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israel serafim santos
O corpo do soldado da Polícia Militar (PM-BA) Israel Serafim Santos, de 41 anos, foi enterrado na última quarta-feira (25) em Morro do Chapéu, na Chapada Diamantina. O policial integrava a Força Nacional de Segurança Pública e morreu após se afogar durante uma operação contra o garimpo ilegal, no estado de Roraima.
Segundo a TV São Francisco, o sepultamento ocorreu no cemitério municipal e foi acompanhado por homenagens da Polícia Militar da Bahia e da Força Nacional. Israel Serafim Santos era lotado na Companhia Independente de Policiamento Especializado (CIPE-Chapada), com sede em Ruy Barbosa, no Piemonte do Paraguaçu.
Na unidade, atuava em patrulhamento rural e operações de maior complexidade na Chapada Diamantina, atendendo cidades como Morro do Chapéu e Capim Grosso, já na Bacia do Jacuípe. Além das atividades na Bahia, o soldado participava de missões da Força Nacional voltadas ao combate ao garimpo ilegal na Terra Indígena Yanomami, em Roraima.
O policial desapareceu no dia 19 de março no rio Uraricaá, na região da Estação Ecológica de Maracacá, após participar da destruição de um acampamento de garimpo ilegal. O corpo foi localizado por volta das 10h do dia 21 de março, a cerca de 300 metros do ponto do desaparecimento, em uma área de corredeiras. Ele estava com o equipamento completo, incluindo armamento e farda.
Conhecido como Soldado Serafim, o policial deixou dois filhos e uma namorada. Antes do traslado, houve homenagens em Boa Vista. Já na chegada a Morro do Chapéu, na noite da última segunda-feira (24), foi realizada uma carreata, seguida de recepção com honras militares.
O velório aconteceu na Câmara de Vereadores do município, reunindo familiares, colegas de trabalho e amigos.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Alexandre de Moraes
"Teriam desrespeitado decisão do Supremo e, em tese, teriam autorizado pagamentos remuneratórios e indenizatórios superiores aos parâmetros constitucionais fixados".
Disse o ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal) ao determinar que os presidentes de sete TJs (Tribunais de Justiça) expliquem indícios de descumprimento à tese da corte sobre os penduricalhos.