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jaboatao dos guararapes
Marcus Vinícius Santana da Silva, Kauã Vinícius Alves da Rocha e Yuri Romenique Alves da Silva foram condenados pelo juízo da 1ª Vara Criminal da Comarca de Jaboatão dos Guararapes pela morte do juiz do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJ-PE), Paulo Torres Pereira da Silva. O crime aconteceu em 19 de outubro do ano passado no município de Jaboatão dos Guararapes, na Região Metropolitana de Pernambuco. Cinco pessoas foram acusadas pela morte do magistrado.
Em sentença proferida nesta segunda-feira (10), a juíza Roberta Barcala julgou procedente, em parte, o pedido formulado na denúncia do Ministério Público de Pernambuco para condenar os três réus. Ele foram condenados pelos crimes de latrocínio (roubo seguido de morte), adulteração de sinal identificador de veículo, corrupção de menor e associação criminosa.
Marcus Vinícius recebeu pena de 25 anos de prisão, Kauã Vinícius de 24 anos e seis meses e Yuri Romenique de 26 anos de reclusão.
Os réus Alcides da Silva Medeiros Júnior e Esdras Ferreira de Lima foram absolvidos das acusações de adulteração de sinal identificador de veículo e receptação.
Paulão, como o juiz era conhecido, foi morto a tiros, dentro do seu próprio carro, um WR-V, da marca Honda, na noite do dia 19 de outubro de 2023. Segundo as investigações, ele foi surpreendido por criminosos que estavam em um veículo Onix, da cor vermelha, que efetuaram vários disparos. O crime aconteceu na Rua Maria Digna Gameiro. Uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionada e encaminhada ao local, mas o magistrado já foi encontrado sem vida.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jerônimo Rodrigues
"Os extremos não servem para nós. Nem uma polícia que não dê conta do seu papel, nem uma polícia que possa entrar no exagero e fazer ações fora do conceito de um servidor público. A polícia tem que garantir a segurança das pessoas e não ameaçá-las".
Disse o governador Jerônimo Rodrigues ao ser sabatinado na TV Aratu, nesta terça-feira (4) e abordou um dos temas mais sensíveis de sua gestão: a segurança pública e a atuação da Polícia Militar. Respondendo a questionamentos do jornalista Maurício Leiro, editor de política do Bahia Notícias, sobre a implementação das câmeras corporais nos fardamentos e suspeitas de excessos policiais, Jerônimo afirmou que "não passa a mão na cabeça" de quem atua fora dos padrões.