cidade, Carla Maciel.
SERVIÇO
O QUÊ: Feira da Cidade
QUANDO: Sábado e domingo, 20 e 21 de janeiro, das 10h às 20h
ONDE: Santo Antônio Além do Carmo – Salvador (BA)
VALOR: Grátis
A Ponta de Humaitá receberá uma versão pocket da Feira com apresentação de artistas voltados para o público infantil e espaço para brincadeiras. No domingo (18), os visitantes verão ainda o show da banda Jammil, que realiza mais uma edição do projeto "Vamos Ver o Pôr do Sol", que leva shows gratuitos ao bairro. Na Barra, o artesanato toma conta da edição com a Feira de Arte e Flores, reconhecida por unir em um só espaço artesanato, pintura e floricultura. Mais de 30 expositores estarão no local com peças em renda, objetos em papéis reciclados, sandálias estilizadas, adereços e muito mais.
SERVIÇO
O QUÊ: AFROROPOP – Início da Temporada 2011/2012
ONDE: Armazém Villas
QUANDO: Quinta-feira, 24 de novembro, a partir das 20 horas
QUANTO: R$ 40 (feminino) / R$ 50 (masculino) / R$ 100 (camarote) à venda no local
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Cláudio Villas Boas
"Iniciou esse contrato com a celebração do aditivo em 4 de junho de 25 agora, e a previsão contratual é que precisamos iniciar a construção da ponte em um ano após a assinatura desse contrato. Portanto, em junho de 26 iniciaríamos a construção. Logicamente, para isso, algumas etapas precisam ser desenvolvidas antes".
Disse o CEO do consórcio responsável pela ponte Salvador-Itaparica, Cláudio Villas Boas ao indicar que a data para o início da construção está marcada para junho de 2026.